POR GERSON NOGUEIRA
Dentro da série de análises de baluartes e leitores ilustres da coluna, as opiniões de hoje são do publicitário Patrick Paraense e do baluarte Cláudio ‘Colúmbia’ Santos.
Para Patrick, diretor da Troika Marketing, o futebol paraense seguiu em 2016 seu calvário, reflexo de décadas de coronelismo na FPF. “A realidade do esporte no Estado obriga dirigentes de clubes e da federação a pensar e implementar renovações, pois, com um calendário sem planejamento, competições sem atrativos e sem uma política de valorização de talentos locais, o futebol fica cada dia mais inviável. Nosso futebol depende de Remo e Paysandu, mas não como atração e sim como organismos vitais para sua sobrevivência, e isso é ruim para todos os lados da engrenagem”.
Segundo ele, “os demais clubes não conseguirão evoluir se não houver uma política de atenção compartilhada com as equipes locais, e penso isso em todas as frentes, dos já parcos anunciantes à imprensa. As equipes precisam manter-se ativas o ano todo, tendo jogos e recursos. Assim, com o tempo, talvez tenhamos um futebol local autossustentável e atrativo, deixando a dupla Re-Pa livre e leve para serem grandes por si só. Por falar na colossal rivalidade, Remo e Paysandu tiveram um ano muito igual em suas diferenças”.
O publicitário observa que os titãs paraenses trilham hoje caminhos opostos. “O Paysandu demonstra que com ações simples e com uma política de conciliação interna se obtém resultados significativos em sua estrutura, e tendo como referencia a bagunça do futebol local, os avanços bicolores tomam proporções europeias, mas esse básico (merecedor aqui de elogios) segue burocrático, sem mobilizar a torcida. O Remo segue com a torcida empolgada e sempre na expectativa de ver todo o seu amor revertido em glórias. Infelizmente, precisa buscar alternativas para superar a crise, que já está instalada faz quase duas décadas no Clube de Periçá”.
Sobre o Remo, ele mantém um olhar otimista. “O ano de 2016 foi do ‘quase’ azulino. No futebol, o desempenho do Remo foi risível. Se juntarmos todos os lampejos de qualidade não conseguiremos ter 90 minutos de futebol bem jogado. Mas vejo que 2017 pode ser um ano melhor para os remistas, pois se a busca da unidade interna deixar de ser um exercício de retórica eleitoral e passar a ser uma prática de gestão, o clube pode iniciar a caminhada lenta, porém necessária, para sua modernização e autossustentabilidade verdadeiras”.
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Os melhores e piores da cena paraense em 2016
Cláudio Santos aponta o Papão como o grande destaque da temporada, pois conquistou o Parazão, a Copa Verde e chegou à terceira fase da Copa do Brasil. “O time não foi muito bem na Série B, mas conseguiu se manter na competição para 2017. No Ranking da CBF, manteve-se na 30ª posição (5.340 pontos)”.
Em contrapartida, o Remo foi o destaque negativo. “Sequer conseguiu chegar à decisão do Campeonato Paraense. Deu adeus à Copa Verde, sendo desclassificado pelo maior rival. Eliminado pelo Vasco na 1ª fase da Copa do Brasil, só restava a Série C, na qual foi razoavelmente bem, não obtendo o acesso, mas garantindo a permanência, sem sustos – a campanha na C salvou o ano azulino. Apesar disso, o Leão subiu 12 posições no Ranking da CBF, assumindo a 57ª colocação (1.627 pontos) e ultrapassando o Águia (coisa que já prevíamos há quase três meses)”.
Ainda no campo das decepções, ele cita Tapajós e Parauapebas, rebaixados no Parazão 2016 e fora do Parazão 2017; e São Francisco, São Raimundo e Águia, que fracassaram redondamente na Série D.
Por fim, Cláudio escolhe a seleção do futebol do Pará em 2016: “Emerson (PSC); Roniery (PSC), Henrique (CR), Gilvan (PSC) e Jaquinha (Independente); Augusto Recife (PSC) e Yuri (CR); Leandro Cearense (PSC), Eduardo Ramos (CR) e Tiago Luiz (PSC); Edno (CR). Técnico – Dado Cavalcante. Revelação – Rodrigo Andrade (PSC)”.
(Coluna publicada no Bola desta terça-feira, 27)
Não vamos esquecer de colocar aqui no blog a última pesquisa de torcidas do Brasil, que foi divulgada ontem pelo jornal o Globo. Só para lembrar que a torcida do Remo é a maior do Norte do Brasil rsrs
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Esse Janderson…
Jkkkkkk
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Columbia por favor não vamos esquecer de colocar aqui no blog que o time do remo levou muita surra do Papão em 2016 e não venceu uma do Paysandu nem pra remédio.
shop ship ship ship kakakakakakakakakakakakakakakakakakaka
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Amigo Cláudio, Recife é difícil de engolir na seleção. Entraria com Jonhatan. E no lugar de Yuri jogaria Rodrigo Andrade.
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Pesquisa com dez mil em um universo de quase 300 milhões. Está bem parecida com as publicadas antes das eleições.
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Amigo Celira….Rodrigo jogou pouco esse ano.. Foi mais uma revelação que um destaque em 2016…Recife, num todo, foi bem,a meu ver..Jhonnatan, ficou devendo a meu ver
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Aliás, PSC sofreu duplo baque, essa semana.. Perdeu os 2 alas direitos que vinha negociando pra trazer um dos 2…Jonas, foi pro Botafogo-RJ e o plano B, Weldinho, foi pro Figueirense
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Esses dados só confirmam as pesquisas anteriores e o que se vê nos estádios. O Remo tem uma torcida apaixonada e que comparece nos estádios, os diretores precisam ter vergonha e começar a valorizar o torcedor. Temos uma torcida de série A mas eles estão parados no tempo.
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Não vamos esquecer da ajudinha do Dewson e do Joelson kkkkkkkkkkk
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