No Barça, salário mínimo ultrapassa R$ 500 mil

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Que Lionel Messi, Neymar e Luis Suárez têm salários astronômicos no Barcelona, não surpreende. Mas e no outro extremo da folha de pagamento do elenco? Quem são e quanto recebem os donos dos menores vencimentos do clube catalão? A resposta está na imprensa catalã nesta quinta-feira.

Segundo lista publicada pelo diário ‘Sport’, o goleiro Jordi Masip é quem tem o menor salário do elenco principal do Barcelona, ainda que seus ganhos estejam longe de ser pequenos: 1,7 milhões de euros por temporada, ou R$ 6,1 milhões na cotação atual, equivalente a R$ 508 mil mensais.

Em seguida, estão o brasileiro Rafinha Alcântara e Denis Suárez, contratado para esta temporada, que recebem 2 milhões de euros (R$ 7,1 milhões) por ano, cerca de R$ 600 mil mensais. O terceiro menor salário é do também recém-chegado Jasper Cillessen, goleiro holandês: 2,1 mi de euros/ano (R$ 7,5 mi).

Veja abaixo a lista dos menores salários do elenco do Barcelona (em euros):

1 – Jordi Masip: 1,7 milhões de euros
2 – Rafinha Alcántara: 2 milhões
2 – Denis Suárez: 2 milhões
4 – Jasper Cillessen: 2,1 milhões
5 – Lucas Digne: 2,5 milhões
5 – Aleix Vidal: 2,5 milhões
5 – Sergi Roberto: 2,5 milhões
8 – Paco Alcácer: 2,7 milhões
9 – Marc-André Ter Stegen: 3 milhões
9 – Samuel Umtiti: 3 milhões
9 – Jeremy Mathieu: 3 milhões

Seleção tem chance hoje de encostar no líder

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Parecia que seria o maior sufoco da história. Mas uma vitória nesta quinta-feira, contra a frágil Bolívia, em Natal, vai fazer com que a campanha da seleção brasileiras nas eliminatórias para a Copa de 2018, ao final do primeiro turno da competição, se aproxime até da registrada pelo time nacional mais estrelado desde que as vagas no Mundial passaram a ser disputadas no sistema de todos contra todos. Depois das vitórias sobre Equador e Colômbia, nos primeiros jogos sob o comando de Tite, o Brasil soma 15 pontos, na vice-liderança antes da rodada final, que tem todas as suas cinco partidas nesta quinta-feira. Vencendo os bolivianos, a equipe vai a 18 (assumir agora a liderança é difícil, já que o atual primeiro colocado, o Uruguai, recebe a lanterna Venezuela).

Esta é quarta vez que a seleção brasileira joga eliminatórias com seu atual formato. Na primeira, no classificatório para a Copa de 2002, terminou o primeiro turno com 17 pontos. Na última, no torneio para o Mundial de 2010, somou 16 pontos.

Melhor do que agora, só o mega-estrelado time das eliminatórias para a Copa de 2006, com Ronaldinho, Kaká, Adriano, Ronaldo, Cafu e Roberto Carlos. Aquele time terminou a primeira metade do classificatório com 19 pontos. E mesmo com tantos astros fez 19 gols em nove jogos. Na atual campanha, o Brasil já tem 16 gols. Pela fragilidade boliviana, não é impossível pensar numa goleada em Natal que o faça superar a artilharia das eliminatórias para 2006.

Nesta quinta-feira, na Arena das Dunas, com todos os ingressos vendidos, Tite vai mandar a campo uma equipe bastante modificada em relação a que venceu equatorianos e colombianos. Três mudanças são por obrigação. Nas vagas dos machucados Marcelo e Casemiro, entram, respectivamente, Filipe Luís e Fernandinho. No meio-campo, o suspenso Paulinho dá lugar a Giuliano. Por fim, uma troca por opção do treinador. Em grande fase no Liverpool, Philippe Coutinho toma o lugar de Willian como o meia mais ofensivo da equipe.

Se não conseguir tomar a liderança na rodada derradeira do turno, o Brasil terá uma grande chance na jornada de abertura do returno, quando vai até a Venezuela enfrentar a lanterna, no próximo dia 11, e o Uruguai tem uma dura parada, enfrentando a Colômbia, fora de casa.

