Em crise, afiliada da Globo na Bahia inicia processo de demissões

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Por Gabriel Vaquer e Luiza Leão

Sob grave crise de audiência, a afiliada da Globo na Bahia começou a demitir jornalistas e outros funcionários da casa nesta quinta (2). Somente na televisão, a projeção é de que 40 profissionais da parte operacional sejam desligados da Rede Bahia. Mas o corte vai além da principal fonte de orçamento: além da TV, deve atingir outros 80 trabalhadores do grupo, composto também pelo Jornal Correio e por canais de rádio.

Houve prejuízo no balanço da emissora em 2018, cujos números são abafados pela diretoria. Negativos, eles teriam provocado as dispensas. Só nesta quinta, foram 10 cabeças cortadas. Entre os nomes que já perderam os cargos estão a editora de qualidade Telma Verçosa, a funcionária responsável pelo centro de documentação da casa, Mara Viana, e a produtora Márcia Freire.

O trio, considerado da velha guarda da emissora, pertence ao Cedoc (Centro de Documentação) e tem salário alto para a atual situação financeira da empresa. Do vídeo, apenas um nome foi dispensado até agora: Anna Valéria, repórter e ex-apresentadora das mais experientes da Rede Bahia.

Anna apresentou por muitos anos o Rede Bahia Revista, programa cultural das noites de domingo, que saiu do ar em 2014. Desde então, era repórter, cobrindo os mais variados assuntos. O passaralho também afetou a empresa de marketing do grupo, já apontada como o local onde houve a maior baixa –quase toda a equipe foi desligada. Isso deve ter impacto direto no Festival de Verão, produzido pela empresa. Anualmente, ele movimenta o cenário das festas de verão em Salvador, com misturas de ritmos.

Principal algoz da Globo em Salvador, o apresentador José Eduardo Alves, o Bocão, falou sobre as dispensas na edição desta quinta-feira do Balanço Geral, da Record. Ele se disse triste pelos cortes e pediu que todos os demitidos saiam de cabeça erguida da emissora.

“Fica a minha tristeza, porque essas pessoas tomaram um grande susto. Mas irão ter um mercado de trabalho grande, porque eu conheço todos e sei da competência de cada um. Vergonha é ficar na emissora puxando saco e ficar de fofoquinha levando chimarrão pro chefinho. Num momento como esse, essa gente que puxa o saco deve estar comemorando”, afirmou o apresentador.

O primeiro atestado de que estava em crise de audiência foi mostrado pelo Ibope no início de 2018. Em 28 de fevereiro, a afiliada da Record na Bahia, a TV Itapoan aplicou uma derrota histórica na Rede Bahia, da Globo. Ficou em primeiro lugar na média das 7h até as 23h.

Foi a primeira vez que a programação da Record superou a da Globo durante tanto tempo em um importante mercado, a região metropolitana de Salvador. Nessas 16 horas, a Itapoan cravou 13,8 contra 13,5 da concorrente no Ibope local. Cada ponto equivale a 13,7 mil domicílios.

Numa reação aos números, a emissora decidiu contratar Jessica Senra (foto), que estreou em maio. A atual âncora do meio-dia da TV Bahia foi “roubada” das manhãs da Record, numa tentativa de bater a própria concorrente no horário do almoço.

Na Bahia, a faixa é dominada por José Eduardo, o Bocão, que está na emissora de Edir Macedo. E os dois dominam a arte jornalismo popularesco –sendo Jessica um pouco mais requintada. No ano passado, a Globo foi criticada ao situar a novela Segundo Sol na capital baiana e escalar majoritariamente atores de pele clara para compor a população soteropolitana –83% dos moradores da cidade se declaram negros ou pardos.

A novela foi o terceiro pior ibope de uma trama das nove no Estado. A Record vem impondo derrotas à Globo há quase dois anos. Começou vencendo a concorrente durante o dia, a partir das 7h. Há um ano, já ganhava até o início da faixa de novelas da Globo.

NOTA DO GRUPO

Em nota divulgada no início da noite desta quinta, a Rede Bahia explicou as demissões e afirmou que as dispensas fazem parte de “um redesenho no seu portfólio de produtos e na governança das suas empresas”.

“O grupo tem investido na modernização dos processos de trabalho, evoluindo no uso de tecnologias avançadas, o que vem permitindo aumentar a produtividade e manter a segurança operacional. Com isso, alguns profissionais finalizam seus ciclos, seja por aposentadoria, para assumirem novos desafios ou por decisão empresarial. A todos eles, indistintamente, a Rede Bahia agradece pelo tempo dedicado e pelo trabalho realizado”, comentou a emissora.

“A Rede Bahia reafirma, por fim, seu compromisso permanente em assegurar a qualidade nos serviços prestados e a oferta de conteúdos relevantes para o desenvolvimento do Estado da Bahia”, conclui o comunicado.

