Fiel virou as costas para o time

19 de junho de 2017 at 14:07 16 comentários

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O jogo Paissandu x Juventude, sábado à tarde, no estádio Jornalista Edgar Proença, teve renda de R$ 61.240,00, com público pagante de 1.660 pessoas (sócios bicolores: 2.492). Com as gratuidades (1.300), o público total presente ao estádio foi de 5.452. Foi uma das menores plateias do Papão na Série B. (Foto: WAGNER SANTANA/DIÁRIO)

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Só pra não esquecer… Botafogo-PB x Remo – comentários on-line

16 Comentários Add your own

  • 1. Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões  |  19 de junho de 2017 às 14:13

    Significado de Fiel:

    Aquele que cumpre o prometido. Que não trai.
    Que mantém o foco.

    Fiel sempre. Besta nunca.

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  • 2. Wesley Bentes  |  19 de junho de 2017 às 15:14

    Ocorreu fato parecido no período 2002-05, quando, após certa euforia pela volta à primeira divisão, a torcida foi progressivamente se afastando dos estádios ao notar a falta de estrutura da equipe e os maus resultados, ao ponto de o Paysandu ter prejuízo disputando a série A. Como consequência, o rebaixamento acabou sendo natural. O mesmo fato se repete agora. Com os maus resultados, progressivamente o torcedor vai se afastando – e com um agravante: sem esperar grandes arrecadações, o clube reduz sua folha ano a ano (em 2015, era cerca de 800 mil, caiu para 700 mil no ano seguinte e agora está em apenas 500 mil). A continuar assim, o rebaixamento será igualmente natural, como na década passada.A diferença é que agora estamos na série B.

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  • 3. Anselmo Júnior  |  19 de junho de 2017 às 15:17

    O que, digamos Gerson, não é nenhuma novidade.

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  • 4. Carlos Barreto/PAPÃO SEMPRE!!!!!!!!!!!!  |  19 de junho de 2017 às 15:27

    Fiel sempre!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Otário JAMAIS!!!!!!!!!!!!!

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  • 5. Frederico Teron  |  19 de junho de 2017 às 16:48

    A fidelidade da torcida estar atrelada a fidelidade do clube. Quando umas das partes não estar em sintonia não justifica cobranças. O time estar em falta com a torcida a começar pelo comando técnico que não agradava.

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  • 6. Nelio  |  19 de junho de 2017 às 18:36

    Indiscutivelmente o público tem sido inexpressível , decepcionante nos jogos do Paysandu nesta série B. Porém a despeito do que falou o amigo Acacio Elleres acima dizendo que o torcedor do Papão é fiel mas não bobô, eu tenho duas opiniões contraditórias a respeito desse público tão pequeno: A primeira é que torcida do Papão a começar por mim não boba mesmo e diferente de outras torcidas não costumamos a apoiar fracassos ou fracassados. Mas nesta B a torcida está mesmo devendo presença porque o público de estreia foi fraco, o time engrenou nas 4 primeiras rodadas e a torcida continuou decepcionando e inclusive contra o poderoso Inter teve público irrisório e o Papão estava embalado. No contraditório disso existe a questão do que tanto falei: A Nação Bicolor merece ser respeitada e bem tratada pela diretoria do clube sempre. Mas não é isso que temos visto principalmente em jogos de grande público como a decisão da Copa Verde. Aí afirmo que a Nação é fiel e não boba, porque quem foi aquele jogo viu muita coisa ruim e isso marcou como negativo: Desorganização na entrada, poucos portões de acesso, os quais ainda foram abertos um pouco tarde para aquela multidão de torcedores chegando em massa com crianças padecendo para entrar em filas quilométricas Pessoas com ingresso nas mãos comprados antecipados só conseguiram entrar no segundo tempo. um absurdo >>>>>segue

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  • 7. João Pablo UFPA  |  19 de junho de 2017 às 18:37

