Ministro boliviano sobre tragédia da Chape: “Não foi acidente, foi assassinato”

O ministro de Defesa da Bolívia, Reymi Ferreira, afirmou, nesta sexta-feira (9), que a tragédia com o avião da Chapecoense, que causou a morte de 71 dos 77 passageiros, não foi um acidente, e sim homicídio. “Não houve um acidente, houve um homicídio. O que ocorreu em Medellín é um assassinato porque alguém que se atreve a levar passageiros, mais de 70 pessoas, com a gasolina exata, viola um protocolo fundamental básico da aeronavegação civil”, disse o ministro em entrevista à rádio paraguaia ABC Cardinal.

Ferreira lembrou que uma aeronave deve contar com, pelo menos, uma hora e meia a mais de autonomia de voo, além do trajeto estabelecido, o que, no caso do LaMia, não foi cumprido. A autoridade ainda falou sobre a existência de cúmplices no caso, se referindo a Celia Castedo, funcionária da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea (AASANA), que observou irregularidades no plano de voo, mas, mesmo assim, aprovou o mesmo.

“Está muito claro que houve um homicídio. Mas teve cúmplices, alguém que permitiu que esse avião decolasse com essa rota de voo é cúmplice (…) e essa senhora vai se declarar perseguida política e ir para outro país, algo que é incorreto”, concluiu. (Do R7)

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