PT entra com pedido de inelegibilidade no TSE

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O PT protocolou nesta quinta-feira uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a inelegibilidade do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, entre outras medidas, em função do suposto esquema de propagação de notícias falsas contra o partido pago por empresários. O PDT também prepara uma ação que pede cancelamento ou nulidade das eleições presidenciais de 2018.

Os advogados do PT alegam que houve abuso do poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação digital (WhatsApp) por parte da campanha de Bolsonaro.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, empresários pagaram pelo impulsionamento em massa de mensagens contra o PT e preparavam uma grande operação para a reta final do segundo turno. Bolsonaro, por meio das redes sociais, negou.

Na Aije protocolada nesta quinta-feira, 18, o PT pede ainda que sejam feitas buscas na sede da empresa Havan, citada na reportagem, e na residência de seu proprietário, o empresário Luciano Hang, apoiador de Bolsonaro. Caso Hang se recuse a apresentar documentação contábil que possuam relação com empresas de comunicação digital. Caso contrário, o PT solicita a prisão do empresário.

O documento lembra que Hang já foi condenado pela Justiça Eleitoral por impulsionar de forma ilegal conteúdos de apoio a Bolsonaro e é investigado pela Justiça do Trabalho sob suspeita de coação de funcionários.

“O representado Luciano Hang, que já foi alvo de ação judicial na Justiça do Trabalho justamente por estar coagindo os seus funcionários por razões eleitorais, contando com decisão liminar de grave impacto, volta a ter seu nome envolvido em apoios indevidos a Jair Bolsonaro”, diz a Aije.

A ação requer a quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático de Hang e outras quatro empresas citadas na reportagem como autoras dos serviços pagos contra o PT. Por meio de redes sociais, Hang negou as acusações.

De acordo com o documento, o suposto pagamento de ações contra o PT por empresas (proibidas de fazer doações eleitorais) teve influência no resultado do primeiro turno beneficiando diretamente a candidatura de Bolsonaro.

“Há flagrante prova da tendenciosa intenção de beneficiar o candidato Jair Bolsonaro. Pretende-se, assim, coibir abuso de poder econômico capaz de causar desequilíbrio das eleições, decorrente da prática supracitada”, diz o texto. (Do Terra)

A frase do dia

“Afinal, o milagre da multiplicação dos votos na reta final do primeiro turno não era milagre coisa nenhuma. Foi acionado por uma fábrica fantástica de disparos de calúnias pelo WhatsApp. Era financiada por 156 empresários acumpliciados de Bolsonaro por meio de caixa 2. Bandidos.”

Palmério Dória, jornalista

Quem financia e quanto custa campanha de Bolsonaro no WhatsApp

À Justiça Eleitoral, Jair Bolsonaro, do PSL, declarou ter recebido 2,5 milhões de reais em doações até o momento, menos de um décimo do que Fernando Haddad, do PT, diz ter arrecadado. Uma reportagem da Folha de S.Paulo indica que há bem mais recursos à disposição do capitão reformado do Exército, que podem configurar crime eleitoral se comprovados.

Segundo a apuração do jornal, empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno. A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não foi declarada em sua prestação de contas.

De acordo com a reportagem, cada contrato chega a 12 milhões de reais e, entre as empresas compradoras, está a Havan. O proprietário da rede varejista, Luciano Hang, foi recentemente proibido pela Justiça de coagir seus funcionários a votarem no candidato do PSL.

As empresas apoiando o candidato teriam comprado um serviço chamado “disparo em massa”, usando a base de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato, com números cedidos de forma voluntária.

Quando usam bases de terceiros, essas agências oferecem segmentação por região geográfica e, às vezes, por renda. Enviam ao cliente relatórios de entrega contendo data, hora e conteúdo disparado.

Entre as agências prestando esse tipo de serviços estão a Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market, segundo a Folha. Os preços variam de 0,08 a 0,12 reais por disparo de mensagem para a base própria do candidato e de 0,30 a 0,40 reais quando a base é fornecida pela agência.

Por direito, 2º turno deveria ser entre Ciro e Haddad

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O candidato do PT a presidente, Fernando Haddad, defendeu na tarde desta quinta-feira (18) que o segundo turno das eleições presidenciais deveria se dar entre ele o candidato Ciro Gomes (PDT), terceiro mais votado, após as revelações de fraude eleitoral e crime de caixa dois da campanha de Jair Bolsonaro.

