Coincidências infelizes

5 de julho de 2017 at 1:14 17 comentários

POR GERSON NOGUEIRA

Quando a fase é ruim, a bola bate e não entra. Perdi a conta de quantas vezes ouvi esta frase sendo usada para retratar a situação de um time. Ontem à noite, na Curuzu, por ironia, ocorreu exatamente assim com o Papão. Aos 39’ do 2º tempo, um penal caiu do céu (zagueiro Gustavo meteu a mão na bola dentro da área), mas Bergson perdeu na segunda tentativa – na primeira, houve invasão –, mandando no travessão.

Um pecado terrível, que custou muito caro aos bicolores, agora à beira da zona de rebaixamento da Série B. Foi o 8º jogo seguido sem vitória. Um recorde negativo do time na competição – no ano passado, sob o comando de Gilmar Dal Pozzo foram sete empates consecutivos.

O lado chato da história é que o Papão nem jogou tão mal. No começo, parecia finalmente ter assimilado novos conceitos e pressionava o Londrina de todas as formas. O gol andou perto de acontecer.

Os laterais se mostravam presentes nas ações ofensivas, principalmente Ayrton, e os volantes participavam ativamente das articulações. Diogo Oliveira fazia o habitual, na base do devagar-também-se-chega, mas acionou Bergson e Marcão seguidamente.

De sua parte, o Londrina fazia por onde ser sufocado. Não tinha inventividade no meio-campo e os laterais se limitavam a marcar. Celsinho zanzava pela intermediária, como aquele Celsinho que a torcida do Papão conhecia. Só quase ao final do primeiro tempo veio uma jogada mais ameaçadora por parte do time paranaense.

Para desdita do Papão, o lance terminou em gol, marcado por Jônatas Belusso, um dos artilheiros da Série B, que estava ligeiramente adiantado quando recebeu a bola. O bandeirinha não prestou atenção e o lance foi validado. A construção da jogada foi perfeita, iniciada lá atrás e chegando à área do Papão em apenas quatro toques.

De novo, para desespero da torcida, a defesa havia falhado, custando a perceber a movimentação do Londrina e deixando um buraco pelo lado esquerdo, que Celsinho aproveitou para lançar Wellison, que cruzou para o  para o artilheiro finalizar. Dois minutos depois, outro contra-ataque quase apanhou a zaga desprotegida. Emerson teve que sair para dividir o lance.

No 2º tempo, com Magno substituindo a Diogo Oliveira, o Papão ganhou em dinâmica nas investidas pelos lados, abrindo espaços sobre a última linha de marcação do Londrina. Aos 10’, veio a recompensa. Ayrton cobrou falta direto na gaveta e empatou o jogo. Marcão saiu lesionado e Mandí entrou, com Bergson passando a atuar centralizado.

Depois disso, estranhamente, o Londrina cresceu no jogo, atacando com Safira e Celsinho próximos a Belusso. Aos 31’, após falta desnecessária (e violenta) de Lombardi à entrada da área, Jumar cobrou forte no canto esquerdo de Emerson. A barreira abriu e o goleiro chegou atrasado.

Instantes depois, Perema levou o segundo amarelo e foi expulso. Gilvan entrou (no lugar de Renato) para recompor a zaga e o time foi atrás do empate. A chance até surgiu, mas foi perdida, como mencionei lá em cima.

A noite definitivamente estava destinada a sorrir para o alviceleste errado. O mau resultado reforça a convicção de que há muito a ser corrigido, mas cabe admitir que o imponderável tem sido meio sádico com o Papão.

————————————————————————————————–

Uma semana para correções no Remo

Na expectativa do confronto com o Salgueiro, lanterna do grupo A da Série C, o Remo precisa ajustar suas linhas para não repetir erros mostrados até agora na competição. Alguns deles diretamente vinculados à má qualidade dos jogadores de lado e à fragilidade da marcação à frente dos zagueiros.

Diante da má jornada de Léo Rosa e da absoluta descrença quanto a Damião, Canindé pode ter em Jaime a solução do drama pela direita. Isso já foi feito – e bem – nos tempos de Josué Teixeira, e se saiu bem. Caso Jaime ainda não possa jogar, Jefferson também poderia ser improvisado.

