Direto do Twitter

“A grande diferença entre Trump e Bolsonaro é que nos EUA há instituições que funcionam e uma imprensa crítica. Trump é limitado no seu raio de ação e, sobretudo, tem que manter seu fascismo no armário, mesmo sendo um armário de portas transparentes. O de Bolsonaro está nas ruas.”

Toni Bulhões, no Twitter

Com atraso, TSE tira do ar 35 páginas de calúnias contra Lula e Haddad


zapO TSE determinou na noite deste sábado (06/10), em decisão inédita e histórica, que sejam retiradas de uma vez só 35 notícias falsas, mentirosas ou ofensivas que circulam na internet. A conquista é fruto da mobilização de milhares de pessoas que, juntas, denunciaram mais de 15 mil mensagens de diversos tipos apenas nas primeiras 24 horas.

Esse material foi reunido em 92 páginas e entregue pelo departamento jurídico da coligação “O povo feliz de novo” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último dia 4.

Alcançando dezenas de milhões de pessoas, todas as notícias retiradas pelo Poder Judiciário são extremamente graves e comprovam a deslealdade eleitoral e as mentiras que estão sendo veiculadas nas redes sociais contra a coligação. Muitas dessas notícias beiram a barbárie, envolvendo a exploração e afrontando a liberdade de crianças, a liberdade religiosa e, principalmente, os limites da liberdade de expressão.

Embora tardia, a decisão do TSE revela que houve, nesta última semana, um aumento descomunal de fake news contra a Coligação “O Povo Feliz de Novo” em afronta aos princípios democráticos e à lisura eleitoral.

A resposta a esse aumento nos ataques conservadores veio de forma democrática e organizada graças à mobilização de brasileiros e brasileiras de todos os estados que seguem denunciando, no Zap do Lula, as mentiras, boatos e ataques que tem sido propagados nas redes sociais.

Vale sempre lembrar: divulgar fakenews é crime! Para ajudar a combatê-lo, a coligação O Povo Feliz de Novo lançou o Zap do Lula: 11 9974028726. Envie para esse número qualquer material com conteúdo ofensivo e mentiroso que receber nas redes sociais.

Esse canal de denúncias foi aberto no dia 02/10, pedindo às pessoas minimamente preocupadas com a lisura das eleições para que enviassem toda e qualquer mensagem falsa que estaria circulando na internet e nos aplicativos de mensagens. Em menos de 24 horas de funcionamento, este canal recebeu 15 mil mensagens de diversos tipos.

Essas mensagens “passaram por um crivo da equipe jurídica e de comunicação, resultando na catalogação de centenas de mensagens, as quais foram postas em um segundo filtro de viabilidade jurídica e classificadas em oito grandes temas”. Os temas incluíam fakenews envolvendo crianças, sexualidade, religião, ataques diretos à imagem de Fernando Haddad, Lula e Manuela D’Ávila e mentiras sobre o plano de governo.

Emissora de TV desfaz equipe feminina de narração esportiva

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Durou apenas dois meses a experiência da Rede Vida com equipe feminina de narração esportiva. Depois de muita pompa na divulgação, a direção da emissora de TV muda de estratégia. Saem da transmissão do Campeonato Paulista Sub-17 as jornalistas Vivi Falconi e Elaine Trevisan. Entram comunicadores do time masculino, que na última semana perdeu o locutor e apresentador Luiz Carlos Fabrini.

A mudança do canal ocorre no momento em que o torneio de categoria de base se encaminha para a fase decisiva. Neste sábado, 6, a Rede Vida exibirá Mirassol X São Paulo Futebol Clube. A partida será válida pela 25ª rodada do Paulista Sub-17 deste ano. Após o próximo fim de semana, haverá apenas mais uma rodada na primeira fase. Depois, o campeonato dará início à fase eliminatória — e não contará com narração e comentários femininos.

