DIÁRIO tem 4 entre “jornalistas mais admirados”

O DIÁRIO DO PARÁ emplacou quatro jornalistas na lista dos mais admirados da Região Norte, em votação promovida entre profissionais de comunicação pela Jornalistas&Cia. e Maxpress. A escolha ocorreu me dois turnos, abrangendo um colégio eleitoral com 48 mil nomes. E pela primeira vez a consulta, iniciada em 2014, quis também saber quais eramOs +Admirados nas regiões em que atuam. Poucas foram as novidades nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, cujos expoentes, na eleição nacional, também brilharam regionalmente. Ricardo Boechat, por exemplo, líder de admiração no Brasil, manteve a hegemonia no Sudeste. Alexandre Garcia, 11º colocado na eleição nacional, também foi muito bem e ficou na liderança no Centro-Oeste. Nessas duas regiões, os TOP 10 foram também muito bem votados nacionalmente e estiveram entre os 100+ na lista publicada na semana passada.
Nas demais regiões, a totalidade dos Top 10 não esteve naquela lista, exceção ao premiadíssimo escritor Luís Fernando Veríssimo, campeão no Sul e 39º colocado na eleição nacional. No Nordeste, o campeão foi o cearense (e pernambucano de coração) Francisco José, da Globo; e no Norte a liderança coube a Daniela Assayag, da TV A Crítica, do Amazonas, afiliada da Record, numa votação dominada por paraenses. Além de Lúcio Flávio Pinto e Ursula Vidal (SBT), o time paraense está representado por Clayton Matos, Victor Pinto, Carlos Eduardo Vilaça e Camila Barreto, do DIÁRIO.

Nome UF
DANIELA ASSAYAG AM
LÚCIO FLÁVIO PINTO PA
VICTOR PINTO PA
URSULA VIDAL PA
PAULA BITTENCOURT TO
MARINDIA MOURA RO
CARLOS EDUARDO VILAÇA PA
CLAYTON MATOS PA
GÉRSON SEVERO DANTAS AM
CAMILA BARRETO PA

A frase do dia

“Algumas pessoas estão falando que houve injustiça, mas não houve injustiça nenhuma. O Águia fez grandes temporadas e mereceu seu lugar no ranking. A mudança é absolutamente natural porque foi dentro do prazo de dois anos. Seria injusto se com um ano o prazo mudasse”.

João Galvão, técnico do Águia de Marabá

Nunes já fala como presidente e prestigia Dunga

DO LANCE!

Faz tempo que Antônio Carlos Nunes de Lima incorporou a patente ao nome. Ele é o Coronel Nunes. Dirigente de 77 anos e com carreira na Polícia Militar, o presidente da Federação Paraense é a figura mais provável para assumir a cadeira de vice-presidente da CBF deixada pelo detido José Maria Marin. Apesar de ser de uma entidade pouco representativa nacionalmente, estado que sequer conseguiu convencer CBF e COL a receber a Copa do Mundo-2014, Nunes, o Coronel, diz que está preparado para assumir uma função na esfera nacional do futebol.

– Tem pessoas que nascem para comandar. E outras que nascem para serem comandadas. Eu nasci para comandar – disse ele, nesta entrevista ao LANCE!.

Coronel Nunes diz que torce pela volta de Marco Polo Del Nero ao poder na CBF. Só que ao mesmo tempo em que garante estar apenas se candidatando à função de vice da CBF, ele diz que não fugirá da obrigação de comandar a entidade, caso seja necessário no futuro, já que tem tudo para se tornar o primeiro na linha de sucessão por causa da idade, deixando Delfim Peixoto (da Federação Catarinense e 74 anos) para trás. A eleição está marcada para o dia 16 de dezembro.

O senhor vai assumir a CBF assim que for eleito para vice?

Estou sendo lançado à vice-presidência para a lacuna do Marin, conforme estabelece o estatuto (licença maior que 180 dias). Vários clubes já manifestaram apoio. Registro da chapa é um ponto pacífico.

Mas não projeta assumir?

Se estamos preenchendo uma vacância, e a qualquer momento formos chamados, temos que assumir. Mas eu te garanto o seguinte. Começou o processo nesses 15 dias, temos ainda que avaliar o que virá pela frente.

Conversou com o Marco Polo antes dele se despedir?