“Eu acho que o segundo turno deveria se dar entre mim e o Ciro. Isso seria o correto e o que a legislação prevê, porque ele tentou fraudar a eleição. Felizmente não acabou no primeiro turno, senão teria ido tudo pra debaixo do tapete”, disse Haddad pelo Twitter.

“A democracia está em risco. O deputado Jair Bolsonaro está sendo condenado diariamente pela Justiça Eleitoral a retirar as difamações que faz contra mim. E agora sabemos que ele está produzindo e distribuindo isso com dinheiro sujo”, acrescentou o candidato petista.

Conforme revelou a Folha de S. Paulo nesta quinta-feira, empresas estão comprando pacotes milionários de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma mega operação na semana anterior ao segundo turno. A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pelo TSE. Cada contrato chega a R$ 12 milhões e a Havan está entra as compradoras.

Whatsapp pago não é ‘apoio voluntário’, é crime eleitoral

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A reação do deputado Jair Bolsonaro às denúncias de que empresas pagaram para que centenas de milhões de mensagens do aplicativo Whatsapp, chamando de “apoio voluntário” o que é um crime não o exime das consequências do fato, que vai muito além da punição por propaganda eleitoral irregular, o que seria passível de multas.

É que o uso de recursos empresariais em campanhas politicas não é propaganda em desacordo com as normas, mas financiamento da campanha (que é, essencialmente propaganda) com recursos ilegais. A questão central, juridicamente, é o dinheiro, não a corrente de whattsapp que a admissão do nosso TSE deixou correr frouxa.

É, para usar a  expressão popular, pior que “Caixa 2”, porque esta seria apenas o uso de recursos não  declarados ou contabilizados, mesmo que, na época, não fosse ilegal doação de empresa. Como agora é, passam a ser valores ilegais, criminosos.

Embora seja importante o fato, denunciado pelo PT, de que há provas de que Bolsonaro pediu este tipo de ajuda a empresários, durante jantares, ele ter conhecimento ou não dos detalhes das operações, do ponto de vista legal, não muda o crime, porque o beneficiário é ele.

É o famoso brocardo jurídico do Cui prodest? dito por Cícero, usando as palavras de Sêneca em Medéia: “cui prodest scelus, is fecit”-  “aquele que lucra com o crime foi quem o cometeu”.

A agora presidente do TSE, Rosa Weber, no julgamento da Ação de Inconstitucionalidade movida pela Ordem dos Advogados e acolhida por 8 votos a 3 pelo Supremo disse que ““a influência do poder econômico culmina por transformar o processo eleitoral em jogo político de cartas marcadas, que faz o eleitor um fantoche.”

Resta saber se a Doutora vai deixar que o jogo prossiga com as cartas marcadas e que Jair Bolsonaro ascenda ao governo pelo crime.
Der WhatsApp Chat ist offline 

À Justiça Eleitoral, Jair Bolsonaro, do PSL, declarou ter recebido 2,5 milhões de reais em doações até o momento, menos de um décimo do que Fernando Haddad, do PT, diz ter arrecadado. Uma reportagem da Folha de S.Paulo indica que há bem mais recursos à disposição do capitão reformado do Exército, que podem configurar crime eleitoral se comprovados.

Segundo a apuração do jornal, empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno. A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não foi declarada em sua prestação de contas.

De acordo com a reportagem, cada contrato chega a 12 milhões de reais e, entre as empresas compradoras, está a Havan. O proprietário da rede varejista, Luciano Hang, foi recentemente proibido pela Justiça de coagir seus funcionários a votarem no candidato do PSL.

As empresas apoiando o candidato teriam comprado um serviço chamado “disparo em massa”, usando a base de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato, com números cedidos de forma voluntária.

Quando usam bases de terceiros, essas agências oferecem segmentação por região geográfica e, às vezes, por renda. Enviam ao cliente relatórios de entrega contendo data, hora e conteúdo disparado.

Entre as agências prestando esse tipo de serviços estão a Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market, segundo a Folha. Os preços variam de 0,08 a 0,12 reais por disparo de mensagem para a base própria do candidato e de 0,30 a 0,40 reais quando a base é fornecida pela agência.

Fraude na campanha de Bolsonaro pode causar anulação das eleições

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Um twitter bombástico: o próprio diretor do Datafolha, Mauro Paulino, usando seu olhar técnico como analista de pesquisas, admite que a subida de Bolsonaro foi impulsionada por uma fraude. Ele explica que a onda na reta final do primeiro turno foi patrocinada por práticas ilegais de uso massivo do WhatsApp com caixa dois digital patrocinado ilegalmente por empresas.