Por meio de seu perfil no Facebook, Vivi Falconi avisou do desfecho da equipe feminina de transmissão esportiva da emissora. A jornalista postou uma foto em que aprece entrevistando um jogador do São Bernardo, equipe que enfrentou o Palmeiras na última rodada da competição. “A foto do último jogo que fiz do Paulista Sub-17. E nem imaginava que era o último”, afirmou. Ela revezava funções com Elaine Trevisan. Enquanto uma narrava, a outra comentava — papel que se invertia rodada após rodada exibida pela Rede Vida.

“Novamente, o caderninho [de narrações] vai dar uma pequena pausa. Sim, pequena, porque para quem sonha e trabalha, tudo é só uma questão de tempo. Ninguém disse que seria fácil, e nós, mulheres que trabalhamos com futebol sabemos que não é fácil”, escreveu Vivi Falconi. Ela, assim como Elaine Trevisan, segue como contratada da Rede Vida. Seguirá na função de produtora, enquanto a colega retornará às reportagens.

Vivi Falconi reforçou que, na função de narradora esportiva, tem de lidar com obstáculos. “O machismo ainda existe sim, o preconceito também. Mas não é hora de desistir. É olhar para frente, valorizar o aprendizado e seguir. Sempre digo que nesta jornada que estamos construindo, estamos colocando tijolo por tijolo. É um trabalho árduo e de persistência”, publicou a jornalista.

De volta à produção, Vivi Falconi sinaliza que não desistirá de seguir atrás do sonho de se firmar como locutora esportiva. Não é para menos. Afinal, ela já entrou para a história da televisão brasileira. Ao vencer o concurso realizado pelo – hoje extinto – Esporte Interativo, ela se tornou a primeira mulher a narrar um jogo de Champions League na TV do país. (Do Comunique-se)

Guia para provar que voto em Bolsonaro é péssima ideia

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Por Camilla Feltrin, no Vice Brasil

As definições de fascismo nunca foram atualizadas. Desde o começo do século 20 elas são as seguintes: a) culto à personalidade; b) uso estatal da força e da violência; c) discurso de ódio contra minorias; d) simpatia ao conservadorismo e nacionalismo e e) um tiquinho não-tão-pequeno assim de apoio de populares frustrados com a política. E é isso o que temos assistido no Brasil, sobretudo no debate dos candidatos à presidência da República.

Mas como uma imprensa livre — que é o campo no qual trabalhamos aqui na VICE Brasil — só funciona de verdade em uma democracia plena, juntamos aqui umas dicas para que você mostre para o seu amigo ou familiar que votar em Jair Bolsonaro (PSL), líder das pesquisas de intenção de voto, é o pior que podemos fazer com nossa liberdade de expressão e com o país. Abaixo, explicamos por quê.

Apoiar Bolsonaro não é ser rebelde

Talvez a ideia de que o PT seja o dono do status-quo faça algum sentido levando em consideração que a sigla ficou 13 anos no comando do governo federal e saiu com uma baixíssima popularidade devido à crise econômica e às denúncias de corrupção. Bolsonaro tenta se vender como a antítese disso ao se posicionar como paladino da honestidade e contrário às pautas identitárias, que avançaram não somente nos governos Lula e Dilma, mas também de forma global no mesmo período.

Mas ele não é. O presidenciável é acusado de ter uma funcionária fantasma em seu gabinete, admitiu que seu partido à época (o PP) teria recebido propina da JBS por seu intermédio, além de ter usado o auxílio-moradia mesmo tendo imóvel próprio em Brasília e é uma metralhadora de ofensas para o lado dos mais fracos. Ele mesmo já disse publicamente que governará para as maiorias, não para as minorias. Isso não é algo democrático, como alguns de seus defensores tentam argumentar. É excludente.

