O mundo paralelo dos coxinhas

28 de março de 2017 at 12:05 6 comentários

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Para reflexão Chile atropela a Venezuela

6 Comentários Add your own

  • 1. miguelangelo1967  |  28 de março de 2017 às 12:31

    O anti-petismo cegou, ensurdecer e emudeceu os coxinhas.
    Os ricos até entendo, mas pobres, inclusive aqueles que garantiram um teto através do minha casa minha vida e as mobílias adquiridas pelo minha casa melhor, olha estes nem Freud explica.

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  • 2. Jorge Paz Amorim  |  28 de março de 2017 às 13:26

    Como bem mostra a ilustração, apenas a escravização mental pela Rede Globo explica

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  • 3. Antonio Valentim  |  29 de março de 2017 às 7:55

    Moro eu e minha família aqui no Paraná em um bairro cujas casas, quase todas, foram financiadas pelo programa “Minha Casa Minha Vida”, que o governo petista implantou no país.

    Durante uns três anos, aqui no loteamento Zenci era um zum-zum-zum constante de caminhões entregando material de construção, pedreiros e auxiliares trabalhando, serralheiros, encanadores, eletricistas, máquinas pesadas, presença de engenheiros e arquitetos…

    Com isso, muitos pais de família ganhando honestamente o pão, as lojas de material de construção, de materiais elétricos e de tintas vendendo como nunca, mais vendedores contratados; as indústrias bombando, o estado (União, UF e prefeituras) arrecadando mais impostos…

    Isso não ocorria somente aqui, mas em todas as cidades. Em Curitiba – morei um tempo lá em 2010 – havia placas de “Precisa-se de operários” em todos os bairros; em cidades como Maringá e Londrina, não havia mais nenhum profissional de construção civil disponível, tinham que importar de outros centros.

    Portanto, engana-se quem, à primeira vista, pense que um programa como o “Minha Casa Minha Vida” beneficie unicamente a família que compra o imóvel. É toda uma cadeia de geração de emprego e renda, gerando prosperidade, bem-estar…

    Hoje, todos, inclusive o engenheiro e o arquiteto, lamentam profundamente o desmantelamento dos programas sociais implantados pelo governo demonizado por tanta “gente de bem”, inclusive parcela da Igreja Católica e a quase totalidade das igrejas evangélicas.

    Que pena!

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  • 4. Antonio Oliveira  |  29 de março de 2017 às 8:55

    Valentim, de minha parte, o que foi veementemente demonizado não foi o Programa, mas, sim, o uso que dele se faz até hoje, para politiqueira e marqueteiramente, desviar a atenção e esconder as monstruosas omissões e as gigantescas malfeitorias tanto de autoria do próprio governo, quanto de autoria de seus aliados e pelo governo admitida.

    A propósito, para efeitos da copa do mundo e para as olimpíadas o Brasil e o Rio de janeiro também viraram um canteiro de obras com efeitos em tida a cadeia econômica mas o preço paralelamente pago sob cotação em malfeitorias se fez sentir drasticamente não só na época, como agora, e sabe lá por quanto tempo.

    Ah, vale lembrar dois aspectos, desde dezenvri de 2014, os programas sociais, inclusive o MCMV, que até setembro de 2014 estavam recebendo investimentos astronômicos, começaran a minguar. Afinal, o objetivo há havia sido alcançado.

    Aliás, na atualidade, o conto destes programas volta a ser aplicado. É só assistir a tanbém falaciosa propaganda do temer enquanto por tras vem atentando contra a previdência, a clt etc.

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  • 5. Antonio Valentim  |  29 de março de 2017 às 10:41

    A Economia é uma bela ciência. Melhor ela fica se aplicada pelos governos em direção aos menos favorecidos.
    E então todos ganham, até mesmo os ricos.

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  • 6. Antonio Oliveira  |  29 de março de 2017 às 12:28

    Concordo com a beleza da ciência, com o incremento do belo produzido pela aplicação na direção dos menos favorecidos e com o ganho de todos inclusive dos abastados.

    Todavia, em regra, no Brasil de todos os tempos, inclusive no tempo rubro, quem efetivamente ganhou, foram os abastados de sempre. Os demais, foram apenas alcançados pelo melhorismo precário, encabrestante e encurralador. Progresso social realmente não houve, pelo menos não na proporção em que foram abonados econômica e financeiramente os já muito abonados e alguns dos rubros e seus respectivos familiares.

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