Archive for 6 de novembro de 2017

Luverdense dá sufoco no Inter

6 de novembro de 2017 at 21:58 6 comentários

Enquanto isso…

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6 de novembro de 2017 at 17:02 Deixe um comentário

Capitalismo à brasileira

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DO CONVERSA AFIADA

Ele é o ídolo do Historialista! Jorge Paulo Lemann é o símbolo do Capitalismo Mundial parasitário e bem-sucedido.

Ele é fabricante de cerveja e ketchup.

Uma contribuição à Economia da Inovação e da Produtividade: cerveja e tomate amassado.

O truque dele é demitir. Um jestor magnífico. Onde chega, corta!

Corta pessoal!

E sai por aí a fazer filantropia, como bancar um curso de Capitalismo Itinerante, numa barraca em Harvard, para onde manda uns wanna-be brasileiros.

Agora, pegaram-no com a mão na botija, a mesma em que se lava o Meirelles, um dos açougueiros desse tal neolibelismo.

E ele acha tudo normal: explora os escravos no Brasil e manda a grana pra fora:

Homem mais rico do Brasil está ligado a 20 offshores em paraísos fiscais

O empresário Jorge Paulo Lemann é o homem mais rico do Brasil. Tem 1 patrimônio pessoal de US$ 29,2 bilhões segundo a revista Forbes e US$ 30,9 bilhões de acordo com o ranking de bilionários da Bloomberg. Ele e seus sócios também estão ligados a pelo menos 20 empresas abertas em países que cobram muito pouco ou nada de impostos para quem registra por lá seus negócios.

Lemann é acionista de grandes companhias, entre outras InBev (de marcas como Brahma, Antarctica, Stella Artois, Budweiser e Corona), Burger King e Heinz, além de ser investidor em empresas como o Snapchat. As offshores do empresário estão registradas nas Bermudas, Bahamas e Ilhas Cayman.

Em geral, a constituição dessas empresas em paraísos fiscais faz parte do planejamento tributário de grandes grupos no Brasil para reduzir a carga fiscal sobre suas receitas.

Não é ilegal brasileiros serem proprietários de offshores, desde que devidamente declaradas à Receita Federal, no caso de cidadãos que têm domicílio fiscal no Brasil.

O Banco Central também deve ser informado anualmente caso pessoas residentes no Brasil mantenham ativos (participação no capital de empresas, títulos de renda fixa, ações, depósitos, imóveis, dentre outros) com valor igual ou superior a US$ 100 mil no exterior. Se o montante for igual ou ultrapassar os US$ 100 milhões, a declaração deve ser trimestral.

Em nota conjunta enviada ao Poder360, os sócios Carlos Alberto Sicupira, Marcel Telles e Jorge Paulo Lemann afirmaram que mudaram a residência fiscal para fora do Brasil com a expansão dos negócios ao exterior. Disseram ainda que cumprem as regras aplicáveis em relação à divulgação de informações nos países em que estão presentes ou investem. Leia a íntegra ao final deste texto.

Ao renunciar ao domicílio fiscal, a pessoa tem o CPF suspenso. Os bens e rendimentos aqui no Brasil passam a ser tributados na fonte. A declaração de Imposto de Renda passa a ser feita apenas no país do novo domicílio fiscal. Caso o contribuinte continue pagando o INSS no Brasil, pode receber os benefícios. O SUS, por sua vez, é atendimento universal. Todas as pessoas têm direito. A transferência de domicílio para o exterior é regulada pelo artigo 16 do decreto 3.000 de março de 1999.

Os dados desta reportagem fazem parte da investigação jornalística Paradise Papers, que começou a ser publicada no domingo (6.nov.2017) e é uma iniciativa do ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), organização sem fins lucrativos com sede em Washington, nos EUA.

A série Paradise Papers é 1 trabalho colaborativo de 96 veículos jornalísticos em 67 países –o parceiro brasileiro da investigação é o Poder360. A reportagem está sendo apurada há cerca de 1 ano. Os dados foram obtidos pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung a partir de 2 fornecedores de informações de offshores e 19 jurisdições que mantêm esses registros de maneira secreta.

3 SÓCIOS E PEDRO PARENTE
Lemann e outros 2 executivos da InBev, Carlos Alberto da Veiga Sicupira, o Beto Sicupira, e Marcel Herrmann Telles, aparecem como diretores de diversas companhias.

