O fiasco dos grandes ‘influencers’

Por Patricia R. Blanco, no El País

Seguidores no Instagram: mais de 2,6 milhões. Seguidores no Twitter: mais de 350.000. Com o aval desses números, a usuária de redes sociais Arianna Renee (Miami, 2000) aventurou-se a lançar sua própria linha de moda, ERA, um projeto empresarial nascido da “boa recepção” que a ideia, segundo sua criadora, tinha supostamente tido em sua comunidade de admiradores. No entanto, Arii, o apelido que a jovem de 18 anos utiliza em suas redes sociais, não conseguiu vender o mínimo de “36 camisetas” que a empresa disposta a fabricar suas peças de roupa exigia para continuar com o projeto. Seu empreendimento tinha sido um fiasco. Ela comunicou o fracasso em uma mensagem publicada em 27 de maio no Instagram, já apagada, na qual lamentava “que ninguém tivesse cumprido a promessa” de comprar um de seus designs.

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Por mais contundentes que sejam os números, ter uma horda de seguidores que curtem cada publicação não é suficiente para ser um verdadeiro influenciador ou formador de opinião. A mensagem da confissão do fracasso empresarial de Arii, por exemplo, teve 36.000 curtidas − o número mínimo de itens que deveria ter vendido multiplicado por mil. “A bolha dos influencers estourou há mais de um ano, ficou desgastado o modelo de acreditar que qualquer instagrammer com seguidores pode incentivar a compra de um produto ou o uso de um serviço”, afirma Rafaela Almeida, autora do livro Influencers: La Nueva Tendencia del Marketing Online, (“influencers: a nova tendência do marketing online”), lançado em 2017 na Espanha pela editora Base, e CEO e fundadora da agência de marketing e comunicação BlaNZ.

O fracasso de Arii é mais comum do que pode parecer. É o que afirma José Pablo García Báez, blogueiro profissional, jornalista e diretor acadêmico do primeiro master para influenciadores da Espanha. “O culpado, nestes casos, não é o influencer, e sim o empresário, que não foi suficientemente profissional para analisar a qualidade das publicações e para verificar se o número de seguidores é real”, acrescenta. Porque comprar followers, e até comentários, é fácil e relativamente barato. Por exemplo, 30.000 seguidores novos no Instagram custam 150 euros (657 reais), e 200 comentários personalizados, pouco mais de 50 (219 reais).

 

Mas pode acontecer que os seguidores sejam reais e, apesar disso, não sigam as recomendações do suposto influenciador. É o que, segundo a própria Arii, ocorreu com ela. “Nunca comprei seguidores nos quatro anos em que estou nas redes sociais, ganhei cada um deles”, afirmou em uma publicação no Instagram no dia 30, na qual voltou atrás na versão sobre o mínimo de 36 camisetas, aumentando o número necessário de vendas exigidas para 252, um total de 36 para cada um dos sete modelos que diz ter apresentado. Supondo que diga a verdade, por que, então, sua campanha surtiu tão pouco efeito?

“A opinião de um influencer só é confiável se ele for um conhecedor do mercado ou do produto que recomenda”, explica Rafaela Almeida, que acredita que existe atualmente uma forma errônea de enfocar as campanhas de marketing de influenciadores. Segundo a publicitária, “há uma confusão entre o marketing de influência e a publicidade: o primeiro pretende fomentar a recomendação de produtos a partir de uma experiência própria, enquanto que a publicidade não requer essa experiência, requer apenas que seja repetida uma mensagem e haja repercussão”. Por isso, confiar que um instagrammer famoso, mas sem experiência, saiba definir e destacar um produto “é um erro garrafal”. “Existem muitas celebridades consideradas influencers que fracassaram na criação de marcas próprias e, no entanto, criam tendência para outras marcas só como modelos”, destaca a especialista em marketing.

Um exemplo que ilustra a importância da relação entre a especialização dos influencers e sua capacidade de influência é a campanha realizada em março em Paris pela empresa de telefonia Huawei para apresentar seu smartphone P30. “Só da Espanha, [a Huawei] deslocou 150 pessoas, entre jornalistas, blogueiros, youtubersinfluencers e modelos da Internet, quase todos/as relacionados com o mundo da moda, cuja sabedoria tecnológica será questionada em vista do interesse que dedicam às suas roupas e das palavras com que presenteiam seus fãs do Instagram”, escreveu em seu artigo o jornalista do EL PAÍS Ramón Muñoz, que acompanhou o evento. Embora não existam dados sobre o resultado obtido pelos influenciadores, Rafaela Almeida acredita que uma campanha como essa pode acabar prejudicando a marca. “Se você está pensando em comprar em um celular de mais de 1.000 euros [4.380 reais], não está interessado em uma foto com a Torre Eiffel ao fundo, que pode estar retocada com filtros − o que você quer é saber, por exemplo, as características da câmera incorporada ao telefone”, explica.

