Caso Karnal expõe tamanho da rejeição ao juiz de Curitiba

12 de março de 2017 at 23:50 21 comentários

bozo

POR PAULO NOGUEIRA, no DCM

O caso Karnal comprovou uma coisa que muita gente contesta: o tamanho da rejeição de Sérgio Moro.

Se alguém ainda tinha dúvida, ficou claro que Moro está longe de ser uma unanimidade.

Karnal foi simplesmente massacrado nas redes sociais por aparecer ao lado de Moro. A reação do público atingiu tal proporção que Karnal retirou do Facebook a foto infame.

Fora os analfabetos políticos da direita xucra, Moro é malvisto hoje por muitos brasileiros. Não falo apenas dos petistas e nem só, num universo maior, dos progressistas em geral.

Muitas pessoas do centro, a princípio animadas ou até entusiasmadas com Moro, foram mudando de opinião quando foi ficando evidente o caráter brutalmente tendencioso e parcial da Lava Jato.

Moro não se empenhou, a partir de certo momento, em sequer fingir que é um juiz isento. Sua foto com Aécio numa festa da IstoÉ é uma prova disso. Numa sociedade mais avançada, aquele flagrante seria suficiente para ele ser afastado das investigações por conduta inadequada a um juiz.

Em muitos ambientes Brasil afora, Moro será hoje vaiado como Temer.

A decisão de Karnal de remover a foto foi uma bofetada moral em Moro. E talvez um choque de realidade, se ele ainda se julgava um semideus.

Ele enganou durante algum tempo muita gente. Mas tanto abusou que as pessoas acordaram para a farsa que ele é.

O caso Karnal demonstra isso integralmente.

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21 Comentários Add your own

  • 1. Antonio Oliveira  |  13 de março de 2017 às 7:40

    Uma coisa que nunca ninguém contestou é que Moro jamais se aproximou de ser uma unanimidade.

    Pelos petistas, especialmente devido aos petistas que são réus diante do Moro, este sempre foi contestado na sua condição de pessoa, na sua existência na terra, na sua competência como profissional e na sua isenção como representante da justiça. Os textos estão aí para demonstrar.

    E os petistas formam mais de um terço da população brasileira.

    Mas, ainda existem os não petistas que pelos mesmos motivos destes têm semelhante opinião sobre o Moro.
    Aí a parcela da população alcança o terço e se proxima de outro.

    Por último, existem aqueles que contestam algumas das decisões do juiz curitibano, alguns chegando mesmo, por vezes, a achar que ele está disposto a fornecer meios para que se faça o maior dos acordões de que se teve notícias neste Brasil de acordões inacreditáveis. Com estes se ultrapassa com folgas o segundi terço da população brasileira.

    Deveras, o homem tem lá seus adeptos, mas destes, só um quantitativo modesto pode ser considerado incondicional.

    Aliás, esta é uma realidade que a própria midia, seja a petista, seja a não petista, não deixa o juíz esquecer.

    Enfim, com todo o respeito, na essência, a opinião postada encerra um grande equívoco.

    O caso karnal demonstra mesmo é que karnal não tem muita convicção de suas posições e que ampara significativa porção de seu prestígio na imagem que criou de si nas redes sociais. Ah, parece que revela também uma natural suscetibilidade etílica. Aliás, como ele mesmo admitiu.

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  • 2. Antonio Carlos Mesquita do Amaral  |  13 de março de 2017 às 8:01

    O massacre do Karnal foi perpetrado por comunistas (o que tem de3 porcaria no Brasil) por ser ele também comunista por estar com moro e não propriamente o MORO. Capiche?

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  • 3. lopesjunior  |  13 de março de 2017 às 10:00

    Assista, caro Oliveira. É esclarecedor. Talvez você esteja apenas reproduzindo uma farsa histórica.

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  • 4. Frederico Teron  |  13 de março de 2017 às 12:53

    Alguém já testemunhou meliante elogiar policial?