Juntos, eles integram o quadro de diretores da Squadron Aviation Services Limited, registrada nas Bermudas, e outras 9 empresas nas Bahamas: Cetus Investments (transferida das Ilhas Cayman para as Bahamas em 2013), BVC Services Ltd., BR Global Investments Limited, Santa Giustina Inv. & Arbitrage Ltd., Santa Venerina Inv. & Arbitrage Ltd., Santa Marcelina Inv. & Arbitrage Ltd., Santa Paciencia Ltd., Santa Bárbara Management Ltd (fechada em fev.2001) e S-BR Global Investments Ltd.

Nesta última, segundo documentos de maio de 2013, Lemann dividiu o conselho de administração com o atual presidente da Petrobras, Pedro Parente.

Parente foi membro do conselho da companhia (director, na terminologia em inglês) de 29 de agosto de 2012 a 5 de junho de 2016.

Em nota enviada ao Poder360, Pedro Parente afirmou que renunciou ao cargo depois de aceitar o convite para assumir a Petrobras. Diz ter recebido rendimentos por sua atuação junto ao conselho, tendo recolhido impostos sobre os ganhos.

“Nunca fui e não sou acionista, direto ou indireto, da S-BR Global Investments Limited, não havendo, portanto, o que constar na declaração de bens do Imposto de Renda”, declarou. Leia a íntegra da resposta. Eis quadro de diretores da companhia à época.

Individualmente, Beto Sicupira é diretor da Santa Heloisa Ltd., nas Bahamas. Marcel Telles é diretor de outras pelo menos 12 offshores também nas Bahamas, com nomes sequenciais como BH1, BH2 (até BH7), e B1, B2 (até B5).

Nos documentos, Lemann é listado como único diretor da Santa Erika Ltd. e da Santa Roseli Ltd. O empresário também aparece ligado a outras 8 empresas: Lone Himalayan Pine LTD, Lone Himalayan Pine Master Fund Ltd., Dali Investment Ltd, Quentin Finance LLC, Arassari Ltd, Maniro Ltd., Baran Ltd. e Credit Suisse Asset Management Limited (diretor de 29 de agosto de 1997 a 1º de agosto de 1998). Eis 1 quadro com as 20 offshores ligadas a Lemann.

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Dentre as empresas citadas nesta reportagem, 5 fazem parte da estrutura acionária da Anheuser-Busch InBev SA/NV, multinacional do setor de bebidas que surgiu depois que a InBev (resultado da fusão da belga Interbrew com a brasileira Ambev) comprou a americana Anheuser-Busch em 2008: Santa Heloísa, Santa Paciência, Santa Erika, SB-R Global e BR-Global.

Eis 1 organograma com a estrutura societária do grupo econômico e dos acionistas segundo Formulário de Referência publicado pela AB InBbev S.A em julho deste ano.

OUTRO LADO

Em nota conjunta enviada ao Poder360, Carlos Alberto Sicupira, Marcel Telles e Jorge Paulo Lemann afirmaram que mudaram a residência fiscal para fora do Brasil com a expansão dos negócios ao exterior. Leia a seguir a íntegra da nota de Carlos Alberto Sicupira, Marcel Telles e Jorge Paulo Lemann enviada ao Poder360:

“Com a grande expansão dos nossos negócios para o exterior mudamos há vários anos a nossa residência fiscal para fora do Brasil. A expansão dos nossos negócios pelo exterior também envolveu a constituição de veículos para fins da gestão e planejamento estratégico de nossos investimentos e ativos no exterior. Todos os nossos veículos são legais, cumprem as regras e leis aplicáveis e de alguma forma participam ou participaram da gestão de nossos investimentos e ativos. Cumprimos todas as regras aplicáveis em relação à divulgação de informações nos países que estamos presentes ou investimos. Tudo perfeitamente normal e dentro das leis aplicáveis”.

6 de novembro de 2017 at 17:01 Deixe um comentário

Bergson é destaque no ranking dos artilheiros

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Foi dele o gol salvador que impediu nova derrota do Paissandu dentro de casa, na última sexta-feira, diante do Vila Nova-GO. Bergson, fazendo jus à condição de ídolo dos bicolores, marcou naquela noite seu 23º gol pelo Papão em 2017. O atacante agora está entre os maiores goleadores do ano, atrás apenas de Henrique Dourado, do Fluminense-RJ, com 30, e de Fred, do Atlético-MG, que tem 26 gols.

Ausente dos últimos dois jogos, contra Londrina-PR, por estar suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e Criciúma-SC, Bergson festejou a volta aos gramados. “Fiquei muitos dias sem treinar, então voltar hoje para mim é gratificante. Marcar também. Infelizmente não conseguimos os três pontos, mas agora é descansar para terça-feira estar bem. Ainda temos cinco jogos pela frente e vamos fazer o nosso melhor”, disse.

