Em boas mãos

8 de maio de 2017 at 1:46 24 comentários

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POR GERSON NOGUEIRA

Papão e Leão fizeram uma decisão coerente com o nível geral do próprio campeonato. Emoção só nos lances capitais. Nos 90 minutos, muita transpiração e pouca criatividade. O título sorriu para o time que apresentou melhor distribuição em campo e qualidade de finalização nos pés de Bergson, o artilheiro do campeonato.

Até os 20 minutos, a partida era de um time só. O Papão foi à frente pressionando a última linha defensiva azulina, valendo-se da liberdade que Diogo Oliveira encontrava no meio e explorando as investidas de Hayner pela esquerda, com Bergson e Leandro Carvalho adiantados.

O Remo saía sempre com dificuldades, sem trabalhar a bola. Jaime, encarregado da ligação, não achava jeito de conectar o time. Em 45 minutos, Edgar recebeu dois lançamentos em ligação direta, em condições desfavoráveis contra a marcação alviceleste.

O Papão, ao contrário, era sempre mais organizado. Como no lance do primeiro gol, aos 30’. A bola saiu lá de trás e acabou nos pés do finalizador, em três toques. Depois de confusão na área bicolor, Diogo Oliveira lançou Bergson, que recebeu e bateu cruzado, abrindo o placar.

Os azulinos sentiram o impacto do gol e passaram a errar ainda mais. No final do 1º tempo, veio o lance mais polêmico do jogo, quando o árbitro Wagner Reway apontou falta inexistente sobre o goleiro Emerson, que havia saltado sobre dois atacantes do Remo. Seria o empate azulino.

Na segunda etapa, logo a 2 minutos, Alfredo teve a chance de liquidar a fatura, mas chutou mal e André Luiz evitou o gol. Para tentar dar novo gás ao time, Josué Teixeira substituiu Léo Rosa e Marquinhos por Rodrigo e Fininho. As mudanças surtiram efeito.

Fininho mandou uma bola na trave aos 12’. Três minutos depois, veio o empate. Após troca de passes na esquerda, a bola foi lançada a João Vítor no bico da área. Este cruzou para Rodrigo finalizar no segundo pau.

A empolgação pelo gol parece ter feito o Remo acreditar que dava para vencer e a partida ficou equilibrada. Marcelo Chamusca trocou Alfredo por Leandro Cearense e Carvalho por Recife. Nos 15 minutos finais, intensamente disputados, o Remo teve maior presença ofensiva.

Mas, aos 45 minutos, quando todos já estavam com a cabeça nas penalidades, a bola foi erguida por Ayrton, passou por Igor João e Cearense, chegando a Bergson, que chutou seco e rasteiro. Era o gol do título, que vai para o time que se preparou melhor, que pontuou mais e teve o artilheiro da competição.

Do lado remista, a convicção de que o grupo foi até muito longe diante de tantos atropelos internos. Acreditou e encarou a disputa com bravura, sendo golpeado por um descuido no último instante.

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Palavras do campeão elevam o nível do debate

Ao final da partida, em meio às comemorações pela conquista, uma voz se ergueu restaurando a esperança em dias melhores para o futebol do Pará. Depois de muito tempo, um presidente campeão reservou alguns minutos para elogiar e reconhecer os méritos do adversário.

Com a taça de campeão, Sérgio Serra teve o cuidado e a grandeza de não ignorar os derrotados. Desportistas de verdade pensam assim, pois sabem que o futebol cria adversários e rivais, jamais inimigos.

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Chamusca: da desconfiança à volta por cima

O técnico Marcelo Chamusca passou as últimas semanas sob o fogo intenso das paixões bicolores. Torcedores pediam sua cabeça, embora ele tivesse levado o Papão a todas as finais possíveis neste começo de temporada.

Mesmo contestado, soube manter a calma e o resultado de ontem lhe concede carta branca para marchar rumo a outras façanhas. Santos e Luverdense que se cuidem.

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 08) 

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Arapuca fascista Rock na madrugada – AC/DC, Gone Shootin’

24 Comentários Add your own

  • 1. Anselmo  |  8 de maio de 2017 às 7:31

    Gerson, só faltou detalhar a festa nas arquibancadas. Torcedores remistas e bicolores fizeram um espetáculo a parte, digno das duas forças paraenses, com mosaico e bandeirão, mostrando ao Brasil o amor e paixão de ambas as torcidas pelos seus clubes

    Futebol do Pará respira.