Conversei muito com ele, na própria sexta-feira (quando houve reunião dos presidentes de federação na CBF, e o nome de Nunes foi definido). Ele confia no meu trabalho. Mas é o seguinte: não vou dizer que vou substituir de imediato. Quero que ele continue, que saia bem na investigação, e continue à frente do futebol brasileiro.

Pediu dica quando o Marco Polo saiu?

Marco Polo não foi embora. Ele está aí, po… Não é momento de chegar, pedir dica. Mas falei para os outros: “Não quero que vocês me abandonem.

Qual a avaliação sobre o relatório do FBI?

Sou bacharel em direito. É preciso ver os autos. E eu não vi.

Como encara as ressalvas feitas pelo fato de o senhor ser de uma Federação do Norte, sem representatividade na Série A?

Todos somos brasileiros, capazes. Não é porque sou do Norte que não tenha condição de administrar o futebol. Mas não posso fazer nada sozinho e tenho que ter a persistência de comandar. Tem pessoas que nascem para comandar. E outras que nascem para serem comandadas. Eu nasci para comandar.

Como foi a negociação com os presidentes do Sudeste, já que, por convenção política, a cadeira era deles?

O prazo do Marin venceu dia 27 de novembro. E já tinha manifestação que eu seria o escolhido. Conversei com o Rubinho (Rubens Lopes, presidente da Ferj), Reinaldo (Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista)… Os colegas estavam com a tendência de me apresentar como candidato. O estatuto da CBF não diz de onde a pessoa tem que ser escolhida. Pode ser uma pessoa de fora. Não há referência.

Pediram algo em troca dessa “permissão”?

Ninguém chegou para mim pedindo nada.

O senhor cogita deixar a Federação Paraense?

Tenho dois vices na minha federação. O estatuto, tanto o nosso quanto o da CBF, não obriga ninguém a renunciar cargo. Cada federação é um braço da CBF. Ela trata tudo, como uma grande família. Mas se houver necessidade, iria (sair) também pela idade. Tenho dois vices, não tem problema. Posso passar a função.

Como vê o comportamento do Delfim, dizendo que essa eleição é um golpe?

O Delfim não foi alijado, ele continua no cargo, foi eleito na última assembleia geral eleitoral. Sou amigo dele de longa data. Ele era candidato e votamos nele. Eu esperava que a recíproca fosse verdadeira. Eu não considero um golpe. É um direito dele reclamar, mas ele não foi destituído de nenhum cargo. Considero ele meu amigo.

Que plano o senhor tem para melhorar a imagem da CBF, que está manchada?

Se fala muito disso ai. Temos que trabalhar, nos unir. Se a imagem não está boa, todos nós somos os responsáveis, somos um grupo. Vamos ver qual a alternativa, no mundo tudo se transforma. Não vamos tapar o sol com a peneira. Vamos colocar no papel as coisas. Muita gente fala do lado de fora, mas não coloca em ação.

Como sua visão sobre a Seleção Brasileira? Se tivesse que assumir, demitiria o Dunga?

A Seleção está com um projeto em andamento. Marco Polo montou essa comissão, eles têm liberdade para trabalhar, isso eu acompanho. Digo como torcedor: tem vezes que não dá para levar à frente. Dunga é meu conhecido, fui chefe da delegação na Copa das Confederações da África do Sul (2009). Sempre achei ele um rapaz trabalhador, correto, aplicado. Vi o Dunga ser capitão, que é uma prova que sabe liderar. Muita gente me pergunta isso ai. Estamos numa classificação, não viramos o turno das Eliminatórias. O trabalho não é para ser primeiro. Tem quatro vagas para a Copa e o Brasil está ali. Acredito que o trabalho tem que ser continuado, com seriedade.

E sua opinião sobre o presidente em exercício?

O Marcus Vicente é o presidente. Nosso entendimento é o melhor possível. Ele é sério, atencioso, um cara simples, amigo. Acredito que são pessoas assim que devem atuar no futebol.

Como vê a atuação do Bom Senso, que inclusive planeja lançar candidato à presidência da CBF em 2018?

Eu tenho acompanhado só através da imprensa. Talvez eu veja mais de perto isso aí. Todos os que querem, quem quer trabalhar pelo bem do futebol, tem que chegar e não falar. Às vezes vai falar e não tem como agir. Às vezes, joga muito para mídia, mas não joga para o lado prático. Se todos querem trabalhar pelo bem do futebol, qualquer voz é bem-vinda.

