Enfim, uma Copa sem “grupo da morte”

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O grupo E, onde o Brasil aparece como cabeça-de-chave, é um dos mais “tranquilos” da Copa do Mundo. A Seleção de Tite terá pela frente Suíça, Costa Rica e Sérvia, adversários que não integram o chamado primeiro mundo do futebol. Todos são times inferiores ao brasileiro.

O risco de enfrentar a campeã mundial Alemanha logo na segunda fase é real e deve ser a principal preocupação de Tite a essa altura. O grupo mais equilibrado da Copa talvez seja o D, com Argentina, Nigéria, Croácia e a zebra Islândia.

De maneira geral, o sorteio realizado nesta sexta-feira deixa claro que a Fifa tomou todas as providências para evitar o surgimento de “grupos da morte” na primeira fase, como ocorreu até o Mundial de 2014. Pela primeira vez, o equilíbrio de forças reina em todos os grupos.

2 comentários em “Enfim, uma Copa sem “grupo da morte”

  1. Fruto do modus operandi que o mafioso João Havelange implantou na FIFA pra eternizar-se no poder, consistindo em abrir as portas pra todas as confederações que o apoiassem.
    Trinta e duas seleções, das quais menos de 1/3 delas aspira alguma coisa. Só poderia dar nisso: inúmeras seleções de morte e sem qualquer grupo da morte.

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  2. Política e futebol sempre andaram juntas, inclusive no ditado que diz que política, futebol e religião não se discutem. É só olhar a realidade e ver que os três sempre estão de mãos dadas. E com as elites.

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