Por isso, a melhor pessoa para fazer uma recomendação não é aquela que tem mais seguidores, e sim a que tem “mais engagement” ou capacidade de interagir com seu público, aponta José Pablo García Báez, cofundador, juntamente com María José Morón, do blog de turismo A Tomar Por Mundo. E neste campo se impõem os “microinfluencers, que têm mais influência na decisão de venda e são uma figura muito mais próxima”, acrescenta o jornalista.

Essa foi a estratégia utilizada pela empresa espanhola de camisetas Pampling, que conseguiu abrir mercado na Europa, principalmente na Itália, graças ao apoio desses microinfluenciadores. “Não olhamos seu número de seguidores, e sim a qualidade de seu canal no YouTube ou das publicações em seus blogs e o público ao qual se dirigem, que em nosso caso são pessoas de menos de 35 anos que querem ver seus interesses refletidos em suas camisetas”, explica Alberto Pala, responsável pela expansão da marca na Itália. Para ele, a chave que permitiu multiplicar suas vendas com uma estratégia de marketing de influenciadores não está no número de seguidores, mas em “quem se esconde atrás deles”.

No caso de Arii, seus seguidores são pessoas que, segundo a jovem, não cumprem sua palavra. Embora a única certeza seja a de que a promessa que eles não cumpriram foi a de comprar suas camisetas. E, em linguagem de negócios, isso se traduz em pouca influência.

Acomodado e sem inspiração

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POR GERSON NOGUEIRA

Pouco mais de 4 mil pessoas se aventuraram a ir ao Mangueirão e, provavelmente, se arrependeram. O que era para ser a reconciliação do Papão com a galera acabou virando razão para ampliar as preocupações com o time. Em jogo fraco tecnicamente, o placar de 0 a 0 foi uma sentença justa para o que PSC e Luverdense deixaram de fazer em campo.

Sem inspiração, desconjuntado nas ações pelo meio, ineficaz pelos lados e desorganizado taticamente. O time que Marcelo Rocha (auxiliar de Hélio dos Anjos) pôs em campo no sábado à tarde não criou nenhum bom ataque nos 45 minutos iniciais e acabou laçando o boi, pois o LEC teve boas chances depois que os times ficaram com 10 jogadores em campo.

A torcida só se agitou um pouco na cobrança de falta de Tiago Luís, aos 11 minutos, que bateu rasteiro rente à trave direita de Edson. Era preocupante a postura do PSC desde o começo da partida. Parecia sem pressa, mas, na verdade, não tinha ideias para envolver e superar a marcação do LEC.

Os bicolores insistiam em jogadas inconsequentes e improdutivas, tocando sempre para os lados. Arriscavam poucas investidas à área adversária. Insatisfeita, a torcida vaiou os jogadores no final do 1º tempo.

O PSC voltou para o 2º tempo com Elielton no lugar de Diego Rosa. Apesar da mexida, a situação não se alterou. O time agredia pouco. O melhor momento veio em outra cobrança por falta de Tiago Luís, aos 9 minutos. O chute saiu forte, mas o goleiro defendeu no susto.

Logo depois, como já é praxe, o meia-atacante seria substituído por Paulo Rangel. Como nada mudou, aos 30’, Marcelo Rocha trocou Vinícius Leite por Pimentinha. O ataque passou a ter dois velocistas, mas não explorava os contra-ataques porque não havia criação no meio-campo.

A partida mudou de panorama com as expulsões de Tony (PSC) e Helder (LEC), ao 32’. O espaço aumentou para os dois lados, mas foi o Luverdense quem tomou o controle do jogo, criando boas chances.

Anderson Ligeiro arriscou chute da entrada da área, quase acertando a trave de Mota, aos 38’. Um minuto depois, em meio à balbúrdia defensiva do PSC, Tardelli entrou livre na área, mas finalizou mal.

Nos minutos finais, o jogo ficou inteiramente aberto, com pontadas sempre agudas do LEC, mas a última chance coube aos bicolores. Aos 41’, em tentativa individual de Pimentinha, a bola bateu nos zagueiros e voltou para Nicolas, que se atrapalhou e errou o chute.

A torcida voltou a se manifestar no fim da partida, vaiando e atirando objetos nos jogadores. Depois de trocas de tretas com torcedores na internet, Paulo Rangel foi o mais visado.