Como o senhor enxerga a questão das ligas?

Já teve a Liga do Norte, tem a Liga do Nordeste e todas elas trabalham em conjunto com a CBF e federações de cada estado. Tem que ser assim. Pela legislação brasileira, quem é responsável por administrar o futebol, a CBF. Quem é o cartório da Fifa para registro de jogadores? CBF. E assim vai.

Para Nizan, se aposentar é “muito cafona”

“Eu escolhi um dos dias mais importantes da minha vida para dividir com vocês”, explicou Nizan Guanaes em uma segunda-feira do final de novembro, durante encontro com membros da Fundação Estudar, Ismart e PROA, no qual o Na Prática esteve presente. Durante o final de semana, a notícia da venda de seu grupo ABC para os americanos da Omnicom havia sido adiantada pela imprensa brasileira, e seu telefone não parava de tocar. O anúncio oficial foi feito horas antes, na própria segunda-feira.

Nizan Guanaes

Controlador de agências premiadas como África, Loducca e DM9, e com clientes que vão da AB Inbev ao Itaú, o Grupo ABC é o maior grupo brasileiro de serviços de propaganda e marketing, e o 18º maior grupo global de comunicação, segundo ranking do Advertising Age. O grupo é recente – foi fundado em 2002 por Nizan Guanaes, ao lado de seu sócio Guga Valente. Mas seu começo remonta há alguns anos antes, quando Nizan despontava como promessa no cenário da comunicação brasileira.

Em 1989 havia fundado a DM9, com investimento de 1 milhão de dólares obtido no mercado financeiro. No ano seguinte, Collor assumiu a Presidência e seu plano econômico congelou grande parte do dinheiro a ser investido, além de ter jogado um balde de água fria em todos os empreendedores da época. Foi quando Nizan, na contramão do clima de desesperança que tomava o país, cunhou a famosa máxima: “Enquanto eles choram, eu vendo lenços”.

Essa postura de quem corre atrás, sonha grande e vê os obstáculos como oportunidades, talvez explique como o menino pobre do Pelourinho acabou no jornal Financial Times, no ranking dos cinco brasileiros mais influentes do mundo. Nos tópicos a seguir, ele conta a própria história, fala sobre a motivação por trás dos seus sonhos e como fez para alcançá-los, além de deixar seu recado para a juventude brasileira:

Sonhar Grande

Para Nizan, trata-se de uma condição para o sucesso: “A gente não pode pensar pequeno em um país do tamanho do Brasil”. Sonhar grande, no entanto, não diz respeito apenas a criar grandes empresas ou tornar-se um CEO. Os grandes líderes devem te inspirar a sonhar o seu sonho grande. “Seja para ser médico, artista, construtor, paisagista… Você tem que ser o melhor no que você for!”, diz o empresário.

Aproveitar as Oportunidades

“Minha chance de chegar até aqui era quase nenhuma”, admite o empresário. No entanto, não era a probabilidade que o faria desistir de sonhar grande. “Se eu fosse realista, eu estava ferrado”, brinca. Ir longe não é fácil, mas depende de aproveitar cada oportunidade.

Descobrir o propósito

A paixão de Nizan pela propaganda remonta à memória do tempo em que trabalhava na loja de seu tio, e viu que levava jeito para vendas. Mais tarde ele percebeu que sua vocação poderia dar origem a um negócio próprio, e decidiu empreender.

E os próximos passos?

Depois de ter sido personagem central da maior venda já realizada no mercado de propaganda do país (o Grupo ABC foi vendido por 1 bilhão de reais), resta a dúvida: O que Nizan vai fazer em seguida? Durante o encontro, ele afirmou que não planeja se distanciar da empresa e continuará a frente do seu negócio pelos próximos anos. “Não tenho vontade de fazer outra coisa, até porque não sei fazer outra coisa”, ele brinca.

“Esse negócio de se aposentar é uma coisa muito cafona”, diverte-se o empreendedor. “Eu tenho horror a ficar parado”.