O que é mais curioso: em um dos vídeos que registram o esfaqueamento de Bolsonaro, um garoto aparece com uma camiseta do Nirvana, banda conhecida pela rebeldia, proximidade com movimento feminista e questionamentos das regras sociais. Lembramos, então, uma celebrada frase do Kurt Cobain, que veio a público após publicação de seus diários: “Se um de vocês de alguma maneira odeia homossexuais, pessoas de outras raças ou mulheres, por favor — nos deixe em paz! Não vá aos nossos shows e não compre nossos discos.”

#EleNão sabe nada de economia

O presidente da República lida com prioridades sociais e orçamentárias. Apoiar um candidato que, em um momento de crise, se orgulha de ser um ignorante nesta área, parece uma escolha pouco racional para superar a crise. Assessor econômico de Bolsonaro e virtual ministro da Fazenda em caso de eleição, Paulo Guedes é chamado de “Posto Ipiranga” pelo político: é onde ele pergunta qualquer coisa. Guedes inclusive convenceu Bolsonaro a mudar várias de suas pautas em direção ao liberalismo e, pelo que deixa transparecer na imprensa, esquece de combinar algumas pautas polêmicas com seu candidato. Enquanto o presidenciável do PSL estava internado, o Posto Ipiranga Guedes comentou com investidores que pretendia criar um novo imposto nos moldes do que era o CPMF — uma cobrança que incidia sobre todas as movimentações bancárias. Não é preciso dizer que há um forte cheiro de amadorismo aí. Como se isso não bastasse, baluartes do liberalismo econômico global como a revista inglesa The Economist e a agência de risco S&P não compraram o papo de Guedes e alertaram para o risco de uma possível vitória de sua chapa. Isso significa que, se o seu amigo é tarado por um liberalismo econômico, não tem qualquer razão para votar na sigla do militar da reserva. Diga pra ele chamar o Amoêdo ou o Meirelles.

Todas as pessoas merecem respeito

Respeitar as diferenças é o certo a se fazer do ponto de vista das leis, ético, da Bíblia e muito provavelmente foi o que seus pais te ensinaram. Sair chamando refugiado de “escória do mundo”, gritar, durante entrevista, que a repórter é “idiota”, que uma mulher não merece ser estuprada por ser muito feia, defender o fuzilamento de desafetos e garantir que daria uma surra se um dos filhos demonstrasse ser gay não são falas esperadas de ninguém, muito menos de um legislador. Ele foi o único presidenciável a não fazer uma declaração pública sobre o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes.

As declarações são recorrentes e tendem ao crime de discurso de ódio. Socióloga, professora na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e organizadora de O Ódio como Política – a Reinvenção das Direitas no Brasil(Boitempo, 2018), Esther Solano acredita que essas grosserias e “piadas” de Bolsonaro e seus apoiadores fazem parte da identidade da nova extrema-direita. “É uma linguagem que se apresenta de forma lúdica, folclórica e até ridícula. Há todo um processo da banalização do discurso de ódio, que se apresenta como se fosse algo bacana”, diz. De novo: ao reproduzir uma fala preconceituosa de Bolsonaro, você não está sendo rebelde. Está apenas sendo babaca e legitimando violência contra minorias.

Espalhar mentiras atrapalha a democracia

Informação é poder. Bolsonaro e seus filhos sabem disso (e a VICE fala sobre isso desde 2013). Não à toa, eles propagam mentiras e distorcem fatos em benefício próprio. Um exemplo recente foi o uso dum print do grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”, que após ser hackeada, teve seu nome alterado para “Mulheres Com Bolsonaro”. O presidenciável agradeceu às eleitoras pelo suposto apoio em seu perfil oficial nas mídias sociais, ignorando que aquilo foi conseguido por meios torpes e sem informar se tratar de uma fraude. Anteriormente, em sabatina ao Jornal Nacional, o candidato demonstrou revolta contra um tal “Seminário LGBT Infantil”, evento que jamais existiu. Em uma entrevista recente, ele só mentiu. A revista Istoé classificou Bolsonaro como Candidato Fake. Já pesquisa do Datafolha dessa semana mostrou que os eleitores do candidato do PSL são os que mais consomem e espalham as notícias falsas via WhatsApp.