O fato é que o Remo não pode mais depender de laterais tão pouco efetivos e nem deixar sua zaga exposta o tempo todo. Mesmo que o visitante seja limitado, como o Salgueiro.

(Coluna publicada no Bola desta quarta-feira, 05)

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Rock na madrugada – E.L.O., Don’t Bring Me Down Tribuna do torcedor

17 Comentários Add your own

  • 1. Nílson Trindade  |  5 de julho de 2017 às 2:01

    A cada rodada desmente-se o discurso do que o Paysandu havia sido modernizado. Introduziram-se mudanças cosméticas no clube, que nada acrescentaram ao futebol jogado dentro de campo, mas foram anunciadas ao torcedor como revolucionárias e que colocariam o PSC em outro patamar. Mera falácia para atrair sócios-torcedores incautos, pois o real problema é financeiro. O Paysandu não consegue gerar receitas suficientes p a formação de um time competitivo. No mais, repetem-se à exaustão os mesmos erros das gestões anteriores, ditas amadoras: contratações erradas, atletas veteranos e times limitados. Vez por outra, anuncia-se a construção de um CT, empreendimento que exige um custo de manutenção mensal acima de 500 mil, o que dobraria abruptamente as despesas com o futebol. Como poderá o clube sustentar um elenco e ao mesmo tempo bancar as despesas elevadas de um CT? Desnuda-se mais uma falácia da Novos Rumos, a embalar o torcedor com um sonho inviável financeiramente.

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  • 2. Thiago Corrêa  |  5 de julho de 2017 às 8:01

    Jayme poderia começar a cogitar se tornar lateral.
    Embora tenha sido artilheiro do Sub-20, atualmente não mostra a mesma desenvoltura. Muito nervoso e sem presença de área que a posição requer. O porte físico também não ajuda…
    Por outro lado, ainda guarda características ofensivas que poderiam torná-lo um lateral de destaque. Tal qual Daniel Alves, guardando as devidas proporções: Chega rápido a linha de fundo, cruza bem, tem um chute de média distância bom.
    Reconsiderar posições no futebol não é demérito. Piqué e Boateng eram atacantes antes de se tornarem zagueiros de respeito. Nosso conterrâneo Marlon valorizou-se após abandonar a posição de volante para virar lateral esquerdo (por pura necessidade, no Remo). Antes do sucesso, ainda reclamou muito rs
    Com boa consultoria, vejo nosso Jayme com mais futuro nos flancos do que como avançado. Resta saber se o mesmo está disposto a considerar esta mudança

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  • 3. celira  |  5 de julho de 2017 às 8:21

    É Nilson, o problema de estar mal no futebol é que começamos a acreditar que certo está o Remo com suas dívidas e acordos não cumpridos na justiça, os constantes bloqueios de renda, sem estádio para jogar e salários atrasados.

    Meu caro, administração e futebol são coisas bem distintas. Administração é da ordem do exato, é da ordem dos números. Já futebol é da ordem do inexato. É da ordem da convergência de vários fatores para dar certo.

    De fato há problemas financeiros no PSC, nada comparável ao rival ou ao Náutico, por exemplo. Na verdade a expressão mais adequada seria problemas para realizar investimento, pois, contratações exige aumentar o custo e o PSC não tem receita para aumentar, pois, não tem pouco apoio das empresas privadas da região norte.

    Eu concordo que há exageros na divulgação de determinados feitos. Ainda que as Novos Rumos tenha possibilitado coisas que o PSC somente sonhava. Coisas como:

    1) A Curuzu ter o melhor gramado do estado,
    2) A Curuzu ser um estádio razoável para de frequentar,
    3) o PSC ter um hotel concentração com vários apartamentos,
    4) O PSC ter um terreno de 100 mil metros quadrado em Ananindeua e outro de de 60 mil metros em Benevides para construção do CT,
    5) A marca própria chamada de Lobo.
    6) Os dois ônibus de propriedade do clube.

    Tudo o que escrevi foi lapidado ou adquirido nos últimos 4 anos.