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  • 5. Antonio Oliveira  |  13 de março de 2017 às 13:50

    Assistir o que, amigo Lopes? Você deixou alguma indicação, link etc. Se deixou ainda está sob moderação. Mas, assim que for liberado, se estiver acessível a mim assisto logo, caso contrário vou buscar localizar.

    Mas, a respeito do que escrevi, lhe adianto, trata-se única e exclusivamente de percepção subjetiva dos fatos que estão aí disponíveis para todos nós.

    Deveras, o Moro nunca esteve perto de ser unanimidade no Brasil.

    Nem na mídia, qualquer que seja a inclinação desta. Nem no governo, qualquer que seja a inclinação deste. Nem entre os políticos, qualquer que seja a inclinação destes. Nem entre a população comum, qualquer que seja a inclinação de seus integrantes. Nem entre os intelectuais, qualquer que seja a inclinações destes. Nem entre as celebridades, qualquer que seja a inclinação destas. Nem entre os policiais federais, qualquer que seja a inclinação destes. Nem entre os magistrados, qualquer que seja a inclinação destes. Nem entre os integrantes do Ministério Público, qualquer que seja a inclinação dos seus integrantes. Nem entre os ministros do supremo, qualquer que seja a inclinação destes. Nem mesmo entre os integrantes do Blog, qualquer que seja a inclinação destes.

    Com efeito, dizer que o conteúdo do artigo postado constitui equívoco se é que reproduz alguma coisa, só pode ser a realidade concreta da vida no que diz respeito à sensação causada pelo Moro entre os brasileiros.

    Quanto ao Karnal, ele mesmo atribuiu ao vinho, significativa porção da controvérsia, chegando mesmo a aconselhar aos adeptos que ainda lhe restaram: se beber não poste.

    Deveras, alguém que após ser vítima de fortíssima manifestação de intolerância, põe fim à polêmica, sob tal álibe, parece estar um tanto claudicante nas suas convicções.

    Bom, mas de todo o modo fico aguardando aquilo que você me sugere que assista, para ver como e porque estaria eu apenas reproduzindo farsa histórica.

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  • 6. Antonio Oliveira  |  14 de março de 2017 às 2:03

    Amigo Lopes, assisti o vídeo do Stoppa.
    Pois bem duas coisas preliminares a lhe dizer a respeito: (i) eu já conheço o cidadão, sempre que dou uma passada no Cafezinho assisto alguma coisa dele. Gosto do jeito como se comunica. Nada obstante, costumo divergir bastante dele; (ii) fiquei na dúvida se você se dirigia realmente a mim quando indicou o video para assistir, é que que há logo abauxo de meu comentário um homônimo e o vídeo sugerido tem apenas relação indireta, e ainda assim, muito ligeiramente, com o que escrevi no meu comentário.

    Mas, de todo o modo, independentemente de quem tenha sido o destinatário de vossa indicação, como eu já disse, eu assisti todo o vídeo.

    E, digo agora, o fiz mais de uma vez. E de tudo que assisti, me convenci que, ao menos emparte, o Stoppa tem razão. Deveras, a repetição sistemática e reiterada de uma ideia, ainda que um tanto distante da realidade, tende a ir se tornando cada vez mais palatável aos destinatários, chegando ao ponto de, às vezes, até ser tomada como verdade por alguns destes destinatários.

    Agora, é preciso ter presente que os entusiastas petistas de um modo geral, e do lulismo em particular, inclusive o simpático Stoppa, são exímio aplucadores desta técnica.

