Remo projeta time de R$ 400 mil para a Série C 2020

Em entrevista à Remo TV, nesta terça-feira, o presidente Fábio Bentes projetou um time com folha salarial em torno de R$ 400 mil para a disputa da Série C 2020. Sobre o novo técnico, disse que o anúncio deve ser feito ainda nesta semana.

Foi a primeira entrevista do executivo de futebol Carlos Kila, recém-contratado pelo clube. Ao lado de Fábio Bentes, ele mostrou cautela quanto à escolha do novo treinador. Disse que reuniu com os diretores e pediu um tempo maior para discussão sobre nomes.

Fábio Bentes informou que continua negociando a permanência de alguns jogadores remanescentes das competições deste ano e prevê um elenco com gasto mensal em torno de R$ 300 mil para o Campeonato Paraense e de até R$ 400 mil para a disputa do Campeonato Brasileiro.

Fim da novela: Lima será sede da final da Libertadores

A final da Copa Libertadores de 2019, entre Flamengo e River Plate, será no Estadio Monumental de Lima, no Peru, às 17h (de Brasília). A decisão foi tomada nesta terça-feira, numa reunião organizada pela Conmebol que durou cerca de cinco horas, da qual participaram os presidentes do Flamengo, Rodolfo Landim, e do River Plate, Rodolfo D’Onofrio. Também estavam no encontro os presidentes da CBF, Rogério Caboclo, e da AFA, Claudio Tapia.

A capacidade para 80 mil pessoas do Estadio Monumental pesou na escolha. A diferença do horário é de apenas 30 minutos mais cedo se comparado com o que estava definido para Santiago, o que a Conmebol vê como benéfico já que seria um horário interessante para passar na Europa.

O jogo estava inicialmente previsto para o Estádio Nacional, em Santiago, onde cabem 50 mil pessoas. Mas os protestos que abalam o Chile há mais de três semanas tornaram impossível a manutenção do plano original.

A frase do dia

“Vou falar para o tal do Bodão. Vou falar alguns times também: Corinthians de 1998/99, Atlético-MG de 1999, Cruzeiro de 2003, Palmeiras de 1996. Só para lembrar. Aí quando vem o “Bode” e fala que nunca viu um time jogar como o Flamengo em 50 anos, olha, larga mão de fazer média. Tudo bem, o time do Flamengo é sensacional, mas vai querer puxar saco desse jeito? É falta de respeito com os outros clubes. Cinquenta anos… Então você não viu o time do Zico, em 1981? Você não viu o time do Cilinho, de 1985? Você não viu o São Paulo do Telê Santana? Ah, vai cagar no mato com urtiga!”.

Neto, ex-jogador e comentarista

Furacão critica Corinthians e dá alfinetada em ex-técnico

O Athletico anunciou na noite de hoje (5) a saída do técnico Tiago Nunes – que acertou com o Corinthians. Em nota oficial, o clube paranaense diz que a saída do profissional aconteceu ‘após longas conversas e o maior esforço já feito na história por parte do Athletico para a continuidade de um técnico no clube’. O clube paranaense ainda se disse decepcionado com a ‘maneira que foi tratado pelo Corinthians’ e alegou que ‘não recebeu nenhum telefonema ou posição das intenções daquele clube’.

No texto, houve também críticas ao próprio técnico Tiago Nunes. O Athletico encerrou a nota afirmado que o treinador ‘esqueceu muito rápido que poucos meses atrás treinava o time sub-19 do Furacão’: “Gratidão é a voz do coração”.

Com a saída de Tiago Nunes, Eduardo Barros assumirá a equipe paranaense interinamente já a partir do jogo de amanhã (6), contra o Cruzeiro, na Arena da Baixada, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Auxiliar de Fernando Diniz no Athletico em 2018, Eduardo Barros – que vinha trabalhando como coordenador da base – terá a companhia de Rogério Corrêa, treinador do time sub-17 e ex-jogador do time paranaense, sendo inclusive campeão brasileiro em 2001.

