CNBB denuncia reforma da Previdência como a “mais cruel e injusta” contra direitos de trabalhadores e segurados

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Em tom duro, a Comissão Brasileira Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), representada pelo secretário-executivo Carlos Moura, emitiu nota, nesta quinta-feira (9) na qual desmonta a reforma da Previdência apresentada ao Congresso Nacional pelo governo Jair Bolsonaro e desmente argumentos propagados pelos meios de comunicação, como o de que a reforma é necessária para tirar o Brasil da crise.

“Os elogios à proposta divulgados pelos meios de comunicação não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar em pouco tempo. Isto é uma falsidade para angariar o nosso apoio. A verdade é outra. A reforma correta de que a Previdência precisa é exatamente o contrário desta que estão propondo”, diz um trecho do texto.

“Esta reforma da Previdência tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados, garantidos na Constituição Federal”, continua a nota.

A CNBB também já emitiu comunicados contra a reforma trabalhista, aprovada em 2017 pelo governo Michel Temer, e em defesa da democracia durante a campanha de Bolsonaro. A entidade passa por nova eleição da diretoria, onde a ala conservadora tenta ascensão.

Leia a íntegra da nota da CNBB sobre a reforma da Previdência:

CBJP e a PEC 06/2019: a retórica da reforma e a realidade da desigualdade social

“O Senhor ilumina os cegos, o Senhor levanta os abatidos,

o Senhor ama os justos,

O Senhor cuida dos migrantes, sustenta o órfão e a viúva,

confunde o caminho dos ímpios” (Salmos, 146 8-9)

A iníqua proposta de reforma da Previdência feita pelo Governo Federal, em tramitação na Câmara dos Deputados, é contra os interesses dos segurados e benéfica para empresas e para o sistema financeiro.

Os elogios à proposta divulgados pelos meios de comunicação não são verdadeiros quando dizem que esta Reforma é necessária para o país sair da crise econômica e que sem ela o atual modelo de seguridade social vai quebrar em pouco tempo. Isto é uma falsidade para angariar o nosso apoio. A verdade é outra. A reforma correta de que a Previdência precisa é exatamente o contrário desta que estão propondo.

Esta reforma da Previdência tem que ser firmemente denunciada, pois é a mais injusta e a mais cruel tentativa de demolição dos direitos dos trabalhadores e segurados, garantidos na Constituição Federal. Se ela vier a ser aprovada, aqueles que hoje dependem do INSS e os que dele vierem a precisar amanhã, estarão sujeitos a se transformarem em indigentes, como já acontece em todos os países em que esta falsa reforma foi feita, como é o caso do Chile.
Ao contrário do que apregoam seus defensores, a proposta de emenda à Constituição nº 06/2019 “quebra” as contas públicas e aumenta as desigualdades. Quase todo o valor de 1 trilhão de reais, que segundo eles vai ser gerado, será retirado dos setores mais vulneráveis. Não apresentaram nenhum cálculo que comprovasse esta poupança, esconderam os estudos feitos.

A causa do chamado “déficit da previdência”, é, na verdade, decorrente dos desvios dos recursos da DRU, “Desvinculação de Receitas da União” e das injustificáveis dispensas de pagamento dos impostos, “desonerações”, sem as devidas contrapartidas sociais e decorrem ainda das milionárias dívidas das empresas para com o INSS que não são devidamente cobradas.

Diferentemente do que insinuam, a Previdência Social, que nas últimas décadas tornou-se um potente instrumento de diminuição das desigualdades e motor da “economia social”, eis que fortalece as economias locais, como tem sido reconhecido em estudos e em depoimentos de prefeitos e governadores, principalmente dos municípios menos desenvolvidos.

A PEC 06/2019 cria, sem nenhum fundamento, regras perversas de transição, obrigam os trabalhadores a contribuírem por muito mais tempo e, aqueles poucos que conseguirem se aposentar, receberão proventos menores do que os que hoje recebem. É uma verdadeira “quebra de contrato”.

As mulheres, os trabalhadores rurais, os idosos, os deficientes e os aposentados por invalidez serão penalizados pela malandragem de cálculos financeiros e pela esperteza contábil de tal reforma. Os homens e mulheres contribuintes deixam de ser pessoas e são transformados em números, servindo aos interesses do “mercado”, isto é, de uma economia desumana.

O Papa Francisco, ao refletir sobre a situação atual dos excluídos, principalmente idosos afirmou: “Em uma civilização em que não há lugar para os idosos ou são descartados porque criam problemas, esta sociedade leva consigo o vírus da morte”.