FICHA TÉCNICA: BRASIL X BOLÍVIA

Local: Arena das Dunas, em Natal (RN)
Data: 06 de outubro de 2016, quinta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Lamouroux (COL)
Assistentes: Alexander Guzmán e Eduardo Díaz (COL)

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Miranda, Marquinhos e Filipe Luís; Fernandinho, Renato Augusto, Giuliano, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus. Técnico: Tite

BOLÍVIA: Lampe; Edemir Rodríguerz, Ronald Eguino, Ronald Raldes e Leonel Morales, Raúl Castro, Alejandro Meleán e Wálter Veizaga; Yasmani Duk e Pablo Escobar; Marcelo Moreno. Técnico: Ángel Hoyos

Felipão contesta Luxemburgo e defende chineses

Atual campeão do Campeonato Chinês com o Guangzhou Evergrande, o técnico Luiz Felipe Scolari rebateu as acusações de que há manipulação de resultados no futebol do país asiático, após declaração do também brasileiro Vanderlei Luxemburgo. Para Felipão, o compatriota tenta justificar seu insucesso. “Acho totalmente absurdas as palavras, totalmente infundadas”, disse o ex-técnico da seleção brasileira, em entrevista exclusiva à ESPN Brasil. “Estamos há um ano e meio no Guangzhou e podemos dizer que conhecemos as situações dos campeonatos aqui. Nunca ouvimos falar de algo diferente do normal”.

“Foi para justificar. Tu sai do seu serviço, do seu país, e pode não dar certo. Mas não justifica não conseguir atingir o objetivo, transferir para uma coisa que a China pode ter vivido há 50 anos atrás, 40 ou 30 e hoje é impossível. A federação cuida muito desses campeonatos”, garantiu Felipão. Segundo o pentacampeão, as declarações de Luxemburgo, concedidas ao Sportv na última segunda-feira, já têm impacto negativo para os brasileiros que seguem trabalhando na China.

Keno, ex-Águia, na mira de Fla e Santos

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Uma das revelações do Brasileiro, o atacante Keno deverá ter o seu futuro definido nesta semana. O Flamengo é uma das alternativas para o futuro do jogador de 27 anos. O diretor do clube, Rodrigo Caetano, se reuniu com o representante do São José-RS, João Locke, e oficializou o interesse rubro-negro em reunião na última quarta-feira. O destaque do Santa Cruz tem acordo de empréstimo até o fim da temporada e não seguirá no Arruda em 2017. Locke esteve no Rio de Janeiro cuidando da renovação de contrato de Keno e se encontrou com o conterrâneo Caetano.

“O Flamengo mostrou interesse no atleta. A gente estava exatamente refazendo o contrato dele para tratar desse assunto de forma mais clara. Foi mais uma conversa informal, não teve proposta, somente o interesse”, contou o cartola ao ESPN.com.br. “O Rodrigo é daqui (Porto Alegre), então, aproveitamos para ver essa situação”, prosseguiu.

O Santos é outro que tem interesse no futebol de Keno. Existe também a possibilidade de ida para o exterior, mais especificamente, para o Japão. “O empréstimo está descartado. Somente para clube de fora. Temos essa conversa em andamento que envolveria 50% dos direitos econômicos”, concluiu Locke.

Keno despontou para o futebol disputando o campeonato paraense, primeiro pelo Bragantino e depois pelo Águia de Marabá, em 2013. (Via ESPN)

Globo virou inimiga número 1 de qualquer projeto progressista no Brasil

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POR LUIS NASSIF, no Jornal GGN

As eleições municipais simbolizam um marco zero para as esquerdas, de fim da era de predomínio absoluto do PT. O partido nasceu moderno nos anos 80, como uma confluência de coletivos. Nos anos 90 amoldou-se para a luta política convencional, revendo dogmas, aplainando radicalismos estéreis. Mas, para tanto, recorreu a um centralismo que pouco a pouco foi  inibindo o protagonismo dos coletivos.

Com a chegada ao poder, tentou manobrar as ferramentas de luta institucional. Nesse período, perdeu quatro elementos centrais: José Genoíno e Luiz Gushiken, tragados pela AP 470; o ex-Ministro Márcio Thomaz Bastos; manteve ainda José Dirceu atuando como eminência parda, mas sem dispor mais das ferramentas institucionais e afastado do centro de poder pelo isolamento a que foi confinado pelo governo Dilma, crítica de seus métodos.

Finalmente, no governo Dilma Rousseff perdeu a identidade ideológica. Assim, ocorreu uma quádrupla derrota nos campos político, institucional, midiático e ideológico. A esquerda terá que ser refundada.

Assim, ocorreu uma quádrupla derrota nos campos político, institucional, midiático e ideológico. A esquerda terá que ser refundada. As características dos novos tempos são as seguintes.

Peça 1 – fim do lulismo

A legenda Lula compreendia um conjunto de símbolos pouco captados pelas novas gerações: a criação da CUT, os comícios da Vila Euclides, a campanha de Collor, a campanha do impeachment.

Manteve-se como o grande aglutinador dos grupos de esquerda e como o maior símbolo da política brasileira do século. Mas tombou, vítima da falta de lembrança das novas gerações, da campanha sistemática de destruição pela aliança da Procuradoria Geral da República (PGR), Lava Jato e mídia. E pelos erros tremendos de não ter entendido os aspectos institucionais e midiáticos da guerra política.

