Segundo jornal alemão, Neymar é um dos motivos da saída de Pep Guardiola do Bayern

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O jornal alemão Bild listou cinco motivos para que Pep Guardiola decidisse deixar o Bayern de Munique ao final de seu contrato com o clube, em junho de 2016. De acordo com o periódico, alguns conflitos entre o treinador e a diretoria do time bávaro, especialmente em relação a contratações, foram fundamentais para o rompimento do técnico com a agremiação.

O principal desentendimento entre Guardiola e a diretoria do Bayern de Munique teve Neymar envolvido. O comandante da equipe pediu a contratação do jogador brasileiro, porém os dirigentes alemães preferiram trazer Mario Götze, então destaque do Borussia Dortmund. O Bild sustenta que a relação do técnico com o atleta não era das melhores.

Outro nome pedido por Guardiola foi Luis Suárez. No entanto, a diretoria bávara novamente não atendeu ao pedido do treinador e trouxe Mandzukic ao invés do atacante uruguaio. A exemplo de Götze, o técnico catalão também não teve bom relacionamento com o jogador croata.

Em outro episódio, Pep Guardiola queria a permanência de Toni Kroos, entretanto o Bayern de Munique vendeu-o para o Real Madrid, trazendo Xabi Alonso para ocupar seu lugar. A contratação de Vidal foi classificada pelo Bild como o último caso de atrito entre o técnico e os dirigentes bávaros. Segundo a publicação, Guardiola queria um lateral direito para equipe, a fim de consolidar a passagem de Lahm para o meio de campo. O Bayern, por sua vez, contratou o volante chileno, acabando com os planos do treinador.

Tais acontecimentos deixaram Guardiola insatisfeito, fazendo-o tomar a decisão de deixar o clube ao final do vínculo. O ex-jogador está cogitado para comandar um clube da Inglaterra. Manchester United, Manchester City e Chelsea aparecem como os prováveis destinos. Seu lugar no time bávaro será ocupado por Carlo Ancelotti. (Do Portal Terra)

Blatter se diz abandonado pela Fifa

O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, de 79 anos, disse à revista alemã Bunte que se sente “abandonado” pela entidade mundial do futebol e vai agora concentrar-se em limpar seu nome. Na semana passada, o órgão interno supervisor da Fifa baniu Blatter e o chefe da Uefa, Michel Platini, por oito anos, por violações da ética. Ambos negaram imediatamente ter cometido quaisquer irregularidades e disseram que vão recorrer à Corte Arbitral do Esporte, com sede na Suíça.

“Eu agora já não luto pela Fifa”, disse Blatter, que liderou a entidade máxima do futebol por 17 anos, de acordo com trecho de uma entrevista concedida à Bunte. “Eles me abandonaram. Estou lutando agora só por mim e minha honra.”

Blatter se posicionou contra o banimento e deu uma entrevista coletiva para dizer aos repórteres que lamenta apenas que o presidente da Fifa seja tratado como um “saco de pancadas”, acrescentando: “Vou lutar por mim e vou lutar pela Fifa”. Ele disse à Bunte que as “falsas alegações” o “reenergizaram”. “Depois do Natal vou começar a reagir”, declarou Blatter.

A investigação do Comitê de Ética da Fifa começou depois que o gabinete do procurador-geral da Suíça abriu um processo penal contra Blatter por um pagamento de 2 milhões de francos suíços (2,03 milhões de dólares) para Platini em 2011. (Por Joshua Franklin)

Valeu, Lemmy!

POR JAMARI FRANÇA, via Facebook

2015 tinha que fazer uma merda antes de ir embora, que dizer, outra. Lemmy Kilmister, 70 anos, morreu como viveu, dois dias depois de descobrir uma forma agressiva de cancer, bem ao estilo de sua vida e de sua música. O rock’n’roll tem alguns ícones que mantém acesa sua chama eterna. Um deles acaba de se apagar. Quer saber, acho que ele soltaria um foda-se e mandaria aumentar o som.

Viveu o dark side do rock way of life com uma dieta diária de maços de cigarros, muita anfetamina, uma garrafa de Jack Daniels por dia que anunciou há pouco ter trocado por algo mais leve para cuidar da saúde: vodka. Há três anos seu organismo já apresentava a conta dos excessos, sofreu complicações com diabetes e teve implantado um marca passos porque seu coração andava atravessando o ritmo. Mesmo assim ele emplacou 7.0 e até parecia sócio do fechadíssimo clube que tem Keith Richards como presidente.

“Parece que sou indestrutível. A única coisa que pode me parar de fazer música é a morte. Enquanto eu puder andar os metros dos bastidores até o palco sem um a bengala ‘tou na área (gargalhada) até mesmo de bengala,” disse ele ano passada ao jornal inglês The Guardian.

O rock agressivo do Motorhead encontrou mais de 30 milhões de compradores de 22 álbuns e nove ao vivo, além de 10 vídeos em VHS e DVD. Lemmy deve ter sido recebido do outro lado pelo seu ex-batera Philthy Phil Taylor, que foi pro andar de cima em 11 de novembro último e os dois já devem estar tomando umas em algum pé sujo do astral. Valeu, Lemmy!

Puta texto de mestre Jamari, à altura do homenageado. 

Lemmy, líder do Motörhead morre aos 70 anos

Sexagenário Lemmy ainda mostra muita disposição no palco (Foto: Flavio Moraes/G1)

O líder da banda inglesa de heavy metal Motörhead, Lemmy Kilmister, morreu vítima de câncer nesta segunda-feira (28) em sua casa, aos 70 anos de idade. Segundo publicação na página oficial do grupo no Facebook, o vocalista e baixista descobriu no sábado (26) que sofria de uma forma “extremamente agressiva” da doença.

“Não há maneira fácil de dizer isso… nosso poderoso e nobre amigo Lemmy morreu hoje após uma curta batalha contra um tipo extramente agressivo de câncer”, afirma a publicação. “Ele estava em sua casa, sentado em frente ao seu video game favorito com sua família.”

O texto ainda afirma que trará mais informações nos próximos dias. “Por enquanto, por favor… toquem Motörhead BEM ALTO”, pede. Ian “Lemmy” Kilmister era membro fundador do Motörhead e o único fator constante na banda nos últimos anos. Ele havia completado 70 anos na última quinta-feira (24).

Quarenta anos depois de sua criação, a banda metaleira ainda tem um séquito de fãs fiel, graças à sua destruidora guitarra e à voz inconfundivelmente grave de Lemmy. Ao longo da carreira, lançaram cerca de 20 álbuns, alcançando 30 millhões de discos vendidos ao redor do mundo.

Reconhecível também pelas costeletas e as pintas no rosto, Lemmy era, há tempos, um dos maiores representantes do estilo roqueiro de vida. Dizia-se que costumava beber uma garrafa de whisky Jack Daniel’s por dia. O vocalista vinha enfrentado problemas de saúde há alguns anos. Entre outros, um diabetes do qual sofria há anos e que forçou o Motörhead a adiar uma turnê europeia em 2013.

Lemmy garantia ter parado de beber e que abandonou o cigarro. O Motörhead participava de uma longa turnê por América do Norte e Europa. Em 2015, a banda chegou a cancelar ou encurtar diversas apresentações, inclusive suaparticipação no festival brasileiro “Monsters of Rock”, em abril. (Com informações do G1 e agências)