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  • 2. celira  |  8 de maio de 2017 às 7:50

    Que o título não iluda o torcedor e diretoria sobre as virtudes de Chamusca e, principalmente, sobre a qualidade da onzena bicolor.

    O primeiro ganhou o título e o segundo entra para as estatísticas.

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  • 3. Eric  |  8 de maio de 2017 às 8:06

    O passando mereceu o título o Remo entrou sem me vontade todo atrapalhado em campo porque o JT não manteve o Jefferson e não colocou o Rodrigo no time titular aí e perder o jogo mesmo essa zaga do Remo e uma piada mesmo deixaram o Bergson no fim dominar a bola é fazer o gol do time listrado mais tudo bem agora é focar na principalmente competição do Remo no ano de 2016 quer é a Série C tem fazer uma vassourada
    na minha opinião aquele gol quer o árbitro anulou do Remo aonde o Emerson soltou a bola ser atrapalhou sozinho não sei quem chutou é fez o gol mais não houve falhar mais tudo bem agora é focar mesmo na Série C

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  • 4. Antonio Valentim  |  8 de maio de 2017 às 8:20

    Título merecido para a equipe mais organizada, plantel melhor remunerado, e por isso melhor qualificado.

    Remo, como disse o Gerson, foi longe, mais na base da valentia, e contava, para ser campeão, com o fator imprevisibilidade, que às vezes ocorre no futebol. Um técnico competente, porém elenco reduzido e muitos problemas internos, cuja diretoria atual herdou de outras passadas.

    Parabéns ao Paysandú e sua imensa torcida pela conquista.

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  • 5. Luis Felipe  |  8 de maio de 2017 às 9:10

    Queria o título pro Remo. Não deu.
    O lado positivo dessa derrota azulina é que Chamusca continuará pelas bandas da Curuzu huahuahua

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  • 6. Frederico Teron  |  8 de maio de 2017 às 10:20

    E o Josué no Remo. Bom técnico. Quem sabe não atravessa.

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  • 7. Antonio Oliveira  |  8 de maio de 2017 às 10:34

    Reproduzo aqui, com alguma edição, o comentário que fiz noutro post do Blog:

    “Título merecido pelo conjunto da obra.

    “Deveras, além do melhor primeiro tempo, e da frieza Berson para mesmo cansado conseguir dominar a bola e fazer o segundo gol aos 45′ do segundo tempo, o rival também venceu na parte administratIvo-estrutural que dentre outras coisas importantíssimas disponibilizadas ao treinador, garantiu-lhe um elenco, de molde que ele pudesse revezar os jogadores e contar com o time um pouco mais inteiro para disputar as finais.

    “Valendo dizer que tal garantia já surtiu o primeiro efeito positivo, eis que mesmo visivelmente mais cansado já desde os dez minutos do segundo tempo, o time ainda teve o mínimo de energia para suportar o assédio do Mais Querido a partir de então, e ainda conseguir fazer o gol da vitória, aproveitando uma oportunidade no final do jogo.

    “Tal certamente não teria acontecido se os principais jogadores tivessem atuado no jogo do meio da semana.

    “Quanto ao Clube do Remo, também é de parabenizá-lo, principalmente no que respeita ao treinador e jogadores. Estes em especial, que ontem cumpriram seu dever. Fizeram tudo o que lhes foi possível fazer. Parabéns pra vocês!

    “Quanto à diretoria, também se esforçou não se pode negar. Mas, é preciso dizer que sua melhor ação foi consertar, a tempo, um grave erro que cometeu: dispensar o Eduardo Ramos, jogador de inegável talento, mas que admitido equivocadamente no elenco, acabou desagregando o grupo, eis que nos seus poucos dias de Baenão ficou clara a perda da principal valência do time em campo, qual seja, a pegada, a entrega, a transpiração”.

    Ah, e, no final, na esteira da Coluna, não poderia deixar de registrar o comportamento fidalgo, desportivo e superior do dirigente do Paysandu.

