Remo x CSA – comentários on-line

Campeonato Brasileiro da Série C 2017 – 5ª rodada

Remo x CSA – estádio Jornalista Edgar Proença, 19h30

Rádio Clube _ IBOPE_ Segunda a Sexta _ Tabloide

Na Rádio Clube do Pará, Jones Tavares narra, Gerson Nogueira comenta. Reportagens – Paulo Caxiado, Paulo Sérgio Pinto, Saulo Zaire, Hailton Silva. Banco de Informações – Jerônimo Bezerra. 

Tribuna do torcedor

O velho Chamusca voltou

POR ALDO VALENTE

Nas 4 primeiras rodadas da Série B de 2017, o PSC de Chamusca parecia até um time com grandes pretensões. Conquistou 10 dos 12 pontos disputados e embalou uma legião de esperançosos de que aquele seria o Lobo que caminharia para o acesso. Uma tabela de premiação por pontuação foi divulgada e um número mágico (67 pontos) começou a causar uma contagiante matemática amplamente divulgada nas redes sociais e nos programas esportivos. Mas pau que nasce torto até a cinza é torta, e bastaram dois jogos para que um apagão generalizado voltasse a assombrar os esperançosos e a confirmar o que os céticos como eu já esperavam: o time do paraense e da Copa Verde voltou!!

O jogo de ontem com o Goiás radiografou o que todo o reino animal, vegetal e mineral clamam todas as horas: Chamusca é um técnico de Série C e pronto!!! Voltou a velha conduta tática confusa, as questões mal resolvidas nos vestiários com discriminação de jogadores locais e a super proteção aos Chamuscas Boys, e a limitação técnica de jogadores que permanecem no elenco graças às bençãos do treinador.

É muito mal explicada a saída dos jogadores Marcão e Rodrigo Andrade. Mas, se realmente estavam com problemas médicos, qualquer Mané de arquibancada seria racional em colocar o Jonathan (com quem o Chamusca tem uma malquerença não esclarecida), o único jogador com perfil semelhante ao Andrade. Então, o Daniel Amorim substituiria o Marcão e se manteria o Wellington Jr, deixando o Leandro Carvalho, que ainda se recupera fisicamente, para o decorrer do jogo.

Porém, a sapiência Chamuscosa, contrariando todas as leis boleiras, quis exercitar novamente suas teorias fracassadas, e uma delas nos fez perder a CV no jogo em Cuiabá e agora perder 3 pontos em casa. Fez o time jogar com 3 atacantes que ficaram abandonados na frente à mercê das ligações diretas. Uma ou duas jogadas trabalhadas em 100 minutos de jogo.

O Sílvio Criciúma marcou os laterais e impôs duas linhas de zagueiros que dobrou todas as tentativas do Papão. Aí olhamos o banco de reservas: um goleiro, 3 zagueiros, 4 volantes, 1 lateral e 1 meia. Nada poderiam acrescentar para um time sem rumo, sem motivação e sem comando dentro e fora de campo. Por outro lado, um Goiás de bons jogadores, organizado, que poderia ter vencido por 3 ou 4 gols com méritos, enquanto que o PSC se continuasse jogando a noite inteira até a manhã do outro dia nada faria.

Como o futebol acaricia, mas também maltrata os incompetentes, uma nova e provável derrota para o Guarani, que no final do ano passado dispensou o Chamusca entendendo perfeitamente que ele é técnico de Série C, vai deixar este cidadão lá mesmo por Campinas. Então talvez tenhamos um reinício de Série B para o Paysandu. Fora Chamusca!!!!

