O país da barbárie e da indiferença

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“Ele não viu que eu estava com roupa de escola, mãe?”.

Últimas palavras do menino Marcos Vinícius, fuzilado quando voltava da escola por soldados que ocupavam helicópteros das forças de ocupação militar no Rio de Janeiro.

“A ambulância demorou uma hora para chegar porque os policiais mandaram ela voltar da avenida Brasil. Aí veio uma ordem superior mandando ela entrar. Nesse momento, meu filho já estava estava roxo, pálido, gelado. O beicinho dele já estava inchado. (pausa…) Ele estava falecendo ali na minha frente. O meu filho ontem perdeu o baço, ele perdeu um rim, ele tomou ponto no estômago e os estilhaços acabaram com tudo dele. Eu não tenho o que doar do meu filho, entendeu, gente?” – palavras da mãe de Marcos Vinicius. Ela queria doar os órgãos do filho de 14 anos e não conseguiu.

(by Kédma Ferreira, no Face)

E há quem acredite que este país tem jeito.

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