Presidente do Papão vai fazer reunião com ex-gestores do clube

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Em meio a incertezas geradas pela campanha irregular na Série C, a diretoria do Paissandu se mobiliza para tentar mudar a situação. Em reunião do Condel do clube, na segunda-feira à noite, o presidente Ricardo Gluck Paul aproveitou para esclarecer alguns pontos do atual momento e afastar rumores sobre crise interna. 

Além disso, Ricardo fez uma espécie de prestação de contas aos conselheiros. “Primeiro é importante entender que a reunião de ontem [segunda-feira] era ordinária, que envolvia, na verdade, a aprovação de contas do ano passado, que são do Tony [Couceiro, último presidente]. E como eu sabia que os Conselheiros estavam querendo informações sobre o futebol, eu resolvi, espontaneamente, comparecer à reunião. E pedi a palavra para falar sobre futebol. Foi a oportunidade de esclarecer essa nova reformulação do plantel que estamos promovendo, a própria contratação solicitada pelo técnico, a situação financeira etc”, explicou. 

“Lá mesmo recebíamos os fake (news) que estavam sendo produzidos: que meu carro havia sido baleado e que o Conselho havia solicitado a minha renúncia. Não teve nada disto. Isso [renúncia] não é um assunto da gestão, até porque todos estão cientes do momento delicado. Essa é a primeira vez que um presidente, após o período do Luiz Omar, inicia uma gestão na terceira divisão, ou sejam em um cenário muito complicado de receita, de atmosfera, porque o torcedor está machucado e fica desconfiado”, disse Ricardo, comentando a boataria que circulou na noite de segunda-feira.

Afirmou que irá convocar alguns ex-presidentes para uma reunião, buscando apoio político para iniciar uma recuperação do futebol do clube. 

Havia uns boatos de que eu haveria, em algum momento, recusado algum tipo de ajuda. Isso ficou forte nas redes socais. ‘Ah, não aceita ajuda do Roger [Aguilera], do [Alberto] Maia, do Vandick’. Muito pelo contrário! O Roger tem sido um parceiro comercial, indicou duas empresas de patrocínio e indicou jogadores. Já falei com o Vandick e com o Maia também. Mas me comprometi com o Condel a marcar com todos esses ex-presidentes, do Luiz Omar até aqui, uma reunião que deve acontecer no máximo até a semana que vem, para que a gente possa efetivamente discutir a situação do clube e ver de que forma a gente pode se unir. Agora não é mais momento de falar de ‘Novos Rumos’, de falar de pretensão política, o que a gente precisa é falar de Paysandu”, resumiu.

DÍVIDA ANTIGA

O presidente confirmou também uma dívida antiga do clube com uma empresa fornecedora de material para a marca Lobo. “O Paysandu possui vários fornecedores, a marca Lobo tem vários fornecedores. Um desses é a Bomache, com quem temos uma dívida histórica, que não é desse ano e nem do ano passado. Ela vem se acumulando na verdade. Fizemos uma negociação lá atrás, passou por uma nova negociação e estamos buscando a melhor solução para resolver”.

Sempre preocupado em não dar falsas esperanças e buscando ser transparente, ele admitiu que a situação financeira é difícil, mas administrável. “Tenho colocado com muita transparência, pois não estou aqui para iludir ninguém. A situação financeira do Paysandu é muito complicada, mas é administrável. Então precisamos, sim, realizar negociações, principalmente nesse momento em que perdemos R$ 9 milhões de um ano para o outro”, disse, referindo-se à perda da verba de patrocínio e direitos de transmissão que a Série B pagava até o ano passado. (Com informações da Rádio Clube,  Bola e Globo Esporte)

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