    Dito isso, o torcedor que é ST não deve ser visto como incauto. Por sinal, vê-lo desta forma soa até desrespeitoso, uma vez que, o que faz o clube é o torcedor que contribui com seu dinheiro para que o clube tenha como investir, quem faz o contrário e fica no seu rádio apenas a xingar é a pior espécie de torcedor, pois acha que dinheiro para investir vai do céu.

    Para finalizar, eu concordo totalmente que a Novos Rumos tem uma visão equivocada nas contratações e no planejamento do futebol.

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  • 4. Comentarista  |  5 de julho de 2017 às 9:22

    O joguinho burocrático de Diogo Oliveira e desnecessária falta de Lombardi, apenas ilustram os reflexos de jogadores sub-40. Idem se poderia dizer de Marcão, que está lesionado há muito, pela pouca efetividade como atacante.

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  • 5. Alvaro Souto  |  5 de julho de 2017 às 9:26

    Falou e disse Celira. Amigo Nilson não confunda catraca de canhão com conhaque de alcatrão, e fique tranquilo tudo que tinha de dar errado, ja deu. Daqui pra frente e só sucesso. Abraço.

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  • 6. celira  |  5 de julho de 2017 às 9:36

    Concordo plenamente amigo comentarista.

    A idade dos contratados, em um campeonato longo e de muitas viagens, tem se mostrado um dos maiores equívocos da diretoria bicolor.

    O PSC precisa se replanejar urgentemente e retraçar a meta primeira, que é não cair.

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  • 7. Silva Corrêa  |  5 de julho de 2017 às 10:41

    “O PSC ter um hotel concentração com vários apartamentos,” …Já está em uso ??
    “O PSC ter um terreno de 100 mil metros quadrado em Ananindeua e outro de de 60 mil metros em Benevides para construção do CT…” Já existe pelo menos um capo construido nesses terrenos pela diretoria ou continua só aquela inauguração da entrada feita para divulgar na midia???
    “A marca própria chamada de Lobo” o atual presidente afirmou que o clube tem divida de mais de 1 milhão da antiga gestão. será que essa marcar está dando certo mesmo como dizem??
    “Os dois ônibus de propriedade do clube” pelo menos um ônibus já parou em varios lugares na cidade com defeito.

    Se o paysandu estivesse com tudo citado de 3-6 em pratica, seria bem provavel que teria um time competitivo, pois estaria com uma boa estrtrutua e dinheiro em caixa para fazer boas contratações.
    Porém a realidade não condiz com 3) 4) 5) 6).

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  • 8. Antonio Oliveira  |  5 de julho de 2017 às 10:46

    Amigo Celira, ferido na sua condição de sócio-torcedor revidou disparando munição polivalente: atinge o crítico quer ele seja eventualmente azulino, quer na hipótese dele ser um bicolor que não aderiu ou deixou o Programa.

    Não sei com certeza, mas acho que há um modo mais conciliador de se encarar tudo isso.

    E o ponto de partida é se ter claro que uma verdadeira boa administração é desengnadamente melhor para qualquer empreendimento. E, neste particular acho que nenhum torcedor, seja ele azulinho ou bicolor, seja ele fanático-religioso ou crítico-racional, nunca disse o contrário.

    Também é preciso ter presente, por um lado, que o Remo há décadas vem sendo pessimamente administrado; e por outro, que administração do clube bicolor vem se desempenhando melhor.

    Mas, daí pra frente, quando se interpreta este “desempenhando melhor” é preciso ter moderação, máxime quando se trata de um Clube de futebol, onde o objetivo final, em princípio, são os bons resultados nas competições disputadas.

    E a moderação é necessária porque, de uma parte, não se pode exigir que em 4 anos se alcance o produto que só a maturidade do novo método de empreender e a perseverança nas boas práticas será capaz de garantir.

    De outra parte a moderação é necessária porque não se pode tratar, mediante maciça propaganda, a incipiente evolução de quatro anos, como se já se estivesse diante de um crescimento de quarenta anos de sucesso constante. Máxime quando esta propaganda tem o objetivo de encortinar alguns aspectos que certamente desencorajariam o torcedor a comparecer seja às bilheteiras, seja às lojas, seja aos quadros de sócio.

