Remo tem três baixas para o jogo de sábado

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O Remo tem três baixas para o jogo contra o Boa Esporte, sábado, em Varginha (MG). O meia Douglas Packer foi excluído da delegação porque está deixando o clube. Ele negocia a rescisão contratual, pois recebeu proposta de um clube de Malta.

Ao mesmo tempo, o volante Djalma, com lesão no quadril, e o atacante Emerson Carioca, detectado com esgotamento muscular, também não viajam para Minas Gerais. A delegação embarca nesta sexta-feira (28), às 05h10.

Goleiros: Vinícius e Thiago

Zagueiros: Rafael Jensen e Fredson

Laterais: Ronaell, Geovane e Daniel Vançan

Volantes: Ramires, Yuri, Dedeco e Rafael Tufa

Meias: Zotti, Guilherme Garré e Carlos Alberto

Atacantes: Alex Sandro, Gustavo Ramos, Danillo Bala, Mário Sérgio e Marcão Santana

Jony Ive deixa o time de designers da Apple

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Jony Ive, um dos rostos mais conhecidos da Apple, não será mais parte da empresa. O diretor de design, que se juntou à companhia em 1992, teve participação fundamental em alguns dos produtos mais importantes de sua história história, como os Macs, o iPod e o iPhone, deixará seu cargo para abrir uma nova empresa chamada LoveFrom.

Apesar de abrir sua própria empresa, Ive não deixará de se envolver com projetos da Apple. Isso porque sua ex-empresa será a primeira cliente da LoveFrom, que só será totalmente lançada em 2020. Haverá um período de transição.

Em declaração ao Financial Times, Tim Cook, CEO da Apple, confirmou a mudança, mas não lamentou a saída, que afirma ser uma “evolução”, apontando para o fato de os designers internos da Apple serem uma equipe “mais forte do que nunca”. “Nós continuamos com a mesma equipe que tivemos por um bom tempo e temos o prazer de continuar trabalhando com Jony. Eu não consigo imaginar um resultado melhor”, afirmou Cook ao FT.

Jony Ive se tornou presença marcante em eventos de apresentação de novos produtos da Apple graças às suas aparições em vídeo. Sempre falando em uma voz delicada e pausada, sua voz se tornou sinônimo do cuidado da Apple com o design de seus produtos, enquanto a câmera registrava seu rosto sobre um fundo completamente branco.

Deu no NYT: pó branco, rostos vermelhos e a mala de cocaína no avião presidencial

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Em matéria assinada pelo correspondente Ernesto Londoño, e publicada nesta quarta-feira (26), o jornal estadunidense The New York Times comentou ironicamente o caso do militar brasileiro preso na Espanha com porte de 39 kg de cocaína.

O texto começa satirizando o mandatário brasileiro logo no título: “Pó branco, rostos vermelhos”. Ainda no primeiro parágrafo, o NYT lembra que Bolsonaro prometeu perseguir implacavelmente o narcotráfico durante sua campanha presidencial, e que por isso seu governo foi duramente pressionado a explicar o ocorrido com o avião, que fazia parte da comitiva presidencial.

O jornal também fala que “apesar do extraordinário constrangimento extraordinário para o senhor Bolsonaro, ele exaltou a integridade e o profissionalismo das Forças Armadas brasileiras (…) e chamou de ‘inaceitável’ o que aconteceu, prometendo uma ‘punição severa’ para o envolvido”.

A matéria também dá nome ao oficial preso no Aeroporto de Sevilha, dizendo se tratar do sargento Manoel Silva Rodrigues, que transportava a equipe de apoio à viagem de Bolsonaro para a cúpula do G20, no Japão, e fazia uma escala na Espanha.

Segundo o NYT, que repercutiu declarações das autoridades espanholas ao jornal El País, o sargento Rodrigues saiu do avião carregando uma sacola e uma mala de mão, e quando os inspetores do aeroporto revisaram a sacola, encontraram 37 pacotes de cocaína e nada mais.

O jornal americano também lembra que o Brasil está entre os maiores mercados consumidores de cocaína do mundo, e que é um importante ponto de partida para o envio de drogas à Europa e à África. Também salientou que Bolsonaro apresentou um projeto recentemente que define sentenças mais severas por crimes relacionados ao trágico de drogas, o qual permitiria à polícia ter mais liberdade para abrir fogo contra suspeitos de crimes.