A democracia pressupõe o acesso a informações verdadeiras para que haja diferentes interpretações e análises. É extremamente desonesto quando pessoas espalham mentiras de forma deliberada. O que esperar do governo de alguém que não tem compromisso com a verdade durante o processo eleitoral?

Baixa atividade parlamentar

Jair Bolsonaro, deputado federal com sete mandatos consecutivos desde 1997, tem mais polêmicas no seu currículo do que projetos sancionados. São apenas dois que viraram leis. A maioria das pautas em tramitação atende aos interesses dos militares, que é o seu curral eleitoral, mas há iniciativas assustadoras e outras inúteis. A assustadora: o PL (Projeto de Lei) 6055/2013, do qual é co-autor, pretende revogar a lei 12.845/2013, que dispõe sobre o atendimento às mulheres vítimas de estupro no SUS (Sistema Único de Saúde). Na prática, a medida dificulta o uso de pílula do dia seguinte e profilaxia contra doenças sexualmente transmissíveis para as violentadas sob argumentação de que isso facilitaria a realização do aborto. A inútil: o PL 443/2015 quer batizar a faixa oceânica brasileira como “Mar Presidente Médici – Amazônia Azul”. Merecemos mais do que isso.

O discurso é vazio

Quais as propostas de Bolsonaro? Isso não é explicitado de nenhuma forma, apenas ideias genéricas se sobressaem. A cientista social e professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) Luci Praun acredita que o esvaziamento do debate público incentivado por Bolsonaro, que defende conceitos abstratos como “pátria”, “família”, “justiça” e “ordem” e “combate ao comunismo”, é feito de forma deliberada. “Seu discurso opera no interior da redução dos problemas sociais à dicotomia entre o bem e o mal”, diz. Um retrato dessa fala estéril do candidato pode ser visto nas suas entrevistas com veículos que acusa de serem contrários a ele. Sua falta de propostas é tão evidente que, para não perder pontos, ele tem fugido constantemente de debates e encontros propositivos.

Mourão é um problema

O general Hamilton Mourão, vice na chapa de Bolsonaro, não é flor que se cheire. Além de ser simpático à ditadura militar (1964-1985), e de, assim como o presidenciável, também chamar o torturador Carlos Bilhante Ustra de “herói”, e de ter declarado acabar com o 13º salário, ele já propôs uma nova Constituição feita por notáveis de sua escolha e sem essa coisinha que alguns gostam de debochar: a participação popular. Ele fala dum “autogolpe” abertamente. As polêmicas falas do vice causaram tanto mal estar dentro do PSL que até uma substituição dele foi cogitada. Ele, porém, continua firme, forte e defendendo o correligionário do PRTB Levy Fidelix para a presidência da Câmara Federal em caso de vitória. O Brasil não pode ser uma esquete militarista do programa A Praça É Nossa.

Tem outros candidatos no páreo

O sentimento antipetista tem lá os seus motivos, mas direcioná-lo para apoiar o fascismo vai inevitavelmente dar ruim. Sem os postulantes do PSL e do PT, temos um cardápio com mais dez opções. Gosta dos candidatos de centro-direita? Geraldo Alckmin (PSDB), Álvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) são algumas das opções. Prefere os mais localizados à esquerda? Sem problemas! Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU) estão na disputa. Acha essencial ter alguém religioso no poder? Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriotas) são alternativas. A quem prefere os nanicos, há Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL). Para conhecer melhor as trajetórias e histórias dos candidatos, linkados nos nomes estão os perfis da nossa série Quem Quer Ser Presidente.