Aldo Valente

(Sócio do PSC; Dr. BsC – PhD, Lab-Chagas/Instituto Evandro Chagas) 

Agente da CIA? Treinado pelo FBI? Um raio-x da relação Moro-EUA

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POR DANIEL GIOVANAZ, no Jornal GGN

Em julho de 2016, a filósofa Marilena Chauí afirmou que o juiz de primeira instância Sérgio Moro havia sido “treinado pelo FBI” para atender aos interesses estadunidenses na condução da operação Lava Jato. O vídeo, publicado pelo Nocaute TV, teve mais de 160 mil visualizações e estimulou debates sobre o tema entre juristas, historiadores, cientistas políticos e sociólogos brasileiros.

Para aqueles que acreditam em uma relação estratégica entre Moro e os Estados Unidos, a hipótese levantada por Marilena Chauí encontra respaldo em um documento vazado pelo WikiLeaks em 30 de outubro de 2009. WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, com sede na Suécia, que publica em sua página informações “vazadas” de governos ou empresas sobre assuntos estratégicos de interesse público. No documento, o nome do juiz Sérgio Moro é citado como participante de uma conferência oferecida no Rio de Janeiro pelo programa Bridges Project (“Projeto Pontes”, em uma tradução literal), vinculado ao Departamento de Estado Norte-Americano, cujo objetivo era “consolidar o treinamento bilateral [entre Estados Unidos e Brasil] para aplicação da lei”.
Cooperação suspeita

Segundo aquele documento, os juristas brasileiros que participaram da conferência, com o pretexto de “combate ao terrorismo”, sinalizaram às autoridades estadunidenses – como a Conselheira Residente para Questões Legais da Embaixada dos EUA – certa “incapacidade” no uso do Código Penal. Sérgio Moro, particularmente, foi chamado a apresentar os dilemas mais frequentes nos casos de lavagem de dinheiro nas cortes brasileiras.

Entre as conclusões vazadas pelo WikiLeaks sobre aquela conferência, os responsáveis pelo Projeto Pontes listaram a “necessidade continuada de assegurar treinamento a juízes federais e estaduais no Brasil para enfrentar o financiamento ilícito de conduta criminosa”. Segundo eles, a estratégia deveria “ser de longo prazo e coincidir com a formação de forças-tarefa de treinamento”, que poderiam ocorrer em “São Paulo, Campo Grande ou Curitiba”.

Cinco anos depois do evento no Rio de Janeiro, a deflagração da operação Lava Jato demonstrou o “aperfeiçoamento” do Poder Judiciário nas investigações sobre caixa 2 e lavagem de dinheiro no Brasil. Ao mesmo tempo, instaurou no país um clima de instabilidade política interessante aos Estados Unidos.

Os EUA e o pré-sal

Os Estados Unidos sempre se colocaram à disposição para colaborar com o avanço da operação Lava Jato. Em um dos poucos casos em que essa cooperação se tornou pública, em 2015, autoridades estadunidenses aceitaram um pedido do Ministério Público Federal (MPF) para rastrear depósitos que permitissem desmontar a engrenagem montada pela empreiteira Odebrecht para pagamentos de propina no exterior.

Documentos classificados como ultrassecretos pela Agência de Segurança Nacional Norte-Americana (NSA), vazados em 2013, revelaram que Dilma e seus principais assessores eram alvo direto de espionagem pelo governo estadunidense.

Assim como é impossível desvincular a operação Lava Jato da conjuntura política de instabilidade que resultou no golpe contra Dilma Rousseff (PT), são evidentes as vantagens obtidas pelos Estados Unidos com a mudança de governo no Brasil.

Escolhido por Michel Temer (PMDB) para presidir a Petrobras, Pedro Pullen Parente iniciou em maio de 2016 um processo de venda de ativos e facilitação da privatização no setor do petróleo. A entrega da camada pré-sal para o capital estrangeiro começou com parcelas preciosas das áreas de Carcará, Iara e Lapa.

França, Noruega e EUA são considerados alvos prioritários do “fatiamento” do pré-sal. No dia 24 de maio, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) publicou uma carta exigindo a renúncia de Parente, sob acusações destruição do patrimônio público e interferência de interesses escusos na administração da estatal.