Caso Marielle: menção a condomínio de Bolsonaro está nas mãos da polícia há um ano

A Polícia Civil do Rio de Janeiro possui há um ano as planilhas com os registros de entrada de visitantes do condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa e morou até se mudar para o Palácio do Planalto, de acordo com documentos revelados pela Folha, em matéria desta terça-feira (5).

Os papéis contradizem recente versão do Ministério Público do Rio, segundo a qual o órgão só teve acesso aos documentos em 5 de outubro passado, quando afirma ter apreendido o material na portaria do condomínio no curso da investigação sobre o mandante do assassinato da vereadora.

A promotora que primeiro informou que a planilha não havia sido apreendida anteriormente foi Carmen Carvalho, afastada do caso por aparecer em foto com a camiseta de campanha de Jair Bolsonaro.

Os documentos foram obtidos durante a investigação do caso, porque o policial militar aposentado Ronnie Lessa, acusado de ser o executor do crime, também mora no condomínio Vivendas da Barra, o mesmo de Bolsonaro.

A Promotoria foi informada em março deste ano sobre a apreensão das planilhas e a Divisão de Homicídios da polícia está em poder dos papéis ao menos desde novembro de 2018.

Procurados pela Folha e informados sobre o teor da reportagem, o Ministério Público disse que só irá se manifestar no processo e a Polícia Civil não quis falar.

Como revelado na semana passada pelo Jornal Nacional, uma das planilhas manuscritas indicava que o ex-PM Élcio tinha como destino a casa 58, a de Bolsonaro.

Corinthians é grande chance para Tiago Nunes

Por Paulo Vinícius Coelho

Tiago Nunes costuma contar que tinha diálogos com sua esposa, Fernanda, nos momentos difíceis de sua longa carreira de técnico de times pequenos do interior. Nas vésperas de jogos difíceis, relatava o receio da derrota do dia seguinte. Fernanda respondia: “Se vocês perderem, o que pode acontecer?” Tiago respondia: “Posso ser demitido.” Ao que Fernanda devolvia: “E se você for demitido?” Tiago afirmava: “Volto para casa.” E a esposa: “Então não é tão ruim assim.”

O diálogo doméstico explica por que Tiago Nunes decidiu mudar a estabilidade do Athletico Paranaense pelo desafio do Corinthians. Quando deixou o Veranópolis, no final de 2017, tinha convite do Moto Club, do Maranhão. Optou pelo Athletico Paranaense pela estrutura extraordinária, pelo desafio de um grande clube, mesmo no sub-23, e por ficar perto da família. Enfim, teria uma casa para cuidar dos seus.

Nos anos anteriores, viveu do interior do Rio Grande do Sul, onde nasceu, no Acre ou Mato Grosso, onde foi campeão estadual pelo Rio Branco-AC e Luverdense-MT. Se há um diferencial de Tiago Nunes em comparação com outros treinadores da nova geração, este é a experiência. Viveu por 23 clubes antes de decolar no Athletico Paranaense. Também sabe que técnicos recentemente saíram da moda para o mercado secundário rapidamente. Zé Ricardo, Maurício Barbiéri, Jair Ventura, Eduardo Baptista, pode ser o caso de Fábio Carille.

Tiago Nunes é fruto de um fracasso. A experiência com Fernando Diniz não foi tão boa quanto o Athletico imaginava. O bom futebol em campo contrastou com os resultados. O estilo de Tiago também é diferente de Fernando Diniz. O novo técnico do Corinthians faz questão de frisar que gosta de rapidez no último terço de campo. Definição rápida, mas construção cuidadosa desde o primeiro passe, no campo de defesa. O novo Corinthians vai agredir.

É o que o Parque São Jorge mais deseja neste momento. Também por este motivo, o Corinthians é um cavalo selado para Tiago Nunes. A chance é subir e galopar por longos anos na elite do futebol brasileiro.

