Archive for 10 de novembro de 2017

Histórias do mundo da bola

Imagens raras de Waldir Cardoso Lebrêgo, o Quarentinha, o maior artilheiro da história do Botafogo, com 313 gols em 417 jogos. Conhecido como o artilheiro que não sorria, Quarentinha não gostava de comemorar seus gols – achava que não fazia mais que sua obrigação. Muitos não o entendiam, mas teve uma carreira brilhante – iniciada no Paissandu – com a camisa 9 do Botafogo, chegando a defender a Seleção Brasileira.

10 de novembro de 2017 at 23:48 Deixe um comentário

Acham que o povo engole farinha do mesmo saco?

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POR FERNANDO BRITO, no Tijolaço

A política, quando se faz sem lideranças nela forjadas, é apenas um jogo de ambições, vaidades e espertezas. Portanto, como diz a epígrafe deste blog, uma arte das elites, que consiste em dar aparência nobre e de interesse social ao que é só um projeto de grupo ou, mais frequentemente, de um indivíduo.

Goste-se ou não, o PSDB já representou um projeto, o de modernização conservadora do Brasil.

Já não mais.

Geraldo Alckmin, pobre coitado, está longe disso.

Mas é o que resta ao PSDB, porque o resto – Aécio e Dória – são simples aventureiros, ao que parece ambos abatidos por suas próprias espertezas.

Como, porém, a grande maioria dos partidos, aqui, deixou de representar algum tipo de pensamento social e organizou-se -até pela falta de lideranças – horizontalmente,  à procura de  conveniências e oportunidade.

Por isso, o que se assiste é uma fantasia, descolada das necessidades sociais do povo brasileiro e, até mesmo, das de suas elites, se acaso elas fossem lúcidas o suficiente para percebê-lo.

Atiram-se, como se vê, na esperança de qualquer um que as livre de Lula e de Bolsonaro, que elas próprias criaram com a tática fácil do “inimigo interno” de violência e da criminalidade, como se estas fossem pragas do Egito, das quais só  nos livraremos pela conversão fundamentalista.

Estão dispostas a um concurso de calouros, a gritar para o povo – peço desculpas ao velho Abelardo Barbosa: “Vai para o trono ou não vai?”

É incrível, mas as elites brasileiras, na política, estão colaborando com Lula.

Estão escrevendo, na prática, a frase do ácido  Millôr Fernandes.

“Mais importante do que ser genial é estar cercado de medíocres.”

A cada um que jogam na fogueira das vaidades contra ele, só o aumentam.

10 de novembro de 2017 at 23:10 2 comentários

A frase do dia

“Os EUA estão fazendo manobras conjuntas com o Brasil na Amazônia, o xodó do planeta, apenas por amor à arte. E não se fala mais nisso.”

Palmério Dória, jornalista

10 de novembro de 2017 at 23:07 Deixe um comentário

Neymar desmente atritos com técnico e problemas no PSG

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Após deixar sua marca na vitória da seleção brasileira sobre o Japão por 3 a 1, em amistoso realizado em Lille, nesta sexta-feira, o atacante Neymar deu entrevista coletiva ao lado do técnico Tite, mas logo na primeira pergunta os jornalistas queriam saber realmente é de sua situação dentro do Paris Saint-Germain.

O camisa 10, porém, negou todas essas informações, garantiu estar feliz no PSG e pediu para que os jornalistas “parem de inventar”.

“Estou muito bem, feliz, motivado para vencer no PSG, ser um jogador que dê tudo em campo. É um fato que vem incomodando. Estão inventando um monte de histórias que não são verdade. Que não me dou bem com o Cavani, meu técnico. Muito pelo contrário, vim com o aval dele. Quando cheguei, tivemos uma reunião, ele falou tudo, que ia me ajudar a vencer os objetivos, não só para mim, mas para o clube. Que pare por aqui de inventar história que tenho problemas com meu técnico. Vim para ajudá-lo”, afirmou Neymar.