Pedro Pullen Parente foi ministro da Casa Civil no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) e vice-presidente executivo da RBS, afiliada da Rede Globo no Sul do país.

Controvérsias

Sérgio Moro não foi o único participante da conferência do Projeto Pontes, em 2009, que se tornou alvo de polêmicas durante operação Lava Jato. O magistrado gaúcho Gilson Dipp, aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que precedeu a fala de Moro no evento, disse em 2014 à Folha de S. Paulo que a Lava Jato iria produzir “a maior recuperação de valores da Justiça brasileira em todos os tempos”. Poucos meses depois, Dipp escreveu um parecer para tentar anular a delação do doleiro Alberto Youssef por “falta de credibilidade” do investigado.

Em janeiro de 2016, mais uma controvérsia: o nome de Gilson Dipp apareceu em um manifesto assinado por 105 juristas, afirmando que a Lava Jato atuava contra o Estado de Direito. Questionado sobre a mudança de posicionamento em relação à operação, o magistrado veio a público informar que seu nome foi incluído no manifesto sem autorização.

Frequentador assíduo

O currículo acadêmico de Sérgio Moro divulgado na plataforma Lattes demonstra que sua formação como magistrado está vinculada diretamente à escola estadunidense. Em julho de 1998, ele custou o Programa de Instrução para Advogados na Escola de Direito de Harvard. Em 2007, participou do International Visitors Program, organizado pelo Departamento de Estado Norte-Americano, e fez visitas a agências e instituições dos EUA encarregadas da prevenção e do combate à lavagem de dinheiro.

Nos últimos dois anos, as visitas à América do Norte se tornaram mais frequentes. E Sérgio Moro não vai a passeio. Em julho de 2016, ele deu uma palestra em Washington sobre a importância da mídia no apoio a investigações criminais. Em setembro, no “auge” da Lava Jato, participou de um ciclo de palestras na Pensilvânia, onde foi apresentado como “líder central no fortalecimento do Estado de Direito” no Brasil.

Outro lado

Sempre que foi questionado sobre sua relação com os EUA, o juiz de primeiro instância Sérgio Moro atribuiu as polêmicas a uma tentativa de ferir sua credibilidade para frear o avanço da operação Lava Jato. A última vez que falou publicamente sobre o tema foi em fevereiro deste ano, na Universidade de Columbia – Moro se referiu à hipótese como “teoria da conspiração”.

Preocupação

A história do século XX demonstra que o estreitamento das relações de setores estratégicos de países latino-americanos com os EUA costuma abrir caminho para golpes de Estado, que estimulam mudanças políticas e econômicas favoráveis aos interesses da Casa Branca.

Não é mera coincidência. No livro Fórmula Para o Caos (Civilização Brasileira, 2008), o historiador Moniz Bandeira estudou os meses que antecederam o início da ditadura civil-militar (1973-1990) chilena e apresentou documentos que demonstram como a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos utiliza estratégias de desestabilização política para promover a ascensão de regimes autoritários no continente.

No caso do Chile, o presidente Salvador Allende foi morto durante o golpe militar e deu lugar ao general Augusto Pinochet, que se tornou parceiro dos EUA e iniciou um processo intenso de privatização de recursos naturais de modo a abrir portas para o capital norte-americano. Em dezembro de 2016, em entrevista ao Jornal do Brasil, o próprio Moniz Bandeira fez um alerta sobre a relação de Sérgio Moro com os Estados Unidos, ressaltando os acordos de cooperação promovidos pelo FBI para investigação de crimes organizados em países estratégicos.

