Definidos valores de patrocínio do Parazão

10 de janeiro de 2017 at 15:05 12 comentários

Representantes da Federação Paraense de Futebol (FPF) e do governo do Estado – por meio da Casa Civil, Banco do Estado do Pará (Banpará), Secretaria de Esporte e Lazer (Seel) e Rede Cultura – acertaram ontem os detalhes do patrocínio para a realização do Parazão 2017, que nesta edição será chamado de “Paraense Banpará 2017”, divulgando a marca da instituição financeira que está garantindo a realização do evento. No próximo dia 20 de janeiro será assinado o contrato entre os 10 clubes participantes e o Executivo Estadual.

Para a realização do Campeonato Paraense, o Governo investirá mais de R$ 6 milhões. Pelos direitos de transmissão exclusiva do evento, como já acontece há oito anos, a TV Cultura do Pará vai destinar R$ 2.956.800,00. Desse total, 20% vão premiar os melhores do campeonato. O primeiro lugar receberá mais de 224 mil reais, o segundo, mais de 168 mil. O terceiro lugar vai ganhar mais de 112 mil e o quarto ficará com mais de 56 mil.

“O Governo entende que o futebol é um motivo de união entre os paraenses e mais uma vez a gente garante a transmissão através da TV, rádio e portal Cultura, ampliando cada vez mais a transmissão pela internet, para que torcedores dos clubes paraenses possam assistir em qualquer lugar do mundo. Para nós, obviamente, é motivo de orgulho reforçar essa parceria com a Federação Paraense de Futebol e os clubes envolvidos no campeonato”, disse Adelaide Oliveira, presidente da Funtelpa.

O Banpará manteve o mesmo valor investido no ano passado. Será o principal patrocinador deste ano, com R$ 3.400.800,00. “Para o Banpará, é muito importante patrocinar o campeonato paraense porque nós somos um banco estadual. A única mudança é em relação ao Paysandu. Como passou a ser patrocinado, desde o ano passado, pela Caixa Econômica Federal, o clube não tem como manter vínculo com duas instituições. Então, o valor que seria destinado ao Paysandu será repassado à Federação Paraense de Futebol para bancar a gestão do campeonato, no que concerne à logística de viagens e hospedagem”, esclareceu o diretor de Crédito e Fomento do banco, Jorge Antunes. Ao final do Paraense Banpará 2017, haverá ainda uma bonificação para o primeiro colocado entre os clubes patrocinados pelo banco no valor de R$ 120 mil.

O “Parazão Banpará 2017” terá a participação de 10 times, com início oficial em 28 de janeiro – quando se realizará a partida entre Paysandu x Castanhal, na Curuzu, às 18h30 – e término previsto para o dia 7 de maio. (Com informações de Syanne Neno/Ag. Pará)

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Capa do Bola – terça-feira, 10 Um lamento pelo jornalismo moribundo

12 Comentários Add your own

  • 1. Cláudio Columbia  |  10 de janeiro de 2017 às 19:15

    Mesmo reduzido esse ano, não deixa de ser um bom patrocínio – PSC deixa de ganhar 654 mil do Banpará(ao ano), pra ganhar 250 mil/mês do patrocínio master, da CEF

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  • 2. Cláudio Columbia  |  10 de janeiro de 2017 às 19:19

    Premiação

    Remo e PSC – 758.508,00, de 2 vezes

    Demais clubes – 84.268,80

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  • 3. celira  |  10 de janeiro de 2017 às 23:13

    Eu não gosto dessa distorção tão grande entre os valores dados a PSC e Remo com relação aos pequenos.

    Assim fica difícil evoluir o futebol em todos os cantos desse estado.

    Sem contar que seria uma contradição minha defender este modelo, já que cobro cotas mais iguais nas competições nacionais.

    Ainda sobre isso, penso que o ideal é Remo e PSC buscarem uma independência do Banpará, de modo que o Banco possa ajudar os emergentes.

    E que a funtelpa paga-se cotas melhores aos emergentes.

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  • 4. celira  |  10 de janeiro de 2017 às 23:14

    *E que a funtelpa paguasse cotas…

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  • 5. Aladio Oliveira  |  11 de janeiro de 2017 às 8:33

    Quase 3 milhoes da TV Cultura em patrocínio daria um bom reajuste salarial para os seus funcionários da casa, que hoje ganham uma miséria. Com certeza com esses profissionais mais valorizados poderiam produzir programas bem melhores.
    Paysandu, por exemplo, é empresa que está ganhando rios de dinheiro com a marca Lobo, portanto, não precisa de dinheiro estatal.
    A exposição do produto Lobo na TV por si só já é um patrocínio.

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  • 6. Víctor Palheta (@victorpalheta)  |  11 de janeiro de 2017 às 8:50

    Cláudio, essa premiação é fora o patrocínio do Banpará? Ou esse seria o valor anual?

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  • 7. Víctor Palheta (@victorpalheta)  |  11 de janeiro de 2017 às 8:59

    Funtelpa poderia dar o exemplo e copiar a Premier League: 50% da grana de acordo com a audiência e 50% de acordo com a colocação do campeonato passado. Seria mais justo a todos

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  • 8. Acácio F B Elleres - Campeão dos Campeões  |  11 de janeiro de 2017 às 10:30

    Paysandu e Remo carregam nas costas esse campeonato falido. Experimentem fazer um torneio sem os dois e vejam no que daria.
    Justíssimas as cotas diferenciadas.

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  • 9. celira  |  11 de janeiro de 2017 às 12:05

    Aladio, concordo que o governo investe em algo menor, pois poderia não comprar os direitos da competição.

    Investe “mal” quando investe em propagandas (principal cabo eleitoral tucano) e criam um estado de fantasia.

    Mas, se a Funtelpa deseja transmitir a competição, tem obrigatoriamente que pagar.

    Isso é fato!

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  • 10. celira  |  11 de janeiro de 2017 às 12:07

    Acácio, isso é verdade, mas, se tivermos investimentos mais equânimes, talvez, com o tempo, este fato pudesse mudar. O objetivo do esporte não é ter dois grandes. É fazer o futebol local grande e, para mim, isto é mais que Remo e Paissandu.

    Curtido por 1 pessoa

  • 11. Antônio Oliveira  |  11 de janeiro de 2017 às 15:40

    Também acho que trata-se de má aplicação do dinheiro público estes patrocínios. Inclusive porque a contrapartida é a propaganda, cujo beneficiário único é o gestor estadual pessoalmente. Deveras, é dinheiro público que não é gasto em prol da coletividade.

    Quanto aos valores distribuídos também me inscrevo dentre aqueles que consideram justo a distribuição de uma fatia maior, significativa, bem maior, à dupla Re/Pá, cujas torcidas são o alvo da propaganda. Mas, compreendo que sem os menores, seria impossível realizar o campeonato. E, sem o campeonato …

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  • 12. 09751  |  11 de janeiro de 2017 às 21:18

    Isso pode entrar na série “o futebol é uma mãe”. Sempre dinheiro público salvando ou o governo perdoando dívidas, vide o Banco Pan Americano e mais recentemente a Oi. Esse sistema acaba acostumando mal tanto os ditos menores quanto os ditos maiores que deveriam buscar patrocínio privado e não público. Acredito que quem deveria bancar tudo era a FPF e não o governo do estado.

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