Mas, se assumir e a experiência não der certo, pela dificuldade de investimento corintiana ou por não se adaptar ao clube gigante, neste caso, o pior que pode lhe acontecer é… voltar para casa. A esposa Fernanda estará lá, para lembrá-lo que não é tão ruim assim.

SAIA JUSTA

O Athletico Paranaense demitiu Tiago Nunes no início da tarde desta terça-feira (05), após a confirmação do próprio técnico de que ele havia aceitado a proposta para assumir o Corinthians. Inicialmente, Nunes disse que pretendia dirigir o Furacão até o dia 8 de dezembro, quando seu contrato se encerrava. Entretanto, com a decisão tomada, a cúpula atleticana achou melhor encerrar o contrato antes.

Nunes informou aos diretores e passou por uma saia justa, contornada após mais conversa: o Athletico vetou uma despedida dele e dos auxiliares com os jogadores do elenco. Após novas conversas, Nunes acabou liberado e foi ao CT do Caju encerrar o ciclo em Curitiba.

Folha aplaude efusivamente um sujeito deslocado da realidade

Por Leandro Fortes

Ouvi, pelo rádio, parte do discurso de apresentação do ministro Paulo Guedes, da Economia, do pacote de medidas neoliberais com as quais ele pretende transformar o Brasil no Chile. Essa utopia liberal que existia antes de os chilenos descobrirem, recentemente, que foram enganados pelos “Chicago boys”, a gangue de economistas ultra liberais que montou um modelo privatista sobre o cemitério da ditadura assassina do general Augusto Pinochet – com a ajuda do próprio.

Paulo Guedes disse, em fevereiro, que o Chile era uma Suíça. Um paraíso de acordos bilaterais, Banco Central independente, câmbio flexível, reforma trabalhista e Previdência privada que serviria de norte para as reformas que ele, ministro de um sub-Pinochet, iria implementar no Brasil.

Oito meses depois dessa declaração, o Chile explodiu. Em um país onde até a água foi privatizada e o índice de suicídios entre idosos virou um recorde mundial, a população botou fogo nas ruas e obrigou o presidente Sebastian Piñera, colega de Guedes, a demitir todos os ministros e pedir perdão, ao vivo, em cadeia nacional de rádio e tevê.

Hoje, diante de uma mídia servil e repleta de macacas de auditório fingindo fazer jornalismo econômico, Paulo Guedes seguiu adiante, como se nada tivesse acontecido em sua Shangrilá particular. Disse coisas do tipo “visitados pela hiperinflação, criamos uma cultura antiinflacionária” em contraposição ao fato de que, “ao contrário, em uma década de lei de responsabilidade fiscal, não temos uma cultura de responsabilidade fiscal”. Para enfiar, em seguida, a tese do Estado mínimo que irá levar bem estar à população mais pobre.

Como no Chile.

Esse discurso vazio, entremeado por termos técnicos roubados de glossários de teses da FGV, usados para tornar a linguagem econômica providencialmente hermética, está na base da dominação da política pela economia, razão central da nossa desgraça como nação.

Isso, vindo da boca de um sujeito deslocado da realidade ao ponto de achar que o problema do pobre brasileiro é que ele, ao contrário do rico, não faz poupança. Consome tudo que ganha.

Mais da metade dos trabalhadores brasileiros vive com menos de um salário mínimo por mês. É esse o “Chicago boy”, o tchutchuca de Bolsonaro, grande timoneiro da reforma do Estado brasileiro, que foi efusivamente aplaudido em um editorial da Folha de S.Paulo.

Flamengo festeja “proeza” de 100% de acerto no mercado

Na ponta da tabela do Brasileiro e classificado à final da Copa Libertadores, o Flamengo entende que seu sucesso “incomum” no mercado da bola é ajuda a explicar os bons resultados em campo. Em qualquer clube de futebol mundial, o acerto em 60% a 70% das contratações é considerado um índice altíssimo. O Fla, no entanto, conseguiu algo que soa como uma proeza: teve retorno técnico em todas as negociações concluídas.

