Estudantes saem às ruas para defender educação pública e protestar contra desmonte da Previdência

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A manifestação contra bloqueios de recursos na Educação nesta quinta-feira (30) reuniu cerca de 30 mil pessoas em Brasília, de acordo com a União Nacional dos Estudantes (UNE). Segundo  a Polícia Militar do DF, eram somente 1,5 mil manifestantes. Esse foi o segundo ato em defesa da Educação e  em discordância com o contingenciamento de R$ 7 bilhões na Educação anunciados pelo governo federal.

Em Belém, o protesto começou cedo na Praça da República, saiu em cortejo pela Riachuelo até chegar à Praça da Bandeira e depois ao largo em frente da Assembleia Legislativa, onde as reivindicações foram entregues aos deputados estaduais.

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Em Brasília, o movimento teve início pouco depois das 10h30 no Museu Nacional da República e reuniu estudantes, professores, técnicos administrativos e políticos, como o deputado distrital Fábio Felix (Psol) e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF).

Estavam presentes representantes da UNE, União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Movimento Juntos Pela Educação e Associação dos Acadêmicos Indígenas da UnB.

Por volta das 12h, os manifestantes seguiram, com cartazes, faixas e gritos, rumo à Praça das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, e deram a volta na Esplanada. O carro de som não acompanhou por falta de autorização prévia.

sta quinta-feira (30) reuniu cerca de 30 mil pessoas em Brasília, de acordo com a União Nacional dos Estudantes (UNE). Segundo  a Polícia Militar do DF, eram somente 1,5 mil manifestantes. Esse foi o segundo ato em defesa da Educação e  em discordância com o contingenciamento de R$ 7 bilhões na Educação anunciados pelo governo federal.

Em Brasília, o movimento teve início pouco depois das 10h30 no Museu Nacional da República e reuniu estudantes, professores, técnicos administrativos e políticos, como o deputado distrital Fábio Felix (Psol) e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF).

Estavam presentes representantes da UNE, União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Movimento Juntos Pela Educação e Associação dos Acadêmicos Indígenas da UnB.

Por volta das 12h, os manifestantes seguiram, com cartazes, faixas e gritos, rumo à Praça das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, e deram a volta na Esplanada. O carro de som não acompanhou por falta de autorização prévia.

sta quinta-feira (30) reuniu cerca de 30 mil pessoas em Brasília, de acordo com a União Nacional dos Estudantes (UNE). Segundo  a Polícia Militar do DF, eram somente 1,5 mil manifestantes. Esse foi o segundo ato em defesa da Educação e  em discordância com o contingenciamento de R$ 7 bilhões na Educação anunciados pelo governo federal.

Em Brasília, o movimento teve início pouco depois das 10h30 no Museu Nacional da República e reuniu estudantes, professores, técnicos administrativos e políticos, como o deputado distrital Fábio Felix (Psol) e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF).

Estavam presentes representantes da UNE, União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Movimento Juntos Pela Educação e Associação dos Acadêmicos Indígenas da UnB.

Por volta das 12h, os manifestantes seguiram, com cartazes, faixas e gritos, rumo à Praça das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, e deram a volta na Esplanada. O carro de som não acompanhou por falta de autorização prévia.

sta quinta-feira (30) reuniu cerca de 30 mil pessoas em Brasília, de acordo com a União Nacional dos Estudantes (UNE). Segundo  a Polícia Militar do DF, eram somente 1,5 mil manifestantes. Esse foi o segundo ato em defesa da Educação e  em discordância com o contingenciamento de R$ 7 bilhões na Educação anunciados pelo governo federal.

Em Brasília, o movimento teve início pouco depois das 10h30 no Museu Nacional da República e reuniu estudantes, professores, técnicos administrativos e políticos, como o deputado distrital Fábio Felix (Psol) e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF).

Estavam presentes representantes da UNE, União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Movimento Juntos Pela Educação e Associação dos Acadêmicos Indígenas da UnB.

Por volta das 12h, os manifestantes seguiram, com cartazes, faixas e gritos, rumo à Praça das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, e deram a volta na Esplanada. O carro de som não acompanhou por falta de autorização prévia.

sta quinta-feira (30) reuniu cerca de 30 mil pessoas em Brasília, de acordo com a União Nacional dos Estudantes (UNE). Segundo  a Polícia Militar do DF, eram somente 1,5 mil manifestantes. Esse foi o segundo ato em defesa da Educação e  em discordância com o contingenciamento de R$ 7 bilhões na Educação anunciados pelo governo federal.

Em Brasília, o movimento teve início pouco depois das 10h30 no Museu Nacional da República e reuniu estudantes, professores, técnicos administrativos e políticos, como o deputado distrital Fábio Felix (Psol) e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF).

Estavam presentes representantes da UNE, União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Movimento Juntos Pela Educação e Associação dos Acadêmicos Indígenas da UnB.