    É verdade que o objetivo das elevadas palavras que usou a respeito do Remo, reconhecendo o valor do Clube azulino, era aumentar o valor da conquista.

    Mas, seria desnecessário usá-las, tendo em vista que o maior reconhecimento foi feito no meio da semana quando poupou o time para estar em condições de disputar a decisão de modo mais efetivo.

    Ocorre que existe meios e meios de aumentar o valor dos próprios feitos. E o prócer do Paysandu usou um marcado pelo caráter tipicamente condoreiro, provando que realmente o Clube que dirige, sob todos os aspectos, merecia o título.

    De tudo o que disse o mais construtivo de tudo, na minha opinião, foi algo mais ou menos assim: ‘o adversário não aceitava perder. Mas, nós não aceitávamos não ganhar’.

    Deveras, mostrou que, realmente, merecia o título. PARABÉNS a ele por isso!

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  • 8. Anselmo Gomes  |  8 de maio de 2017 às 11:12

    O Remo fez o que pôde com o que tinha. Valeu pela garra dos garotos. Agora é aguardar a estreia na difícil Série C e torcer para que os reforços que estão chegando sejam pontuais e supram, na medida do possível, as muitas carências do elenco. Não acredito em acesso este ano, apenas torço para que o Mais Querido faça uma competição digna e vá, aos poucos e no tempo que lhe é permitido, estancando a sangria financeira e administrativa que escoa do nosso combalido clube há anos.

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  • 9. Jorge Paz Amorim  |  8 de maio de 2017 às 11:29

    Só um detalhe: a falta não foi no Emerson, mas no Perema. Os dois jogadores do Remo que disputaram a bola prensaram o zagueiro bicolor impedindo-o de sair do chão, tanto que o apito do árbitro é bem antes da conclusão do lance.

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  • 10. miguelangelo1967  |  8 de maio de 2017 às 11:59

    Exato amigo Jorge eu ia comentar a mesma coisa, veja que no lance, antes mesmo do choque do Emerson contra os jogadores azulinos o árbitro já levanta os braços anulando a jogada. O árbitro viu e nós também, o que os comentaristas sempre imparciais da TV Cultura não viram.
    No mais, é torcer para que o Chamusca consiga dar gás ao time para a segunda decisão que será contra a boa e rápida equipe do Luverdense.
    Se fiquei feliz pelo título, não há dúvidas, mas que há uma preocupação em relação a série B isto é notório.

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  • 11. Antonio Valentim  |  8 de maio de 2017 às 16:56

    Ressalte-se que a direção azulina atual fez aquilo que estava na realidade financeira do Clube, que – é sabido – não é boa faz muitos anos. Fizesse igual aos próceres anteriores, além de não ser garantia de conquistar esse título, certamente teria onerardo mais ainda os combalidos cofres do Leão Azul.

    Portanto, apesar de eu não concordar com esta diretoria (pois, como já emiti opinião aqui neste espaço, estão ainda utilizando metodologia dos anos 70), reconheço o comportamento era esse mesmo a ser adotado.

    Quanto ao jogador E. Ramos, que foi citado no comentário do amigo Antonio Oliveira, a diretoria herdou esse problema de gestões passadas e, diante da carência de valores, acabou por reintegrá-lo ao plantel. Não demorou muito e o tempo provou que o ex-atleta em atividade já deu o que tinha que dar, pelo menos no pródigo futebol paraense. Bye, bye!

    Sobre a campanha e, em particular, os embates contra o arquirrival, digo mais: vencemos um e empatamos dois jogos anteriores mais pela mística que reina no Clássico da Amazônia, pois, acredito que o azulino mais apaixonado sabe ser a equipe do PSC detentora de qualidade técnica mais qualificada, plantel mais numeroso, além da folha salarial ser o dobro da azulina. Portanto, o título ficou em boas mãos.

    Se, por acaso, viesse a ser do Remo, dever-se-ia creditar às peculiaridades do velho esporte bretão, por cuja razão o futebol é deveras apaixonante desde os primórdios.

    Vida que segue; bola pra frente!