Curiosidade

Entre as coincidências que envolvem os dois processos mais recentes de golpe na América do Sul – no Paraguai e no Brasil –, chama a atenção o nome da diplomata estadunidense Liliana Ayalde. Ela deixou a embaixada dos EUA no Paraguai meses antes da deposição do então presidente Fernando Lugo, em 2012. Por três anos, ela informou a Casa Branca sobre a situação política paraguaia. Em um informe de dezembro de 2009 vazado pelo WikiLeaks, chegou a afirmar que interessava aos EUA expressar apoio às “instituições democráticas do Paraguai”, mas não a Lugo, pessoalmente.

Com a consolidação do golpe no Paraguai, em menos de 48 horas, Liliana Ayalde assumiu a embaixada estadunidense no Brasil. Permaneceu até 11 de janeiro de 2017 e assistiu de perto ao golpe contra Dilma Rousseff.

Em dezembro do ano passado, Ayalde sentou ao lado de Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento nomeado por Temer, na 1ª Reunião Anual Brasil-Estados Unidos sobre Desenvolvimento de Infraestrutura. Na ocasião, Dyogo Oliveira anunciou a pretensão de estimular empresas estadunidenses a serem concessionárias de projetos de infraestrutura no Brasil, como aeroportos, rodovias e ferrovias.

Entre as razões citadas no evento para a internacionalização e “profissionalização” da gestão da infraestrutura, estão os esquemas de fraude e lavagem de dinheiro cometidos por empresas brasileiras, investigados pela operação Lava Jato. “O que estamos fazendo gera benefício para os dois países. É uma prioridade para os dois”, disse a então embaixadora estadunidense em bom português, para aplausos da base aliada do governo Michel Temer.

Homenagem

Em março e abril do ano passado, respectivamente, as revistas estadunidenses Fortune e Time incluíram Sérgio Moro em suas listas de “pessoas mais influentes do mundo”. O texto da Time apresenta relações entre a Lava Jato e a deposição da presidenta eleita Dilma Rousseff, e afirma que o juiz paranaense é chamado pelos brasileiros de “SuperMoro”.

 

Fratura tira Gabriel Jesus da Seleção

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O atacante do Manchester City, Gabriel Jesus, está desconvocado da Seleção Brasileira para a próxima partida, contra a Austrália, no dia 13 de junho, às 7h (horário de Brasília). Devido ao choque no jogo contra a Argentina, o atacante foi encaminhado ao hospital da cidade de Melbourne, onde em um primeiro momento foi descartada qualquer alteração neurológica.

Na manhã deste sábado (madrugada no Brasil), em exames mais detalhados, foi diagnosticada uma fratura na órbita esquerda, osso da cavidade que protege do olho.

O médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar, acompanhou todo o processo e se manteve em contato com o departamento médico do Manchester City. Enquanto isso, o coordenador de Seleções, Edu Gaspar, conversou diretamente com o presidente da equipe inglesa, Ferran Soriano.

A comissão técnica decidiu não convocar outro jogador. (Imprensa CBF)

Derrota expõe equívocos

POR GERSON NOGUEIRA

A derrota para o ABC, no meio da semana, teve seu impacto atenuado pelo fato de ter sido um jogo fora de casa de sofrer dois gols em quatro minutos. O revés de ontem frente ao Goiás, no estádio Jornalista Edgar Proença, ganha contornos mais preocupantes. Erros que vinham sendo notados aqui e ali se revelaram por inteiro, ocasionando a pior exibição no campeonato.

O Papão começou a perder ainda no primeiro tempo, quando o meio-campo montado por Marcelo Chamusca, com dois volantes (Renato Augusto e Wesley) e um meia (Fernando Gabriel), se perdeu na lentidão para sair com a bola e na falta de inventividade para municiar o trio atacante.

Com ágil troca de passes pelo meio, o Goiás se movimentava com  desembaraço. Mais importante: bloqueava os lados do campo, usando Tiago Luís como obstáculo às subidas de Ayrton na direita e Aylon prendendo a atenção de Peri pela esquerda.