Assim como venderam a ilusão de que com a terceirização (lei nº13.429/2017), a aniquilação dos direitos trabalhistas, a PEC 95, os empregos, os salários e os investimentos privados voltariam, agora renovam as vãs promessas para aprovação desta reforma.

Ledo engano. O que se repete a cada crise, é o contrário: a fortuna dos ricos aumenta, na mesma medida em que aumenta a pobreza dos pobres. Essa repudiável realidade é usada para se alegar que a suposta crise, artificialmente gerada, para ser vencida, exige de “todos” muitos sacrifícios. Mas todos sabemos que quem paga no final a conta, são os mais desvalidos. As melhorias prometidas não chegam nunca. De crise em crise, quem lucra são os insaciáveis interesses financeiros.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo vinculado à CNBB, reunida em Sessão Ordinária nos dias 26 e 27 de abril, cumpre seu dever de se colocar ao lado das forças sociais que defendem os interesses dos trabalhadores e segurados que resistem para impedir a retirada “dos pobres do orçamento e da Constituição”. Isto é a luta para impedir que se enfie o dinheiro dos impostos no bolso de poucos abastados.

A Seguridade Social é um direito do cidadão e um dever do Estado, um projeto de nação e não um negócio de compra e venda!

A histórica manifestação unitária das centrais sindicais de 1º de maio teve a nossa solidariedade e queremos compartilhar de novas iniciativas que almejem impedir o desmonte da Previdência pública como maior conquista do povo brasileiro.

Brasília, 06 de maio de 2019

Fortuna do Queen já é maior que a da Rainha Elizabeth

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Há novidade no ranking dos milionários. Segundo dados que em breve serão publicados pelo jornal britânico Sunday Times, a banda Queen acumulou uma fortuna de £ 445 milhões (US$ 584 milhões), enquanto a rainha Elizabeth II permanece com uma fortuna avaliada em £ 375 milhões (US$ 492 milhões).

Essa inversão de posições em relação ao ranking publicado no ano passado ocorreu devido a uma mudança na metodologia de elaboração da lista, e também devido ao sucesso do filme-biografia de Freddie Mercury, “Bohemian Rhapsody”, que alavancou os ganhos de Brian May , Roger Taylor e John Deacon.

Remo já vendeu mais de 7 mil ingressos para a reabertura do Baenão

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O Remo divulgou na terça à noite que restam menos de 3 mil “vouchers” disponíveis para o jogo que marca a reabertura do estádio Evandro Almeida. Foram comercializados até agora mais de 7 mil kits. A partida será em julho, no jogo entre Remo e Juventude (RS), pela 11ª rodada da Série C, provavelmente no dia 6 ou 7, dependendo ainda de confirmação da CBF.

Os kits, que incluem ingresso e camisa comemorativa ao evento “O Retorno ao Reino”, custam R$ 100,00 no último lote, apenas para a arquibancada da avenida Almirante Barroso – os da arquibancada da rua 25 de Setembro já se esgotaram. Os “vouchers” estão sendo vendidos em todas as lojas oficiais do Leão.

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Para a partida de reabertura do Baenão, a carga máxima autorizada para venda é de 10 mil ingressos. Após a vistoria a ser feita pelos órgãos competentes, este número deve aumentar, mas a diretoria não confirmou se irá vender mais ingressos. 

O Baenão foi parcialmente destruído, durante a gestão de Zeca Pirão, há cinco anos. O lado onde ficavam as cadeiras foi inteiramente demolido. A diretoria planeja colocar arquibancadas de estrutura metálica, mas não deverá vender ingressos para essa parte do estádio na festa de reinauguração.

A previsibilidade do que está por vir

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Por Roberto Amaral, na CartaCapital

Há muitos equívocos, a meu ver, nos comentários aos primeiros quatro meses do novo regime, por si só uma entidade à procura de definição. Ouso identificar como principais as percepções de que o governo: 1) está parado; 2) é imprevisível e 3) não aponta para o autoritarismo sem disfarce.

Sobre tais equívocos sobreleva como erro básico a redução do novo regime ao governo que o expressa, e este à figura do capitão, como se em 2018, em pleno desenvolvimento de um processo que teve como ponto de partida o impeachment de Dilma Rousseff, tivéssemos vivido uma corriqueira transição de governo.

