19 comentários em “Jogo levou mais de 15 mil ao Mangueirão

  1. Belíssima presença de público levando-se em consideração o final do mês. Agora mesmo ouvi na rádio globo que no jogo do fluminense teve 1.500 torcedores com reda de 45.000. Parabéns torcida do Leão.

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  2. Imprensa amazonense dando destaque à escolha da arena da amazônia classificada como estádio 5 estrelas. Queriam o quê, gastaram quase 1 bilhão de reais, gastam com manutenção mensal de 600 mil reais. Como quase não é utilizada, o prejuizo se acumula em 7 milhões ao ano, segundo levantamento recentemente divulgado. Isso é muita irresponsabilidade política, me dá uma revolta quando passo todo dia em frente àquele belíssimo elefante branco. Mas dia 14 estarei lá para ver o meu leão contra o Nacional, isso se não mudarem o local da partida amistosa. O do Águia parece que já mudaram.

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  3. Transmissão Local;
    Acesso Horrível;
    Chuva;
    Último dia do Mês, sem grana;
    Período de Carnaval.

    O Público foi ótimo, mais as despesas difícil de assimilar.

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  4. 15. 701. Bom público, mas esperavam mais, até eu, Boa vitória eles esperavam, eu nem tanto, Pelo que li o jogo foi bom e as duas equipes jogaram bem. O Juiz foi o melhor do jogo.

    Amanhã é a vez do Lobo, espero maior público, eles não,

    LOBO a marca do Campeão dos Campeões.

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  5. Amigos, agora que vi os gols no post do amigo, Cláudio. Não sei se concordam comigo, mas analisando o golaço por cobertura do time do águia, acredito que o Fernando Henrique falhou. O que ele estava fazendo tão adiantado se tinha um
    Zagueiro junto ao jogador do águia? Ao meu ver, foi falha do goleiro do Remo, mas ele tem crédito, e como tem.

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  6. Na minha opinião, em todos os gols contra o LEÃO, os jogadores pararam esperando que o árbitro marcasse falta, acho que por isso que o goleiro se adiantou…Felizmente o árbitro usou o mesmo critério para os dois lados…Por falar em árbitro, eu venho alertando desde o ano passado, que vão tentar desqualificar o Dewson e o Andrei pra eles não apitarem os jogos do rival…Tá se confirmando o que eu disse…Agora só falta a imprensa que sempre elogiou o trabalho dele…Entrar nesta onda.

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  7. Tb achei isso amigo Lucilo, o Fernando Henrique não devia abandonar o gol. Se ficasse na pequena área, o Flamel teria grandes chances de errar uma vez que seria pressionado pelo zagueiro do Remo (Henrique se não me engano) e não teria o gol aberto a sua disposição.

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  8. Não é de hoje que tentam fazer campanha contra o Dewson e o Andrei…Na matéria abaixo que tem data de 2012…Se tirar a data, voce vai pensar que é sobre o jogo de hoje

    O alto comando do Águia de Marabá, na manhã de ontem, no hotel Sagres, telefonou para José Ângelo Miranda, vice-presidente da Federação Paraense de Futebol, e José Guilhermino de Abreu, coordenador da comissão de arbitragem da FPF, reclamando da arbitragem do senhor Dewson Fernando Freitas da Silva, que marcou um pênalti (inexistente) contra o representante marabaense na partida de quinta-feira, no Baenão, quando o Remo venceu-o por 4 x 2.

    “Ano passado tanto o Zé Ângelo como o Guilhermino pediram prá nós credibilidade para a arbitragem paraense e nós apoiamos; agora, o que se viu ontem (quinta-feira) no Baenão foi uma vergonha deste apitador que marcou um pênalti que não houve contra a nossa equipe. E se assim continuar vamos, no segundo turno, exigir arbitragem de fora”, disse Ferreirinha, presidente do Águia de Marabá na manhã de ontem no saguão do Hotel Sagres.

    “Ferreirinha dizia que o presidente do Paysandu, Luís Omar, teria dito, em Marabá, que o Andrei Silva e Silva não apita jogos do Paysandu, porque ele é” remista declarado” . “E vocês podem observar que este rapaz não apita mesmo jogos do Paysandu no campeonato paraense”, declarava o presidente do Águia. Andrei apita domingo em Marabá.