Com essa estratégia, Sílvio Criciúma, técnico do Goiás, anulou as alternativas de ameaça ao gol de Marcelo Rangel. Com o meio-campo travado, a equipe de Chamusca ficava sem poder desenvolver seu jogo, visto que as laterais estavam obstruídas.

O jeito foi recorrer aos balões sobre a área, defendidos com facilidade pelo goleiro Marcelo Rangel ou interceptados pela sólida defesa goiana. Daniel Amorim corria pelo meio sem nunca chegar, acompanhado de perto por Wellinton Jr., atrapalhado até quando apareceu a chance de chutar a gol.

Leandro Carvalho não confirmou as expectativas. Foi bem neutralizado porque insistia em cortar as jogadas em diagonal ao invés de se aprofundar rumo à área. Só teve ajuda de Ayrton na etapa final, quando Tiago Luís recuou, permitindo que o lateral avançasse, ainda assim de forma tímida – acabou substituído por Hayner, que nada acrescentou.

Leandro ainda não está 100% fisicamente, daí a dificuldade em chegar à linha de fundo, como sabe fazer. Sem que seu principal atacante rendesse o esperado, o Papão viveu da ligação direta e dos chutes descalibrados.

O gol de Aylon (aos 4’ do 2º tempo), aproveitando falta mal cobrada por Tiago Luís para mandar cruzado no ângulo esquerdo de Emerson, coroou as seguidas tentativas do Goiás de furar o bloqueio final do Papão.

Carente de ideias, o Papão ficou cercando a área e cruzando na cabeça dos zagueiros. O melhor momento foi aos 23’, quando Wesley recebeu passe perfeito de Fernando Gabriel, mas finalizou mal, batendo por cima do gol.

O Goiás, ao contrário, foi sempre mais objetivo. Podia ter ampliado em arrancada infernal de Jarlan (substituto de Tiago Luís), que culminou com um tiro cruzado no poste esquerdo de Emerson, e em jogada de Léo Gamalho, que passou pelos zagueiros e chutou cruzado rente à trave.

Chamusca desmontou o esquema que vinha funcionando. Terá que trabalhar muito para reencontrar o rumo e evitar uma queda mais séria.

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Leão tenta engatar sequência vitoriosa

O Remo busca hoje à noite embalar na Série C, a partir de uma sequência vitoriosa. Enfrenta o CSA, um dos melhores deste início de competição, mas terá o apoio da torcida e um time aparentemente mais ajustado. A estreia de Leandro Silva deve acrescentar força à zaga. Eduardo Ramos comanda a companhia no meio e Edgar fica com a definição.

Dúvidas permanecem quanto à teimosa escalação de Labarthe e Mikael, bem inferiores tecnicamente aos reservas Jefferson e Gabriel Lima.

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Ao mestre, com carinho e respeito

Mestre Janio de Freitas completa 85 anos e a coluna, modestamente, o reverencia. Reserva moral do jornalismo brasileiro, paira sobre os escombros de uma imprensa que já foi mais combativa e responsável. É um alento que ainda tenhamos heróis vivos para festejar.

(Coluna publicada no Bola deste sábado, 10) 

Topper lança novo uniforme do Leão

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Em evento aberto para os torcedores, a Topper apresentará na próxima quarta-feira (14) o uniforme da temporada 2017 do Clube do Remo. Para atender a expectativa dos torcedores, a Topper revela o selo comemorativo de 100 anos do Estádio Baenão e a etiqueta termocolante de legitimidade em 3D. Segundo informe da empresa, toda a coleção 2017 será apresentada durante o evento de lançamento, a partir das 18h, na casa de eventos Maui, em Belém.

SERVIÇO
Evento:
Lançamento da Coleção Topper 2017

Data: 14/06 (quarta-feira), a partir de 18h
Local: Casa de eventos Maui (Praça W Henrique, S/N, Reduto, Belém)

Ingressos limitados: Sede e lojas oficiais do Clube do Remo e www.meubilhete.com