Remo fatura R$ 80 mil no 1º dia da venda de ingressos para a reabertura do Baenão

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Foi grande a movimentação de torcedores azulinos na manhã desta quinta-feira, quando o clube disponibilizou o primeiro lote de ingressos ao preço promocional de R$ 80,00 para a reinauguração festiva do estádio Evandro Almeida. Até o final da tarde, já haviam sido vendidos 1.000 ingressos, proporcionando uma arrecadação de R$ 80 mil. A partir do segundo lote, o preço do ingresso-camisa sobe para R$ 90,00.

A previsão é de venda total de todos os 14 mil ingressos que serão colocados à venda para a partida. A sede social registrou a maior procura pelos ingressos, que vêm acompanhados de uma camisa comemorativa pelo “Retorno ao Reino”, denominação do evento que marcará a reabertura do Baenão após cinco anos.

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O jogo escolhido para a grande festa é Remo x Juventude, pela Série C, que deve ser realizado no dia 6 ou 7 de julho. Os ingressos podem ser comprados no cartão de crédito e estão sendo vendidos na sede em Nazaré e em todos os shoppings de Belém.

Nas redes sociais, o presidente Fábio Bentes informou sobre o ritmo de vendas:

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Remo lidera audiência do DAZN no Pará e é 2º colocado no Brasil

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O Remo lidera a audiência das transmissões em streaming do DAZN na Série C. O jogo do clube paraense com o Boa Esporte, no último sábado, obteve 318 mil visualizações. Ficou à frente de Milan x Lazio, com 315 mil visualizações. Ypiranga x Paissandu, disputado também no sábado, vem logo a seguir com 292 mil visualizações.

Em primeiro lugar na grade do DAZN ficou o jogo entre Inter e Juventus, pelo certame italiano, com 453 mil visualizações em todo o Brasil.

Copa do Brasil: Inter é o adversário do Papão nas oitavas

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As oitavas de final da Copa do Brasil foram definidas nesta quinta-feira, em sorteio realizado na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O destaque ficou por conta do clássico nacional entre Flamengo e Corinthians, que reeditarão a semifinal do ano passado, na qual o Timão acabou levando a melhor. O Paissandu encara o Internacional-RS, fazendo o jogo de volta em Belém.

Outros três confrontos também envolvem clubes com grande história no futebol brasileiro. O Atlético-MG irá encarar o Santos, o Cruzeiro (foto) terá pela frente o Fluminense, enquanto o São Paulo enfrentará o Bahia. O Palmeiras pegou o Sampaio Corrêa, do Maranhão. E o Grêmio vai enfrentar o vencedor do confronto entre Juventude e Vila Nova-GO.

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Facebook remove a página oficial de deputado paraense

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O Facebook removeu a página oficial do deputado federal Delegado Éder Mauro (PSD-PA). A informação foi publicada pela jornalista Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo. Com mais de 294 mil curtidas e 333 mil seguidores, a conta verificada do deputado publicava com frequência vídeos com conteúdo violento.
No domingo passado (30), por exemplo, o deputado paraense compartilhou um vídeo em que um suposto assaltante é assassinado por uma pessoa dentro de um carro. “Vagabundo foi assaltar no McDonald’s, ganhou um Mc tiro feliz.#ForçaeHonra“, diz o texto que acompanha as imagens. Segundo as diretrizes do Facebook, esse tipo de conteúdo é proibido. Éder Mauro é aliado do presidente Jair Bolsonaro e um dos expoentes da chamada “bancada da Bala”.
Até a manhã desta quinta-feira, 02, o deputado não se pronunciou sobre a notícia do jornal. (Com informações da Folha de S. Paulo)

O Dia do Trabalho, segundo a grande mídia brasileira

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Por João Feres Junior

Um observador razoavelmente isento concordaria com a assertiva de que as manifestações do 1º de maio deste ano (2019) constituem evento de interesse público, particularmente em um contexto de alta politização das questões trabalhistas causada pela tramitação da Reforma da Previdência no Congresso Brasileiro. Os jornais grandes do país, O Globo, Folha de S.Paulo e Estado de S.Paulo, tem noticiado exaustivamente todos os detalhes da mencionada reforma. Seria de se esperar que também dessem voz aos trabalhadores nesse dia icônico para o movimento sindical em quase todo o mundo. Sem abusar do spoiler, não é exatamente o que encontramos nas edições do dia seguinte, 2 de maio.

Comecemos pelas capas. O Globo e Estado ignoraram solenemente o evento. O jornal carioca traz manchete em letras garrafais anunciando que “Governo lançará medidas de estímulo à economia”, encabeçando chamada que parece bem mais uma propaganda oficial. Duas fotos grandes dividem o espaço da capa, uma de Juan Guaidó discursando em manifestação na Venezuela e outra sobre confrontos entre manifestantes no 1º de Maio de Paris.

