Ex-algoz bicolor é o novo técnico do Remo

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A diretoria que assumiu o clube no sábado à noite corre contra o tempo para montar o time para a disputa do Campeonato Paraense, que começa no dia 28 de janeiro. Depois de constituída a Comissão de Futebol, com Marco Antonio Magnata, Sérgio Dias, Milton Campo e o ex-goleiro Dico, o novo técnico foi imediatamente contratado: é Josué Teixeira, de 56 anos, professor de Educação Física e conhecido pelo trabalho no Macaé-RJ.

Foi no comando do time carioca que Josué enfrentou e venceu o Paissandu, no Mangueirão, em 2014, na decisão do Campeonato Brasileiro da Série C. Josué deve ser apresentado oficialmente pela Diretoria do Remo nesta terça-feira. Com passagem pelo futebol árabe, o treinador trabalhou também no Avaí, Nova Iguaçu, Tricordiano, Duque de Caxias, Cuiabá, Sampaio Corrêa e ABC-RN.

Além do técnico, a Comissão de Futebol se movimenta já encaminha contratações de atletas. O goleiro Alencar Baú, o atacante Kiros e os laterais Léo Rosa e Jaquinha devem ser os primeiros reforços para a temporada.

Título sul-americano garante à Chapecoense 4,8 milhões de dólares

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A Conmebol definiu nesta segunda-feira, em reunião virtual, por teleconferência, que a Chapecoense é a campeã da edição de 2016 da Copa Sul-Americana. A decisão já estava tomada desde a última quinta-feira, como revelado pelo GloboEsporte.com, e foi oficializada em reunião virtual do Conselho da entidade – que tem representantes dos 10 países sul-americanos.

A decisão foi comunicada pela Conmebol em seu site oficial. A nota publicada pela confederação diz que a Chapecoense “receberá todas as honras e prerrogativas de campeão da Copa Sul-Americana de 2016”. O texto reconhece o Atlético Nacional como vice-campeão da competição. Além disso, o clube colombiano receberá o prêmio “Centenário da Conmebol ao Fair Play” e a quantia de US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,4 milhões) pela atitude de ter pedido o título para a Chapecoense.

A Chape, que na semana passada perdeu jogadores, comissão técnica e dirigentes na tragédia da Colômbia, agora tem vaga garantida na Recopa Sul-Americana de 2017 (que disputará contra o Atlético Nacional de Medellín em data a ser definida) e na fase de grupos da Taça Libertadores do ano que vem.

A decisão da Conmebol reforça as finanças da Chape. Pelo título da Sul-Americana, o clube catarinense vai receber premiação de US$ 2 milhões (R$ 6,86 milhões). Pela vaga na Recopa, mais US$ 1 milhão (R$ 3,43 milhões). A participação na Libertadores renderá ainda mais US$ 600 mil (pouco mais de R$ 2 milhões) por jogo como mandante. Como fará ao menos três partidas na fase de grupos, o time catarinense já garantiu US$ 1,8 milhão (R$ 6,17 milhões). (Do Globo Esporte)

Piloto do voo da Chapecoense tinha ordem de prisão decretada na Bolívia

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O piloto boliviano Miguel Quiroga, comandante do avião da companhia aérea Lamia que caiu na última terça-feira em viagem que levaria a delegação da Chapecoense à Colômbia, matando 71 pessoas, estava sendo processado na Bolívia e tinha ordem de prisão decretada por ter deixado a Força Aérea. “O capitão Quiroga, que era o piloto do avião que se acidentou, estava sendo julgado pela Força Aérea Boliviana, inclusive tinha um mandado de prisão contra ele”, afirmou o ministro da Defesa, Reymi Ferreira, de acordo com a agência “ABI”.

Segundo o ministro, Quiroga e outros quatro militares que deixaram a Força Aérea estão sendo processados por essa razão, mas conseguiram evitar a prisão apresentando recursos à Justiça. “Eles receberam uma formação profissional, um investimento do governo, e, de repente, no meio de cumprir com o acordo de devolver esses conhecimentos e habilidades à Força Aérea e ao governo, preferiram renunciar”, explicou Ferreira.

Na Bolívia, segundo o ministro, os pilotos militares assumem o compromisso de não deixarem a Força Aérea até cumprir os anos de serviço estipulados. Apenas casos excepcionais permitem a baixa. Quiroga, no entanto, não tinha justificativa para a saída. O custo de formação de um piloto da Força Aérea da Bolívia é de aproximadamente US$ 100 mil. (Do Jornal O Tempo)

Ministro do STF afasta presidente do Senado

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Em caráter liminar, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, afastou o presidente do Senado, Renan Calheiros, em atenção a um requerimento apresentado pela Rede Sustentabilidade, de Marina Silva. Renan é acusado de várias irregularidades, incluindo recebimento de propina da Odebrecht.