Feliz Ano Novo!

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Fim de ano sempre dá margem a mensagens melosas, todo mundo fica emotivo e acaba por escorregar nos adjetivos. Pra não correr risco, prefiro desejar que tudo seja melhor do que foi em 2016. Que o golpe seja derrotado (não sei como) e que as pessoas, mesmo as mais alienadas (ou distraídas), se apercebam da imensa roubada que é entregar a canalhas e dissimulados um país tão desigual. Aos meus amigos, virtuais ou não, baluartes do blog, conhecidos e até alguns que ainda não conheço, desejo que Deus esteja sempre presente em suas vidas. E que haja pão, vinho e rock para todos!

Morre Jayme Bastos, o Neca-Neca

unnamedCom uma vida dedicada ao rádio paraense, morreu neste sábado o narrador Jayme Bastos, que fez escola nas emissoras de Belém, com um estilo muito peculiar de narração. O popular “Neca-Neca” trabalhou em todas as grandes emissoras do Estado. Passou pelo Rádio Clube do Pará, Super Marajoara, Liberal e Guajará. Ultimamente, trabalhou na Maguary FM. De família portuguesa, Jayme começou como animador de eventos carnavalescos no antigo Pedreira Bar.

Posteriormente, foi locutor volante da Rauland e daí seguiu para a carreira no rádio, ganhando prestígio como narrador esportivo de grande talento. Homem de muitos amigos, era conhecido pelo grande caráter, bom humor e o excelente papo. Vai deixar saudades.

O que está ruim sempre pode piorar

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Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  permitiu que três candidatos considerados inelegíveis tomem posse no início de 2017 como prefeitos. A decisão beneficiará Sebastião de Barros Quintão (PMDB), de Ipatinga (MG), Luiz Menezes de Lima (PSD), de Tianguá (CE), e Geraldo Hilário Torres (PP), de Timóteo (MG). Eles foram os mais votados, mas, por condenações do ano de 2008 que os tornaram inelegíveis, haviam tido o registro indeferido para as eleições de 2016 por decisões do próprio Tribunal Superior Eleitoral.

As informações são do Estado de S.Paulo.

“A Corte tem adotado o entendimento de que o impedimento deve durar 8 anos, de acordo com a Lei da Ficha Limpa, mesmo em casos de condenações anteriores à criação dessa lei, em 2010. E não 3 anos, que era o prazo da punição na época das condenações, anterior à nova lei.

Os candidatos entraram com recurso pedindo que o impedimento fosse apenas de 3 anos, com base na lei anterior, e, assim, o registro deles para 2016 fosse liberado. De plantão no recesso judiciário, Gilmar Mendes — que havia sido voto vencido em discussões no TSE sobre a retroatividade da Ficha Limpa — concedeu as liminares favoráveis aos três.

Gilmar Mendes, em sua decisão, argumentou que a discussão sobre a retroatividade da Lei da Ficha Limpa está tramitando no Supremo Tribunal Federal com o julgamento suspenso por um pedido de vista mas com quatro votos favoráveis favoráveis à tese dos candidatos.

Segundo ele, ‘a não concessão de eficácia suspensiva neste momento poderá acarretar realização de eleições suplementares possivelmente desnecessárias, caso o STF decida favoravelmente ao candidato eleito’.”