Registre-se: a rotina de expulsões foi mantida. Tony é o quinto jogador expulso nas últimas cinco partidas. Antes, Tiago Primão (contra o Boa Esporte), Bruno Oliveira (contra o Internacional), Caíque (São José) e Marcos Antonio (Atlético-CE) tinham recebido o cartão amarelo.

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Platitudes de um Guimarães Rosa de pé-quebrado

A Copa América começou e os primeiros jogos confirmaram as piores expectativas. Nenhuma atuação digna de atenção, a começar pela atuação discreta do Brasil contra a inexpressiva Bolívia. Depois de ganhar vaia até dos pachecos domesticados, a Seleção só encontrou facilidades depois que Pitana descolou um pênalti meio assim, assim.

Surpreende que, mesmo contra o débil ataque boliviano, Tite armou o Brasil como se fosse enfrentar o lado negro da Força. Botou dois volantes (Fernandinho, sempre ele, e Casemiro) à frente dos zagueiros. É natural que o caminho para o gol ficasse mais sofrido.

Por falar em Tite, ele virou uma espécie de Guimarães Rosa às avessas. Adora inventar neologismos sem utilidade prática, cuja função é apenas reforçar o discurso empolado que pratica. O problema é que passou a influenciar jornalistas desatentos, que passam a repetir mecanicamente os maneirismos linguísticos do treinador.

Ontem, fiel ao titês, um jovem repórter da ESPN se esmerou em repetir disparates como “terceiro terço”, “externo flutuante” e “jogador posicional”. O incauto parecia sinceramente orgulhoso em proferir as platitudes criadas pelo técnico da Seleção, contrariando a máxima (by Cazuza) de que só as mães são felizes.

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Tubarão põe Atlético na roda e impõe boa vantagem

Com grande atuação de Fidélis, autor de dois gols (o outro foi de Rafinha), o Bragantino goleou o Atlético-CE, ontem à tarde, no estádio Diogão, em Bragança, abrindo frente no mata-mata da Série D. Fidélis e Rafinha saíram do banco de reservas no 2º tempo para salvar o Tubarão e a cabeça do técnico Robson Melo, que havia mantido os dois na suplência.

Apesar de chances com Edgar e Mauro Ajuruteua, o Braga se enrolou bastante nos 45 minutos iniciais. A torcida cobrou e Fidélis entrou aos 11 minutos da etapa final. Dez minutos depois, estufou as redes inimigas aproveitando assistência de Marco Goiano dentro da área.

O jogo que tinha sido difícil na primeira etapa se tornou inteiramente favorável ao Braga. Passaram-se mais dez minutos e Fidélis cruzou na medida para Rafinha tocar rasteiro, ampliando para 2 a 0. Fidélis fecharia a contagem, aos 40’, cobrando penal que ele mesmo havia sofrido.

Resumo da ópera: técnicos devem fazer sempre o possível para não inventar.

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 17)

Trivial variado das escaramuças políticas de um país surrealista

“’Distopia’ é o nome que se dá a um país que tem Bretas como juiz, Moro como ministro, Merval como jornalista e Neymar como ídolo”. Luís Felipe Miguel

“O humor da Globo é sério. O jornalismo, uma piada”. Sérgio Soeiro

“O que unia Sérgio Malandro Moro, Vaza-jato, imprensa e apoio massivo da classe média branca era o racismo contra negros e pobres! O moralismo hipócrita e postiço, mera cobertura, nem eles levavam a sério. O ódio a Lula sempre foi a “personalização” do ódio ao negro e ao pobre!”. Jessé Souza

“Em poucos dias Bolsonaro demitiu o ministro-chefe da Secretaria Geral (Gen. Santos Cruz) e o presidente dos Correios (Gen. Juarez Cunha). Agora intervém no BNDES e força demissão de Joaquim Levy. Dois militares e um economista liberal fora. É um governo em autodecomposição”. George Marques

“É o dinheiro quem controla o processo democrático, não as pessoas”. David Harley

“Não foram à toa os movimentos dos últimos dias. Bolsonaro recuou pra 30% de popularidade. E vai construir um governo encastelado – ‘contra tudo e contra todos’. Auxiliares que significam alguma ‘abertura’ pra fora da extrema direita são limados. Guerra total?”. Rodrigo Vianna

“Estabelecer semelhanças entre o que vem ocorrendo no Brasil e a ascensão do regime nazista na Alemanha, não é algo intencional, acidental ou coincidência. É algo inevitável”. Toni Bulhões

“Classe média é abominação política, porque é fascista. É abominação ética, porque é violenta. É abominação cognitiva, porque é ignorante”. Marilena Chauí

Globo diz que repórter não avisou que daria Bíblia de presente a Bolsonaro

Da coluna do jornalista Maurício Stycer no UOL:

O café da manhã promovido por Jair Bolsonaro com 29 jornalistas nesta sexta-feira (14) terminou de forma incomum. Conforme relatou o jornal digital Poder 360, a repórter Delis Ortiz, da Globo, presenteou o presidente com uma Bíblia e agradeceu, em nome dos demais colegas, por ter recebido os profissionais que fazem a cobertura diária no Palácio do Planalto.