Por antonímia, o bolsonarismo é privatista, americanista, entreguista e repele mudanças sociais. É a voz da extrema-direita contemporânea que, do ponto de vista ideológico, não é “um ponto fora da curva”, nem representa uma especificidade brasileira. Experimentamos o que  alguns observadores denominam “democracia illiberal” e mesmo anti-iluminista. Na verdade, um regime autoritário bifronte, caracterizado pela convivência de restrições a direitos individuais com um ultra liberalismo econômico, sustentado pelo sufrágio popular. O mesmo processo levou ao poder Tayyip Erdogan e Viktor Orbán.

O neoliberalismo econômico (o amálgama que, com o anti-lulismo, consolida a aliança dos militares com o mercado) pede um governo autoritário (às favas o liberalismo politico, como diria o coronel Jarbas Passarinho), porque sua efetividade requer medidas antipopulares. A reforma que o “Posto Ipiranga” patrocina com o apoio da unanimidade da grande imprensa, da Avenida Paulista e suas adjacências, nos chega como aquele experimento dos Chicago boys que vicejou na sangrenta ditadura de Pinochet.

Só um governo autoritário – e mesmo protofascista – pode assegurar a implantação de uma política que desencadeia o desemprego, desampara pensionistas e protege os mais ricos em momento de crise econômica profunda. Crise alimentada pelos desarranjos estruturais conhecidos, e agravada pela crise internacional que, depois da quebra do sistema financeiro norte-americano, nos revisita com o esperado aumento do preço do petróleo, fruto da política trumpiana na Venezuela, no Oriente Médio e, sobretudo, no Irã, forçado a retomar seu programa nuclear.

Tenho, neste espaço, insistido na tese de que estamos sob um novo regime que se auto-conserva como uma ‘nova ordem’, a qual, gerada na antiga ordem e filha do sistema, se volta contra uma e outro, procurando negá-los, num regressismo inaudito.

Assim se explica como o campeão da antipolítica carrega consigo mais de 30 anos de mandato parlamentar e, fruto da “velha política”, reivindique o posto de arauto de uma “nova” política.

Mas isso que estou denominando de novo regime se alimenta, mais profundamente, na  negação do regime instaurado pela Constituição de 1988 e, mais precisamente, nos anos de preeminência do petismo e do lulismo que os generais apoiaram, sem haver sido conquistados para suas teses.

Sem autonomia doutrinária, o bolsonarismo converte-se numa proposta de pura negação. Contrapõe-se à modernidade, com a qual identifica um tal de  “marxismo cultural” e o lulismo, que aponta como síntese dos males do país.

O autoritarismo está, pois, na gênese do novo regime; atende a uma necessidade interna e se precata contra os novos ventos da conjuntura internacional.

De outra parte, o novo regime, por intermédio de sua representação atual que é o governo Bolsonaro, vem realizando todas as ameaças de campanha. Uma vez mais lembremos: jamais tivemos um governo e uma política tão previsíveis. Sua pauta está em dia, como atestam os avanços na “reforma” da previdência, a nova política externa fundada na dependência abjeta e na aliança – por razões estritamente ideológicas – com governos de direita e extrema-direita, a desmontagem de direitos sociais e individuais e seu empenho na luta contra o conhecimento e a reflexão.

Neste cenário de coerência entre fins e meios, estratégia e métodos, se os atos do novo regime são  previsíveis, como já vimos, igualmente previsível é o Estado que está por vir, quando a conjuntura nacional, reproduzindo o quadro internacional, nos acena com aguda crise econômica associada à crise da democracia representativa que embute a crise dos valores da democracia liberal, a falência dos partidos políticos e a desmoralização da política como instância de solução dos problemas do povo e do país.

Dazn, plataforma de streaming de esportes, chega oficialmente ao Brasil

  • Plataforma de streaming de esportes ao vivo e sob demanda traz um extenso portfólio de atrações esportivas que inclui o melhor do futebol, tênis, boxe, artes marciais e automobilismo

  • O serviço terá custo mensal de R$ 37,90, sem contrato de fidelização – novos assinantes terão direito a um mês de acesso grátis

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O Dazn, primeiro serviço de streaming de esportes ao vivo e on demand do mundo, já está disponível no Brasil e traz ao país o melhor das competições esportivas nacionais e internacionais. A empresa, que chega ao seu nono mercado de atuação e já marca presença em quatro continentes, pretende transformar a indústria brasileira de transmissão esportiva para continuar sua rápida e sólida expansão global.

O Dazn, que tem disponibilizado a transmissão de algumas partidas exclusivas do seu portfólio de futebol por meio dos seus canais nas redes sociais, agora oferece para os apaixonados por esporte uma plataforma completa de atrações que inclui jogos da Copa Sul-Americana e do Campeonato Brasileiro da Série C, além de partidas do futebol Italiano (Serie A TIM, Serie BKT e Supercoppa Italiana),  Francês (Ligue 1 Conforama, Domino’s Ligue 2 e Coupe de France), Norte-Americano (MLS), Japonês (J-League), Inglês (FA Cup) e Africano (AFCON –  Copa Africana de Nações).