    Quem será o Novo Técnico? Será o Superestimado Dado Cavalcanti? Já ouvi dizer que o Givanildo encerrou o Ciclo no Paysandu e o Mazola não é tolerado, de certo vão trazer um treinado com nível de série C ( Dado por exemplo é um com nível de Série C ), ou algum outro que em tempos longínquos teve algo de bom em um determinado time

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  • 8. Nelio  |  19 de junho de 2017 às 19:00

    A falta de segurança também faltou nesse jogo porque cambistas agindo par pra valer vendendo ingresso de 30 por 70 reais, empurra empurra nas grandes filas. Isso sem contar a dificuldade para chegar ao Mangueirão por causa das obras e transporte precário. Um sobrinho meu que mora no Jurunas só conseguiu chegar em casa 1 hora da madrugada. Para completar o time ainda perdeu o título mais uma vez com Mangueirão super lotado para um time sem tradição. A diretoria parece não acreditar na força da torcida onde anunciaram só 25 mil ingressos, depois botaram mais uma carga onde os cambistas se deram bem e muita gente que queria comprar ingresso na hora do jogo que não foi na onda dos cambistas voltaram para casa sem assistir o jogo, e o público anunciado foi só 31 mil quando sabemos que no segundo tempo fechou todos os tobogãs do Mangueirão. Ali tinha umas 40 mil. Quer dizer: se deram bem na costa do Papão. Então acho tudo isso o principal que tem afastado Nação e com razão nesses casos. Além disso outros problemas como horário dos jogos, televisão, time instável para o negativo. Por exemplo, neste jogo eu deixei o feriadão de lado para prestigiar o time contra o Juv na esperança de voltar a G 4, e saí de lá estarrecido de ver um Papão sem noção de jogo, horrível. Assim não vale prestigiar mesmo.

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  • 9. direitoeducacaoecafe  |  19 de junho de 2017 às 19:02