Ainda segundo o site, “outros jornalistas que trabalham acompanhando diariamente as notícias do Planalto dizem que também não tinham conhecimento de que haveria a entrega de uma Bíblia”.

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Pelo inusitado da situação (jornalistas não costumam dar presentes para os seus entrevistados), procurei a Globo. A emissora disse em nota: “Delis afirma que foi exclusivamente dela a iniciativa de presentear o presidente. A Globo não foi avisada por Delis Ortiz sobre a atitude pessoal que ela decidiu tomar”.

A nota da Globo questiona parte do relato do Poder 360: “Diferentemente do que diz a publicação do site Poder 360, a repórter Delis Ortiz afirma que não partiu dela a iniciativa de fazer agradecimentos ao presidente Jair Bolsonaro, durante café da manhã do presidente com jornalistas que cobrem diariamente o Palácio do Planalto, ontem de manhã. A iniciativa foi do porta-voz, Rego Barros, que pediu a ela pra falar em nome dos jornalistas, por ser a mais experiente setorista do comitê de Imprensa do Palácio do Planalto, entre todos os que estavam presentes.”

Consultado, o site não quis comentar a nota da Globo.

Um grande aceno à conciliação

POR GERSON NOGUEIRA

A reunião convocada pelo presidente Ricardo Gluck Paul com ex-presidentes do PSC, muito além de seus objetivos práticos, representa um marco na história recente do clube e mostra que a tão reclamada humildade pode ser exercitada sempre que há boa vontade, mesmo no ambiente sempre hipermega competitivo do futebol profissional e suas estruturas viciadas.

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Em primeiro lugar, merece destaque a postura respeitosa e humilde demonstrada pelo presidente, que antecipou publicamente a intenção de convidar seus antecessores para trocar ideias, ouvir sugestões e pedir apoio para poder conduzir a gestão do clube.

Registre-se também a reação igualmente receptiva e generosa dos ex-gestores Luiz Omar Pinheiro, Vandick Lima, Alberto Maia e Rui Sales.

Pelo que se sabe do encontro, realizado na sexta-feira à tarde, Gluck Paul conduziu de forma democrática, escutando as opiniões e conselhos dos ex-presidentes. Anotou as ideias postas à mesa e prometeu analisar detidamente cada uma delas.

Tudo com um único interesse: o bem-estar da instituição. É importante ressaltar que o presidente faz uma administração pautada na busca de interação com representantes da torcida, conselheiros e sócios.

Não agiria diferente em relação a interlocutores ainda mais credenciados e respeitados. Ao abrir espaço para a participação – mesmo indireta – de seus antecessores, Gluck Paul confirma a firme disposição de fazer uma gestão diferenciada no clube, desprovida de vaidades.

Os idiotas da objetividade poderiam argumentar que o presidente só recorreu aos seus pares em função das dificuldades encontradas à frente do clube. Pode ser que sim, embora duvide dessa tese, pois creio que ele agiria assim mesmo se a situação fosse excepcionalmente boa.

De qualquer maneira, sob todos o pontos de vista, a atitude é elogiável, pois tem o condão de pacificar tendências políticas no clube, que vivia uma espécie de divisão entre a velha guarda e a bossa nova, desde que o grupo Novos Rumos tomou o poder.

Inimizades foram cultivadas ao longo desses últimos seis anos, mas o encontro de sexta-feira pode determinar um novo modo de caminhar. Com apoio, explícito ou não, no sentido de ajudar o Papão a solucionar os problemas atuais e sair da crise no futebol. Desdobramentos positivos já devem se fazer notar nos próximos dias.

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Federação, enfim, age pelo bem dos clubes

Depois de longo e ruidoso silêncio, a FPF finalmente deu o ar da graça em defesa dos interesses dos nossos clubes. Em São Paulo, como convidado da CBF para a estreia do Brasil na Copa América, o presidente Adelson Torres conseguiu que a entidade autorizasse a mudança de data do clássico Re-Pa da terça-feira (25) para domingo, 23 de junho.

Não é preciso dizer que o ajuste das datas era a saída óbvia e sensata. Afinal, não se concebe que um clássico tão popular fosse marcado para uma terça-feira à noite. É como jogar dinheiro pela janela.