Na verdade, o único líder do PT com essa visão era José Dirceu. Explicitou demais o seu poder, atuou com excessiva desenvoltura em todas as áreas, do Judiciário aos grandes grupos e terminou fuzilado por uma armação: a tal  “teoria do fato”, magistralmente definida pela ministra Rosa Weber com seu célebre “não tenho provas, mas a doutrina me permite condená-lo”.

Depois, foi alvo de todas as armações acusatórias possíveis e de uma bala de prata real: suas relações com Milton Pascowitch. O sonho de Lula 2018 está comprometido pelos resultados da campanha política de desconstrução de sua imagem e pela continuidade do jogo político escandaloso da Lava Jato, visando inabilitá-lo juridicamente.

Continuará sendo figura referencial das esquerdas, a liderança capaz de aglutinar os diversos setores. Mas os cenários possíveis para a esquerda têm que começar a trabalhar com a hipótese concreta de não contar com Lula em 2018.

Peça 2 – a mediocridade da direita

Nos anos 80, ganhou popularidade uma velha piada sobre o inferno. O sujeito morre, vai para o inferno e precisa escolher entre três, o inferno norte-americano, o alemão ou o brasileiro. O brasileiro, além de incorporar todas as  funcionalidades dos dois anteriores, ainda tem um cardápio adicional de tortura, dentre as quais meia hora diária ouvindo o José Serra falando sobre o perigo bolivariano no mundo.

O condenado se espantou:

  • Se o brasileiro é tão pior assim, porque está cheio e os dois outros vazios?
  • É porque no brasileiro nada funciona. O Secretário de Governo desviou o carvão da fornalha, o demônio da Casa Civil montou uma concorrência fraudada e a cadeira do Dragão dá curto circuito, o Satanás só herdou as mesóclises de Jânio. E o Serra nunca aparece porque dorme até tarde e passa o resto do dia tentando decorar siglas: Brics, NSA, Mercosul, União Europeia… Brics, NSA, Mercosul, União Europeia… Bracs, perdão, Brics, GSA, perdão NSA…

Piadas à parte, a direita brasileira não se mostra capaz de desenhar um projeto minimamente articulado de país. Nos anos 90, embarcou na onda Reagan-Thatcher, que começava a dominar o mundo pós-muro de Berlim. Agora, nada tem, nem utopias globais às quais recorrer. Atualmente, único fator de aglutinação é atacar a velha esquerda e exalar toda forma de preconceito. E importar das ondas globais a intolerância mais retrógrada.

Terá vida curta. Sua única saída será ampliar o Estado de Exceção. Mas mesmo para isso teria que dispor de características  morais e de capacidade de desenhar o futuro. Só com mesóclises será insuficiente. Portanto o novo tempo do jogo está próximo, de menos de uma década, com novos atores que ainda estão em formação.

Peça 3 – a ampliação do estado de exceção

Antes de ingressar no novo tempo político, há o enorme desafio de enfrentar a maré do Estado de Exceção.

Quando comecei a apontar a participação do PGR Rodrigo Janot no golpe, procuradores bem intencionados preferiram se iludir com a presunção de isenção. Nas suas entranhas, o processo jurídico é burocratizado e lento. E as regras de accoutibility suficientemente vagas para que os operadores do direito manobrem com prazos, com avaliações  subjetivas sobre os inquéritos e, principalmente, com o uso seletivo dos vazamentos.

O inquérito contra Aécio Neves dormiu por anos na gaveta do PGR. O julgamento do “mensalão tucano” foi atrasado por anos graças a um mero “esquecimento” do ministro Ayres Brito.

Até hoje é impossível saber quais e quantos inquéritos repousam nas gavetas da PGR ou em pedidos de vista intermináveis do STF. Agora, o MPF e a Polícia Federal se constituem na maior ameaça à democracia. E há razões de sobra para temer. Qualquer avaliação sobre o avanço do Estado de Exceção tem que analisar dinamicamente o que ocorre, levando em conta todos esses sinais.

O que Mirian Leitão fez foi uma mistificação histórica, ao comparar o quadro politico atual com a ditadura pós-AI5, em plena maré de torturas, para concluir que hoje em dia não existe regime de exceção.

Para chegar a 1968, a ditadura passou por 1964, período no qual foram plantadas as sementes da radicalização posterior – principalmente quando o regime entendeu que não tinha possibilidades eleitorais. E surgiu porque avançou-se dia a dia em medidas de exceção, criminalizando os críticos, fossem comunistas ou liberais. E, na mídia, as Miriam Leitão da época estimulavam a caça às bruxas recorrendo a um legalismo de araque.