Para ele, continuar empreendedor é uma obrigação moral com o país. “No meu planejamento mental, posso chegar a 99 anos e mesmo assim ainda não terei tido tempo de criar, inventar e construir tudo que eu quero”, comenta. No entanto, chama a atenção para a necessidade de dedicar tempo a se atualizar: em 2016, vai fazer viagens curtas para diversos lugares do mundo, como universidades e centros de pesquisa de ponta. A Singularity University, conhecida como universidade de inovação da Nasa, nos Estados Unidos, já está no roteiro.

Além disso, continuará dedicando grande parte do seu tempo a causas sociais, principalmente relacionadas a empreendedorismo, educação e preservação do patrimônio cultural do Brasil.

* Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal de Carreira da Fundação Estudar

Band dispensa equipe e tira CQC da grade

Depois de 8 anos na grade da Band, o programa ‘Custe o Que Custar’ não irá ao ar em 2016. A emissora divulgou a informação nesta quarta-feira, 9, e explicou que a decisão representa “um descanso para os homens de preto”. A saída da atração da programação está sendo tratada como uma pausa, um “ano sabático”. “O intervalo entre as temporadas será estendido para que tenhamos tempo de voltar com mais força em 2017”, afirma o criador do formato e diretor-geral de conteúdo da Band, Diego Guebel.

Ao final de 2015, serão mais de 339 edições do ‘CQC’. Marco Luque, único remanescente desde a primeira edição da versão brasileira, vai encerrar o programa na bancada ao lado de Rafael Cortez, que retornou após duas temporadas afastado da atração, e Dan Stulbach, que começou como apresentador neste ano. Os repórteres estreantes, Erick Krominski e Juliano Dip, e os veteranos, Maurício Meirelles e Lucas Salles, serão dispensados.

O único que segue em projeto na Band é Dan, que será o apresentador de ‘História não Escrita’, produção com recursos de computação gráfica e dramatizações, que vai contar as principais passagens históricas a partir do descobrimento do Brasil. Os episódios serão coproduzidos pela Eyeworks e Cinegroup com a participação da historiadora Lilia Schwarcz, curadora do projeto.

Em nota que trata do afastamento da grade, a Band refere-se ao programa como um divisor de águas na tevê brasileira. “O formato inovador do ‘resumo semanal de notícias’ surpreendeu o público e a crítica especializada ao levar ao ar reportagens ácidas e provocativas, privilegiando também o bom humor e a leveza. O ‘CQC’ teve ainda o mérito de aproximar o público jovem dos grandes assuntos nacionais”.

A equipe do programa contou com nomes como Marcelo Tas, Rafinha Bastos, Oscar Filho, Danilo Gentili, Felipe Andreoli, Monica Iozzi, Naty Graciano, Dani Calabresa, Ronald Rios e Guga Noblat. O time levou aos telespectadores quadros como ‘Proteste Já’, ‘CQTeste’ e ‘Top Five’. (Do Portal Comunique-se)

Futebol paulista se rende a Marco Polo Del Nero e ao coronel Nunes

POR JUCA KFOURI

Os sete clubes paulistas, cinco da Série A e outros dois da Série B, foram convencidos pela Federação Paulista de Futebol a apoiar a candidatura do presidente da federação do Pará a vice-presidência da CBF.

Trata-se de um tal coronel Nunes que, por ter 79 anos, passará o ser o primeiro da lista de sucessão do licenciado na CBF, e indiciado no FBI, Marco Polo Del Nero.

A eleição está marcada para o próximo dia 16 e, pela primeira vez em 101 anos, terá mais eleitores entre os clubes que entre as federações estaduais, pois serão 40 os clubes votantes e 27 as federações.

Mas nem a chance inédita de os clubes tomarem o poder na CBF sensibilizou os sete clubes paulistas a saber: Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Ponte Preta, Bragantino e Oeste.

Foram convencidos ontem pelo presidente da federação paulista Reinaldo Carneiro Bastos, velho aliado de Nero, a votar no candidato oficial, aliado de Ricardo Teixeira, de José Maria Marin e de Nero, os três enrascados com a Justiça norte-americana, acusados de desviar, ao menos, 120 milhões de reais da CBF.

Roberto Andrade, presidente do Corinthians, e Modesto Roma Filho, presidente do Santos, saíram da reunião mudos, talvez envergonhados por serem cúmplices de quem são. Mas o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, ousou, e chegou a declarar que o coronel Nunes “tem capacidade”.

