Entidade de direita banca formação política de médica que hostilizou cubanos

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A presidente do Sindicado dos Médicos do Ceará (Simec), Mayra Pinheiro, ganhou projeção nas redes sociais em 2013 por encabeçar um grupo de médicos que hostilizou profissionais cubanos que chegavam ao Brasil para trabalhar.

Na época, ela era candidata a deputada federal pelo PSDB, mas foi derrotada nas urnas. Agora, Mayra foi selecionada pelo Renova Brasil, grupo de Luciano Huck, para receber um auxílio que varia de R$ 5 a R$ 12 mil e participar de um curso de formação em política.

De acordo com a banca avaliadora do Renova Brasil, Mayra foi questionada sobre os xingamentos aos cubanos, mas negou que tenha organizado a balbúrdia. “Nunca fui para o aeroporto vaiar os cubanos. O único episódio que participei foi na Escola de Saúde Pública. Tenho até um vídeo com camisa de Cuba recepcionando os colegas. O que defendia era que o Mais Médicos fosse para brasileiros”, justificou-se.

Em relação a políticos, Mayra é próxima dos senadores Tasso Jereissati (PSDB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO) e do deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS). No ano passado, ela apareceu ao lado do deputado Jair Bolsonaro, pré-candidato a presidente, para homenagear os médicos pelo Dia do Médico. Em nota, o coletivo “Médicos pela Democracia” criticou a postura da médica.

“Nós, Médicos pela Democracia do Ceará, repudiamos esta atitude da Presidente do nosso querido Sindicato dos Médicos, de gloriosa tradição de luta. A Dra. Mayra não soube nos representar dignamente no Dia do Médico”, disse o comunicado.

CANDIDATURA NEGADA – Nesta quarta-feira (7), Luciano Huck reafirmou ao TSE que não entrará na disputa eleitoral deste ano. O apresentador abordou o assunto ao pedir à corte o arquivamento de representação movida pelo PT após sua aparição no “Domingão do Faustão”, em janeiro. “Luciano Huck em instante algum apresentou-se como candidato, não pediu voto a quem quer que seja e reitera, como dito anteriormente, que não será candidato no pleito de 2018”, garantem seus defensores.

Citado como presidenciável, o apresentador foi acionado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) por abuso de poder econômico e campanha eleitoral antecipada. Os advogados de Huck sustentam que a ida ao “Domingão” foi “produção de entretenimento” e que os rumos do país, tema de parte da entrevista, são preocupações de todo brasileiro. “Falar de política não pode ser um monopólio de políticos”, dizem. (Do Pragmatismo Político)

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