“PESQUISAS ELEITORAIS evidenciaram a impulsão da onda nos momentos finais. RJ, MG e DF são claros exemplos. Ao se comparar as fotos das vésperas, registradas por Ibope e Datafolha, em comparação com a foto das urnas, o fenômeno é claramente explicitado.” A seguir, no tuíte, o link para a manchete da Folha desta quinta-feira: “Empresários bancam campanha contra PT pelo WhatsApp”.

Da manhã e no início da tarde, Fernando Haddad também usou o Twitter para denunciar o esquema milionário de Jair Bolsonaro bancado por empresas para fraudar as eleições e anunciou que sua campanha vai acionar a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral. Segundo Haddad, o PT tem informações segundo as quais há 156 empresários envolvidos na fraude.

O PDT prepara uma ação para pedir à Justiça Eleitoral a nulidade das eleições deste ano após as denúncias de práticas ilícitas no uso de redes sociais por parte da práticas ilícitas no uso de redes sociais por parte da campanha do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira o presidente nacional do partido, Carlos Lupi. Segundo Lupi, cujo partido teve o candidato Ciro Gomes em terceiro lugar no primeiro turno da disputa pelo Palácio do Planalto, a equipe jurídica do PDT ainda estuda a forma e o conteúdo da peça a ser apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Adversário de Bolsonaro no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, o candidato do PT, Fernando Haddad, acusou Bolsonaro de criar uma “verdadeira organização criminosa com empresários que, mediante caixa dois, dinheiro sujo, estão patrocinando mensagens mentirosas no WhatsAp”. (Com informações do Brasil247 e UOL)

Um canalha à porta do Planalto

Por Francisco Assis, no jornal Público (Lisboa)

1. Carlos Alberto Brilhante Ustra foi um dos maiores, senão mesmo o maior torcionário, no tempo da ditadura militar que vigorou no Brasil entre 1964 e 1985. Em 2008 foi o primeiro oficial condenado por sequestro e tortura. Comprovadamente, maltratou física e psicologicamente centenas de pessoas e chegou ao limite de obrigar crianças a presenciarem o dilacerante espetáculo do espancamento dos respectivos progenitores. Nunca reconheceu os seus crimes nem manifestou o mais leve arrependimento pelos seus atos desumanos. Era um canalha. Morreu em 2015, em Brasília, na cama de um hospital.

Foi precisamente este torcionário miserável que o então deputado federal Jair Bolsonaro homenageou no momento em que votou a favor do impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Nessa ocasião, Bolsonaro pronunciou uma declaração que o define integralmente: dedicou o seu voto à “memória do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff”. É impossível imaginar, naquele contexto, uma afirmação mais vil, um comportamento mais indigno, uma atitude mais asquerosa. Bolsonaro revelou-se ali o que ele verdadeiramente é: um canalha em estado puro.

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Uma facada, várias suspeitas

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Por Jefferson Monteiro, no Facebook

Quem me conhece sabe que não sou adepto de teorias da conspiração, mas acabo de ler no twitter um relato sobre um provável câncer no trato do intestino que possui uma riqueza de detalhes e notícias que resolvi trazer para cá. As informações a seguir foram publicadas originalmente na conta @afffmulher. Todos os links estão no fim deste post.

Há rumores de que Bolsonaro, na verdade, está com câncer terminal no trato digestivo e não está bem de saúde. Fontes próximas acreditam que ele não tem saúde para terminar um possível mandato.

Desde o começo do ano, Jair Bolsonaro dá sinais de que não está com a saúde 100% para um paraquedista formado. Não, não me refiro àquelas flexões de cabeça que ele fez. Me refiro aos desmaios, passamentos, passadas de mal.

No dia 8 de fevereiro, o deputado passou mal e precisou de atendimento médico na cidade de Cascavel, no Paraná. Ele sentiu calafrios e fortes dores no estômago (guarde esta informação). Segundo informações ele teve PROBLEMAS GASTRINTESTINAIS, provocado por algum alimento (?) que teria ingerido em São Paulo, antes de visitar a cidade. Ele ficou 3 horas em observação e depois liberado. O fato aconteceu a poucos dias do carnaval, não teve muita repercussão mas alguns sites locais noticiaram o ocorrido. [Fontes 1, 2 e 3]