E por fim:

Fetiche se aplaca na cama, não nas urnas

O líder condutor da nova extrema-direita brasileira está sempre rodeado de homens, que são os mais simpáticos ao seu jeito militarizado e deliram quando ouvem suas abobrinhas preconceituosas e violentas. Ao vivo e na internet, esses discípulos o declaram como “mito” em um tipo de admiração tão intensa que lembra muito uma paixão, sentimento de vislumbre e excitação, ou fetiche sexual, comportamento que, entre outras coisas, encontra prazer em atividades, situações e objetos específicos. Para o psicanalista e professor da USP (Universidade de São Paulo) Christian Dunker, os fãs do político têm seus benesses com o apoio irrestrito oferecido: em troca de submissão ganham uma sensação de segurança. “Quando nossas experiências infantis enfatizaram demasiadamente a identificação entre amor-medo-proteção, temos uma certa disposição e reproduzir isso na vida adulta. E a vida política não seria uma exceção a isso”, considera.

Não vamos deixar o Brasil na mão de um populista histérico.

Manual da canalhice política

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O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) se tornou conhecido em todo o Brasil pelas declarações polêmicas em torno de temas delicados, como a homossexualidade, o racismo e as ditaduras no Brasil e em países de América Latina.

Iniciado na política desde 1980 no Rio de Janeiro, o parlamentar coleciona um série de frases questionáveis não só pelas contradições, já que se autoproclama um cristão atuante, mas pela agressividade.

As declarações foram compiladas no tumblr “Bolsonaro Cristão”, criado pelos estudantes Fernando Paladini e Guilherme Eufrasio, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O tumblr também traz notícias sobre o deputado, como a votação a favor do aumento do seu próprio salário ou a denúncia de prática de nepotismo.

VEJA TAMBÉM: Jair Bolsonaro pontua em nova pesquisa para a Presidência da República

“Este site não está criticando, em nenhuma medida, o cristianismo, a Igreja Católica ou qualquer outra entidade religiosa; o conteúdo apenas explicita a hipocrisia do ‘cristianismo’ de Jair Messias Bolsonaro”, lembram os estudantes criadores do tumblr.

Confira abaixo algumas das frases mencionadas no tumblr e outras passagens rememoradas por Pragmatismo Político:

1“O erro da ditadura foi torturar e não matar.” (Jair Bolsonaro, em discussão com manifestantes)

2“Pinochet devia ter matado mais gente.” (Bolsonaro sobre a ditadura chilena de Augusto Pinochet. Disponível na revista Veja, edição 1575, de 2 de Dezembro de 1998 – Página 39)

3“Seria incapaz de amar um filho homossexual. Prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí.” (Jair Bolsonaro em entrevista sobre homossexualidade na revista Playboy)

4“Não te estupro porque você não merece.” (Jair Messias Bolsonaro, para a deputada federal Maria do Rosário)

5“Eu não corro esse risco, meus filhos foram muito bem educados” (Bolsonaro para Preta Gil, sobre o que faria se seus filhos se relacionassem com uma mulher negra ou com homossexuais)

6“A PM devia ter matado 1.000 e não 111 presos.” (Bolsonaro, sobre o Massacre do Carandiru)

7“Não vou combater nem discriminar, mas, se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater.” (Afirmação de Jair Bolsonaro após caçoar de FHC sobre este segurar uma bandeira com as cores do arco-íris)

8“Você é uma idiota. Você é uma analfabeta. Está censurada!”. (Declaração irritada de Jair Bolsonaro ao ser entrevistado pela repórter Manuela Borges, da Rede TV. A jornalista decidiu processar o deputado após os ataques)

9“Parlamentar não deve andar de ônibus”. (Declaração publicada pelo jornal O Dia em 2013)

10“Mulher deve ganhar salário menor porque engravida” (Bolsonaro justificou a frase: “quando ela voltar [da licença-maternidade], vai ter mais um mês de férias, ou seja, trabalhou cinco meses em um ano”).