PSC x Goiás – comentários on-line

Campeonato Brasileiro da Série B – 6ª rodada

Paissandu x Goiás – estádio Mangueirão, 21h30

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Na Rádio Clube, Valmir Rodrigues narra, Rui Guimarães comenta. Reportagens – Valdo Souza, Dinho Menezes, Mauro Borges. Banco de informações – Fábio Scerni

44 comentários em “PSC x Goiás – comentários on-line

  1. PSC voltando a sofrer… Por que? Por que optou por escalar o time de forma equivocada. Esse 4-2-3-1 não deu certo em nenhum jogo do Paraense e Copa Verde.

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  2. Amigo Cláudio deve estar com problemas no seu note. Vamos aguardá-lo e, enquanto isso, vamos levando por aqui, amigo Carlos.

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  3. Fim de primeiro tempo

    PSC 0 – 0 Goiás

    Não acompanhei todo o primeiro tempo. Mas, pelos vinte minutos que acompanhei, vi um PSC dando muito espaço para o Goiás e com pouca capacidade de utilizar o espaço dado pelo Goiás.

    Isto ocorre devido à desfiguração do meio bicolor, que perdeu totalmente a compactação ao tirar um volante e lançar um atacante.

    Talvez a entrada de Diogo Oliveira (que tem boa chegada na área) no lugar de Daniel Amorim possa reconfigurar o PSC no meio, possibilitando que o time passe a ter domínio da partida.

    Vamos ver… Talvez o Goiás sofra com o calor e o PSC possa se aproveitar disso.

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  4. Problema sério nos transmissores. Equipe se desdobrando desde o final da tarde para tentar normalizar a situação. Por enquanto, só via internet.

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  5. Tive a mesma impressão, amigo Carlos. PSC não mostra aquela força de marcação vista nas outras partidas e a explicação está na utilização de mais um atacante. Para piorar, Daniel Amorim confirma a má impressão deixada no jogo contra o ABC. É lento e dispersivo demais.

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  6. 15 minutos – o jogo não mudou. A entrada do Renato Augusto, viajando uma maior pegada no meio, pouco ajudou. Para piorar, estamos atras no placar. Chamusca, como já tinha notado depois do jogo contra o santos, gosta de se atrapalhar.

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  7. É bom dizer que o Goiás recua taticamente. Não se trata de um crescimento do time do Pará. Se trata de um recuo estratégico para matar no contra ataque… Espaço que o PSC dá.

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  8. Quando vejo Jonhatan, que hoje deveria entrar jogando, não entrar num jogo como esse e vejo Hayner, absolutamente fraco e muito bom em receber amarelo/vermelho, entrar… É sinônimo de gostar de perder…

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  9. Vitória justa do Goiás, que soube se distribuir melhor em campo e explorou bem a desarrumação que o Papão mostrou principalmente no segundo tempo, quando o cansaço bateu e a zaga goiana se postou ainda melhor. Chamusca mexeu na estrutura da equipe, apostando na ofensividade, mas esquecendo de montar um suporte para atacar com segurança. Acabou sem fazer nem uma coisa nem outra e o Goiás podia até ter feito mais gols – botou duas bolas na trave. Wesley perdeu a única chance clara de gol do Papão.

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  10. fim de jogo…

    PSC 0 – 1 Goias

    Sobre o jogo…

    A Chamusca o que é de Chamusca…

    Se o técnico bicolor foi capaz de ver, nas quatro primeiras rodadas, que a marcação é a alma da série B para obter resultados positivos em casa e fora de casa.

    Hoje, ele, Chamusca, mostrou que é incapaz de ver e entender o valor do ditado popular que diz: “em time que está ganhando não se mexe”.

    E quando eu falo em time que está ganhando, não refiro-me a jogadores. Pois, isto pode-se mudar. Eu refiro-me a esquema de jogo.

    Dito isso, penso que Chamusca voltou a ser o bom e ruim Chamusca do paraense e da Copa verde ao optar pela formação descompactada e mal treinada do 4-2-3-1.

    Uma formação que na era Chamusca NUNCA, repito, NUNCA deu certo em nenhum dos jogos realizados até o momento pelo bicolor.

    Por sinal, Chamusca parece gostar de viver perigosamente, pois, perdeu a Copa Verde e, com o bafejo da sorte, ganhou o paraense jogando muito mal as finais neste esquema 4-2-3-1.

    Hoje, por sinal, foi uma cópia da final da Copa Verde, uma vez que, tal qual a final contra o LEC, o PSC foi amplamente frágil na marcação e totalmente envolvido no meio pelo toque de bola do time verde (quanta coincidência).

    O que fica de aprendizagem?

    Campeonato brasileiro da série B é jogo de marcação, pensar diferente disso é querer perder jogos.

    Destaque negativo: Daniel Amorim… Muito fraco e inadmissível saber que este cara ocupa o lugar do Cearense que é muito melhor do que ele.

    Destaque positivo: Leandro Carvalho, ainda que exagere no individualismo, trata-se de uma boa válvula de escape.

    Papão perdeu tão rápido quanto ganhou a gordura…

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  11. Estranhei o bom início do Paysandu na competição, pois todos sabiam ser uma equipe fraca. Pois agora, após o forte início, a equipe parece cansada, sem forças para a competição desgastante que terá pela frente…

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  12. O fundamento do chute a gol foi primordial para o Goiás chegar à vitória. Aliás, o Aylon q foi o autor do gol hoje voltou a ser aquele mesmo q jogando pelo Papão em algumas partidas totalmente apáticas do time bicolor na série B de 2015 conseguia com seu poder de finalização fazer o gol q dava vitória ao Paysandu. Como chuta bem o Aylon! Aliás, ele é da mesma escola gaúcha de futebol do Bergson q também chuta muito bem a gol, ao contrário do Wellington Junior q, embora da base do Grêmio,0 peca muito nas finalizações. Penso q o Daniel Amorim até não comprometeu e q o Leandro Cearense q faz falta é o do ano passado, porque esse ano seu rendimento caiu muito.

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  13. Eu não gostei do Daniel Amorim, mas a derrota não foi na sua escalação. A derrota foi na mudança de esquema de jogo. Curioso que Jorge e eu comentamos isso na coluna de hoje do Gerson… Não foi por acaso.

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  14. Hoje, o nobre Chamusca assinou seu atestado de incompetência. Qual a explicação para a ressurreição do famigerado sistema 4–3-3 ?

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  15. Verdade amigos. 4-3-3 na série B é pedir para perder. Penso q Rodrigo Andrade q faz muito bem a função de “fator surpresa” fez falta à equipe q com o esquema do Chamusca ficou sem consistência na marcação e sem infiltração de qualidade pelo meio da zaga adversária. Marcão também fez falta, pela sua voluntariedade e esforço em tentar se aproximar dos companheiros de equipe. Vale lembrar q o mesmo fez bem “a parede” no gol do Fernando Gabriel contra o Inter dando um bom passe para Gabriel marcar. E no jogo contra o América não foi fominha e deu uma bela assistência para o Leandro Carvalho fazer o segundo gol q consolidou a vitória bicolor naquela partida. Penso também q o ataque tem q ser Leandro Carvalho e o Marcão e o meio campo tem q ser formado por Recife, Wesley, Rodrigo Andrade e Fernando Gabriel. Ou seja quatro no meio e dois no ataque.

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