Re-Pa será às 15h30 e com ingressos mais caros

O Re-Pa decisivo do primeiro turno será realizado domingo, às 15h30, com público máximo de 25 mil espectadores no Mangueirão e preços estipulados em R$ 70,00 (arquibancada) e R$ 140,00 (cadeira). A renda será dividida pelos clubes e os sócios torcedores entram normalmente.

Outro acordo diz respeito à arbitragem, que será local. O árbitro será escolhido em sorteio, mas Dewson Freitas e Andrey da Silva e Silva poderão ser indicados pela FPF. O Paissandu retirou o veto aos dois apitadores.

As definições saíram depois de várias reuniões e de alguns impasses. A Polícia Militar queria o jogo pela manhã, mas os clubes não aceitaram. Depois, surgiu a proposta de adiar o clássico por uma semana para dar tempo de viabilizar o acesso pela Augusto Montenegro, mas por maioria de votos a ideia foi descartada.

20 comentários em “Re-Pa será às 15h30 e com ingressos mais caros

  1. Não entendo a resistência ao jogo no período de manhã. Se fosse no segundo semestre até compreenderia, mas neste primeiro trimestre, em que os dias estão nublados, com temperatura amena e com menor probabilidade chuva no período matutino, o que não prejudicaria o espetaculo, melhor seria o jogo nesse horário. Mas os nossos diretores “gênios” preferem a tarde, vai entender.

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  2. Como falei no outro post, o preço do ingresso vai ajudar a diminuir ainda mais o público, o que para o momento é melhor. A piora do principal fator limitante que é o acesso e a saída do estádio e a violência vão completar o serviço. Chuto 18 mil pagantes, e olhe lá, e se chover muito não passa de 15 mil.

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  3. Público diminuto domingo. Valor do ingresso arrefecerá o interesse pelo jogo embora este tenha caráter decisivo. As dificuldades de acesso ao Mangueirão tornaram-se um mero “detalhe” mediante o inflacionado preço dos bilhetes. Estratégia desmobilizadora? Talvez. As dificuldades de acesso ao Mangueirão são históricas. As obras do BRT são as “jóias da coroa” na precária acessibilidade à arena. Isto cabe uma reflexão/indagação: não está na hora de Paysandu e Remo compartilharem um estádio mais acessível e mais confortável ou investirem em estádios próprios com os mesmos requisitos?

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  4. Aládio, eu vejo assim. À tarde é o tradicional e de manhã frequentemente chove também. Se amanhecer chovendo aí que o torcedor não vai mesmo pra jogo às 10h, enquanto que se chover à tarde pelo menos é o horário de costume pra se ir ao Mangueirão. Se o problema for a bebida que rola antes do jogo, tudo bem que pela manhã a galera não entra já chapada, mas quem faz confusão são as gangues de lisos que nem bebem e se encontram geralmente antes dos jogos pra brigar ou depois, muitas vezes longe do estádio.

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  5. Mauricio vc tem razão a tarde é melhor pro futebol no horário pela manhã as pessoas vão a feira compra comida jogam futebol pelada até mesmo ficam na casa descansado é tem dia quer amanhecer chuvendo como foi de Sexta-feira pra Sábado no dia do jogo do Remo ninguém acreditava em chuva quando ela apereceu á tarde é muito melhor

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  6. Pra mim, foi a melhor medida a ser tomada. Com valores altos e o horario mais cedo, talvez diminua o publico baderneiro e ajude na chegada e saida do estadio. Além de mostrar a importancia de ser socio torcedor.

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  7. Perfeito, assim tem mais tempo para o choro depois do jogo.

    A loba já vai para o 3º ano sem saber o que é um título, esse Barcelona do Norte é ruim que doí.

    Eu se fosse o presidente do Remo entrava com o Sub-20 igual em 2014 quando a garotada sapecou um 4×1 no lobo sarnento!

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  8. Não é demais lembrar que a arbitragem de Dewson Fernando Feitas da Silva, em dois RExPA, realizados pelo Parazão/2015, foi um tremendo fracasso. Inseguro e omisso, tremeu. Recomenda-se aos fiéis leitores desta coluna consultar o DATAGERSON para verificar se juiz local, em jogo decisivo, já expulsou 5 jogadores em uma mesma partida, sendo 2 de Remo ou Paysandú ?

