Histórias do mundo da bola

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Ricardo Rocha, Tafarell, Mauro Silva, Márcio Santos, Leonardo e Jorginho. Raí, Romário, Bebeto, Dunga e Zinho. Seleção do tetracampeonato, na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, 24 anos depois do último título mundial do Brasil. Parreira era o técnico e Romário foi o grande condutor da equipe, com gols decisivos. No meio-campo, Dunga reinava na marcação.

17 comentários em “Histórias do mundo da bola

  1. Bebeto e Romario faziam a diferença

    A zaga jogava serio

    Os laterais nao comprometiam

    E ganhamos o tetra com Dunga e Zinho no meio campo.

    Foi muito bom!

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  2. Essa foi a escalação da estreia, Raí caiu logo fora e Leonardo seria suspenso da Copa pela cotovelada em Ramos (EUA) nas oitavas. Mazinho e Branco se tornaram titulares, respectivamente. Todo jogo tinha roer de unhas, mãos na cabeça, era um sufoco, não tinha jeito. Assistir era mesmo pra torcer, não pra admirar, como ouvi dizer que era com a seleção de 82, menos de dez anos antes. O futebol dessa seleção era mesmo um espanto… de ruim. Mas levou, fazer o quê? Comemorar…

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  3. Amigo Lopes, com todo o respeito a sua opinião, mas uma Seleção que pode contar com dois craques como Bebeto e Romário em plena forma é impossível jogar um futebol com o superlativo que você designa em seu comentário. Aliás, era um time que além de contar com a técnica e habilidade dos dois citados e de outros menos votados, mas tão importantes quanto, como Taffarel, Aldair, Jorginho, Leonardo, ainda contava com a vibração e firmeza e têmpera psicológica de quem sabe o que quer e sabe fazer acontecer o que quer. Enfim, foi um time que além de tudo exibiu a mais apreciável e emocionante beleza que é a vitória, que é ser campeão, que é erguer a taça, que é triunfar legitimamente sobre o adversário.

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  4. A Copa do mundo mais especial pra mim, ja que foi a primeira que acompanhei.So para complementar a informaçao do Lopes,Aldair tambem nao esta na foto porque era reserva de Ricardo Rocha,que se machucou logo na estreia contra a Russia e cedeu lugar ao camisa 13 que fez uma excelente Copa do mundo ao lado de Marcio Santos,que tambem era reserva antes do mundial.

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  5. Arrematando, Antonio, sei que permites. Esta Seleção ainda carregava 3 toneladas nas costas

    24 anos sem titulo
    Recuperar o dano causado por Lazaroni
    Apagar a má impressão deixada nas eliminatórias

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  6. Fique à vontade, Edson. De fato, ainda me escapou estes elementos importantíssimos tanto para dificultar a tarefa, quanto para aumentar ainda mais o valor do galardão daquele Escrete. Bem lembrado.

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  7. Romário matou a pau. Gol de cabeça nas quartas contra os gigantes suecos e golaço de bate-pronto com o lado externo do pé direito, em bola rápida vinda do lado esquerdo, contra os holandeses na semi-final. A bem da informaçao, já que você falou em engano seu Gerson, o nome do zagueiro era Márcio, e não Mauro Santos.

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  8. Pois é, caro Oliveira, até enganei-me com as contas e disse que entre 82 e 94 se passaram menos de dez anos; ato falho, quis dizer pouco mais de dez anos… desculpem. Apenas disse que o time jogava um futebol que não dava espetáculo e, note bem, não reclamo de terem saído campeões. Nem me sinto obrigado a concordar que Taffarel, Jorginho, Aldair, Leonardo, Bebeto e Romário eram ótimos jogadores porque isso não é obrigação, mas um prazer, pois digo, e digo bem, que Jorginho está muito acima mesmo de Cafu, Maicon, Dani Alves e todos os laterais direitos que passaram depois dele. Jorginho foi o melhor lateral que vi com a camisa da seleção. Dunga foi o capitão mais capitão que já vi, assim como a dupla que fez com o Mauro SIlva foi a linha de cabeças-de-área mais segura que já pude testemunhar numa copa, e sem voadora, e quando o adversário conseguia passar por esse meio-campo, ainda podiam contar com um certo Aldair e com o Márcio Santos que nunca tinha jogado antes o que jogou na Copa e nem depois conseguiu repetir, além de Taffarel debaixo das traves. É uma escalação respeitável sim, sem dúvidas, mas o futebol deixou muito a desejar e, sim, em muitos momentos foi frustrante.

    E também me lembro bem que a palavra que simbolizou aquela seleção foi “união”. Desde então, união é a tônica da seleção brasileira. “União” vem sendo trocada por grupo “fechado”. Você bem lembrou muito bem que Romário era Romário e Bebeto era Bebeto, mas Parreira já era Parreira e com o elenco que teve nas mãos, optou por um futebol de muita força na marcação e aposta na posse de bola a qualquer custo, mesmo que sem objetividade, coisas que se tornariam lugar comum no discurso dos treinadores.

    Noto que a seleção é uma caixa-preta. E o discurso de grupo fechado me desagrada porque nem por questão de entrosamento ou inexperiência deixaria de fora Ganso e Neymar em 2010, como fez o próprio Dunga. Para mim, esse discurso de grupo fechado não quer dizer grupo unido, mas uma convocação já pré-concebida, com poucos ajustes e nem sempre apenas por um critério exclusivamente técnico. Desde 1994 a seleção brasileira não tem um critério transparente o qual todos entendam. As seleções de 1970 e de 1982 parecem ter esse critério muito nítidos para a torcida. A de 2014, certamente não e chegou desacreditada. Mas se fosse campeã, não ia reclamar não.

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  9. O “Presidente” da CBF em 1970 chamava-se Emílio Garrastazu Médici, A de 1982 tinha tantos craques que atrapalhou o treinador. Tele Santana que foi o melhor na história do futebol brasileiro;

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  10. Bom, amigo Lopes, tudo me parece ser uma questão de ponto de vista. De minha parte, acho que: alguns gols marcados pelo Brasil foram espetaculares; que algumas jogadas do Romário e do Bebeto foram espetaculares, mesmo não tendo resultado em gol; que o gol do Branco, com a sutil ajuda do corta luz do Romário, foi espetacular; que algumas aparadas do Taffarel foram espetaculares; que o triunfo final, especialmente, foi espetacular; que a imposição do Romário à dupla Parreira/Zagalo pelo próprio futebol do Romário foi espetacular. Enfim, pra mim, em 94, o Brasil jogou uma Copa Espetacular

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