De toda sorte, é digna de registro a intervenção da cartolagem em

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Bola na Torre

Guilherme Guerreiro apresenta o programa, a partir das 22h, com a participação de Valmir Rodrigues e deste escriba baionense. Em pauta, gols e análises das rodadas das Séries C e D.

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Toronto Raptors e seu incrível arsenal de novidades

Tão impressionante quanto a saga de superação do Toronto Raptors, que se tornou campeão da NBA na quinta-feira, o primeiro time não americano a lograr tal façanha, é a trajetória do craque Kawhi Leonard, o gênio silencioso que movimenta as engrenagens da surpreendente esquadra canadense.

“Os do Norte”, como são conhecidos nos EUA, enfrentaram preconceitos e o declarado desinteresse dos grandes craques para reforçar o clube. Somente nos anos 90 o Toronto voltou à cena,adquirido  por 125 milhões de dólares, conquistando aos poucos a simpatia e a paixão da cidade.

A decolagem definitiva para o topo veio com a gestão do nigeriano Masai Ujiri, que substituiu Isiah Thomas e deu ao Toronto um perfil vencedor. Sua aposta em atletas improváveis resultou num garrafão todo estrangeiro: o camaronês Siakam e os espanhóis Serge Ibaka e Marc Gasol. Como cereja do bolo, trouxe Kawhi Leonard.

O ex-jogador do San Antonio Spurs foi uma aposta de risco. Apesar das brilhantes qualidades, pairavam desconfianças quanto ao seu estado físico. Aos poucos, com jogadas fantásticas e sempre falando pouco, ele conquistou o Toronto, ganhou a cidade e levantou o título da NBA. Uma façanha sem precedentes.

Quem não o conhecia ainda e viu sua movimentação em quadra nos cinco jogos da disputa final com o favorito Golden State Warriors, ficou impressionado. Misto de Kobe Bryant com LeBron James, Leonard é um típico craque da NBA, com domínio de todos os fundamentos e aquela faísca de talento que permite sempre brincar com o improviso.

Verdade que o GSW perdeu peças importantíssimas ao longo da série decisiva, até mesmo no quinto jogo, mas é indiscutível Leonard fez por merecer a glória conquistada.

(Coluna publicada no Bola deste domingo, 16)

Delinquência múltipla

Por Janio de Freitas – na Folha de S. Paulo

Nada aconteceu ao acaso nesta etapa fúnebre do nosso fracasso como país. A partir de tal premissa, é preciso dizer que os atos delinquentes de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outros da Lava Jato só puderam multiplicar-se por contarem com o endosso de vozes e atitudes que deveriam eliminá-los. É preciso, pois, distribuir as responsabilidades anexas à delinquência, não pouco delinquentes elas mesmas.

É preciso dizer que a imprensa, incluído o telejornalismo, foi contribuinte decisivo nas ilegalidades encabeçadas por Sergio Moro. Aceitou-as, incensou-o, procurou tornar o menos legíveis e menos audíveis as deformações violadoras da ordem legal e da ética judiciária.

Os episódios de transgressão sucederam-se, ora originários de Moro, ora do ambiente de fanatismo imperante entre os procuradores. Com o cúmulo do desatino e do extemporâneo no espetáculo de Deltan e da psicótica rosácea de acusações ao alvo de sua obsessão.

É preciso dizer que as advertências de juristas e advogados de alta reputação, não faltando nem livros de reunião e análise de muitas das transgressões, tiveram mais do que o espaço para o escapismo do “nós publicamos”. Foram vistos muitas vezes como interesseiros políticos ou profissionais. Era, no entanto, o caso de clamor, de defesa aguda dos princípios constitucionais e da legislação, se a imprensa quer afirmar-se democrata, ao menos quando se trata da sua liberdade plena.

A conduta da imprensa tem nomes, não foi anônima nem está encerrada. Nem corrigida: as críticas de um ou outro comentarista não compensaram o rápido esvaziamento das revelações do competente The Intercept Brasil.

É preciso dizer que a mais alta instância de defesa dos direitos civis, da Constituição e do corpo de leis foi coadjuvante nas condutas ilegais de Sergio Moro. O Supremo Tribunal Federal, principalmente pelos ministros Teori Zavascki e Edson Fachin, relatores da Lava Jato, Cármen Lúcia e Luiz Fux, teve o dever de reprimir, cedo, qualquer pilantragem judicial. Preferiu não o fazer, ou por demagógico medo de desagrados externos, ou por sujeição majoritária à ideologia. Poucos ficaram ilesos.