Bergson tem 42 jogos disputados em 2017 e marcou 23 gols, posicionando-se em terceiro lugar no ranking dos artilheiros da temporada, ao lado de Jô, do Corinthians, e André, do Sport-PE. (Com informações da Ascom-PSC)

6 de novembro de 2017 at 16:03 1 comentário

Mal-estar e vergonha

POR LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA

Um mal-estar tomou conta da sociedade brasileira. As causas imediatas são a recessão econômica, a ilegitimidade do presidente da República, a desmoralização dos políticos, a corrupção generalizada, a violência contra os direitos civis praticada por um juiz e promotores de Curitiba, e a radicalização política da classe média tradicional, ressentida por avanços políticos e sociais como a regulamentação do trabalho doméstico e a política de cotas nas universidades.

Mais profundamente, estamos envergonhados porque não soubemos honrar a democracia que nós próprios construímos. Entre 1930 e 1980, formamos nosso Estado-nação e realizamos nossa revolução industrial e capitalista; em seguida, nos anos 1980, construímos a democracia, e a tornamos social. Isso tudo era motivo de orgulho. Mas, em 2016, um impeachment arranhou gravemente essa democracia.

O impeachment de Dilma Rousseff será para sempre uma mancha na história do Brasil. Para que fosse realizado, uma quadrilha de políticos convidou ideólogos para escreverem um plano de governo neoliberal, que foi o passe para garantir o apoio das elites financeiro-rentistas, da classe média tradicional e do partido político que as representa —o PSDB.

Em seguida, o governo passou a comprar deputados para aprovar reformas radicais, que, segundo os mesmos ideólogos, levarão o Brasil ao paraíso. Uma delas, aborto jurídico e econômico –a emenda constitucional congelando a despesa pública; outra —a reforma trabalhista—, uma vitória contra os trabalhadores a partir do diagnóstico absurdo de que a falta de competitividade das empresas brasileiras não decorre do juro alto e do câmbio apreciado, mas de salários altos.

O mal-estar que atinge a sociedade brasileira é geral. Seu fulcro está no impeachment. Se o Brasil fosse um Paraguai, onde a democracia não está consolidada, não ficaríamos indignados e envergonhados. Mas não somos. O impeachment derrotou a todos —a esquerda e a direita.

A esquerda, porque os erros do governo Dilma facilitaram o impeachment; e porque o principal partido de centro-esquerda, o PT, igualou-se aos demais partidos no financiamento de suas campanhas.

A centro-direita, porque sabe que a vitória foi de Pirro; porque o governo que inventou é uma fraude; porque, após ano e meio no poder, verifica não ter apoio dos eleitores; porque, ante o ódio e a perseguição, a figura de Lula se agiganta.

Como eu, imagino que muitos brasileiros estejam hoje indignados. Mas a indignação não justifica radicalismo ou enfrentamento. A crise que vivemos nasceu do radicalismo e do ódio que, de repente, emergiram nas manifestações populares de junho de 2013. Radicalismo não se enfrenta com radicalismo, nem ressentimento com ressentimento, mas com política e negociação.

Dentro de um ano, teremos eleições presidenciais, e o que importa agora é assegurar que elas sejam democráticas, que os candidatos apresentem programas de governo claros e factíveis e que desses programas faça parte o compromisso de cada candidato de trabalhar pela pacificação dos espíritos.

Mas não estarei eu voltando à velha “conciliação das elites”? Não, porque dessa conciliação fazem necessariamente parte as classes populares. Mas o Brasil não precisa de uma liderança forte e corajosa? Sim, muito, mas não precisa de um candidato de salvação nacional.

Precisa de um presidente que reconheça as restrições econômicas e políticas e procure contorná-las na medida do possível. Precisa de elites intelectuais e políticas que também reconheçam essas restrições e, portanto, saibam que um governo de centro-esquerda não poderá ser muito diferente de um de centro-direita, e vice-versa. Que o governo é sempre um governo de todos, e não apenas dos vencedores no pleito.

Precisa de políticos e magistrados que priorizem o interesse público e combinem coragem com prudência para, assim, retomarmos a construção coletiva da nação e do Estado brasileiro.

6 de novembro de 2017 at 15:53 Deixe um comentário

Marin das Medalhas começa a ser julgado nos EUA

O ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) José Maria Marin, 85 anos, começa a ser julgado pela Justiça dos Estados Unidos nesta 2ª feira (6.nov.2017). A investigação trata de suposto envolvimento do dirigente em esquema de corrupção na Fifa (Federação Internacional de Futebol).

O brasileiro foi preso em maio de 2015 na Suiça. Desde novembro daquele ano, cumpre prisão domiciliar em Nova York desde 2015. O julgamento poderá durar 6 semanas –a 1ª será consumida com a seleção de jurados e outras burocracias. Se for condenado, a pena de Marin pode chegar a 20 anos de prisão.