Por volta das 12h, os manifestantes seguiram, com cartazes, faixas e gritos, rumo à Praça das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, e deram a volta na Esplanada. O carro de som não acompanhou por falta de autorização prévia.

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Atos pacíficos

A Policia Militar acompanhou a manifestação de perto, revistou os participantes e solicitou que fossem retirados os panos dos rostos. A  Força Nacional de Segurança Pública cercou o prédio do Ministério da Educação (MEC). Ao chegarem em frente ao  prédio da pasta, teve uma pequena confusão quando uma estudante saiu da faixa pré-limitada. A polícia a empurrou e jogou spray de pimenta. Outros estudantes quiseram confrontar a PM, mas foram contidos por manifestantes.

Em seguida, os participantes  seguiram para a Rodoviária do Plano Piloto, onde continuaram o ato com gritos de guerra e provocações ao presidente Jair Bolsonaro. O ato se encerrou por volta das 14h.

Uma nova paralisação está marcada para 14 de junho.  À noite, ocorreram manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. Em São Paulo, a concentração foi no Largo da Batata, no bairro de Pinheiros. Em seguida, o grupo seguiu em passeata pela Avenida Rebouças em direção à Avenida Paulista. No Rio, os manifestantes seguiram da Igreja da Candelária rumo à Cinelândia, caminhando pela avenida Rio Branco. Milhares de pessoas participaram.
Em Belo Horizonte, estudantes, professores e servidores públicos se reuniram no Centro. Em Curitiba, os manifestantes recolocaram a faixa com os dizeres “em defesa da Educação” na fachada do prédio da Universidade Federal do Paraná, na Praça Santos Andrade. A faixa havia sido retirada por manifestantes pró-Bolsonaro, em ato realizado no último domingo. Em Pernambuco, estudantes, professores e servidores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) realizaram um “abraço simbólico” ao prédio da instituição, no bairro de Dois Irmãos.
Embora abrangentes, as manifestações  foram em menor número que as ocorridas em 15 de maio, quando foram registrados atos em 158 cidades de todos os 27 estados e no DF. Em Brasília, o mote também foi contra a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a reforma da Previdência e as medidas do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

Depoimentos de quem participou

A professora da secretaria de educação Aurea Maria Jales Bicalho, 54 anos, explicou que o ato é para dizer qual deve ser a prioridade para o Brasil. “A gente tem que mostrar para o governo que o principal investimento tem que ser a educação, tem que ser nossa prioridade, todo o resto vem depois”, afirma.

O técnico administrativo e estudante da UnB Ronei Delfino da Fonseca, 38 anos, foi um dos prejudicados com o corte de bolsas anunciado pelo ministro Weintraub. Ele foi selecionado no processo de bolsa de doutorado em sistema mecatrônico. Pouco tempo depois, foi notificado de que a bolsa havia sido cancelada. Ele, agora, enfrenta o impasse se poderá continuar a estudar. “Temos que mostrar para o governo que a educação tem que ser prioritária. Para a área da pesquisa, esses cortes são muito ruins. Acaba jogando no lixo tudo o que já foi feito. Pesquisa precisa de início, meio e fim. Com o que está acontecendo, muitos desistem de investir nisso”, avalia.

Outro participante, o estudante André de Sá, é integrante do Centro Acadêmico de Direito da UnB e do coletivo Juntos. O coletivo de André está fazendo uma movimentação nacional em escolas e universidades em prol do fim do contingenciamento. “Enquanto os cortes não caírem, a gente vai continuar nas ruas. Estamos na luta,” afirma. Yara Martinelli, 20 anos, membro do Centro Acadêmico de Relações Internacionais da UnB diz que o CA está se movimento também em defesa da educação. “Temos organizado bastante mobilizações, porque acreditamos que como estudantes e membros temos o dever de lutar por uma educação pública de qualidade. Esses cortes são ataques e estamos aqui para lutar contra eles e continuar estudando, que é a única coisa que a gente quer”.

No 2° ano do ensino médio no CED 7 de Taguatinga, Maria Eduarda Almeida, 16 anos, participa do ato pensando no futuro do educação. “Eu vim lutar pelo meu futuro, porque acho que o que o Bolsonaro faz hoje pode não me afetar agora, mas sim daqui a alguns anos”, diz. Maria Eduarda quer cursar ciências sociais na UnB. “Eu quero entrar na universidade e isso vai afetar meu sonho.” Ela veio para o ato com um ônibus oferecido pela UBES para estudantes da escola dela.

Ministro fala em coação

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, postou vídeo no Twitterem que diz  que professores estão “coagindo alunos” a participarem das manifestações.  O ministro diz que os estudantes que tiverem se sentindo coagidos devem enviar e-mail para o MEC, para que a pasta tome as devidas providências. No vídeo, o ministro chama as manifestações de democráticas. Porém, diz que professores estariam pressionando seus alunos a irem ao ato, o que seria ilegal. Mais tarde, o MEC publicou uma nota oficial em que reafirma a fala do ministro.

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