Finalmente, a matéria termina com uma declaração do deputado Marcelo Freixo, dizendo que “a prisão do militar deveria levar o governo a refletir sobre sua abordagem para combater o narcotráfico, e demonstra o erro em se perseguir uma guerra contra as drogas nas favelas brasileiras, que vitima os mais pobres e gera fortunas em todo o mundo e envolve pessoas poderosas”. (Da revista Fórum)

Servidores do TJPA aprovam estado de greve

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A Assembleia Geral realizada na terça-feira (25) os servidores da justiça paraense deliberaram entrar em estado de greve. A decisão foi tomada após reunião da Comissão de Negociação com a direção do Tribunal, que se recusa a conceder os 4,94% das perdas salariais decorrentes do período inflacionário de maio 2018 a abril 2019, reivindicado pela categoria.

A proposta da direção do TJPA de 2% de recomposição das perdas salariais e 4,94% do auxílio-alimentação, que segundo o Thiago Lacerda, presidente do Sindicato, corresponde a um valor próximo de R$ 50,00 (cinquenta reais), deixou os servidores inconformados, uma vez que as perdas salarias historicamente já acumulam 7,28% da Data-base de 2016, quando o período inflacionário acumulou 9,28% e o Tribunal concedeu reajuste de apenas 2%, nos mesmos moldes que se propõe a executar neste momento.

Ao deliberar entrar em estado de greve, os servidores rejeitaram a proposta do reajuste do auxílio-alimentação, priorizando a reivindicação da recomposição salarial em 4,94%. Ainda segundo o presidente do SINDJU, a recomposição das perdas salariais é um direito constitucional dos trabalhadores, que o Tribunal que deveria dar o exemplo para as demais instituições, vem se negando a cumprir, contribuindo para a perda de poder aquisitivo dos servidores, em detrimento das demais categorias, a exemplo, dos magistrados, que obtiveram reajuste de 16,38% em 2018.

O SINDJU reunirá ainda esta semana o Comando de Greve eleito durante a Assembleia, para planejar as atividades grevistas da categoria, que vão desde paralisações pontuais, passando por mobilizações em frente aos diversos fóruns e comarcas, até a paralisação completa das atividades, naquilo que caracteriza o estado de greve da categoria. (Da Ascom Sindju-PA)

Barbárie e perplexidade: Escândalos que não chocam mais ninguém. Por quê?

  1. Queiroz e o laranjal, operação paga em dinheiro;
  2. Morte da Marielle e os milicianos amigos da família;
  3. Filho com ligações diretas com milicianos e tentativa de encerrar investigações;
  4. Todos os laranjas eleitorais do PSL;
  5. Ex-juiz ministro pego tramando em processo contra o mais forte adversário, impedido de disputar as eleições;
  6. O avião da Coca.

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Tudo isso parece não dizer, ou dizer tudo, mas não se fizer, quando se faz tudo, por que o país está paralisado, economia destruída e irresponsavelmente ignorada, comemorada com a exportação de abacates, enquanto o desemprego mergulha mais fundo, briga-se com IBGE que “falsifica” os dados?

O Brasil elegeu uma farsa, a campanha das fakenews massivas, comprovadas, e está pagando caríssimo, dia a dia, o preço da irracionalidade. Por favor, não venha, dizer que não sabiam quem era o medíocre deputado, 32 anos sem nenhum projeto, sem nada, por que seria um bom Presidente?

O patético apelo de que a vitória/desgoverno é obra divina, põe em xeque a crença, pois o que se vive no Brasil é um pesadelo catatônico de ataque violento às conquistas sociais, à democracia, aos direitos fundamentais, com cortes na saúde, educação e ameaça de acabar com a previdência, o porto (in)seguro dos aposentados.

Capitaneado por uma figura nula e por espertalhões que querem sugar o que puderem de riquezas nacionais, quebrando o país para justificar reformas absolutamente desumanas, como a da previdência e o famigerado projeto anticrimes para o encarceramento em massa, como jogada demagógica para os programas que jorram sangue.

Leia também:  Raquel Dodge decretou: na Lava Jato Habemus Papam, por Fábio de Oliveira Ribeiro

O que é mal gestado, não nasceria bem, por conseguinte, entretanto, parece pior. A letargia, a passividade, a desesperança, foi transformada em apatia, resignação ou apenas torpor do momento trágico e bárbaro do Brasil.