    Quanto à condição de quem adere aos Programas dos Clubes eu acho que se trata de uma análise particular a ser feita por cada um.

    De minha parte eu me sentiria incauto se continuasse associado, depois do primeiro ano que aderi. Não pelos péssimos resultados, mas pelo modo que o Clube foi administrado no período.

    Lembro que me questionei, quando me decidi por aderir, dado que já ali o Clube vinha sendo pessimamente administrado.

    Mas, refleti que não havia ilusão de minha parte, eis que o fazia porque me era mais benéfico, tanto do ponto de vista financeiro, quanto da comodidade. Já que ia mesmo pro estádio, melhor que pagasse um valor que me permitisse assistir 3, 4 jogos por mês, pelo preço de 2, e em espaço com banheiros melhores, com visão melhor, com serviços de segurança e alimentação melhores etc.

    Deixei o Programa quando acabaram a vantagem financeira e a comodidade.

    Agora, mais recentemente, começo a questionar se está valendo à pena ir para o estádio como torcedor. Ainda não aderi ao sofá porque a flama que se acendeu na mais tenra idade vem resistindo a estas décadas de desmandos administrativos.

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  • 9. miguelangelo1967  |  5 de julho de 2017 às 10:55

    O fato do Paysandú ter optado em contratar jogadores sub-40 cobrou o seu preço muito mais cedo, se houve alguma previsão por parte da diretoria, do que previsto.
    Como responder ao torcedor que o time de início avassalador poderia despencar ladeira a baixo em tão curto espaço de tempo?, a resposta?, o mau planejamento.
    Contratar jogadores desprezados em outros centros por equipes que se quer estão a disputar alguma competição, trazer “artilheiros” de dois gols no ano, ir atrás do refugo Bergson do Náutico, e olha que é o nosso artilheiro!, manter F. Lombardi na zaga depois de inúmeras falhas juvenis como penalidades cometidas durante o parazão, que confesso, outrora por mim elogiado, em detrimento de Gilvan, insistir na permanência de jogadores do baixo nível técnico como Diogo Oliveira, Ayrton, que só agora fez um gol de falta, e Marcão.
    O enredo repetitivo das partidas é a “fúria” desenfreada associada ao excesso de individualismo de seus pífios atacantes, e em seguida graças a falta de condicionamento físico aparece o time se retrai e toma pressão de adversários de pior quilate que o nosso horrível quadro bicolor.
    Em Maceió tomar um gol de Ratinho?, é o fim!
    Até o nosso “paredão” está tendo atitudes de um peladeiro de final de semana com suas saídas estabanadas expondo o gol ao adversário, será que o preparador de goleiros não está vendo isso?, nem o treinador?
    Muita coisa de errado esta acontecendo nos bastidores da Curuzú e as conseqüências não precisa nem falar.
    Ainda dá tempo? dá, mas para isso é preciso replanejar tudo, mesmo diante das dificuldades financeiras que se somarão ou se tornarão ainda maior com o abandono da torcida, com as fracas arrecadações e o abandono por parte do sócio torcedor não vejo horizonte para o Serra que está serrando o que foi construído nos últimos anos.
    Ser fiel não significa abraçar uma causa perdida e afundar junto com o navio, mas sim cobrar de maneira sensata daquele que é responsável e tem o poder de seguir um novo rumo para a nação Bicolor.
    Não será com quebra-quebra, desordem, invasão de treinos para intimidar atletas ou comissão técnica que se resolverá o problema.
    Lembre que se estes atletas estão ai, não foi porque eles se ofereceram, mas porque algum despreparado indicou e o presidente do Paysandú endossou. Se são atletas ruins como estão provando nos gramados o único culpado é quem os contratou.
    Mas quem contratou pode demitir e refazer com o auxílio da comissão técnica, ai que surge o perigo, a contratação de quem queira e possa colaborar com o Paysandú para sair desta terrível situação.
    Exemplos anteriores como a arrancada do Santa Cruz e Avaí em anos anteriores ocorre uma em cada cem, mas acredito que com comprometimento e trabalho seja possível livrar o Paysandú de um rebaixamento que seria catastrófico para o atual campeão paraense.
    O campeonato está sua 12ª rodada e o Paysandú parece que visitou só as quatro primeiras e tirou férias das demais.
    Acorde presidente Serra antes que você passe para a história do clube como o pior gestor que passou pelo meu amado Paysandú!