No início do ano, ainda sob o comando de Abel Braga, o clube abriu os cofres para trazer Gabigol, Arrascaeta, Bruno Henrique e Rodrigo Caio. Com exceção do uruguaio, que não tinha muito prestígio com o treinador, todos foram fundamentais na conquista do Carioca e responderam rapidamente ao investimento. Com a chegada de Jesus, o camisa 14 subiu de produção de forma assombrosa, justificando o status de jogador mais caro da história do Flamengo (R$ 80,3 milhões).

Colaborou para a melhora coletiva a contratação de Gerson, que veio da Roma por R$ 49,7 milhões. Um dos alvos para o segundo semestre, o jogador tornou-se o curinga do “Mister” e mudou o time de patamar.

Some-se a isso as soluções para as laterais. Com Filipe Luís e Rafinha, o Rubro-Negro colocou num ponto final em um problema que afligia há tempos o torcedor. Sem tempo para apostas, a diretoria investiu em dois nomes consagrados em grandes europeus. Além do acréscimo técnico, havia o desejo de trazer “ares internacionais” para o vestiário. Com a dupla, o elenco ganhou, além de bom futebol, exemplos e quilometragem.

Para coroar o êxito na hora das comprar, o Fla buscou o desconhecido Pablo Marí na Série B da Espanha. Com direitos pertencentes ao Manchester City (ING), o espanhol se enquadrava nas ambições de Jesus, que queria um zagueiro canhoto e de bom passe para servir ao seu grupo. Contato feito, o jogador aceitou de pronto a aventura e veio somar mais ainda ao time. Única negociação sem ares de “solução” foi a do lateral-direito João Lucas, ex-Bangu.

O alto investimento neste primeiro ano de gestão de Rodolfo Landim era algo previsto, já que o plano da atual cúpula de futebol é ter um time que tenha data de validade de ao menos três temporadas. Ante este cenário, a prioridade número 1 no momento é sacramentar a contratação de Gabigol.

A eterna novela Eduardo Ramos

POR GERSON NOGUEIRA

Desde que atravessou da Curuzu para o Baenão, trocando o Papão pelo Leão, o goiano Eduardo Ramos é alvo de polêmicas, críticas e intrigas. Se não está acostumado com isso, deveria estar, tal a quantidade de episódios envolvendo seu nome, nem sempre de maneira fiel aos fatos.

Depois da turbulência do áudio de Eudes Pedro que vazou no WhatsApp de torcedores e dirigentes do clube, detonando Neto Baiano e o próprio Eduardo, eis que outra gravação irrompeu nos últimos dias.

Desta feita, um ex-diretor vazou áudio relatando que o camisa 10 seria alvo de rejeição dentro do elenco remista. Trata-se de assunto mais ou menos recorrente desde que o jogador voltou neste ano ao Evandro Almeida, pela quarta vez, quando o técnico ainda era Márcio Fernandes.

Por sinal, Fernandes sempre rechaçou enfaticamente qualquer problema envolvendo Ramos, elogiando publicamente seu engajamento nos esforços para que a equipe evoluísse. Veio Eudes Pedro e as fofocas voltaram.

A questão é que a presença do jogador sempre dividiu opiniões no clube, principalmente entre os dirigentes. Ramos conta com maior apoio junto à torcida. Aliás, sempre foi assim.

Quando chegou ao Remo, desembarcando de um helicóptero no gramado do Mangueirão, em 2014, Ramos teve logo de cara seu nome contestado ao personificar o símbolo da Camisa 33, campanha lançada pelo clube para faturar com a venda de camisas e outros itens oficiais.

Com o tempo, o meia foi quebrando resistências e ganhando a confiança da torcida. Saiu no fim daquele ano, mas voltou em 2015 para fazer gols importantes, ganhar o apelido de Maestro e contribuir para a melhor temporada remista dos últimos tempos. Com ele, o Remo alcançou o acesso à Série C e chegou à final da Copa Verde.