Já em 13 de março, o candidato Jair Bolsonaro, passou mal novamente no Aeroporto no RJ, depois de uma viagem à Rio Branco, sendo internado no Hospital Central do Exército no Rio. Diferente do primeiro incidente, este é fácil de confirmar porque o G1 falou com a assessoria do candidato que confirmou tudo. Esta notícia foi amplamente divulgada. [4]

Agora vem um fato curioso: no dia 24 de março foi publicado um vídeo de Bolsonaro no Youtube, cujo título é “URGENTE! DOENÇA DE BOLSONARO NÃO O IMPEDE DE MOSTRAR A VERDADE” (vejam aqui: https://youtu.be/_HxAwEty414). Opa! Que doença!? Você deve estar pensando “Oxe, qualquer pessoa pode colocar um vídeo dessa na internet, com qualquer título, seu idiota” Sim, é verdade. Mas cliquem no vídeo e percebam que o candidato está com uma sonda nasogástrica. Você sabe quem usa sonda nasogástrica? Quem não tem condições de se alimentar sozinho, por exemplo. Alguém com problemas no trato digestivo. Não é um procedimento feito aleatoriamente. Tem um porquê. Qual? Não sabemos. Lembra que ele foi internado duas vezes por dores no ESTÔMAGO. Então…

Não há nenhum registro público de que Jair Bolsonaro já tinha passado por um procedimento semelhante por volta de março ou abril de 2018. As notícias são datadas apenas da época da famigerada facada, mais de 4 meses após a publicação do vídeo no Youtube.

Outra coisa curiosa é que o então deputado federal cancelou vários eventos a essa época (acompanhem minha linha do tempo, estamos no final de março, começo de abril). [5] A agenda do candidato só recomeça em 27 de abril de 2018. [6] Não há nada sobre o mês de março nem no site oficial do candidato.

Eis então que surge nas redes sociais um vídeo de Jair Bolsonaro em um culto. Você deve ter se deparado com ele nos últimos dias. Um pastor clama por CURA, ou melhor MILAGRE, enquanto dois obreiros repousam as mãos sobre o ESTÔMAGO de Bolsonaro. Sim, este vídeo que está circulando e estão associando a um prenúncio da facada e a um possível livramento provavelmente é um pedido de oração para a cura da doença por parte da esposa do candidato que é evangélica. A ida ao culto ocorreu no dia 2 de maio. [Links 7 e 8]

Avançamos para o primeiro debate na TV, o da rede Bandeirantes. O debate ocorreu em 09 de agosto de 2018, Bolsonaro foi o único sentado durante toda a discussão. Guilherme Boulos Boulos, mais tarde, disse em tom jocoso que o candidato estava visivelmente dopado, sequer conseguia falar direito. [9]

No dia 06 de setembro de 2018, o atentado. A facada que aconteceu justamente no dia em que o candidato que sempre andava de colete a prova de balas, havia esquecido de usar o item de segurança. [10] Lembremos da camisa forjada com sangue [11] e toda a balela criada pelos dois lados. Temos que pensar na inconveniente conveniência deste ataque. Não esqueçamos também da saúde mental do autor do atentado [12], nem da coletiva de imprensa marcada para as vésperas do primeiro turno mas que acabou nunca acontecendo porque um deputado aliado de Bolsonaro solicitou a suspensão da entrevista e o pedido foi prontamente atendido pela justiça [13] [14]

Aliás, perceberam que ninguém fala mais disso? Não acho que o episódio tenha sido uma fantasia, mas não podemos descartar a possibilidade de ter sido usado para cobrir um problema de saúde maior do candidato. E já que estamos falando de conspirações, mais uma curiosidade: Dona Aparecida, proprietária da pensão que Adélio, o autor da facada, se hospedou antes de cometer o crime, morreu um semana após ter prestado depoimento a PF sobre o caso (2 semanas após o atentado). [15]

Um outro fato que gerou enorme repercussão foi a mudança de hospital. Todos se lembram que uma equipe do Sírio Libanês estava a postos e foi a primeira a chegar em Minas e tinha inclusive uma UTI aérea para levá-lo a SP. Mas houve uma confusão e com a desculpa de que o Sírio era “hospital de esquerda”, ele e os filhos fizeram questão de que o ex-capitão fosse para o hospital Albert Einstein.

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Cirurgião que operou Bolsonaro é o mesmo que operou câncer de Hebe Camargo

Muito que bem, no Einstein, a cirurgia foi chefiada pelo Dr. Antônio Luiz de Macedo, ONCOLOGISTA, um dos maiores especialistas do país em câncer de intestino. [16] O médico é quem acompanha o candidato desde então.