A justificativa oficial para tamanha covardia e descaramento é a de que a CBF se comprometerá em dar mais poder aos clubes. Ora, com maioria no colégio eleitoral os clubes não precisam mendigar poder na CBF, porque podem assumi-lo 100%.

Não assumem porque no fundo, e no raso, são farinhas do mesmo saco, mais do mesmo.

Morre ex-presidente do SP Juvenal Juvêncio

Morreu na manhã desta quarta-feira Juvenal Juvêncio, ex-presidente do São Paulo, em decorrência do tratamento de um câncer de próstata, diagnosticado há anos. A informação foi confirmada pelo São Paulo ao UOL Esporte. O velório será realizado no Salão Nobre do Estádio do Morumbi (portão 17), a partir das 15h. Já o sepultamento acontece nesta quinta-feira, às 10h, no Cemitério do Morumbi.

De acordo com o São Paulo, o dirigente estava internado há alguns dias no Hospital Sírio Libanês. Em sua página oficial, o clube lamentou a perda do dirigente.

“É com o mais profundo pesar e saudade que o São Paulo Futebol Clube comunica o falecimento de Juvenal Juvêncio, aos 81 anos. Benemérito e um dos presidentes mais empreendedores e vencedores da história do Tricolor, Juvenal faleceu na manhã desta quarta (9), no Hospital Sírio Libanês, onde estava internado em decorrência de sua luta contra o câncer. O Clube se solidariza com familiares, amigos e admiradores neste momento de dor”, trouxe o comunicado.

Nascido na cidade de Santa Rosa do Viterbo (SP), Juvenal Juvêncio foi advogado e investigador de polícia. Na política, presidiu a antiga Cecap (atual CDHU) entre 1971 e 1975, na gestão de Laudo Natel como governador.

Em 1984, em gestão de Carlos Miguel Aidar à frente do São Paulo, Juvenal assumiu o posto de diretor de futebol, no qual ficou até 1988. No mesmo ano, em eleição polêmica, assumiu pela primeira vez a presidência da equipe. Ficou até 1990.

Entre 2003 e 2006, como vice-presidente de futebol, trabalhando como diretor de futebol na equipe que conquistou a Copa Libertadores da América e o Mundial de Clubes em 2005. Foi eleito presidente em 2006, reeleito em 2008 e 2011 e deixou o cargo em 2014. Para permanecer por três mandatos consecutivos no cargo, mudou o estatuto do clube, sendo acusado de ‘golpista’ pela oposição.

Além dos títulos, Juvenal também contribuiu para a melhora da estrutura física do São Paulo. O dirigente foi responsável pela modernização do CT de Cotia, utilizado pelas categorias de base, e pela criação do Reffis, moderno centro de reabilitação no CT da Barra Funda.

Correio: funcionários denunciam atrasos de salários

Editores e repórteres especiais do Correio Braziliense ainda não receberam seus pagamentos do mês de novembro e, tampouco, a primeira parcela do 13°. É isso que denuncia o Sindicato dos Jornalistas do DF nesta segunda-feira, 7. De acordo com a entidade, a empresa ainda tem em seu histórico atrasos no recolhimento do FGTS.

Em nota, o sindicato informou que a situação será discutida em assembleia marcada para a próxima quinta-feira, 10. No texto, a entidade informa que alguns profissionais foram, ainda, prejudicados pela empresa na troca de plano de saúde. “O pagamento dos salários em dia é uma obrigação da empresa no sentido da valorização profissional e respeito para com as pessoas que trabalham no jornal. Por isso, juntamente com a categoria, repudiamos a atitude do Correio que não honra com o seu compromisso junto aos jornalistas, que hoje não têm a tranquilidade que precisam para trabalhar”, informou a nota publicada pelo SJPDF.

Durante a assembleia desta semana, os trabalhadores vão discutir a situação com o sindicato e levantar iniciativas em relação ao problema para que possam garantir o direito dos trabalhadores aos seus salários e o cumprimento da legislação e da Convenção Coletiva de Trabalho. Ao SJDF, o Correio informou que, sobre o 13°, o pagamento será efetuado até o dia 20. Sobre os salários, ainda não existe previsão. “Cobramos do jornal uma postura transparente sobre a sua real situação financeira e sobre os repasses aos trabalhadores”, escreveu a entidade. (Do Portal Comunique-se)