Se Mirian e outros colegas forem bem sucedidos em seu trabalho diário de fomentar a caça às bruxas, é possível que dentro de pouco tempo possamos chegar ao padrão AI5.

O direito penal do inimigo está proliferando por todos os poros da república, dos colunistas de jornais a procuradores da República, diretores de escola expurgando “comunistas” e redações expurgando quem ousar criticar o golpe. É um sentimento disseminado. É possível que em um ponto qualquer do futuro erga-se alguma onda de resistência contra o arbítrio. No momento, não.

No CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) as piores asneiras de direita são perdoadas. Hoje em dia, no entanto, as ameaças do CNMP pairam sobre o pescoço do procurador que questionou a reforma trabalhista em artigo, os bravos procuradores da República em São Paulo que correram até a delegacia para defender jovens vítimas de arbitrariedades policiais; a Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, por ter decidido filmar as passeatas para coibir as truculências da Polícia Militar paulista.

Em quadro de normalidade democrática, de discernimento mínimo jurídico, nem o mais obtuso procurador da República proibiria exposição de obras de Paulo Freire na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) ou cartazes de “fora Temer” em colégios – como fez ontem o procurador da República no Rio de Janeiro, Fábio Moraes de Aragão.

Por tudo isso, o primeiro grande desafio será conter essa escalada da violência, do dedurismo, que entrou por todos os poros da sociedade.

Peça 4 – a reconstrução de um modelo de esquerda

Essa reconstrução passa não apenas pela recuperação dos valores centrais – inclusão social, políticas sociais, estado do bem estar social, tolerância, defesa das minorias, defesa do meio ambiente etc. -, mas por rediscussão sobre modelos de estado, instituições e mídia.

Sobre instituições

A maneira das corporações entrarem no jogo político foi atrás do associativismo. Criado como uma instância de supervisão do Judiciário, por exemplo, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) só levanta dados para justificar gastos do Judiciário. O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) é incapaz de ações mais severas contra abusos de procuradores. Hoje em dia, o Judiciário já consome 1,8% do PIB e caminha para 2,1%, fato inédito em qualquer economia global.

Pior, há um desconhecimento amplo dessas corporações em relação a temas políticos e econômicos, mais ainda em relação a projetos de país.

Nenhum governo será viável se não tiver o controle dessa agenda e se não instituir uma accountibility ampla nesses setores. Hoje em dia não se tem acompanhamento nem sobre processos em tramitação no Supremo, nem na Câmara, não se tem controle sobre a gaveta do PGR.

Terá que se recuperar os princípios originais de independência do Ministério Público e do Judiciário: para assegurar a independência de julgamento do juiz e o trabalho independente do procurador. e não como ferramenta de instrumentalização política de um poder de Estado.

Sobre gestão

Os governos Lula e Dilma revelaram grandes exemplos de boa gestão, especialmente nos programas desenvolvidos por Fernando Haddad no MEC (Ministério da Educação), no Bolsa Família e no Brasil para Todos. E alguns arremedos de gestão compartilhada no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Mesmo assim, não trataram de definir um padrão, a partir do acúmulo de experiências bem sucedidas.

Mas, apesar dos avanços, ainda se deixou muito a desejar.

  1. A institucionalização  de políticas públicas passa por definir métodos claros de parceria com estados, municípios e terceiro setor. Só se consegue com a criação de protocolos de procedimentos para cada programa, facilmente assimiláveis na ponta, fiscalizáveis e reprodutíveis. 
  2. Desenvolvimento de modelos de comunicação, para facilitar a compreensão da opinião pública sobre os benefícios dos projetos. 
  3. Institucionalização de canais de participação da sociedade nas diversas instâncias de discussão das políticas públicas.     

    Sobre mídia

    Nenhuma democracia é compatível um mercado dominado por grandes grupos de mídia atuando de forma cartelizada e com poder de fogo similar ao das Organizações Globo. Em todos os fóruns de direitos humanos, o direito à informação ganhou status de direito fundamental, tão relevante quanto o direito à vida, à alimentação e à saúde.

    A Globo conseguiu seu maior feito politico ao ser a protagonista principal de um golpe de Estado. Criou uma conta enorme a ser saldada em um ponto qualquer do futuro. Desde então, se transformou no inimigo número um de qualquer governo progressista que surja nas próximas décadas.

STJD manda arquivar recurso de Remo e América-RN

A Procuradoria do STJD mandou que sejam arquivadas as denúncias de Clube do Remo e América-RN contra o Botafogo-PB. Os dois clubes buscavam provar possível irregularidade no contrato do jogador Sapé, do clube paraibano. Com isso, a fase de mata-mata da Série C prosseguirá normalmente.

A informação é do repórter Wellington Campos, da Rádio Clube do Pará.