    Desde a derrota para o Juventude, ano passado, na Copa do Brasil, não fui mais ao estádio, pois além de torcedor, sou consumidor e quero conforto para assistir um bom entretenimento.
    Como na vida, ganhar e perder é natural, entretanto, aquele jogo, por tudo que passei, me fez repensar sobre o passatempo ir ao estadio. Nessa noite, fui ao Leônidas Castro com um amigo. Ao chegarmos nas áreas de arquibancada a constatação de que não havia um único lugar disponível. Ficamos em pé, do lado que fica para a Almirante Barroso. Pouco tempo depois, mais um colega professor e depois outro… Este último com a filha de 9 anos… Ficamos nos revezando com a criança nos ombros… O amigo que chegou comigo foi para casa no intervalo, pois não aguentou ficar em pé o jogo todo…
    Quanto ao time… Triste.
    A saída do Chamusca resolve temporariamente o problema da falta de empatia com a torcida e injeta ânimo em jogadores que não tinham chance com o antigo técnico, porém, o plantel é muito fraco…
    Quando o Leandro Carvalho passou a ser considerado o “salvador da pátria” no Paraense e na Copa Verde, mencionei aqui no blog preocupação pois avalorizacao era mais por falta de opções no elenco do que por grandes qualidades do atleta, que merece respeito e precisa melhorar o jogo coletivo para deixar de ser um jogador individualista e jogar para o time.
    Os dois atuais atacantes, juntos, não são melhores que o Cearense (apenas comparação, não desejo de vê-lo de volta), mas tamb sofrem com a inoperância ofensiva dos laterais e a improdutividade de um meio campo quase totalmente dependente do Gabriel (que está de licença por problemas pessoais não bem explicados) e já desfalcou a equipe no último jogo e tambnao vai estar contra o Boa Esporte.
    De se louvar o retorno satisfatório do Recife e a boa sequência do Rodrigo Andrade. E, como tem sido sempre enaltecido, as atuações seguras de Perema e Gilvan.
    Espero que sejam oferecidas chances a Mandi e Jhonatan, e que a Diretoria que blindada o Chamusca de todo jeito perceba que na primeira oportunidade o técnico foi embora para o Ceará. Provavelmente, caso não tivesse opção, não largaria o osso.
    Esse olhar atento de quem é responsável pelo futebol do Paysandu deve existir no dia a dia, pois a torcida respeita o atleta que mesmo não sendo um primor técnico, joga com dedicação e esforço, como fizeram Nad, Ademilton, César, Zé Augusto e tantos outros atletas que integram a história do Papão.
    Hoje, com salários em dia e as ótimas condições de trabalho, os atletas estão se acomodando muito facilmente. Quando um treinador faz as suas escolhas e não cobra, o jogador se acomoda e vai fazendo o “feijão com arroz” do modo mais trivial.
    Tem de dar um sacode no elenco e trazer um treinador com perfil de muito trabalho, para fazer os jogadores suarem a camisa, pois perder quando o adversário é superior e se impõe é aceitável, porém, a equipe precisa ser competitiva e “morrer lutando”.
    José EiroDesde a derrota para o Juventude, ano passado, na Copa do Brasil, não fui mais ao estádio, pois além de torcedor, sou consumidor e quero conforto para assistir um bom entretenimento.
    Como na vida, ganhar e perder é natural, entretanto, aquele jogo, por tudo que passei, me fez repensar sobre o passatempo ir ao estadio. Nessa noite, fui ao Leônidas Castro com um amigo. Ao chegarmos nas áreas de arquibancada a constatação de que não havia um único lugar disponível. Ficamos em pé, do lado que fica para a Almirante Barroso. Pouco tempo depois, mais um colega professor e depois outro… Este último com a filha de 9 anos… Ficamos nos revezando com a criança nos ombros… O amigo que chegou comigo foi para casa no intervalo, pois não aguentou ficar em pé o jogo todo…
    Quanto ao time… Triste.
    A saída do Chamusca resolve temporariamente o problema da falta de empatia com a torcida e injeta ânimo em jogadores que não tinham chance com o antigo técnico, porém, o plantel é muito fraco…
    Quando o Leandro Carvalho passou a ser considerado o “salvador da pátria” no Paraense e na Copa Verde, mencionei aqui no blog preocupação pois avalorizacao era mais por falta de opções no elenco do que por grandes qualidades do atleta, que merece respeito e precisa melhorar o jogo coletivo para deixar de ser um jogador individualista e jogar para o time.
    Os dois atuais atacantes, juntos, não são melhores que o Cearense (apenas comparação, não desejo de vê-lo de volta), mas tamb sofrem com a inoperância ofensiva dos laterais e a improdutividade de um meio campo quase totalmente dependente do Gabriel (que está de licença por problemas pessoais não bem explicados) e já desfalcou a equipe no último jogo e tambnao vai estar contra o Boa Esporte.
    De se louvar o retorno satisfatório do Recife e a boa sequência do Rodrigo Andrade. E, como tem sido sempre enaltecido, as atuações seguras de Perema e Gilvan.
    Espero que sejam oferecidas chances a Mandi e Jhonatan, e que a Diretoria que blindada o Chamusca de todo jeito perceba que na primeira oportunidade o técnico foi embora para o Ceará. Provavelmente, caso não tivesse opção, não largaria o osso.
    Esse olhar atento de quem é responsável pelo futebol do Paysandu deve existir no dia a dia, pois a torcida respeita o atleta que mesmo não sendo um primor técnico, joga com dedicação e esforço, como fizeram Nad, Ademilton, César, Zé Augusto e tantos outros atletas que integram a história do Papão.
    Hoje, com salários em dia e as ótimas condições de trabalho, os atletas estão se acomodando muito facilmente. Quando um treinador faz as suas escolhas e não cobra, o jogador se acomoda e vai fazendo o “feijão com arroz” do modo mais trivial.
    Tem de dar um sacode no elenco e trazer um treinador com perfil de muito trabalho, para fazer os jogadores suarem a camisa, pois perder quando o adversário é superior e se impõe é aceitável, porém, a equipe precisa ser competitiva e “morrer lutando”.
    José Eiro