“O que quero é ser feliz, não vim para incomodar ninguém. Sei da minha importância, do meu papel, faço o que o treinador me manda. Claro que, em campo, a gente tem que improvisar, mas vem me incomodando sim, vem me ferindo aos poucos. Até conversei com o Tite, o Edu. Invenções de quem não está dentro, não está no nosso dia a dia. Acaba incomodando. Peço que parem, sejam corretos”, continuou.

Em outra resposta, o atacante afirmou que estava na entrevista coletiva por “vontade própria” e quer que não haja “burburinho”. “Não estou aqui bravo, puto da vida. Vim por vontade própria, com felicidade de falar o que eu penso. Sou bem realista, não gosto de burburinho, invenções, histórias. Incômodo, sim, com a imprensa, não em geral, mas com pessoas que pensam que sabem de tudo, mas não sabem. Não adianta todo mundo inventar historinhas, eu não falar nada, e todos acharem que é verdade. Melhor ouvir da minha boca”, decretou.

“Não tenho problema com ninguém no Paris. Estou feliz, disposto a ajudar minha equipe a vencer. É o que vim fazer, ganhar todos os títulos, vencer jogos, assim como na seleção. Sou ambicioso, gosto de vencer, gosto de ganhar. Sou feliz sempre, saí do Barcelona feliz e continuo muito feliz”, garantiu o astro, que no fim da entrevista foi defendido pelo técnico Tite e chorou.

“Estamos há um ano e meio trabalhando juntos. Nos enfrentamos muito forte em equipes diferentes e sempre fomos muito leais. E as pessoas falavam que eu tinha problemas com Neymar. Cansei de ouvir isso. Posso falar, com a minha carreira, da personalidade e caráter que ele tem. Se ele tem problemas, tem a grandeza de direcionar num vestiário”, começou o treinador da seleção.

“Não somos perfeitos, somos seres humanos. Às vezes a gente reage de maneira errada, eu fiz isso. Mas temos que tomar cuidado para não generalizar, principalmente, com caráter e índole. E eu posso falar do caráter e a índole do Neymar, e do grande coração que ele tem”, falou Tite, emocionando o atacante.

Pouco antes disso, o camisa 10 da seleção elogiou o trabalho de Tite, aprovou a atuação da equipe diante dos japoneses. O atacante fez o primeiro gol do Brasil, em uma cobrança de pênalti, e depois desperdiçou outra penalidade. (Da ESPN)

10 de novembro de 2017 at 22:18 Deixe um comentário

Aos desavisados de plantão

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10 de novembro de 2017 at 14:51 Deixe um comentário

Vai vendo… (2)

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10 de novembro de 2017 at 14:48 Deixe um comentário

Um relato

POR ALFREDO HERKENHOFF

“Eu deveria ficar triste vendo o vídeo viralizado de William Waack. Mas fiquei alegre. Triste porque muitas pessoas que acreditavam nele são as mesmas que acreditaram em Aécio Neves. Mas fiquei alegre porque nós, jornalistas, sabemos na grande maioria quem somos. (…) Quase ninguém sabe que eu, então secretário de oficina no quinto andar do Jornal do Brasil, fui insultado por William Waack de um modo estúpido e idiota, insultado por quem se achava melhor de que todo mundo. (…)

William Waack era e é uma pessoa culta e talentosa. Mas fez opções hediondas na vida. Uma delas é a de ser doentiamente grosseiro. (…) Então é com alegria que vejo que William Waack acaba de entrar para o clube de Aécio Neves e golpistas associados. (…) A Rede Globo deve demitir William Waack e não se fala mais nisso. Ele tem bagagem para escrever novos livros dizendo o que aconteceu de tão grave na sua vida para insultar tão gravemente negros e colegas. (…) O melhor agora é pedir perdão e mudar o desenho.

Todo mundo sabia quem era Aécio nas principais redações. Todo mundo sabia quem era esse mais um que esta noite se foi.”

10 de novembro de 2017 at 14:42 1 comentário

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