Realidade do futebol muda com os milionários que bancam o jogo

21 de julho de 2017 at 15:13 Deixe um comentário

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Os tempos em que o fair play financeiro tenta controlar os gastos no futebol europeu, negócios com valores estratosféricos têm pautado o dia a dia da atual janela do mercado de transferências. Em boa parte graças aos donos bilionários de alguns dos principais clubes do continente.

Atualmente, o Milan é o que mais gastou em novos nomes: 189,5 milhões de euros. Chegaram o goleiro Antonio Donnarumma (1,5 milhão), os zagueiros Leonardo Bonucci (42 milhões) e Mateo Musacchio (18 milhões), os laterais Andrea Conti (25 milhões) e Ricardo Rodríguez (18 milhões), os volantes Lucas Biglia (17 milhões) e Frank Kessié (8 milhões – por empréstimo), o meia Hakan Calhanoglu (22 milhões) e os atacantes André Silva (38 milhões) e Fabio Borini (por empréstimo).

Na sequência, aparece o Manchester City, que desembolsou 153 milhões de euros em quatro atletas até o momento: o goleiro Ederson (40 milhões), o lateral direito Kyle Walker (51 milhões), o volante Douglas (12 milhões) e o meia-atacante Bernardo Silva (50 milhões). Ainda há a expectativa da chegada de nomes como o lateral direito Danilo, do Real Madrid, e o lateral esquerdo Benjamin Mendy, do Monaco.

No entanto, a dupla pode ser superada pelo Paris Saint-Germain, que no momento pagou apenas 16 milhões de euros para tirar o lateral esquerdo Yuri Berchiche da Real Sociedad – o lateral direito Daniel Alves chegou sem custos. O clube francês, porém, assumiria a liderança, caso pague a cláusula de rescisão de 222 milhões de euros para contratar Neymar.

O sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, membro da família real dos Emirados Árabes Unidos, comprou o Manchester City em 2008, por meio de sua empresa Abu Dhabi United Group. Ex-jogador de tênis e empresário, o catari Nasser Al-Khelaifi tornou-se o presidente do PSG em 2011 ao comprar o clube via sua empresa, Qatar Sports Investments.

Por fim, Silvio Berlusconi acertou a venda do Milan ao grupo chinês Sino-Europe Sports (SES) em um acordo de 740 milhões de euros em agosto de 2016, mas problemas no pagamento fizeram com que a mudança de dono só fosse oficializada em 13 de abril de 2017. O empresário chinês Li Yonghong tornou-se o novo presidente do clube. (Da ESPN) 

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