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  • 7. lopesjunior  |  14 de março de 2017 às 19:07

    Chamei a atenção não a uma técnica, mas a um conteúdo, pois não se trata de uma técnica de reprodução, mas do que se reproduz, uma falácia, uma mentira, ou uma pós-verdade, no jargão pós-moderno atual. Não se trata de Moro ter-se tornado ou não uma unanimidade, mas das razões que o levaram a ser um juiz importante para muitos, e questionável para outros tantos. Muitos e outros tantos são os de direita e de esquerda, respectivamente. E o fato, sobretudo relevante, de Moro apenas julgar e condenar petistas é que é a razão para aqueles outros tantos o questionem na sua postura de juiz. O seu lado mesmo, há muito muito claro, de direita, revela a própria opinião trôpega no argumento, inócuo, de que o juiz se mantém imparcial pelas pressões mesmas de militantes de um lado e de outro. Como se o apoio de um neutralizasse o apoio do outro e nisso mesmo se refletisse uma forma da democracia. Não é verdade. Os autos falam por si e a tentativa, ubíqua, inequívoca em todos os atos, de salvar a direita e condenar a esquerda é revelada pela ação persecutória contra a esquerda e permissiva com a direita. A prova que acabaria com a dúvida já está posta, com o parentesco tucano do pai fundador do PSDB de Maringá e da cônjuge filha de fundador do PSDB estadual, sem contar a advocacia para tucanos. A declaração mesma que ela deu em entrevista já é prova excedente da opinião, e não da conclusão dos autos, pois a priori das provas.

    O vídeo do Leonardo Stoppa é a propósito dessas evidências históricas e políticas apontarem não apenas o método, mas também o discurso. Este tem-se dado por Bolsonaro, quem de direito fascista. O discurso de Bolsonaro é naturalmente o do Mein Kempf, razão pela qual ele desponta como representante de uma classe trabalhadora não esclarecida e desejosa de uma solução rápida para o próprio sofrimento. Bolsonaro é legítimo do fascismo pela antecedência e história ligada a essa forma perigosa de política. Daí que surge como quem coerente com esse discurso. Quando a mídia adotou o fascismo às massas, esperava associar o discurso a um velho coligado seu, mas encontrou Bolsonaro já adepto, inquestionável e inesperado beneficiado por essa propaganda de guerra que as elites assumiram contra o PT.

    Por isso, caro Oliveira, peço que observe que você pode apenas estar ajudando a reproduzir o discurso da destruição do Brasil. Lembre-se que, para nós, não haverá plano Marshall.

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  • 8. Antonio Oliveira  |  15 de março de 2017 às 0:55

    Amigo Lopes, começo registrando que, ao contrário do que você diz, o que está sob debate aqui é a opinião postada no artigo, segundo a qual o episódio com o Karnal teria exposto a rejeição que o Moro experimenta no Brasil, teria demonstrado que o Moro não é a unanimidade que alguns poderiam pensar que fosse.

    Deveras, eu divergi desta opinião e sustentando que muito antes de tal episódio o magistrado já experimentava induvidosa contestação no país inteiro, vinda de todos os lados, partidos, instituições, pessoas (simples, de esquerda, de direita, celebridades, intelectuais, magistrados, integrantes do ministério público, da polícia etc).

    Com verdade, demonstrei com argumentos concretos, variados, diversificados e explícitos que o articulista estava essencialmente equivocado no raciocínio que expôs.

    Todavia, é dizer que jamais disse, inclusive porque jamais sequer pensei em dizer, que o fato do juiz receber contestação de todos os lados, de todas as ordens, de todos os jeitos, exprimiria o caráter isento e democrático do trabalho que ele realiza.

    Muito ao contrário, eu disse, inclusive, que há quem considere (me referindo a uma pessoa que conheço muitíssimo bem) que o trabalho do juiz tenciona levar o caso a um acordão, o que, por óbvio, é de todo incompatível com qualquer ideia vinculada à isenção e à democracia.

    Com efeito, se o articulista está equivocado, como realmente está, não existe a mínima possibilidade d’eu ao discordar dele, estar ajudando a reproduzir discurso de destruição do Brasil. Até porque:

    (a) a linha do comentário que você ora critica é a mesma que eu já adotava há mais 25 anos atrás, quando contraditava os discursos apoiadores do governo deletério de então. Deveras, coerência não é capaz de destruir o Brasil;

    (b) o que destrói o Brasil são os desgovernos que têm se sucedido em nosso país, protagonizados pelos mesmos sujeitos nefastos independentemente da cor e ideologia partidária;

    Com verdade, se minhas certeiras palavras sobre o conteúdo da postagem ajudaram alguma coisa foi a contraditar um discurso que apoia um dos tantos desgovernantes do país, demonstrando sob profunda motivação nos fatos, o desconcerto subsistente no artigo.