Vale lembrar que a alta cúpula das Forças Armadas demonstra forte resistência à candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República. Mas a postura começou a mudar no começo deste ano sem maiores explicações. [17] E após a indicação do General Mourão como vice, a questão pareceu sanada e os militares embarcaram de vez na chapa.

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Por fim, semana passada foi informado que Bolsonaro passará por uma nova cirurgia em janeiro do ano que vem. Ou seja, dias após uma eventual posse, caso ele seja o vencedor das eleições. [18] Qualquer problema que venha acontecer, nós já sabemos: o Vice assume. E o Vice dele todos nós conhecemos.

Isso tudo pode ser mais uma mera teoria da conspiração, mas me pareceu conter peças que se encaixam perfeitamente. E se houver algum vestígio de verdade nessa história é obrigação não apenas do candidato mas também de seu médico de informar o real diagnóstico à nação. Mentir ou omitir um quadro tão grave num momento tão delicado de nossa história seria um crime contra nossa democracia.

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FONTES:

1. Jair Bolsonaro passou mal e precisou de atendimento médico em Cascavel (08/02/2018 10h26) – http://umuaramanews.com.br/…/jair-bolsonaro-passou-mal-e-p…/

2. Jair Bolsonaro passou mal e precisou de atendimento médico em Cascavel (08/02/2018 10h06) – https://catve.com/…/jair-bolsonaro-passou-mal-e-precisou-de…

3. Bolsonaro passou mal e precisou ser atendido em clínica médica de Cascavel (08/02/2018 10h16) – https://cgn.inf.br/…/bolsonaro-passou-mal-e-precisou-ser-at…

4. Jair Bolsonaro passa mal e é atendido em Hospital Central do Exército no Rio (13/04/2018 21h39) – https://g1.globo.com/…/jair-bolsonaro-passa-mal-e-e-atendid…

5. Agenda de Bolsonaro deixa de fora eventos com pré-candidatos (06/06/2018 21h39) – https://www1.folha.uol.com.br/…/agenda-de-bolsonaro-deixa-d…

6. Jair bolsonaro divulga sua agenda de 27 de abril a 5 de maio (27/04/2018) – https://portalcanaa.com.br/…/jair-bolsonaro-divulga-sua-ag…/

7. Pastor orando e colocando as mãos sobre barriga de Bolsonaro – https://twitter.com/zehdeabreu/status/1051496576357687296

8. Bolsonaro No Maior Evento Evangélico Pentecostal do Brasil Gideões S.C (02/05/2018) – vídeo completo – https://youtu.be/wI0d5ZGU3u0

9. Boulos diz que Bolsonaro estava “dopado” no debate da Band (05/09/2018, 18H59) – https://www.revistaforum.com.br/boulos-diz-que-bolsonaro-e…/

10. Bolsonaro usa colete à prova de balas e tem seguranças voluntários (26/06/2018 às 07h31) – https://www.gazetaonline.com.br/…/bolsonaro-usa-colete-a-pr…

11. Campanha de Bolsonaro recria camisa com sangue e deve exibir facada (09/09/2018 04h00) – https://noticias.uol.com.br/…/campanha-de-bolsonaro-recria-…

12. Laudo psiquiátrico aponta insanidade mental em agressor de Bolsonaro (01/10/2018 09:55) – https://www.correiobraziliense.com.br/…/laudo-psiquiatrico-…

13. Urgente: TRF-3 suspende entrevistas com Adélio Bispo (27/09/2018 20:49) – https://www.oantagonista.com/…/urgente-trf-3-suspende-entre…

14. Deputado vai à Justiça para impedir entrevistas de agressor de Bolsonaro (21/09/2018 às 13:55) – https://paranaportal.uol.com.br/…/deputado-vai-a-justica-p…/

15. Morre dona da pensão em que Adélio se hospedou (21/09/2018 16:20) – https://www.oantagonista.com/…/morre-dona-da-pensao-em-que…/

16. Dr. Antonio Luiz Macedo (site Albert Einstein visitado em 17/10/2018 às 02:50) – https://www.einstein.br/…/entrevistas/dr-antonio-luiz-macedo

17. Cai resistência a Bolsonaro no Exército (17/01/2019 05:00) – https://politica.estadao.com.br/…/geral,cai-resistencia-a-b…

18. Nova cirurgia de Bolsonaro deve ser realizada em janeiro, diz médico (11/10/2018 05:00) – https://politica.estadao.com.br/…/eleicoes,nova-cirurgia-de…