Marin e outros 41 dirigentes e empresários de futebol foram indiciados por 92 crimes. O esquema teria movimentado US$ 200 milhões ao longo de 25 anos.

Eles são acusados de distribuir e receber contratos de transmissão de jogos das eliminatórias para a Copa do Mundo em troca de subornos. Fraude bancária, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa são algumas das acusações que o grupo irá responder.

A dúvida é se Marin vai continuar silenciando sobre os principais sócios da CBF nas irregularidades praticadas e nas ligações espúrias com empresários da área de comunicações. (Com informações do Poder360) 

6 de novembro de 2017 at 13:31 1 comentário

Todo o episódio estrelado por Joesley causa, a cada curva, novo espanto

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POR JANIO DE FREITAS, na Folha SP

O assunto é sério demais para que tenha a sepultá-lo dois despachos simples. O primeiro já dado, com a recusa ao pedido de investigação, por alegada insuficiência de indícios. Não é bem assim. E há casos em que sua gravidade justifica o mínimo necessário para permitir uma investigação preliminar.

A Procuradoria Geral da República entende que em dado telefonema gravado pode referir-se à compra de sentenças judiciais pela J&F, holding, ou empresa central, do grupo controlado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista. A conversa foi entre Francisco de Assis, diretor jurídico da J&F, e uma advogada a serviço da empresa. A Procuradoria Geral pediu autorização ao Supremo para levantar sentenças judiciais envolvendo a J&F e, se houver, investigar as de lisura pouco clara. O ministro Ricardo Lewandowski negou a permissão, em nome das exigências convencionais.

A procuradora-geral Raquel Dodge volta ao Supremo, pretendendo a reconsideração de Lewandowski. A propósito, há mais do que o telefonema. Há uma referência explícita e da pessoa mais autorizada a fazê-la. Foi motivo de espantos indignados no seu aparecimento, menções a investigação, e logo recolhida ao silêncio. Em uma das suas gravações, Joesley Batista listou várias conquistas, com o Judiciário entre elas. Como nos demais listados, sem nomes. Mas a referência ao promotor que conquistara “lá dentro” confirmou-se sem muito trabalho. Motivo bastante para que as demais pistas passem por um crivo.

A reconsideração pedida por Raquel Dodge faz sentido. Se nada constatar, ótimo. Se ao contrário, idem.

Por falar nisso, todo o episódio estrelado por Joesley Batista causa, a cada curva, novo espanto. A J&F que inquieta Raquel Dodge, por exemplo, não chegou a interessar os investigadores sobre as ilicitudes de um dos seus braços, a JBS. Em princípio, nada de relevante se passaria com e na JBS sem conhecimento, para não dizer aprovação ou orientação, da J&F. Responsabilidade que fez essa holding dotar-se de um conselho numeroso, ativo e poderoso.

Empréstimos bilionários tomados pela JBS estão sob investigações de várias procedências, as centenas de milhões ou o declarado bilhão da corrupção alimentada pela JBS foram e voltam a ser investigados. É como se os procuradores e os policiais, no entanto, tivessem conhecimento prévio de quem sabe o que, de quem agiu como e quando. Não precisam – ou é outro o motivo – de informações e verificações no conselho dos superiores. Nem sequer de quem o presidia e hoje se considera presidenciável para 2018 – o ministro Henrique Meirelles.

Mesmo sendo todos alheios às ilegalidades, não se justificaria a discriminação protetora praticada pela Procuradoria Geral da República, desde Rodrigo Janot, e da Polícia Federal. A gravação de Joesley e Ricardo Saud, revelação mais recente e por engano, foi considerada só por más piadas e bobices. No fundo, porém, dá sinais do muito que falta saber sobre as aventuras de Joesley & cia.

Outra medida que resulta em privilégio protetor está na mesma petição, ao Supremo, em que Raquel Dodge diz ser “fato incontroverso” o recebimento, pelo hoje ministro Aloysio Nunes Ferreira, de meio milhão da Odebrecht. Dodge recomenda que ele e José Serra, citado com montante mais de dez vezes superior, não sejam investigados: ambos passados dos 70, beneficiam-se de prescrição encurtada. Não são puníveis, mas investigados devem ser. Para se verem inocentados ou punidos moralmente (supondo que isso importe). E ainda porque cada possível crime tem duas partes, e a pagadora Odebrecht não ganhou prescrição. O mesmo vale para Michel Temer, por maiores motivos.

6 de novembro de 2017 at 13:27 Deixe um comentário

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