O país precisa acordar e dar um basta, ou barbárie se imporá, não sobrando nada. Parece pós-apocalíptico e, é. Sem reação dos que acreditam no Brasil, na Democracia, no Estado de Direito, na convivência pacífica com as diferenças políticas, tolerância religiosa, sexual. (Por Arnobio Rocha, no Jornal GGN)

Defesa de Lula contesta bloqueio fake

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A assessoria jurídica de Lula desmentiu hoje os termos do bloqueio de suas contas anunciado pela Lava Jato, explicando que é mais um capítulo mentiroso no processo de perseguição movido pela operação ao ex-presidente:

“O ex-presidente Lula não tem e nunca teve patrimônio sequer aproximado da quantia de R$ 78 milhões que o juiz da 13a. Vara Federal de Curitiba determinou bloquear.

A Lava Jato sabe muito bem que se trata de grosseira falsidade, pois seus procuradores e a Receita Federal fizeram uma devassa arbitrária e ilegal nas contas de Lula, de sua família, da empresa LILS Palestras e até do Instituto Lula, sem encontrar 1 centavo obtido ilicitamente. Lula sequer foi acusado de receber tais valores.

A decisão do juiz é ilegal e abusiva. Seu único resultado é produzir manchetes enganosas, associando o nome de Lula a uma quantia astronômica, como fez a Lava Jato em outros episódios. O ex-presidente já teve seus bens bloqueados em valores muito acima do definidos pelo STJ.

O bloqueio sem fundamentação jurídica é mais uma medida de perseguição política para inviabilizar o sustento de Lula, sua família e sua defesa. A defesa irá recorrer de mais essa violência.

Assessoria do ex-presidente Lula”.

Isolado e sem agenda oficial, Bolsonaro vai às compras e visita churrascaria no Japão

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Da Folha:

Sem compromissos oficiais em seu primeiro dia em Osaka, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) passeou pelo comércio local e jantou em churrascaria brasileira nesta quinta-feira (27).

Bolsonaro deixou o hotel onde está hospedado para caminhar pelas ruas da cidade japonesa no fim da tarde, poucas horas depois de desembarcar no Japão, onde participará da reunião do G20 nestas sexta (28) e sábado (29).

Sob chuva, Bolsonaro caminhou, visitou lojas e tirou foto com pessoas pelas ruas, mas não fez compras.

Na sequência, o presidente jantou em uma churrascaria brasileira acompanhado do general Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI, do deputado Helio Bolsonaro (PSL-RJ) e de fotógrafos da Presidência.

Segundo Heleno, a escolha por jantar churrasco foi do presidente, que não gosta de comida japonesa.
“Não, não gosta. Tem direito, né?”

O ministro disse que Bolsonaro quer apresentar no G20 “sua imagem correta”.

“Ele quer apresentar a imagem correta dele, que foi muito deturpada por uma imprensa que fazia questão de colocar o presidente como fascista até. Então ele quer mostrar a verdadeira face, que isso é ridículo. Chamar o nosso presidente de fascista é simplesmente ridículo. É uma falta até, de um mínimo, de análise”, afirmou.

Escândalo do Aerococa: Câmara cobra explicações do governo

Da Época:

O governo federal deverá prestar esclarecimentos à Câmara sobre o caso do sargento da FAB pego com 39 quilos de cocaína na Espanha. O PSOL e o PCdoB protocolaram, cada um, um requerimento para pedir explicações ao governo.

O pedido do PSOL apresenta 13 tópicos a serem respondidos pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.

O partido quer saber, por exemplo, qual a lista completa de militares na comitiva, detalhes sobre a aeronave, o histórico de viagens do sargento pela FAB e o inventário de carga do avião.

Também pergunta sobre o procedimento de checagem dos tripulantes, se o sargento responde a outros processos e qual o poder de Jair Bolsonaro sobre a escolha das escalas.

Na hora de virar a página

POR GERSON NOGUEIRA

Vinícius e Douglas Packer, titulares e peças importantes no esquema montado por Márcio Fernandes no Remo, têm se manifestado para reafirmar o foco na classificação à próxima fase da Série C. O goleiro destacou a necessidade de reabilitação para afastar o risco de crise. O meia disse que o time enfrenta a partir de agora nove decisões.

O posicionamento é oportuno na esteira do revés no clássico Re-Pa. É inegável que o mau resultado deixou um sentimento de frustração no torcedor e reabriu a dúvida quanto ao potencial do time.

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A própria ausência de Douglas – não jogou contra o São José e entrou nos minutos finais do Re-Pa – é vista como um dos motivos da queda de rendimento. Como principal organizador do time, ele de fato fez falta nos dois confrontos. O Remo ficou sem a principal arma usada nos sete primeiros jogos: o controle das ações através da troca de passes.