É preciso dizer que o Conselho Nacional de Justiça está necessitado de recuperação judicial. Sua razão de ser é zelar por prestação de Justiça a mais coerente com a legislação, o que implica correção processual, imparcialidade e ética, como explicitadas nos códigos específicos. Apesar disso, nenhum recurso, advertência ou aviso sobre o infrator Moro teve mais consequência do que o arquivamento. Em mais de meia centena de casos, endosso das artimanhas de Moro sem exceção. O papel do CNJ é vizinho do vergonhoso.

É preciso dizer que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) praticou justiça: deu aos dallagnois o aval que seu equivalente na magistratura deu a Sergio Moro. Esse conselho é o vizinho do vizinho. Mas no Ministério Público não basta a quota de responsabilidade dos procuradores em Curitiba e no CNMP.

A proteção dada pelo então procurador-geral Rodrigo Janot foi a todos os abusos de poder, perversões na invocação de leis, arbitrariedades com as famílias de delatados. Mais de uma vez, Janot divulgou notas de restrição a condutas abusivas. Todas só para enganar a opinião pública, todas descumpridas com o seu amparo.

É indispensável reconhecer que Gilmar Mendes esteve certo nos seus ataques a procedimentos de Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato. Sem subscrever suas pesadas palavras, o sentido do muito que disse, com desprezo de vários colegas, foi verdadeiro. Os que apontaram as condutas transgressoras da Lava Jato foram muito atacados, mas eram os que estavam certos. Está provado, com as vozes dos políticos Sergio Moro e Deltan Dallagnol.

Leia livros
Duas edições recentes e muito apropriadas para estes dias. Do alemão Heinrich Böll, Prêmio Nobel de 1972, o pequeno e original “A Honra Perdida de Katharina Blum” (ed. Carambaia) é, entre outros méritos, uma granada no sensacionalismo dito jornalístico.

“Repórter” (ed. Todavia), de Seymour M. Hersh, um dos raros nomes mundiais do jornalismo, é uma biografia profissional com valioso efeito simultâneo: desnuda o misto de hipocrisia, dominação, guerra, conspiração, assassinato, mentira por trás do que é dito e mostrado ao povo do eixo do mundo. E, portanto, a todo o planeta

Jornalista do Estadão que assessorou assessoria procurador da Lava Jato festejou condenação de Lula

O Intercept revelou novos trechos de conversas entre Sergio Moro e a força tarefa da Lava Jato. Desta vez, os diálogos se referem ao depoimento de Lula no processo relativo ao triplex do Guarujá em 10 de maio de 2017.

Após a audiência, Moro sugeriu ao então procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima — parceiro de Dallagnol em videozinhos constrangedores — que emitisse uma nota oficial para rebater o “showzinho” da defesa.

Moro quis saber o que o integrante do Ministério Público tinha achado daquilo que a mídia tradicional qualificava como um embate entre o magistrado e o ex-presidente.

Há um trecho emblemático do conluio com a imprensa. No grupo “Filhos do Januário”, Santos Lima reproduz mensagem de um certo Ricardo Brandt.

“Dr. qual sua avaliação geral do depoimento? Se enrolou? Algo te surpreendeu? pode ser off. sem problemas”, diz ele.

“Estamos decidindo se falamos…RS”, responde Lima.

Ricardo Brandt: “haha. ok. fale conosco se falar ele atacou vcs demais ele é circular. não sai do roteiro. repete frases exatas em varios momentos distintos. achei na minha opinião vcs têm que falar. se hj ou amanhã não sei. mas não falar é pior”.

Brandt, que presta esse serviço de assessoria de imprensa, é repórter do Estadão especializado na Lava Jato juntamente com Fausto Macedo, que assinou diversos vazamentos da turma nos últimos anos.

Em janeiro de 2018, ele e mais quatro colegas comemoraram a condenação de Lula pelo TRF-4 numa selfie no próprio tribunal.

Germano Oliveira, da Istoé, fez a seguinte legenda:

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Os cinco jornalistas que fizeram a diferença na cobertura da Lava Jato, que acabará levando Lula para trás das grades. Da esquerda para a direita: Vladimir Neto, da TV Globo; Ricardo Brandt, do Estadão; André Guilherme, do Valor; este que vos fala Germano Oliveira, da ISTOE; e Flávio Ferreira, da Folha de S.Paulo. Faltaram outros grandes repórteres como Fausto Macedo, do Estadão, Cleide Carvalho, do Globo. Essa turma eh da pesada e se reuniu hoje na sede do TRF4, em Porto Alegre, quando os desembargadores condenaram Lula por 3 a 0 a 12 anos e 1 mês de cadeia. Ainda dá para confiar na Justiça.

