Fast x Papão, Naça x Remo – comentários on-line

Copa Verde 2016

Fast Club x Paissandu – estádio Arena Amazônia, 19h 

Na Rádio Clube, Valmir Rodrigues narra. Reportagem – Dinho Menezes

Rádio Clube _ IBOPE_ Segunda a Sexta _ Tabloide

Nacional x Remo – estádio da Colina, 21h30

Na Rádio Clube, Geo Araújo narra, João Cunha comenta. Reportagens – Paulo Caxiado, Carlos Gaia. Banco de Informações: Fábio Scerni  

A frase do dia

“Não podemos permitir que as paixões das ruas encontrem guarida entre as nossas hostes. Somos Ministério Público. A sociedade favoreceu-nos, na Constituição, com as prerrogativas necessárias para nos mantermos alheios aos interesses da política partidária e até para a defendermos de seus desatinos em certas ocasiões. Se não compreendermos isso, estaremos não só insuflando os sentimentos desordenados que fermentam as paixões do povo, como também traindo a nossa missão e a nossa própria essência”.

Rodrigo Janot, procurador geral da República

Papa recebe a camisa do Lobo

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Na imagem, o paraense Walmir Oliveira da Costa, ministro do TST, ao lado da esposa Maria dos Reis, entrega ao papa Francisco uma camisa do Paissandu. O papa riu quando Walmir informou que o clube derrotou o Boca Juniors em La Bombonera. Como se sabe, Francisco é torcedor fanático do San Lorenzo de Almagro.

Morre, aos 68, o craque do Carrossel Holandês

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O futebol está de luto nesta quarta-feira. Johan Cruyff morreu aos 68 anos de idade. A própria página oficial do ex-atleta confirmou a morte do holandês, que lutava contra um câncer de pulmão desde o fim do ano passado – a notícia foi divulgada publicamente em 22 de outubro. Ele foi um fumante inveterado ao longo de sua vida, inclusive no auge de sua carreira.

“Johan Cruyff morreu pacificamente em Barcelona, cercado por sua família, após uma dura batalha contra um câncer. É com grande tristeza que pedimos para que se respeite a privacidade da família durante o momento de dor”, diz nota no site oficial da lenda.

O ex-meia-atacante conquistou títulos e deixou atuações marcantes por onde passou, tendo se consolidado com um dos maiores nomes de Ajax e Barcelona, além de ser a principal referência da seleção holandesa.

Cruyff ganhou nada menos do que oito Campeonatos Holandês pelo Ajax, além de cinco taças da Copa da Holanda e o tricampeonato da Copa da Europa (antiga Uefa Champions League) em 1971-1973. Ele foi simplesmente o grande nome do melhor time do Ajax na história.

O craque deixou o clube de Amsterdã, pelo qual foi revelado, em 1973, quando acertou com o Barcelona. Em cinco anos como atleta na Catalunha, ganhou um Espanhol e uma Copa do Rei. Seu brilho no time azul e grená, porém, viria com maior destaque na função de técnico.

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Cruyff foi o comandante do Dream Team, que faturou a Copa da Europa de 1992, a primeira na história do clube. À frente do Barça entre 1988 e 1996, também levantou quatro vezes a taça do Espanhol e mais uma da Copa do Rei, entre outros títulos. Ele ainda comandaria o Ajax e a seleção da Catalunha.

Antes de pendurar as chuteiras e virar técnico, porém, a lenda ainda atuaria novamente em sua terra natal após deixar o Barcelona em 1978. Ele iria à Holanda para defender o Ajax mais uma vez e para encerrar a carreira no rival Feyenoord.  Antes, ainda atuou por Los Angeles Aztecs e Washington Diplomats, nos Estados Unidos, e pelo Levante, na Espanha.

Pela seleção holandesa, a qual defendeu entre 1966 e 1977, Cruyff somou 48 partidas e 33 gols marcados. Assim como no Ajax, o genial meia-atacante, que ganhou a Bola de Ouro em 1971, 1973 e 1974, foi o expoente da maior geração da história da seleção.

Talvez seja ele o pivô de uma das maiores injustiças que o futebol insiste em cometer. Afinal, o jogador que eternizou a camisa 14 nunca venceu a Copa do Mundo. Mas ficou perto. Muito perto. A seleção holandesa que ficou conhecida como Laranja Mecânica foi vice-campeã mundial em 1974 e 1978, tendo perdido as finais para Alemanha e Argentina, respectivamente. Cruyff disputou apenas a primeira, já que se aposentou dos compromissos por seu país em 1977.

A injustiça, porém, não se deu no seu reconhecimento como um dos maiores nomes que já estiveram dentro das quatro linhas. Isso não significa que ele tenha sido inquestionável em tudo. Nos microfones, ele sempre se notabilizou por dar opiniões polêmicas, como a de 2013 em que disse que Messi e Neymar não poderiam atuar juntos no Barcelona.

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Do Carrossel Holandês ao Dream Team. Johan Cruyff se eternizou no futebol como um dos nomes que marcaram época tanto como jogador quanto como treinador.

Azar o seu, Copa do Mundo.

(Da ESPN)

Medida de FHC livrou Gilmar Mendes de responder a processo em primeira instância

POR FERNANDO MOLICA, em O DIA
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Gilmar Mendes — o ministro do Supremo Tribunal Federal que impediu Lula de assumir a Casa Civil e, assim, livrar-se do juiz Sérgio Moro — deixou de responder a processo em primeira instância graças a uma decisão de Fernando Henrique Cardoso. O então presidente editou medida provisória que deu status de ministro ao advogado-geral da União, cargo que era ocupado por Mendes. Graças à MP, ele passou a ter direito a foro especial.

Em 19 de julho de 2000, a juíza federal Rosimayre Gonçalves Carvalho recorreu ao STF para interpelar Mendes: sentira-se ofendida por declaração do então advogado-geral, que criticara juízes que, como ela, deram decisões contrárias a privatizações.

Não era ministro
No dia 8 de agosto, o ministro Sepúlveda Pertence, do STF, concluiu que não cabia a este tribunal apreciar o caso, já que o advogado-geral da União não era ministro.

Mudança na MP
Vinte dias depois, FHC reeditou pela vigésima-segunda vez a MP 2.049. A nova redação veio com uma mudança: o parágrafo único do artigo 13 incluiu o advogado-geral da União entre os ministros de Estado.A alteração seria mantida em MPs que vieram em seguida e modificavam a Lei 9.649.

Arquivado
Por conta da mudança, Rosimayre voltou ao STF e insistiu no caso — no dia 29 de setembro, Sepúlveda reconsiderou sua decisão e permitiu a abertura do processo, a Petição 2.084. Oito anos depois, o ministro Menezes Direito negou seguimento à interpelação, e o caso foi encerrado. A decisão foi tomada dois meses antes da posse de Mendes no STF — ele fora indicado ao cargo por FHC.

Crítica a Dilma
Ao conceder a liminar que anulou a posse de Lula, Mendes escreveu que Dilma Rousseff, ao nomear o ex-presidente, “produziu resultado concreto de todo incompatível com a ordem constitucional em vigor: conferir ao investigado foro no Supremo Tribunal Federal”.

A hipocrisia e a incoerência viraram as moedas oficiais da “Justiça”.