Além disso, a plataforma também vai oferecer uma ampla variedade de atrações como basquete (Turkish Airlines EuroLeague e British All-Star Championship basketball), tênis (WTA) e automobilismo (NTT IndyCar Series). Os fãs de luta poderão acompanhar os combates de boxe da Matchroom Boxing USA e Italy, de MMA da Professional Fighters League e da Glory Kickboxing. Nos últimos meses, o Dazn uniu mais de 30 talentosos profissionais de diversas áreas para fazer parte do time de contratados da empresa para atuar no Brasil. Entre eles narradores, comentaristas, analistas, produtores e influenciadores digitais.

John Skipper, presidente executivo global do Dazn, afirma que a chegada ao país é um passo fundamental para os objetivos de negócio da empresa. “O lançamento no Brasil marca a chegada do Dazn em seu nono mercado, com atuação em quatro continentes, o que representa uma grande conquista na nossa história. Estamos muito satisfeitos em liderar esse movimento no qual o streaming passa a ser a preferência dos consumidores de um conteúdo tão importante quanto o das transmissões esportivas ao vivo”, comenta.

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“Estamos empolgados e comprometidos em levar o melhor conteúdo possível ao fãs de esportes brasileiros por meio de um serviço acessível e flexível. A paixão que os brasileiros têm pelo esporte é incomparável, por isso faz todo sentido trazer nossa plataforma de streaming de esportes ao país”, afirma Bruno Rocha, vice-presidente executivo do Dazn no Brasil.

“O futebol é muito importante em nossa oferta e queremos oferecer todos os tipos de esportes premium para criar uma oferta incomparável. Em última análise, nosso objetivo é simples: levar aos fãs a melhor experiência de visualização com uma plataforma intuitiva, um portfólio variado de esportes premium e um preço acessível”, finaliza.

O serviço será compatível com Smart TVs, celulares, tablets, computadores e consoles de videogames e terá um custo mensal de R$ 37,90, sem a obrigatoriedade de qualquer contrato de fidelização. Além disso, os novos assinantes terão direito a um mês de acesso grátis.

Para mais informações do lançamento do DAZN no Brasil acesse: www.dazn.com

Léo Condé ainda lamenta gols perdidos contra o Tombense

O triunfo por 1 a 0 sobre o Tombense-MG colocou o Paissandu na liderança do Grupo B do Brasileiro da Série C e na liderança geral da competição. O técnico Léo Condé ficou satisfeito com o resultado, mas ainda lamenta os gols perdidos. Segundo ele, o resultado poderia ter sido melhor caso o ataque tivesse caprichado mais nas definições de jogada e o goleiro Felipe não estivesse em noite iluminada.

O Papão agora se prepara para enfrentar o Juventude-RS no próximo sábado (19h15), na Curuzu. O time gaúcho conquistou dois empates, sendo um com o Remo na 2ª rodada da terceira divisão. Apesar disso, Condé destacou as qualidades do adversário.

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“Eles não iniciaram tão bem a competição, mas se a gente for analisar eles estão fazendo uma Copa do Brasil muito interessante. Eliminaram o Botafogo e o Vila Nova-GO. A competição tem equipes que têm a camisa mais forte, nós temos a camisa muito forte, a torcida apaixonada, mas só isso não vai definir quem vai vencer os jogos. O que vai definir é se a gente jogar organizado, se entregar e se dedicar juntamente com o apoio do torcedor”.

Remo pode ter duas novidades contra o Luverdense

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O Remo apresentou oficialmente o meia Zotti, já com o nome no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. É opção para o meio-campo, devendo estrear ocupando a vaga de Douglas Packer, que se lesionou na partida com o Juventude, sábado passado.

Em Belém há uma semana fazendo exames e treinando com o elenco, Zotti, de 33 anos, está sem jogar há quase 30 dias, desde o final do Campeonato Mineiro quando foi rebaixado para a segunda divisão com o Villa Nova.

“Acho que as coisas aceleraram devido à infelicidade da lesão do Packer, coisas que acontecem no futebol, e, como eu disse, quero entrar e ajudar. Quero somar. O time vem de uma reta muito boa de estadual, com o título, e de um início muito bom de Série C, ganhando em casa e buscando ponto fora”, disse o jogador.