Brandt também é um dos autores da longa entrevista de Moro publicada no jornal na noite de quinta, dia 13, quando o maringaense teve todo o tempo e espaço para atacar Glenn Greenwald e tentar se explicar. “O ministro não reconhece a autenticidade das mensagens e, na primeira entrevista após ter virado alvo dos hackers, desafiou a divulgação completa do material”, escreve a dupla.

Jornalismo entre amigos é assim: sem qualquer contestação, ficamos combinados que Moro foi vítima de hacking porque ele diz que foi. Brandt foi diretor de comunicação de Demétrio Vilagra, ex-prefeito de Campinas pelo PT.

‘Era Bolsonaro’ gera desmatamento de 19 hectares por hora na Amazônia

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A Amazônia vem registrando números cada vez mais altos a respeito do desmatamento na região, sendo que o pico foi, até então, em 2018. Desde agosto do ano passado, a devastação ilegal atinge uma média de 52 hectares da floresta por dia, mas dados recentes registrados pelo governo Bolsonaro são ainda mais alarmantes. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Só nos primeiros 15 dias de maio, o desmatamento passou a ser de 19 hectares por hora – o dobro do registrado no mesmo período em 2018. Isso significa que em duas semanas, 6.880 hectares de floresta preservada na Região Amazônica – o equivalente a quase 7 mil campos de futebol – foram totalmente perdidos.

O desmatamento registrado na soma dos últimos nove meses – de agosto de 2018 a abril de 2019 – foi de 8.200 hectares, o que evidencia que o número registrado em apenas 15 dias de maio é mais do que preocupante.

As informações – registradas no Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter) – já estão sob posse do governo. Os dados tratam da devastação registrada nas unidades de conservação – florestas protegidas, administradas e fiscalizadas por órgãos ambientais como o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio).

As medições oficiais são feitas, normalmente, entre agosto de um ano e julho do ano seguinte. No período de julho de 2018, um recorde histórico foi batido com o registro de 20.200 hectares desmatados. No ciclo atual, que vai de agosto até 15 de maio, o acumulado já alcançou 15 mil hectares e aponta para um novo recorde negativo.

Uma das regiões que mais sofreu com o desmatamento é a Floresta do Jamanxim, que é historicamente alvo de saques de madeira a partir da BR-163, que já perdeu 3.100 hectares.

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente (MMA), afirmou que a responsabilidade pela crescente do desmatamento é dos governos anteriores. “Ainda não deu tempo de implementarmos nossas políticas”, alegou. O Ibama e o ICMBio preferiram não se manifestar.

Para os técnicos do governo, o desmatamento assustador pode estar ligado à meteorologia, já que março e abril são meses em que chove muito e a maior incidência de nuvens dificulta o uso de satélites. Porém, as taxas da devastação referem-se exclusivamente ao desmatamento efetivado neste ano.

Outra medida do presidente Jair Bolsonaro pode ter facilitado o desmatamento na Amazônia. Isso porque o capitão considera as fiscalizações realizadas por agentes do Ibama e ICMbio uma “indústria de multas”, e, por isso, afrouxou as rédeas. As fiscalizações ainda acontecem, mas o número de multas diminuiu drasticamente. Entre 1.º de janeiro e 15 de maio, o Ibama emitiu apenas 850 multas, 35% menos do que no mesmo período do ano passado, quando foram emitidas 1.290. No ICMBio, entre 1.º janeiro e 15 maio, foram expedidas 317 multas na região, praticamente metade se comparado aos números de 2018.

A justificativa de Ricardo Salles foi rebatida por seu antecessor no ministério. “Não há surpresa nessas informações. Há tristeza. Quando um governo resolve desmoralizar os agentes do Ibama, desmontar o ICMBio e acabar com as unidades de conservação, ele só está dando o sinal verde para o desmatamento”, afirmou Sarney Filho, que hoje ocupa o cargo de secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal. “Como diminuir os índices, se os instrumentos criados para combater esses crimes estão sendo desmontados pelo discurso e pela ação concreta do governo?”, questiona.

Já no ICMBio, está totalmente parada a cobrança das multas que já tramitaram pela área técnica, administrativa e já receberam justificativas dos autuado. Segundo informações obtidas pelo Estado, 354 autos de infração estão prontos para serem homologados pelo presidente do órgão, para que sejam cobrados.

Neste ano, porém, nenhuma multa foi homologada, como determina o regimento interno. Os valores somam a quantia de R$ 146,2 milhões que o ICMbio deveria receber. O órgão foi procurado, mas não se manifestou sobre o assunto. O Ministério do Meio Ambiente também não comentou quais seriam as motivações da paralisação nas cobranças.