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O Estado de S.Paulo estampou foto enorme sobre manifestação na Venezuela e várias chamadas para notícias sobre o assunto, enquanto a manchete chama atenção para a alta no preço da gasolina. Mas em sua capa não há nada sobre o Dia do Trabalho.

Somente a Folha de S.Paulo colocou uma referência na capa, mas ela é breve, bastante indireta e algo negativa: abaixo da foto de 5 supostos desempregados com caras bastante apreensivas lê-se o título “Pouca festa, pouco emprego”. Ou seja, a frase passa a impressão de que as manifestações foram nanicas (pouca festa). Abaixo do pequeno título lê-se: “Desempregados em evento das centrais sindicais para marcar o Dia do Trabalho em SP relatam dificuldades”. Para além do conteúdo informativo bastante óbvio de desempregados enfrentarem dificuldades, chama atenção o fato de que a chamada só fala deles e não dos trabalhadores com emprego e de suas demandas.

A Folha publicou reportagem sobre as manifestações, mas a relegou para a página A19 da edição. Lá encontramos o seguinte título: “Sem dinheiro, centrais fazem evento unificado com discursos divergentes” e subtítulo “Líderes defendem união de entidades, mas posições sobre reforma da Previdência”. Título, subtítulo e boa parte da matéria são concebidos com o fito de mostrar a desunião entre os trabalhadores no que toca a Reforma da Previdência, ainda que a tônica do evento tenha sido criticá-la veementemente.  A parte final é reservada para relatos de desempregados, ecoando a chamada de capa. A matéria de fato informa que é a primeira vez em muitos anos que as centrais promovem manifestação unificada, relata também a posição de cada uma frente a reforma proposta pelo governo. Por que será, então, que os dois fatos aparentemente mais salientes do evento, que são a unificação do protesto e a rejeição da reforma, são preteridos no anúncio de capa? A pouca visibilidade na capa e a colocação da notícia no miolo do jornal mostram claramente que a política de agendamento da Folha é de o ponto de vista e as ações dos trabalhadores como coisas corriqueiras ou que não merecem destaque frente aos outros assuntos.

O Globo também publicou reportagem sobre as manifestações, mas como seu par paulista, a relegou para página secundária da cobertura, no seu caso a 7. A matéria, adornada com pequena foto de uma manifestação massiva e colorida no vale do Anhangabaú, parece ter sido escrita por duas pessoas com objetivos diversos. A primeira parte descreve a manifestação como um ato político das centrais sindicais e da esquerda, unificados no rechaço ao governo Bolsonaro e a seu plano de reforma da previdência. O redator do texto não faz uso de estratégias retóricas para tentar mostrar falta de unidade e cacofonia entre os vários atores sociais. Mas em seu segundo terço, a reportagem se transforma em uma defesa radical da reforma da previdência como única via para se salvar o Governo Federal do caos financeiro e assim preservar as políticas públicas essenciais. O registro é inteiramente diferente, não mais de um jornalista relatando um evento ao leitor, mas de um colunista falando diretamente ao leitor.

O Estado de S.Paulo faz o mesmo que seus pares, noticia o fato em página interna remota, a de número 6. A foto também é reduzida, mas seu título informa a quantidade de pessoas reunidas em São Paulo: 200 mil. O título da notícia é bastante raro, “Paulinho liga reforma à reeleição de Bolsonaro”, e a maior parte de seu texto é gasto em relatar o discurso do deputado e líder sindical Paulinho da Força e sua repercussão no mundo político. Paulinho teria dito que a reforma precisa ser desidratada para que Bolsonaro não se reeleja em 2022. 5/6 do texto é gasto com essa narrativa, restando um curto final para relatar o evento, ressaltando a união das centrais e o foco antigoverno dos discursos proferidos.

Novamente a grande imprensa brasileira demonstra vícios em seu procedimento profissional que são bastante danosos ao debate público e, consequentemente, à democracia em nosso país. Primeiro, do ponto de vista mais externo, comportam-se do mesmo modo, agem em bando, repetindo as mesmas práticas como se fossem combinadas. Isso evidencia um problema sério, conhecido na literatura de estudos de mídia como falta de pluralidade externa: o público não tem fontes divergentes para poder comparar e formar seu melhor juízo sobre o assunto.

Segundo, o agendamento da matéria é bastante suspeito. Ora, em uma data tão importante, um evento que trata do assunto doméstico mais relevante do momento, inclusive segundo a cobertura dos próprios jornais que não se cansam de falar da Reforma da Previdência, a voz dos trabalhadores é relegada a segundo plano — logo a daqueles que serão afetados diretamente pela Reforma da Previdência. Tal opção de agendamento configura forte viés e politização dos meios. Não é coincidência que um estudo da cobertura da Reforma da Previdência do Manchetômetro, em fase de conclusão, mostra a quase ausência do ponto de vista dos trabalhadores nas matérias e textos de opinião.