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  • 10. luisrodriguespa  |  5 de julho de 2017 às 11:52

    Alguém sabe me dizer por que fica essa dúvida na esquerda tendo jaquinha no elenco? Ele não é o Marcelo do Real Madrid mas é um milhão de vezes melhor que esse gerson…. e pq o Remo vai atrás de volante fora tendo Dadá disputando série d pelo são Raimundo? Fora outros bons valores do paraense que colocam no bolso essa dupla inútil de volantes titulares que o Remo trouxe à peso de ouro e que só estão castigando o nosso couro?

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  • 11. Antonio Valentim  |  5 de julho de 2017 às 12:03

    E eis que os resultados em campo mexem com o torcedor bicolor, que já não é unanimidade quanto aos “novos rumos”. Como é um esporte apaixonante, não vindo as vitórias, as análises são ácidas.

    Um clube tem que ser gerido como empresa, porém empresa diferenciada em que os resultados do futebol interferem diretamente no todo.

    Quanto ao título da matéria “coincidências infelizes”, esta vem ocorrendo com o time azulino, vez que, quando não é jogador excluído de jogo, é gol contra, penal… Mas, no Remo, essas coincidências infelizes somente ocorrem pela ineficácia do time quanto ao seu sistema de armação e de ataque, que, dando campo ao adversário, os defensores numa hora vão acabar errando.

    Creio que o Paysandú ainda está com sorte, vez que Náutico e ABC, a meu ver, têm lugar cativo na parte sul da tabela. Duas vagas, portanto, tem destino certo.

    Quando o time é ruim, não há treinador que conserte, como é o caso do time potiguar com o competente Geninho. Não se faz omelete sem ovos, por melhor que seja o cozinheiro, e isso também vale para o Remo e também para o Paysandú.

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  • 12. Antonio Oliveira  |  5 de julho de 2017 às 13:34

    Valentim, discordo um pouco de voce. Para mim o problema do Remo está na meia mancha inteira e na defesa com reflexo no ataque. O meio campo não está conseguindo armar jogadas. São pouquíssimas, raras mesmo as bolas que chegam aos atacantes decorrentes de trama da peça de armação. Os volantes não tem conseguido cumprir seu papel contensivo. Isso expõe demais a defesa, agravando ainda mais a situação difícil que esta vem passando já há algum tempo independentemente de quem seja escalado.

    Miguel, quanto ao preparo físico do rival esta é uma realidade que já venho apontando desde o Reatletas.Lembre que o técnico anterior para tentar vencer a copa verde e o Regional até poupou jogadores. Só tenho duvida que tal problema se dê apenas em decorrência da idade dos atletas.

    Quanto ao aproveitamento do Jaime na lateral, acho uma boa alternativa de improviso. Aliás, caso se concretize o atleta pode atatém-se encontrar profissionalmente ali, inclusive dando vazão ao seu ímpeto de atacante, o qual, devido à estatura, realmente parece um pouco travado jogando como centroavante. De fato, tem velocidade, sabe se apresentar como opção para receber a bola, tem força física para disputar as jogadas, tem disposição e garra. Só precisa ser melhor treinado para não participar de jogadas infelizes como aquela que resultou no gol do Bergson na decisão do Paraense.

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  • 13. Antonio Valentim  |  5 de julho de 2017 às 15:33

    Nada como um dia depois do outro.