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  • 12. Junior  |  8 de maio de 2017 às 17:04

    A falta em questão não foi no Emerson…foi no Perema, aliás um dos nomes do jogo…

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  • 13. celira  |  8 de maio de 2017 às 18:24

    De fato, a falta foi sobre Perema. Inclusive comentei na hora na postagem dos comentários online.

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  • 14. Mauricio Carneiro  |  8 de maio de 2017 às 18:34

    Gerson, ouvi no rádio e no Bola na torre, além de aqui, seus comentários sobre a fala do Serra. Infelizmente não estava ligado no momento exato das declarações do presidente nem no rádio, nem na TV. Seria possível reproduzi-la nesse espaço?
    Assisti sim a participação dele ao vivo no pós-jogo da TV, ocasião em que Bergson o deu um abraço e reconheceu sua importância e condições que dá aos atletas, inclusive com pagamentos antecipados. SS e cia são merecedores de títulos e reconhecimento. Palmas e mais palmas!

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  • 15. Peixoto  |  8 de maio de 2017 às 18:38

    Portanto, sendo a falta no Perema e não no Emerson, ao contrário do que afirmado pelo Blog NÃO SERIA O EMPATE AZULINO.

    Empate deveria ter sido no primeiro clássico em que no primeiro gol azulino Edgar estava impedido.

    Portanto, tendo o Papão dominado todo o primeiro tempo e mais o dez minutos iniciais do segundo tempo, logo a maior parte do jogo, mereceu o título. Aliás, como disse o Gerson Nogueira no bola na torre de ontem, o Papão poderia ter feito 2 a 0 ainda no primeiro tempo.

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  • 16. Nelio  |  8 de maio de 2017 às 19:01

    MEU ABC DO REXPA DECISIVO

    A- Adoro ver o Paysandu ganhar título e dar surra no micro remo, mas não precisava poupar jogador contra o LEC para esse jogo. Copa Verde é mais importante.

    B- Boa ideia iludir os azulinos achando que podiam superar o papão, porque contribuíram para a grande festa bicolor aumentando a renda. rsrsrsrsr

    C- Cadê o ídalo Edgar ??? rsrsrsrsrsrrsrsrsrsrsrsrsr

    D- Dói demais para os azulinos verem o Paysandu cada vez mais Papão de títulos no Norte onde a distância só aumenta

    E- Égua, jamais ví torcida bicolor reclamar tanto de treinador que está dando muitos resultados e azulinos exaltarem tanto na história treinador dos mais fracassados que lembro no azulino( Brusque, galo por milagre, deixou Santos de Macapá fazer história, perdeu o titulo merecendo)

    F- Foi muito mal o ancião Mané Ribeiro afirmar que seria campeão paraense em cima do maior clube do norte.

    G- Grande vitória bicolor é título incontestável

    H- Hoje o Ceu amanheceu todo azul celeste, sinal que Deus e A Senhora de Nazaré também fizeram festa. rsrsrsrsr

    I- Irados ficaram os que mandaram encomendar muitas faixas e adereços de micro remo campeão 2017 , agora vão ter de queimar tudo para não sujar mais ainda a cidade. rsrsrsrsrsrsr

    J- Jogou muito o Bérgson, mostrou ser matador. Faz muitos anos que o Paysandu não era campão paraense tendo artilheiro da competição.

    K- kakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakak

    L- Leandro carvalho voltou a ser o mesmice de sempre. So joga 10 minutos e some do jogo. Ta longe pra ser ídolo bicolor.

    M- Meus pêsames aos azulinos sonhadores, que tiveram o sonho ceifado neste domingo rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr

    N- Nunca ´passou pela minha cabeça o Paysandu perder esse título pro micro remo. Por isso apoiei até o fim

    O- O melhor título estadual em cima do micro remo desde 81 na era Chico spina, porque neste se achavam favoritos e não deram desculpa de delson, Joelson, wandick e coroné rsrsrsrsrsrsr

    P- Palmas para nação Bicolor. essa torcida quando quer ninguém segura o Paysandu. Foi maioria de pagantes no REXPA mesmo depois de desastrosa atuação contra o LEC e desconfiança no treinador.

    Q- Quero ver o santos aguentar a pressão de 20 mil fanáticos bicolores. e o LEC aguentar a pressão de 35 mil. so quero ver.