A variável agendamento é a mais determinante nessa cobertura. Novamente agindo em bando, os jornais relegaram a parca cobertura que fizeram para as páginas remotas de suas edições. O Estado praticamente dedicou uma simples nota ao evento. O Globo e Folha deram matéria um pouco maior, mas com conteúdo enviesado, como mostramos a seguir ao comentar o enquadramento.

O terceiro fator, o enquadramento da notícia, divergiu de jornal para jornal. A Folha foi o periódico que deu mais detalhes sobre o evento, mas se esforçou para mostrar falta de coerência e coesão entre as centrais sindicais. O Globo noticiou o ocorrido como se a posição das centrais de rechaço da reforma fosse irracional, pois contrária à sua necessidade supostamente inquestionável. O Estado reduziu a cobertura do assunto quase que inteiramente à discussão sobre uma declaração de um líder sindical conservador, Paulinho da Força.

Os jornais grandes brasileiros são consumidos diretamente por uma parcela pequena da população, mas, ao mesmo tempo, são índices bastante fidedignos do conteúdo das cobertura da imprensa em geral, pois sua pauta ecoa fortemente em todo sistema de mídia e eles mesmos pertencem a empresas jornalísticas proprietárias de uma miríade de outros meios, que reproduzem os conteúdos que produzem.

A crise da democracia brasileira surpreendeu alguns observadores. Ela é vista muitas vezes como o produto de um sistema político disfuncional, daí o clamor contínuo de reforma política advindo de vários setores sociais. Poucos, contudo, atentam para o fato de que nossa esfera pública é altamente disfuncional, pois é dominada por meios de comunicação que distorcem e perversamente politizam a informação. Quando ignoramos esse problema, somos incapazes de ver que aquilo que se manifesta como mazela do sistema político pode ter sua origem fora dele.

Band vai transmitir o Brasileiro feminino

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Por Renata Mendonça

A TV Brandeirantes acertou nesta semana os trâmites com a CBF para transmitir o Campeonato Brasileiro de futebol feminino. A emissora, que tradicionalmente abraçou a modalidade nos tempos do narrador Luciano do Valle, na década de 1990, voltará ao cenário do futebol das mulheres mostrando os jogos da principal competição nacional. Desde 2017 não havia transmissão na TV dos jogos.

O acordo envolverá a transmissão de jogos da Série A1, a primeira divisão do Campeonato Brasileiro de futebol feminino, que inclui alguns times de camisa do masculino, como o Corinthians, atual campeão, o Santos, o Flamengo, o Internacional, o Vitória e o Sport. E também alguns jogos da Série A2, a segunda divisão que conta com vários dos times do futebol masculino que iniciaram seu investimento no futebol feminino neste ano por conta da obrigatoriedade da Conmebol e CBF – Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro, Botafogo, Fluminense, Vasco, Atlético-MG, Bahia, Ceará, Grêmio e Chapecoense são alguns dos exemplos das equipes que disputam a segunda divisão.

Os jogos serão transmitidos sempre aos domingos, às 14h. A ideia da TV Bandeirantes é mesclar jogos das duas divisões, escolhendo sempre os de maior apelo do público. A novidade fica ainda melhor por conta da equipe que a Band envolveu para fazer as transmissões. A ex-jogadora da seleção brasileira, de Santos e Corinthians, Alline Calandrini será a responsável por comentar as partidas.

Neste ano, houve um acordo, e alguns jogos do Campeonato Brasileiro feminino eram transmitidos apenas via rede social, pelo Twitter. Era apenas um jogo por rodada e isso acabou gerando uma polêmica com os clubes, que ficaram proibidos de fazer suas próprias transmissões online. Até 2018, como os jogos não eram mostrados na TV, os próprios times viabilizaram transmissões para seus torcedores via site ou rede social.

Neste ano, com a parceria da CBF com o Twitter, eles foram surpreendidos com a proibição de exibirem suas partidas online. Então os torcedores de equipes que não estavam envolvidos na transmissão escolhida pelo Twitter para aquela rodada, ficariam sem poder acompanhar os jogos.

Agora, com o acordo com a Band, algumas partidas do Brasileiro feminino estarão em TV aberta numa tentativa da emissora de resgatar sua tradição com o futebol feminino. No ano passado, a Bandeirantes chegou a mostrar a Copa do Mundo sub-17 de futebol feminino. Em 2011 e 2015, a emissora chegou a exibir o Mundial feminino e neste ano também mostrará os jogos do Brasil, que estreia na Copa do Mundo da França em 9 de junho contra a Jamaica.