    (…)

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  • 9. Antonio Oliveira  |  15 de março de 2017 às 1:32

    Quanto ao vídeo do Stoppa, com todo o respeito a sua opinião, reitero que, em parte, estou de acordo com a ideia veiculada por referido profissional da comunicação.

    Sim, a repetição sistemática e reiterada de uma ideia, ainda que um tanto distante da realidade, tende a ir se tornando cada vez mais palatável aos destinatários, chegando ao ponto de, às vezes, até ser tomada como verdade por alguns destes destinatários.

    Mas, é preciso ter presente que os entusiastas petistas de um modo geral, e do lulismo em particular, inclusive o simpático Stoppa, são exímio aplicadores desta técnica.

    Importante exemplificar para ilustrar: durante muito tempo, por todos os canais de mídia petista, foi massificada a informação de que no governo petista foi concedida toda a liberdade para investigação das malfeitorias governamentais. Muita gente acreditou nesta estória, inclusive os petistas, que a repetiam como a um mantra, uma oração, uma ladainha. Hoje mesmo, no depoimento do ex-presidente rubro, este voltou a afirmar que no governo dele toda a liberdade foi concedida para que os órgãos investigadores do país fizessem o seu trabalho.

    Todavia, aqui mesmo no Blog, eu e você levantamos informações de que tal assertiva não correspondem à realidade. Foi quando constatamos mediante alguns vídeos fidedignos que o caso Banestado teve a investigação completamente descaracterizada, descontinuada mesmo, por ato do próprio ex-presidente rubro.

    Quanto ao conteúdo do vídeo especificamente, é dizer que está um tanto desatualizado. O que ele mostra lá ainda era do tempo em que o pt era candidato à presidência. Na atualidade, do que se deplora o partido já está longe daquela baboseira de “comer criancinha” etc. Hoje, do que se deplora o partido, já tem a ver com aquilo que todos os outros partidos fizeram, ou deixaram fazer, quando assumiram o poder.

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  • 10. lopesjunior  |  15 de março de 2017 às 20:24

    A técnica de propaganda de Goebbels é insistir numa mentira até que ela se torne (sic) verdade. Comentadores como Leonardo Stoppa estão baseados em referências de filosofia, economia e em dados estatísticos publicados, embora não neste vídeo. E Marx, por exemplo, não é apenas uma ideologia, mas uma epistemologia para várias áreas de estudos acadêmicos. É um princípio aceito academicamente, como Adam Smith, mas não Mein Kempf.

    Curtido por 1 pessoa

  • 11. Antonio Oliveira  |  15 de março de 2017 às 21:15

    Amigo Lopes, o que profissionalmente faz o Stoppa é exatamente ecoar vezes incontáveis as inverdades, as inexatidões e as inconsistências que integram o portifólio da maciça propaganda lullopetista, a qual, de tanta insistência, já se tornou verdade para muitos adeptos do partido e de seu gestor mor, que a repetem como se fizesse parte mesmo da realidade concreta da vida.

    A propósito, lhe digo que já assisti muitos destes vídeos pretensamente pedagógicos do Stoppa, e, com todo o respeito, firmei opinião bem diferente acerca da base em que o conteúdo fos mesmos se assenta. Com verdade, so o meu ponto de vista tida a argumentação neles expendida esta baseada única e exclusivamente na propaganda enganosa do partida e no extrema habilidade de comunicador do locutor Stoppa.

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  • 12. lopesjunior  |  15 de março de 2017 às 22:24

    Estereótipos, caro Oliveira, estereótipos…

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  • 13. Antonio Oliveira  |  16 de março de 2017 às 3:29

    Não, amigo Lopes, é fato… É fato, e o video que você postou, como de resto todos os demais que ele posta, não passam de retórica, superficialidades, anacronismo, num ar professoral que pressupõe que os destinatários são todos caixa de ressonância irrefletida da doutrina propagada.

