Volante firma pré-contrato para reforçar o Remo

yuri

Depois do empate com o Independente, na tarde deste sábado, no Mangueirão, o presidente do Remo, Fábio Bentes, admitiu que o clube procura por reforços e disse que um jogador de meio-campo já foi contratado, evitando informar o nome.

Apesar do mistério, o blog descobriu que o nome do atleta é o volante Yuri, velho conhecido da torcida azulina, pois já defendeu o Leão em 2016 tendo bom rendimento. Atualmente no Mirassol-SP, Yuri firmou pré-contrato com o Remo e deve se apresentar ao clube na segunda-feira, 25 de março.

A contratação atende pedido do técnico Marcio Fernandes e não deve ser a única. Outros jogadores estão sendo pesquisados para reforçar o elenco.

Uma arapuca para o Japiim

POR GERSON NOGUEIRA

O técnico fez certo suspense quanto à escalação, coisa meio sem sentido nos dias de hoje, mas o Papão deve manter contra o Castanhal a mesma formação vitoriosa das últimas partidas. Contra um adversário que precisa se reabilitar, os bicolores podem se dar ao luxo de usar a estratégia de aproveitamento de contra-ataques e exploração de espaços.

A dúvida na escalação está no meio-campo, onde Caíque e Johny Douglas disputam titularidade. Alan Calbergue também tem chance de entrar jogando. Na articulação, Leandro Lima deve recuperar lugar no time após duas atuações pouco convincentes de Tiago Primão.

O Papão vive momento de total tranquilidade, só possível porque a equipe mostra-se cada vez mais consistente e em conformidade com os limites de um campeonato reconhecidamente nivelado por baixo.

Ninguém se adaptou tão bem à disputa quanto o time de João Brigatti. Os problemas de instabilidade vistos nos jogos iniciais contra Bragantino e Castanhal foram inteiramente superados a partir do Re-Pa, que pode ser considerado um divisor de águas na trajetória bicolor.

A partir da vitória categórica sobre o rival, o Papão deslanchou, passando a atuar com desenvoltura e segurança, com direito a funcionamento quase perfeito do sistema defensivo. Com expressivo índice de aproveitamento (81%), o PSC tem 17 pontos ganhos, 14 gols marcados e apenas dois sofridos. E o goleiro Mota não leva gol há cinco rodadas.

Do outro lado, o Castanhal de Artur Oliveira tem apenas 6 pontos no grupo A1. Alimenta ainda o sonho de ir às semifinais, desde que vença seus próximos compromissos. Por isso, terá que adotar postura mais agressiva, mesmo como visitante no alçapão da Curuzu.

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Overdose de futebol gera uma contradição

A tecnologia oferece plataformas, canais e janelas que transmitem jogos de quase todas as competições disputadas no planeta. Nos últimos tempos, o telespectador ou internauta passou a ter a comodidade de acessar, com um simples toque no celular, TV ou tela de computador, a partida que for de seu interesse, esteja o torcedor onde estiver, a qualquer hora.

Maravilha moderna, a facilidade proporcionada pelos diferentes meios de comunicação é algo novo e revolucionário. Não há dúvida de que o acesso a campeonatos de diferentes países dissemina informação e oportuniza conhecimento técnico, levando ao surgimento de muitos novos craques em lugares improváveis, onde o futebol nunca teve maior tradição.

Isso tudo causa um tremendo rebuliço no universo do esporte, cujos efeitos ainda não estão suficientemente mensurados. Sob qualquer ponto de vista, o privilégio de ver jogos disputados ao vivo do outro lado do mundo é extremamente benéfico para todos os envolvidos.

A liberdade de escolha e a praticidade das ferramentas que mostram espetáculos de alto nível tendem a aumentar, com consequente redução de custos e crescente melhoria na qualidade das transmissões.

Até 10 anos atrás era tecnicamente impossível, para quem vive na América do Sul, ver o que se passava em tempo real nas ligas europeias. Hoje, até jogos da segunda divisão da Inglaterra, Itália e Espanha estão disponíveis e ao alcance dos olhos de fãs mais empedernidos.
Mas, em meio à tamanha amplitude de opções, há um aspecto que não pode ser ignorado. A enxurrada de jogos, dos mais glamourosos aos menos badalados, desperta um discreto enfado em almas mais sensíveis.

Cria-se, então, um cenário contraditório, onde a evolução nos processos de comunicação amplia a plateia mundial do futebol e, ao mesmo tempo, representa também a banalização dos grandes espetáculos.

É tão corriqueiro ver Messi, Cristiano Ronaldo, Pogba, Hazard, Neymar e outros em campo a todo instante que até eventos de gala, como a Copa do Mundo e a Liga dos Campeões, já não despertam o frisson de antes.

Algo mais ou menos parecido com o que ocorre com astros da música, cujos shows repetidos sistematicamente acabam por esvaziar a ansiedade e o prazer de vê-los ao vivo.

Sem qualquer pretensão científica, a constatação serve para reforçar a máxima de que o homem é um eterno insatisfeito.

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Bola na Torre

Guilherme Guerreiro comanda a atração, a partir das 21h, na RBATV. Na bancada de debatedores, Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião. Em pauta, gols e análises dos jogos da 8ª rodada do Parazão.

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Primeira regata tem a volta da Tuna e ausência do Leão

Começa hoje oficialmente a temporada de remo, com a primeira regata do 104º Campeonato Paraense da modalidade. A prova contará com a participação de 72 atletas, representando Tuna, PSC e Associação Guajará. Cinco etapas serão realizadas durante o ano, sempre na Baía do Guajará.

Se, por um lado, há a grata notícia do retorno da Tuna à competição, por outro o campeonato terá a baixa sentida e inédita do Remo, um dos mais tradicionais clubes da modalidade, que, por sinal, é origem de seu próprio nome. Por divergências com a federação, o Leão não participa da disputa.

(Coluna publicada no Bola deste domingo, 17)

Trivial variado do país que tenta reagir ao caos

“Por que o Exército brasileiro, depois de um ano de intervenção militar no Rio, não atuou contra as milícias? Por que não descobriu os rifles americanos? Por que não desvendou as ligações dos Bolsonaros com as milícias? Por que não percebeu as ligações do Eduardo Bolsonaro com armas? Por que? Por que? Por que?”. Adriano Argolo

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“Para os Bolsonaro: ‘a obsessão por armas de fogo pode estar relacionada com conflitos mal resolvidos na fase anal’ (Freud) – Ou com o lobby da Taurus”. Lula Falcão

“Bolsonaro chamou Ricardo Velez Rodriguez para uma conversa no Planalto. Imagina uma conversa entre os dois. Isso devia ser transmitido ao vivo no lugar do Zorra Total”. Ricardo Pereira

“Feliz o país que tem professoras como as heroínas da Escola Raul Brasil!”. Palmério Dória

“Ao me despedir do meu querido neto Arthur, senti todo o peso da injustiça que atingiu minha família. Ele discriminado na escola por ser meu neto e sofreu muito com isso. Então, prometi a ele que não vou descansar até que minha inocência seja reconhecida num julgamento justo”. Lula