Archive for 9 de agosto de 2017

Rock na madrugada – Rolling Stones, Shattered

9 de agosto de 2017 at 23:57 Deixe um comentário

‘Invicto’, Wellinton Jr. pede chance no time titular do Papão

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Em busca da recuperação na tabela de classificação, o Paissandu tem pela frente o Oeste na próxima rodada. E um jogador em especial vem com um rendimento diferente do da equipe. Querendo reconquistar vaga no time titular, Welinton Junior não perde há cinco compromissos com a camisa bicolor. Aproveitamento diferente do Papão, que dos últimos cinco duelos acabou perdendo três.

Após participar da vitória do Paysandu em cima do Santa Cruz, na penúltima rodada, Welinton acabou não sendo aproveitado por Marquinhos Santos na derrota em casa para o Figueirense que fechou o turno. “São opções do treinador e da comissão técnica. É normal no futebol e não é nenhuma novidade. Claro que não estou 100% feliz. Primeiro pela fase do Paissandu que não é boa e também por não estar jogando tanto. Mas respeito o comandante. É o Marquinhos Santos quem manda. Continuo trabalhando forte e estou me dedicando ainda mais para recuperar a minha vaga, sempre respeitando todos os companheiros. Não pode ser diferente”, afirmou.

O próximo adversário, aliás, traz boas recordações ao jogador. Pelo Papão, Welinton Junior encarou duas vezes o Oeste e venceu as duas. Foi titular em ambos e contribuiu com uma assistência. “É mais um duelo complicado. O Oeste venceu na última rodada o Goiás fora de casa. Foi um grande resultado e eles estão motivados. Mas precisamos pontuar, precisamos voltar a vencer. Vamos nos dedicar ao máximo para isso. Venho trabalhando forte para contribuir da melhor maneira possível e o treinador sabe disso. Quero jogar”, finalizou.

O duelo entre Oeste e Paysandu acontece no sábado, às 19h, na Arena Barueri, em S. Paulo. (Da AV Assessoria)

9 de agosto de 2017 at 23:55 Deixe um comentário

A sentença eterna

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9 de agosto de 2017 at 12:35 Deixe um comentário

Reservas de petróleo põem a Venezuela na mira de Tio Sam

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9 de agosto de 2017 at 9:52 4 comentários

A tuitada do dia

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9 de agosto de 2017 at 0:59 5 comentários

Velho filme sem final feliz

POR GERSON NOGUEIRA

Justo no dia do aniversário de um momento glorioso da história do Remo, o clube viu-se novamente por acontecimentos desfavoráveis e que retratam a grave crise administrativo-financeira que atravessa. Os jogadores se recusaram a treinar, insatisfeitos com o atraso de salários. A situação pode colocar em perigo o futuro do time na Série C.

Na quarta colocação do grupo A e dentro da zona de classificação à próxima fase, o Leão tem 18 pontos e mantém vantagem de apenas um ponto sobre o quinto colocado (Salgueiro, 17). O cenário se complica mais em função dos dramas internos que podem afetar o desempenho em campo.

O filme é velho, mas insiste em se repetir. Como sina, o Remo reproduz desacertos administrativos, atrasando salários de atletas, comissão técnica e funcionários e submetendo-se a eventos constrangedores, como a paralisação decidida pelos jogadores, ontem à tarde, no Baenão.

Quem acompanha o Remo já sabe o que sempre ocorre no 2º semestre. A crônica falta de recursos para manter um time com folha salarial acima das possibilidades explode sempre no meio da competição mais importante, problema que já arruinou campanhas anteriores.

No ano passado, por exemplo, fustigado por problemas da mesma natureza, o time chegou à reta decisiva da Série C com chances de obter o acesso, mas sucumbiu à falta de pagamento aos atletas e ao consequente desânimo em campo.

Por coincidência, os mesmos dirigentes que criticavam gestões passadas por erros desse porte incorrem em pecados semelhantes. A ciranda é a mesma de sempre: salários atrasam porque as rendas sofrem bloqueio de 40% para pagamento de dívidas trabalhistas e não há outro meio de levantar recursos.

O time, que começou cambaleante na Série C, experimenta raro momento de estabilidade desde a chegada do novo treinador, Léo Goiano. Mesmo sem encantar a torcida, permanece invicto há quatro rodadas.

Na seara interna, a recente campanha eleitoral – vencida por Manoel Ribeiro – teve como fator decisivo junto aos sócios a promessa de que “um milionário” iria apoiar a gestão. Até o momento, o mecenas não deu as caras e a pindaíba começa a cobrar um preço alto demais, provando que o Remo não pode mais viver de salvadores da pátria. Para sobreviver no futebol atual é preciso se organizar e trabalhar sério.

Em tempo: a data festejada ontem foi a do aniversário do amistoso entre Remo e Benfica, disputado há 49 anos num Evandro Almeida entupido de gente. Torres, um dos principais jogadores da Europa à época, marcou para os encarnados. Amoroso, ídolo do Leão, empatou a partida.

O amigo Edyr Augusto, que foi ao jogo, conta que o Remo deu a saída e a bola caiu com o ponta Zé Ilídio. Ele avançou e cruzou com perigo, alvoroçando a torcida e inquietando Oto Glória, técnico do Benfica, que mandou reforçar a marcação. Zé Ilídio não pegou mais na bola. Antes do jogo, como rezava a tradição, o craque Eusébio vestiu a camisa azulina.

Hoje, meio século depois, o Remo contabiliza os custos de seus próprios erros e teimosias. Caso pudesse se olhar no espelho, o Leão iria ver as marcas do tempo e lamentar não ter mais nem um estádio para chamar de seu – visto que o Baenão foi destruído por um ex-presidente.

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Direto do blog

“Faltam 19 rodadas que é igual a 57 pontos. O Rei da Amazônia tem apenas 23 pontos. Só pode chegar a 80 pontos. Para o acesso, precisa de 62 pontos, mais 39 pontos no caso. Precisaria vencer 13 das 19 partidas. Para se manter precisa de 46 pontos, precisando vencer 7 ou 8 partidas. Resumindo: na mesma proporção está tão difícil subir como cair. A não ser que o Paysandu se torne um super time ou se torne pior do que foi. Na minha modesta opinião, o PSC talvez termine no meio da tabela. Aos secadores, um aviso: o Pay de vocês não vai cair”.

Edson do Amaral, baluarte do blog, fiel bicolor e matemático nas horas vagas.

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Jogo festivo revela abismo de qualidade

O desnível do futebol brasileiro em relação aos grandes da Europa, mais do que evidente nos últimos anos, foi mais uma vez explicitado no jogo-treino do Barcelona contra a Chapecoense, no Camp Nou. Mesmo descontado o fato de que era um encontro festivo, sem maiores preocupações com o placar, ficou patente a fragilidade do time brasileiro diante das manobras em velocidade dos craques adversários.

É bom não esquecer que a Chape disputou a Libertadores deste ano e integra a Primeira Divisão nacional. Em alguns momentos da partida, os jogadores do Barça davam-se ao luxo de repetir aquelas brincadeiras que o Santos de Pelé e Coutinho adorava aprontar mundo afora, deixando os pobres adversários na roda de bobo. Sinal dos tempos.

(Coluna publicada no Bola desta quarta-feira, 09) 

9 de agosto de 2017 at 0:40 6 comentários

Rock na madrugada – Sheryl Crow, My Favorite Mistake

9 de agosto de 2017 at 0:34 Deixe um comentário


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