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  • 14. lopesjunior  |  16 de março de 2017 às 9:00

    Superficialidades, anacronismo… viu como tenho razão?

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  • 15. Antonio Oliveira  |  16 de março de 2017 às 12:32

    Bom, amigo Lopes, então você acha que pretender colocar a conjuntura nacional inteirinha em meia duzia de minutos de uma pregação sobre o nazismo cuja base é transformar o judeu d’outrora no petista de hoje, é abordar com profundidade a questão?

    Ou, por outra, você acha que o teor do discurso do locutor do vídeo é compatível com o estágio atual do petismo na cena política nacional, especialmente no que respeita às contestações que estes sofrem pela respectiva atuação?

    Se você me diz que responde afirmativamente a tais questões, então, realmente, que eu tenho estado equivocado durante todo este tempo que temos debatido aqui.

    Bom, mas, se é mesmo assim, eu devo dizer que o Stoppa é um excelente doutrinador.

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  • 16. lopesjunior  |  16 de março de 2017 às 18:04

    Doutrinas de direita e de esquerda não são a base do pensamento de um lado e de outro, mas o resultado de um esforço filosófico e histórico. Considere Adam Smith. Sua obra mais famosa é parte da doutrina do capitalismo porque o sustenta, junto a outros pensadores. E considere Marx. Também parte de uma doutrina, a de esquerda. Católicos também têm doutrina, como judeus e muçulmanos também. Acionistas e investidores também têm doutrina. Técnicos de futebol e jornalistas, idem. Doutrina é um conjunto coerente de ideias fundamentais a serem transmitidas. O vídeo do Stoppa tem conteúdo um tanto esotérico até, não há problema em transmitir uma doutrina, não é desonesto. E combater o fascismo é parte da doutrina esquerdista sim, senhor. A história mostra o porquê. Doutrina por doutrina, veja o que faz o MBL. Inspira multidões a defender corruptos, fazendo-os achar mesmo que estão condenando-os! Incrível. Simplesmente, incrível. Explicar e ensinar uma doutrina, caro Oliveira, não é um problema, o problema com a doutrina é quando a doutrina mesma, pelo que significa doutrina, acusa contradições, achismos e teses estapafúrdias que a desmontam e a “suicidam”. Percebe? O MBL não tem uma doutrina porque não tem coerência. O que o MBL tem é um senso extraordinário de oportunismo.

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  • 17. Antonio Oliveira  |  16 de março de 2017 às 18:19

    Amigo Lopes, pois eu concordo inteiramente com você acerca do MBL.

    Aliás, o Stoppa atua de maneira absolutamente idêntica.

    Stoppa e MBL atuam no mesmo mercado, defendendo clientes que, apesar de adversários, ostentam a mesma índole.

    Ambos são muito bem sucedidos!

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  • 18. lopesjunior  |  17 de março de 2017 às 19:40

    Concordo com o que você disse, MBL e Stoppa são bem sucedidos. Mas, observe o que é doutrina. Stoppa ensina uma doutrina, o MBL, uma mentira.

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  • 19. Antonio Oliveira  |  18 de março de 2017 às 8:16

    Respeito, sua opinião. Mas, a realidade, é que ambos cumprem papel idêntico, a diferença é o patrão.

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  • 20. mariel  |  27 de março de 2017 às 22:05

    De minha parte, gostar ou não gostar do Moro é irrelevante. Podemos gostar ou não gostar de livros, apoiar ou não apoiar causas. De um juiz não temos que gostar ou não gostar, mas confiar que aplica as normas legais, os ditames e tais. Moro faz isso? Até onde o ponto da minha vista alcança, faz. Pra mim, é o que basta.

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  • 21. blogcrimesemcastigo  |  5 de abril de 2017 às 23:23

    Parece que essas pessoas não tem o senso e tato critico social para saber o que algo tao obvio poderia repercutir.

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