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  • 10. Jorge Paz Amorim  |  19 de junho de 2017 às 19:04

    Dado já está no CRB. Se Givanildo encerrou seu ciclo e Mazola não tem bom relacionamento com a diretoria, então, está sendo criado um ambiente pra que a torcida engula o Josué, que tão cedo não deixará Belém enquanto não receber os R$80 mil que alega serem devidos a ele pelo Remo.
    Como esse pagamento é tão provável quanto Simão deixar de pescar, concluímos que Teixeira criará ferrugem nos dentes e teia de aranha no cu nessa espera, sendo mais provável que atravesse a Almirante Barroso, enquanto vai em busca do pagamento perdido. Será?

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  • 11. camiloferreira  |  19 de junho de 2017 às 19:23

    Já cogitaram o nome de Fernando Diniz?

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  • 12. Charles Resende  |  19 de junho de 2017 às 19:33

    Mazola é a melhor opção, não tenho a menor dúvida. Mas a Novos Rumos na Gestão de Futebol é uma negação só.

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  • 13. celira  |  19 de junho de 2017 às 21:08

    Acabei de chegar em casa e liguei a TV para ver o jogo do rival…

    Botafogo vai vencendo por 1 a 0.
    Gol contra de Igor João.

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  • 14. celira  |  19 de junho de 2017 às 21:35

    35 minutos – Segue Botafogo 1 – 0 Remo

    Remo jogando com um jogador a menos. Tsunami foi expulso direto. Difícil a vida do Remo nesta partida.

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  • 15. blogdogersonnogueira  |  19 de junho de 2017 às 21:37

    Desculpem, amigos baluartes. Tive alguns contratempos, só agora pude colocar o post do jogo. Remo perde por 1 a 0 (gol de Igor João, contra, logo aos 3 minutos). Para piorar a situação da equipe azulina, Igor João foi expulso. Botafogo administra a vantagem, Remo atrapalhado a essa altura.

    Curtido por 1 pessoa

  • 16. Nelio  |  20 de junho de 2017 às 16:16

    Esta aí, o comentário do amigo José Eiró confere em grande parte com o meu nessa questão de ausência da Nação Bicolor. Ele ainda acrescente uma fato real e interessante quando diz que se a diretoria não cobrar bom desempenho do atleta, principalmente um num clube organizado, o cara acaba se acomodando mesmo e so joga aquele futebol “feijão com arroz”. Aí o time não rende com bons resultados dentro de campo e a torcida se fasta, onde só os mais fanáticos igual eu continuarão prestigiando. Daí espero que num jogo de grande público do Paysandu que tenho esperança de ainda ver nesta série B, a Nação Bicolor seja devidamente bem tratada, através de organização com vários portões de acesso no estádio, abertos pelos menos 4 horas antes do jogo, porque tenho observado que nos jogos de grande público bicolor, “fazem tudo” para dar errado, seja em qualquer estádio começando pelos portões abertos tarde demais ou 2 horas antes , onde a multidão começa a chegar e se aglomerar causando filas enormes e transtornos na entrada. Isto facilita muito para ação de cambista aproveitador, máfia de ingresso, e muita coisa ruim onde o clube tem prejuízo sim. Tudo isso ví nos jogos contra Macaé em 2014, Fluminense , Atlético Goiáno em 2015, Gama 2016 e agora contra o Luverdense. todos de grande público. Aí eu gostaria de aproveitar o ensejo para convocar a Nação Bicolor quando houver jogo com expectativa de grande torcida, para comprar na medida do possível, os seus ingressos antecipados e fazer um esforço para chegarem bem cedo ao local, mesmo com ingresso antecipado, porque isto inibe muito a ação dos que querem desorganização para poderem tirar proveito da situação. Façam igual eu que sou um dos primeiros a entrar no estádio seja com qualquer tamanho de público, entro tranquilo sem atropelo de filas gigantescas e cambistas inescrupulosos.

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