Deixou o clube outra vez em 2016, mas voltou no ano seguinte. Não deu tão certo, saiu de novo e foi defender o Cuiabá em 2018. Nesta ano, quando ficou sem Douglas Packer, a diretoria foi buscar Ramos outra vez.

É sua passagem menos positiva, o que tem explicação na própria idade do jogador, hoje com 33 anos. Fez 13 jogos, marcou quatro gols, sem reeditar suas melhores performances pelo Leão. Apesar disso, foi um jogador participativo. Receberia certamente outra avaliação de seus detratores se o Remo tivesse disputado o acesso à Série B – ficou a um ponto disso.

Ramos continuará no Baenão em 2020. E pode ganhar nova função, que Márcio Fernandes chegou a propor na Série C. Pode ser usado no ataque, pois tem habilidade técnica e capacidade de finalização. A conferir.

Tomas Bastos: dúvida para a final da Copa Verde

Quando entrou no time do Papão em meio à disputa da Série C em julho passado, trazido por indicação do técnico Hélio dos Anjos, Tomas Bastos era praticamente um jogador desconhecido. Não emplacou logo de cara. Aos poucos, porém, subiu de rendimento, marcou cinco gols em sequência e teve papel destacado na reação da equipe dentro do Brasileiro.

O bom futebol acabou sabotado por lesões que tiraram o meia-armador dos confrontos finais do PSC na Série C, incluindo a partida decisiva pelo acesso diante do Náutico. A inconstância comprometeu também sua participação nos jogos da Copa Verde.

Para os embates finais, sua presença ainda é incerta. Teve o contrato prorrogado para a decisão do torneio, mas seu condicionamento não permite apostas otimistas, pelo menos para o primeiro jogo. A situação pode comprometer também a permanência do jogador para 2020.

Libertadores: Conmebol capricha nas trapalhadas

Atrapalhada e insegura, a Conmebol confirma novamente tudo o que se pensa dela com a inexplicável demora em definir o local da decisão da Copa Libertadores. Marcada para 23 de novembro, às 17h30, em Santiago, a partida está ameaçada pela instabilidade política reinante no país.

A Conmebol convocou uma reunião com os presidentes de River Plate e Flamengo e autoridades da Argentina e do Brasil para hoje, na luxuosa sede de Luque (Paraguai), para bater martelo sobre o local da final. Caso saia de Santiago, a partida deve ser transferida para Assunção.   

Não há, segundo as mesmas fontes, hipótese de recuo em relação ao jogo único. Tanto River quanto Flamengo já insinuaram o desejo de voltar ao sistema antigo, com uma partida em cada país. A Conmebol, num rasgo de sensatez, parece disposta a manter o que determinou no ano passado.

Outras duas reuniões estão agendadas para hoje, em Santiago. O Sindicato dos Jogadores discute o recomeço das atividades futebolísticas no país a partir do próximo sábado, o que pode influir na manutenção da decisão da Libertadores para a capital chilena. A outra reunião terá patrocínio da ANFP, a CBF de lá, para deliberar sobre o mesmo assunto.

Pelo visto, a Conmebol não aprendeu nada com a experiência de 2018, quando, a toque de caixa, teve que optar pelo Santiago Bernabéu como palco da final, após brigas de torcidas de Boca e River em Buenos Aires.

Arbitragem para Copa Verde gera fake news

Antes que o torcedor seja confrontado com fake news sobre a arbitragem dos jogos finais da Copa Verde, é importante notar que a CBF só vai definir no dia 10 de novembro o árbitro e os auxiliares para comandar o jogo do dia 14, em Cuiabá (MT).

Circulam na internet memes ‘anunciando’ que Leandro Vuaden – que apitou o fatídico jogo Náutico x PSC pela Série C – seria o árbitro da primeira partida decisiva da Copa Verde. Brincadeira criminosa, irresponsável e de muito mau gosto.

(Coluna publicada no Bola desta terça-feira, 05)