Na primeira derrota, além do meia-armador, o Remo não teve o volante Yuri, ponto de equilíbrio na cobertura da zaga. E é importante considerar que Douglas não é propriamente um dínamo em campo. Costuma ter sumiços à medida que o jogo avança e o cansaço aumenta, mas é o jogador que mais sabe fazer a transição ofensiva.

Os problemas vistos no meio-campo, até então um setor bem ajustado, fizeram com que a diretoria tentasse a contratação de Eduardo Ramos, que divide opiniões, mas tem rodagem e empolga grande parte da torcida.

Sem Ramos, cujo retorno foi descartado ontem, Douglas passa a ser a opção que resta a Márcio Fernandes para manter de pé o sistema utilizado com sucesso até duas rodadas atrás. Zotti não se impôs quando teve oportunidade e Guilherme Garré não passou no teste do Re-Pa.

Carlos Alberto, outro que poderia eventualmente assumir a criação, já mostrou que tem mais afinidade com as jogadas laterais, embora não tenha conseguido repetir as boas apresentações contra Luverdense e Tombense.

De toda sorte, o confronto de amanhã à noite em Varginha vai permitir uma avaliação mais ponderada sobre a real capacidade do atual elenco e até mesmo sobre a confiabilidade do sistema tático. A estreia no “returno” é a chance de mostrar que é possível retomar a pegada inicial.

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Seleção encara azarão e Tite se livra de volante

Tite soltou ontem outra de suas pausas teatrais mais longas na entrevista sobre o jogo com o Paraguai pela Copa América. Segurou a respiração e, quase como um daqueles velhos atores de radionovelas, sussurrou um apelo à torcida gaúcha para que o trate com o mesmo carinho dos tempos de Grêmio.

Antes, estrategicamente, anunciou que Fernandinho não joga. Será substituído pelo jovem Allan. A desculpa técnica: o volante não está 100% fisicamente.

É óbvio que, assim como Neymar “achou” aquela lesão para escapar à pressão externa durante a Copa, Tite arranjou um jeito elegante de barrar o jogador mais questionado da Seleção.

Fernandinho é muito elogiado na Inglaterra. Homem de confiança de Pep Guardiola no Manchester City, está com 34 anos e certamente não vai à Copa do Mundo de 2022.

O problema é que, ao contrário dos aplausos dos críticos, Fernandinho não é um sucesso de público. Longe disso. A torcida não esquece seu papel tenebroso no jogo fatídico com a Alemanha, ao lado de Dante e Davi Luiz, em 2014. A lembrança mais viva, porém, é a das terríveis mancadas contra a Bélgica em 2018.

Só a teimosia de Tite explica a insistência com um volante que não se comporta bem na Seleção, embora tenha carreira elogiada em clubes. Não havia necessidade de convocar um jogador tão estigmatizado.

Quanto ao jogo, favoritismo absoluto do Brasil. Em situação normal, só tropeça se for muito incompetente. O Paraguai é o pior dos times que passaram à segunda fase.

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Marcelinho nocauteia Luxemburgo na Justiça

Uma das mais notórias tretas do futebol brasileiro nos últimos anos envolve Vanderlei Luxemburgo e Marcelinho Carioca, polêmicos pela própria natureza. A arenga vem dos tempos em que trabalharam juntos no Corinthians.

O técnico acusou o meia de indisciplina e comportamento inadequado durante viagem a Salvador. O Pé de Anjo se defendeu revelando que Luxa criou caso porque teria ficado com a namorada (ou candidata a) do técnico.

Anos depois, os dois foram a um programa na Band apresentado por José Luiz Datena. Aí o barraco desabou de vez. Irritado em meio a uma discussão, Luxa vociferou para Marcelinho, de dedo em riste e carregando no xis: “Voxê é moleque, voxê é xafado…”.

Pensei que a coisa tinha se esgotado ali, embora de vez em quando a internet trouxesse à tona o hilário vídeo do bate-boca. Acontece que Marcelinho processou Luxemburgo em 2016 e ganhou a parada, fazendo jus hoje a uma indenização de R$ 351 mil por danos morais.

A decisão, do Tribunal de Justiça de São Paulo, anunciada ontem, prevê bloqueio de 15% dos salários de Luxemburgo no Vasco. Está provado que a troca de desaforos pode às vezes fazer bem para o ego, mas pode ser desastrosa para o bolso.

(Coluna publicada no Bola desta quinta-feira, 27)