Sobre o adversário, Zotti revelou que conhece o Luverdense e espera que a partida em Lucas do Rio Verde seja muito equilibrada.

“É uma equipe muito qualificada. Tem um treinador, assim como o nosso, que prioriza muito a posse de bola, de ter ela e sair com qualidade e chegar com qualidade nos atacantes. Então, tem tudo para ser um jogo de muita posse de bola, de poucas falta e de muita bola rolando”, disse. 

Luverdense-MT e Remo se enfrentam neste sábado, às 17h15, no estádio Passos das Emas, em Lucas do Rio Verde.

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BALA É OPÇÃO

O atacante Danillo Bala pode ser outra novidade na equipe remista no jogo de sábado. Ele foi apresentado oficialmente na tarde de terça-feira. Bem recebido no Leão, Bala acredita que tem plenas condições de enfrentar o Luverdense.

“Fui bem acolhido aqui, não só pela diretoria como pelo torcedor também. Estou muito feliz. Quero já estar 100% à disposição do professor para jogar o próximo jogo. Meu último jogo tem três semanas. Foi a final do Alagoano, contra o CSA. Foi aí que houve o contato do Clube do Remo com o meu empresário. Fiquei feliz, gostei do plano de jogo do pessoal aqui. Está se formando um grupo excelente, além de ser um clube grande, de torcida, tradição, de massa. Espero fazer bons jogos e poder ajudar o Remo ao tão sonhado acesso – contou.

O jogador tem 26 anos, 1,65m de altura e tem como principal característica a velocidade. (Com informações da Rádio Clube e do GE)

Aluna do Colégio Militar usada em vídeo do governo protesta: “Ele não, ELE NUNCA!”

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Marina Reis cursa terceiro ano do Ensino Médio no Colégio Militar do Rio e foi reconhecida em uma cerimônia. Ela recebeu medalhas pelo seu desempenho e defesa de valores éticos e morais da instituição. O presidente Jair Bolsonaro estava presente ao evento.

Dias depois, o Palácio do Planalto usou um vídeo dela na divulgação para endossar Bolsonaro no Twitter. Em seu Twitter, Marina respondeu ao governo:

“eu sou completamente contra o bolsonaro e contra esses cortes todos!!!! por favor nao me associem ao odio que esse homem prega. Ele não, ELE NUNCA!”

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Trivial variado de um país em decomposição

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“Vivemos num país em que o presidente retira livros, professores e escola das mãos das crianças e coloca uma arma no lugar”. Cristina Andrade

“Imagine o Brasil daqui a 20 anos sem pesquisadores, ciências humanas, cinema, teatro, livros, cultura enfim… É o projeto de Nação do bolsonarismo. Todos com armas pelas ruas caçando, matando e tuitando”. Marcelo Rubens Paiva

“Rodrigo Faro ganha R$ 2,2 milhões por mês. Ratinho, R$ 2 milhões. Ana Hickmann, R$ 700 mil. Luciana Gimenez, R$ 500 mil. Datena, R$ 300 mil. Foi essa galera que o Bolsonaro escalou pra te convencer que a reforma da previdência vai ser uma benção na tua vida”. Paulo RJ

“O Lula disse que o Brasil está sendo governado por um bando de malucos. Exagero. É difícil associar o que acontece hoje com qualquer atividade que lembre o verbo ‘governar’. A mesma coisa com o termo ‘bando’, que, bem ou mal, evoca algum tipo de organização.” Luis F. Veríssimo

“REALIDADE: Corte de verba em universidades federais, 13 milhões de desempregados, litro da gasolina a 5 reais, gás de cozinha a 80 reais. SOLUÇÃO DO GOVERNO: Liberar pessoas a andarem armadas nas ruas”. Jandira Feghali

“Questionado sobre Queiróz e as milícias hoje na Câmara, Moro desconversou e disse que o assunto ‘agride o governo’. As milícias fascistas e corruptas não poderiam encontrar funcionário mais eficiente. #MoroFuncionarioDeMilicianos”. Renan Araújo

“O senador Randolfe Rodrigues, a oposição consentida pela Globo, não dirá nunca uma palavra que contrarie os interesses de Moro. É, na prática, um porta-voz dos interesses mais espúrios da Lava Jato”. Palmério Dória

“A impressão é que muitos (jornalistas) estão ‘enfiando a cabeça na areia’. E não é apenas em relação ao nefasto decreto. Enquanto assistimos inertes o desmonte lento e gradual da frágil democracia brasileira, o autoritarismo se insinua sorrateiramente até desembocar numa ditadura escancarada”. Gerd Wenzel