    R – rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

    S- Será cômico os secadores comemorarem o Santos tirar nesta semana a vaga do Paysandu das oitavas da copa Brasil e na outra semana o Paysandu recuperar a vaga em cima do LEC. rsrsrsrsr

    T- Tenho muito tesão para comemorar mais título bicolor este ano

    U- Uivo do Lobo pelo título no Mangueirão mais uma vez

    V- Vingou muito e melhor o título da serie C perdido para o Macaé do velhinho Josue Teixeira em 2014. Esse Papão é D MAIS rsrsrsrsr

    X- X man Edgar depois da briga com jaquinha , seu futebol desapareceu

    Z- zero para meio por cento de bicolores que queriam que o Paysandu perdesse so para o treinador cair. Deus me livre pensar assim. Deus me livrou de perder essa imensa alegria que passei neste domingo de futebol. Deus é PAY. SANDUUUUUU

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  • 17. blogdogersonnogueira  |  8 de maio de 2017 às 19:52

    As imagens são claras. Reway apitou perigo de gol, Peixoto. Não aconteceu rigorosamente nada no lance. Houve um encontro normal de Perema com os atacantes do Remo e uma saída estabanada do Emerson.

    Curtido por 1 pessoa

  • 18. Antonio Valentim  |  8 de maio de 2017 às 20:01

    Para acabar com a discussão estéril.

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  • 19. Antonio Oliveira  |  8 de maio de 2017 às 20:06

    Ah, Valentim, eis um outro registro que preciso fazer, a guisa de reconhecimento de um erro de avaliação.

    Quando foi anunciada a contratação de uma batelada de jogadores com o anúncio de que viriam para ser titulares eu julguei que se tratava de uma barbeiragem.

    Todavia, na prática a alvitrada barbeiragem não se confirmou.

    Depois que o ER se foi, o time voltou a apresentar aquela garra, entrega e disposição que apresentou desde o início. Sei lá, a impressão que deu foi que a chegada dos novos jogadores, despertou ainda mais disposição nos jogadores. Parece que eles se desdobraram no afã de garantir uma vaga no novo elenco que vai sendo formado para a série “C”.

    Curtido por 1 pessoa

  • 20. Antonio Oliveira  |  8 de maio de 2017 às 20:11

    Também acho que nas circunstâncias é desperdício de tempo polemizar se houve ou não houve o penal.

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  • 21. Peixoto  |  8 de maio de 2017 às 22:21

    Quero apenas registrar que vi o mesmo q o Celira, Jorge Paz Amorim e Junior, ou seja, que foi falta sobre o Perema q foi imprensado pelos jogadores do remo q o impediram de sair do chão, tanto q o apito do arbitro é bem antes da conclusão do lance como destacou Jorge Paz Amorim.

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  • 22. Jorge Paz Amorim  |  9 de maio de 2017 às 10:09

    Exatamente isso. As imagens são claras e mostram o juiz invalidando o lance antes da conclusão. Só isso.

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  • 23. Antonio Valentim  |  9 de maio de 2017 às 10:48

    Concordo, caro Oliveira.

    Vejo, não de agora, que muita gente avalia a qualidade de jogadores em função de um título conquistado perdido. Há um imediatismo por conta da emoção que não poderia atingir pessoas como presidente, diretores, técnico…

    No caso do Remo, há muita gente boa nesses garotos e não podem ser avaliados de forma açodada pelo fato de termos perdido o título de campeão.

    No caso, quem está chegando tem que provar ser melhor que o outro que já estava aqui. E a prioridade sim deve ser as laterais e o meio. Nas demais posições, vamos ver se o jogador que chega é realmente melhor que o nativo.

    Não à toa, vez por outra se houve dizer que jogadores revelados pelo Remo e, açodadamente liberados, estão brilhando lá fora.

    Acresça-se a questão financeira, que deve ser bem avaliada quando das dispensas em massa, as populares “barcas”.

    Os jovens que estão aí no Remo – algumas exceções apenas – merecem ser valorizados. Quem vai ganhar é o próprio Remo.

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  • 24. Antonio Valentim  |  9 de maio de 2017 às 10:50

    .. “conquistado ou perdido”, corrigindo.

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