O próprio Jair Bolsonaro foi multado pelo Ibama em 2012, por pescar em área proibida em Angra dos Reis (RJ). No mês passado, ele alterou um decreto de 2008 que dispunha sobre crimes ambientais. Sua mudança cria “núcleos de conciliação” que visam discutir as multas ambientais aplicadas pelos órgãos, além de modificar o programa de conversão de multas em projetos de restauração florestal.

Para justificar a mudança, o governo argumentou que “a conciliação deve ser estimulada pela administração pública federal ambiental (…) com vistas a encerrar os processos administrativos federais relativos à apuração de infrações administrativas por condutas e atividades lesivas ao meio ambiente”. Pela regra, quando o autuado for notificado, ele será chamado para uma audiência de conciliação, com dia e horário marcados, caso queira. (Do Yahoo Notícias)

Belém segue entre os destinos mais procurados pelo turismo gastronômico

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Novo levantamento publicado pelo site Almundo aponta os destinos nacionais e internacionais mais buscados para o turismo gastronômico. Segundo os dados da plataforma, os cinco locais mais procurados no Brasil por sua gastronomia são Vale dos Vinhedos (RS), São Paulo (SP), Ouro Preto (MG), Salvador (BA) e Belém do Pará (PA). No âmbito internacional, o top 5 tem cidades da Itália, Estados Unidos, França, Peru e Tailândia.

No primeiro trimestre de 2019, Vale dos Vinhedos (RS) foi o destino nacional mais procurado, com preço médio de R$ 372. Esta região, localizada na Serra Gaúcha, é conhecida por suas tradicionais e conceituadas vinícolas, que são as únicas a produzir vinhos com selos de indicação de procedência e denominação de origem no Brasil.

As vinícolas mais conhecidas do Vale são a Vinícola Miolo, Casa Valduga, Angheben e Don Laurindo. Além disso, a região Sul conta com uma culinária rica em peixes, chimarrão e pratos com inspirações europeias.

O segundo destino mais visitado por seu turismo gastronômico é a capital São Paulo. Em São Paulo, é possível encontrar uma infinidade de bares, restaurantes e cafés em bairros como Itaim Bibi, Mooca, Vila Mariana, Vila Madalena e Pinheiros.

O terceiro destino é Ouro Preto, em Minas Gerais, com preços a partir de R$ 275 (ida e volta), saindo de São Paulo e chegando em Belo Horizonte. O município é conhecido pelo café mineiro e pão de queijo e, na região Sudeste, o prato mais conhecido tradicionalmente é a feijoada.

Salvador está na quarta posição e o preço médio para quem quer conhecer o destino é em torno de R$ 473. O Nordeste é famoso pela gastronomia com sabores africanos, peixes e frutas regionais. O acarajé, por exemplo, é um dos principais destaques gastronômicos da região.

Para completar o top 5, a cidade de Belém do Pará, com preço  médio de R$ 332, conta com uma grande diversidade de pratos com influência indígena e especiarias como o guaraná e castanha do Pará, que são muito procuradas pelos turistas na região.

Destinos internacionais

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A Itália é o destino internacional mais procurado para turismo gastronômico, com preço médio de R$ 1.915. O país é afamado por seus inúmeros restaurantes com estrelas Michelin que evidenciam saborosas massas, azeites e vinhos.

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Na segunda posição do ranking está os Estados Unidos com preço médio de R$ 1.854. No país não faltam redes fast food, além das sobremesas que incluem panquecas americanas, a famosa Apple Pie e deliciosos brownies.

O terceiro lugar vai para a França com preço médio de R$ 2.022. A sofisticação e sabor da culinária parisiense atraem turistas de todo o mundo para conhecer seus luxuosos restaurantes, degustar os tradicionais vinhos e experimentar os saborosos queijos da região.

A quarta colocação no ranking de destinos internacionais mais buscados pela gastronomia vai para o Peru, onde não podem faltar frutos do mar, batatas e pimentas. O Ceviche é um dos pratos mais tradicionais do local e geralmente é servido em taças e recoberto com cenoura à Juliana. De acordo com a base de dados da Almundo, o valor médio de passagens para conhecer o destino é de R$ 1.363.

Para fechar, o último destino do top 5 internacional do turismo gastronômico é a Tailândia, com preço médio de R$ 2.400. A gastronomia deste paraíso conta com diversos temperos exóticos e pratos muito famosos como o som tam (salada de mamão), satay (espetinho de porco com molho de amendoim) e tom yum kung (sopa de camarões picantes e leite de coco).