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  9. Dewson ignora muita faltas, ontem inclusive errou para os dois lados por isso. Houve falta sim no ER, assim como ameaçou mas nao marcou um pênalti pro Águia no segundo tempo, lance em que o zagueiro do Remo tropeçou e bateu nítidamente com o braço na bola, que se oferecia à conclusão do atacante. Nesse momento, pior foi o comentário do Abner – “é, ele colocou o apito na boca parecendo que ia marcar, mas como a bola ficou com o Águia ele esperou a conclusão da jogada.” Ora, todo mundo sabe que em pênalti não existe vantagem, é a punição máxima pela própria importância da infração, tanto é que nunca se viu um juiz voltar atrás e marcar um pênalti vencido como se fosse uma falta no meio campo. Tenho a impressão que esse escudo da FIFA deu um poder ao Dewson que pode estar interferindo no seu modo de apitar, revelando sensação de segurança absoluta para não marcar faltas, tolerando de mais o contato forte, o que eleva o número de reclamações e o nervosismo dos atletas. Alguém duvida de que errando assim num Re x Pa o jogo vai ficar tenso e expulsões vão rolar? Ele quer seguir a escola do bom árbitro gaúcho Vuaden mas tá passando do ponto.

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  10. Verdade. O árbitro tem que sentir se é conveniente “deixar a bola rolar”, por assim dizer, ou marcar as faltas para coibir o aumento da violência na partida. Ainda mais em um campo pesado como o dos nossos, a tendência é de elevação das faltas, o árbitro não pode simplesmente abdicar de marcar as infrações.

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  11. Penso que é questão de critério é manutenção do mesmo nos demais lances.

    Se Dewson manteve a coerência não há problema, o problema seria ter critérios de acordo com a cor da camisa.

    É bom dizer que, em uma Libertadores, a jogada sobre Ramos seria considerada normal, contudo, no Brasil, jogadoras e torcida se habituaram a pedir falta nesse tipo de lance.

    Para mim, houve erro nos penais, ambos os lances se caracterizam como bola na mão.

    Menos mal que Dewson manteve o critério, o que faz com que o lance não seja visto como erro contra um time, mas que seja um equívoco da interpretação da regra.

    É bom dizer que este problema não é de hoje, o campeonato brasileiro foi repleto de lances duvidosos e pênaltis com visível bola na mão, mas interpretado com infração.

    Em síntese, os erros interpretativos aconteceram, mas o principal equívoco mesmo foi o impedimento no gol do Águia, afinal, ali não cabe interpretação.

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  12. Celira, manter mesmo critério em faltas até que não é complicado, pois são inúmeras durante o jogo. Agora, em pênalti é mais difícil. Sorte do Dewson e do Águia que houve lance semelhante do outro lado. E se não ocorresse ou tivesse outro pró-Remo? Ele poderia se sentir induzido a procurar pênaltis pro Águia, a famosa e perigosa compensação. A verdade é que é fácil marcar longe da área, o que gera reclamação mas geralmente não interfere diretamente no placar, enquanto que dentro da área vale a mesma regra em tese, mas na prática é muito diferente. A falta no ER foi clara e dura. Falta ou faltinha tem que marcar, principalmente em lances por trás como foi o caso. Diferente de quando o cara deixa de prosseguir porque houve um braço que encostou no peito ou por um escorão forte lado a lado. Enfim, quando o Dewson for apitar a comissão técnica tem que alertar os jogadores, ele deixa correr muitas vezes com falta.

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  13. Amigos Celira e Maurício, sobre o Dewson, noutro post, opinei da seguinte, maneira:

    “Quanto ao Dewson, mantenho minhas restrições: acho equívoca a opção que faz por não marcar determinadas faltas. Ontem, se tivesse marcado uma meia dúzia, não teria causado nenhum prejuízo ao fluxo do jogo. Aquela no Eduardo Ramos, que gerou o contra ataque que resultou no gol do Águia é só um exemplo. Não foi o responsável pelo gol, pois, após o lance faltoso ainda teve muitos outros lances onde o sistema defensivo azulino foi envolvido completamente por um único adversário. Mas, é inegável que se a falta fosse marcada ali, o contra ataque teria sido legitimamente abortado. A propósito, fiquei com a impressão que os jogadores do Águia perceberam antes dos azulinos que poderiam tirar vantagem da arbitragem mais flexível no que refere ao “contato”. Só bem depois os remistas perceberam e equilibraram.

    “Quanto aos penais, na transmissão da Cultura fiquei com a impressão de erro em ambos. Mas, nas imagens da Liberal notei que a arbitragem seguiu rigoramente as recomendações da cbf/fifa. E, o que é mais importante, adotou o mesmo critério para os dois lados. Incensurável neste aspecto. Quanto ao impedimento, seguiu o manual dando prevalência ao que sinaliza o auxiliar”.

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