Bate-papo no boteco virtual – Manaus x PSC

Copa Verde 2018 – Semifinal (jogo de volta)

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Manaus-AM x Paissandu – Arena da Amazônia, 21h

Na Rádio Clube, Valmir Rodrigues narra; João Cunha comenta. Reportagens – Dinho Menezes, Paulo Sérgio Pinto. Banco de Informações – Jerônimo Bezerra

16 comentários em “Bate-papo no boteco virtual – Manaus x PSC

  1. Time do Paysandu joga pra trás. Acho que os jogadores não são orientados para atacar. Além de tudo também não sabem marcar. Time sem alegria e sem vontade.

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  2. Jogo tecnicamente sofrível, muitos erros de passe, lançamentos forçados e uma enxurrada de bolas aéreas por parte do Manaus. O Papão chegou ao gol em jogada meio despretensiosa de Mateus Miller, batendo rasteiro e alcançando Cassiano, que desviou e mandou fora do alcance do goleiro Jonathan. A partir daí, só deu Manaus, com bolas alçadas para Nena e Hamilton dentro da área. Depois de muito tentar, o time baré chegou ao empate em jogada que a zaga bicolor ficou assistindo a bola passar e chegar a Rossini, que dominou e bateu para as redes. O Manaus ainda teve duas boas chances, uma delas em falta defendida por Renan Rocha. Carmona saiu reclamando da falta de atenção nos insistentes cruzamentos sobre a área e na falta de organização para ganhar os rebotes. Moisés foi a novidade entrando pelo lado esquerdo e voltando para ajudar na marcação. Nando Carandina e William são os volantes, mas o PSC sofre com o avanço de Cleitinho, Derlan, Negueba e Rossini sempre muito livre para armar as jogadas junto à área. O empate favorece o Papão, mas o jogo é de alto risco pela velocidade imposta pelo Manaus. Jogo indefinido.

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  3. Com um gol de Magno nos acréscimos, o Papão sacramentou a passagem a mais uma decisão da Copa Verde, vencendo por 2 a 1 na Arena da Amazônia e qualificando-se para tentar levantar o bicampeonato. Foi um jogo ruim e feio, com bolas esticadas e muitas trombadas, mas o PSC foi o menos pior e teve calma para encaixar o contragolpe letal com Magno e definir o jogo ante o desespero dos amazonenses nos minutos finais. A vitória ajuda a acalmar o ambiente na Curuzu, tira a corda do pescoço do técnico Dado Cavalcanti, mas não pode servir para esconder as muitas deficiências da equipe, que não foram suficientemente exploradas pelo Manaus.

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