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  • 14. Nelio  |  5 de julho de 2017 às 17:23

    Perfeito comentário Amigo CELIRA. fostes incisivo, acredito eu, na resposta ao amigo Nilson Trindade, o qual falou muita coisa que não concordo jamais. Antes de minha resposta preciso saber se o Nilson é bicolor. Caso contrário está explicada a crítica dele e aí não interessa responder, e caso positivo se ele é bicolor eu sigo o mesmo raciocínio do CELIRA onde ele citou 03 pontos fundamentais:
    ponto 1- Administração é diferente do futebol.: Isto é tão verdade que se fosse igual o todo poderoso Barça não entrava e crise com seu time de galácticos e sua estrutura poderosa. No entanto consegue sair rapidamente da crise pela estrutura enorme que possui.

    ponto 2- Muito Pior que o Paysandu estar mal em competições ou em estado de crise é aparecerem pessoas bicolores ou não para querer comparar com o micro remo e idealizar que o certinho no mundo do futebol de Belém é o time azulino com todos os seus problemas financeiros, estruturais e de produtividade. Não demora muito aparece gente aqui para opinar que o Paysandu deveria atrasar bastante os salários dos atletas igual pelas bandas da A. Baena..

    ponto 3- A novos rumos vem se equivocando na sua política de contrações. – Concordo, plenamente e acho que aí reside o mal bicolor e não é demérito somente do Serra mas sim de muitas diretorias que passaram pelo Papão. Não sei porque dessa dificuldade em contratar pelo Paysandu, mas ouvi há pouco tempo numa entrevista, não lembro se da boca do Wandick ou do Maia que era intenção fazer o clube se desligar das mãos de empresários no momento de contratar atletas, mas disse que é muito difícil porque sem consulta ao empresário o atleta não vem mesmo. é mais difícil contratar principalmente aqui para o Norte. Se isso for verdade é grave mesmo.

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  • 15. Nelio  |  5 de julho de 2017 às 17:42

    Eu continuo apoiando a ideia do pessoal da novos rumos, e para mim até que me provem o contrário o Serra, igual Maia e Wandick, continua administrando bem o clube. As minhas críticas são exclusivamente no futebol onde ele se faz merecedor das críticas. E precisa agir enquanto há muito tempo. Ele é merecedor pelas sua postura que não me agrada, onde li trechos de entrevista dele num outro blog a outro repórter que ele tem medo do clube ser rebaixado mas AINDA VAI contratar em vez de já ter contratado pelo menos 2 bons atletas motivar a equipe e torcida. Serra está agindo muito lentamente na minha opinião, isso é perigoso , o tempo está passando e não volta atrás. O cara está se enrolando todo nas contratações e diz que não tem bons atletas no mercado, mas esquece ou não sabe que em 2015 o Santa Cruz estava fazendo campanha pior que o Paysandu, já quase rebaixado quando contratou apenas um atleta que foi o Grafite , repatriado do estrangeiro, goleador nato , que chegou correspondeu de imediato levando o clube à primeira divisão. Não que o Paysandu deva contratar so um jogador, mas serve o exemplo que com apenas uma contratação certeira e correta muitas vezes o time pode engrenar. Continuar contratando bondes é que não vai dar certo.

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  • 16. celira  |  6 de julho de 2017 às 11:39

    Respondendo às perguntas do Silvio…

    1) Hotel Concentração está em pleno funcionamento.

    2) A área foi adquirida ano passado e tu já queres que tenha um campo pronto? Creio que ninguém faz as coisas com passes de mágica. Construção de um CT é projeto para no mínimo 10 anos. Inclusive para construir na área precisa de licença ambiental, coisa que demora bastante.

    3) Sobre o ônibus… e dai que o carro parou? Essas coisas acontecem. Isso não faz desmerecer a aquisição do veículo.

    4) O que tem a ver a marca Lobo com a dívida? Não misture alho com bugalhos. O PSC é falado em todo o Brasil pela iniciativa. É um modelo a ser copiado por clubes médios. Muito melhor do ter contrato com Umbro, Topper ou Puma. Dívida todos tem e, considerando anos de administrações ruins, elas irão continuar a aparecer por um bom tempo (vide Antonio Carlos).

    5) Para finalizar, ninguém muda administrações ruins em apenas quatro anos. Não existe milagre. Existe trabalho. Devemos criticar sim a diretoria pelas opções equivocadas que toma, mas não devemos agir como cegos achando que é melhor ter renda bloqueada, mas está na zona de classificação.

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  • 17. celira  |  6 de julho de 2017 às 11:39

    Moderação, amigo Gerson.

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