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  9. Vendo a entrevista do Leston Jr após o jogo, observo um profissional com capacidade para expor com palavras muito bem colocadas tecnicamente, faz uma leitura do comportamente da equipe durante o jogo com uma evolução em termos táticos e diz que a eficiência desse padrão de jogo requer um tempo para sua plenitude. O técnico está na dele e tem que ser assim, porém, nós torcedores também temos nossas avaliações desse desempenho sofrível do time. Entendemos que montar um time durante uma competição não é apropriado, mas se não me engano todos os anos é assim, erros grassos das administrações anteriores e atual. No entanto repito, vejo times como o independente e o águia apresentarem um futebol vistoso, elenco mesclado com novos e veteranos, mas aos meus olhos os referidos times desempenharam um futebol organizado taticamente, objetivos propostos sem se acovardar, foram pra cima dos titãs e só não sairam vencedor porque houve fatores que conspiravam contra na disputa durante a partida e nos penaltis. Enfim, foi por pouco que essa decisão do turno não fosse entre os dois chamados pequenos. Torço pra que às belas palavras do Leston Jr se confirmem nos próximos jogos, sim porque sinceramente até aqui se teve alguma evolução nesse sentido foi muito aquém de nossas espectativas. Por outro lado o que me deixa confiante no próximo clássico é que o rival também não está lá essas coisas. Domingo saberemos, é o dia D.

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  10. Financeiramente pode não ser compensador para os clubes, pois assim sendo, só irão sócios torcedores e alguns poucos fanáticos e abonados.

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  11. Uma alternativa seria levar este jogo para Brasília, Fortaleza, Bahia, Cuiabá entre outras, mas só teria torcida do Lobo visto o Leão só ter torcida no Pará.

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  12. Repito, durante o primeiro trimestre é burrice realizar jogos a tarde aqui em Belem. É muito contar com a sorte. Vejam o que aconteceu no jogo do Remo no último sábado. Mais burrice ainda é colocar o valor dos ingressos nesse valor. Só se for pra forcar a adesao ao socio torcedor. Pelo visto, os dirigentes nao querem espetaculo, seja no gramado, seja nas arquibancadas. Eu vou é pro barzinho tomar a minha gelada que não sou besta.

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  13. Continuando minhas impressões sobre o estágio atual do Mais Querido, o que me deixa profundamente incomodado é notar que predominam no clube pessoas sem o devido conhecimento do mundo do futebol, gente que não entende nada do riscado; isso que eu acho dramático, absolutamente surreal. Como esse pessoal, esses dirigentes, não entendem muita coisa de futebol, muitas das vezes acabam se tornando bonecos de ventríloquos de treinadores e agentes forasteiros preocupados basicamente em lucrar e por em evidência seus “produtos”.Douglas, Murilo, Italo, João Vitor, Michel, Alisson, Arthur, Yuri, Marco Goiano, João Vitor(não bastava um só ?)e o tal de Potita.Esqueci alguém? Se esqueci, não deve ser lá grande coisa.Um time inteiro, 11 jogadores. Quantos desses foram indicações do “professor” Leston Junior? Quantos foram contratados diretamente pelo Departamento de Futebol, sem a indicação direta ou intervenção de agentes ? Penso que procedendo assim um clube verdadeiramente se apequena, pois demonstra incapacidade, incompetência, delegando a outrem tarefas e atribuições que são suas, além de dar margem à ação de notórios oportunistas/velhacos; isso quando não são os de dentro do próprio clube os lobos em pele de cordeiro. Neste particular, acho exemplar o São Paulo Futebol Clube, que tem uma política de contratações própria do clube. Claro que o treinador pode indicar um ou outro jogador, mas isso deve ter limites bem definidos, numericamente falando. Onde fica a autonomia da instituição se se verificar o contrário? Autonomia é algo que prezo demais e acho essencial para o pleno amadurecimento do Individuo em si e das instituições . Agora, é preciso proporcionar mínimas condições de trabalho, além de contratações pontuais, para não dar margem às costumeiras e por vezes justificadas reclamações. Quem acha que as coisas no Clube do Remo estão ocorrendo dentro de um “planejamento”, essa palavra que é doce na boca desses dirigentes, mas que dificilmente se configura na realidade prática. O Mengo trilha essa estrada desde2013, com o ccompanheiro Bandeira de Mello; Muricy Ramalho queria Diego Souza, mas a cúpula rubro-negra disse soberanamente não, por iniciativa própria e soberana, além de ser este o sentimento da torcida, de não ver esse nojento vestindo nossa camisa. O que acha a torcida azulina? O que quer, o que pode, nosso querido Leão Azul ?

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