Sem deixar saudades

POR GERSON NOGUEIRA

E o campeonato mais sem graça dos últimos tempos finalmente chegou ao fim. Corinthians, já campeão, cumpriu tabela, como grande parte dos outros participantes. Só quem ainda sonhava com alguma coisa eram os cinco ameaçados de rebaixamento e os dois (São Paulo e Internacional) que buscavam garantir presença na Taça Libertadores do próximo ano.

As torcidas de treze clubes estavam como meras espectadoras da cena. No máximo, torciam pela desgraça dos outros. A tese de que os pontos corridos são mais justos não é suficiente para compensar o estrago motivacional que um campeonato sem emoção é capaz de causar.

Fiquei vendo a luta inglória do Vasco para se safar da terceira queda no espaço de oito anos. Lutou bravamente, apesar da ruindade geral do time, mas não conseguiu. O Coritiba, mais ruim ainda, se segurou de todas as formas, deu chutão para todos os lados e sustentou o 0 a 0.

Mesmo que tivesse vencido em Curitiba o Vasco seria rebaixado pela vitória do Figueirense sobre o Fluminense. E nem se pode falar em facilitação por parte do tricolor carioca, pois todos os times chegam naturalmente desinteressados às últimas rodadas.

Nenê foi um dos poucos destaques do Vasco na temporada 2015

Sem nada a aspirar mais na competição, o Flu foi a Santa Catarina apenas cumprir tabela. Com vários reservas no time, não teve forças para impedir a vitória do Figueirense, que lutava desesperadamente contra o descenso.

Campeonatos de verdade, à moda antiga, têm nas últimas rodadas a sua fase de coroamento. É quando as primeiras posições são definidas e se conhece o campeão, permitindo emoção pura até os minutos finais das partidas decisivas. Desde que a CBF e a maioria dos clubes apoiou a teoria europeia dos pontos corridos a coisa degringolou.

Para complicar ainda mais as coisas neste ano, o nível técnico foi rés ao chão. Times muito fracos, jogadores apenas medianos e muita retranca produziram jogos horrorosos, vencidos muito mais pela força dos contra-ataques do que por domínio técnico incontestável.

Até o campeão Corinthians, com seus números grandiloquentes, foi quase sempre pragmático, o que em bom português significa o manjado feijão-com-arroz. Sistema fechado até os dentes, como aprecia Tite, e bolas esticadas para a correria de laterais e dois atacantes. O diferencial foi a presença de dois meias de qualidade, Jadson e Renato Augusto.

O vice-campeão Atlético-MG esteve bem até começar a ser fustigado pela instabilidade de alguns titulares e infortúnios com a arbitragem. Por conta disso, mais ou menos no começo do returno já se sabia que o Galo dificilmente iria conseguir encostar e ultrapassar o líder Corinthians.

A equipe de Levir Culpi também pecou pelo excesso de aplicação e o predomínio de volantes. Não lembro de nenhuma atuação brilhante, digna de nota. Grêmio e São Paulo seguiram a mesma toada, perdendo jogos fáceis e ganhando alguns mais complicados na força e na coragem. Sem qualquer vestígio de bola no chão, dribles, lançamentos e outras bossas.

Ao longo dos próximos dias, a mídia esportiva do Sul e Sudeste vai eleger os melhores da competição, vai novamente glorificar (com o exagero habitual) o trabalho de Tite e o modelo corintiano de triunfar nos pontos corridos. Mais ou menos como fazia com o São Paulo vencedor de Muricy Ramalho e seu estilo bate-estaca.

Em face do que não vi em campo, prefiro não escalar seleção de melhores. Opto por destacar o Sport-PE como a equipe que mais gostei de ver atuando. Pela simplicidade do esquema e a troca de passes que ia da defesa ao ataque, sem recorrer à mesmice das ligações diretas.

Por essa razão e a ausência de unanimidades, Diego Souza foi o mais regular da Série A deste ano. É claro que ele não entrará na seleção dos colegas paulistas, gaúchos e cariocas, mas foi quem melhor se apresentou, liderando um time tecnicamente modesto, mas muito consciente sobre o que podia fazer em campo.

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Direto do blog

“Já deu. A CBF deve encerrar as atividades. Altamente lucrativa, a atividade futebolística deve retornar mais em valor aos clubes. E os clubes, por sua vez, devem investir mais, muito mais na base. O futebol como negócio não tem sentido quando visto apenas como palco do retorno de nomes que foram à Europa e um dia jogaram muita bola. Se o futebol fosse tratado com mais seriedade, nas categorias de base haveria menos espaço para protegidos de cartolas, o sobrinho desse, o afilhado daquele. Por incrível que pareça, essa prática é ainda bastante comum. E isso só aponta para o amadorismo reinante no futebol brasileiro. Dá-se prioridade para contratações badaladas, de grandes nomes e a formação de grandes elencos. Diga-se, contratações caras, folha salarial cara. E resta a dívida trabalhista depois, gigantesca. O fim da CBF abrirá um novo horizonte para o futebol. Para os clubes mais propriamente. Por que, com o fim da CBF, uma liga nacional de futebol começa com todos os clubes fazendo nova partilha dos recursos e premiações dos campeonatos, de modo mais democrático, sem a intervenção de cartolas suspeitos de privilegiar este ou aquele clube. Até a comissão de arbitragem deve mudar de comportamento. Enfim, o fim da CBF não trará maiores prejuízos para o futebol, mas esperança”.

Lopes Junior, fazendo coro com o posicionamento da coluna na edição de ontem.

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Sobre o destino de Pikachu

O Vasco caiu e, ao que parece, Pikachu vai junto. Pelas últimas declarações do jovem lateral, mencionando a capacidade de dar a volta por cima, seu destino deve ser mesmo São Januário. Especulado como possível reforço do Flamengo, aos poucos a história foi mudando de direção com a súbita entrada em cena de Eurico Miranda.

Ao lado dele, por sinal, o pai e procurador de Pikachu acompanhou o jogo entre Vasco e Corinthians, que decidiu (por antecipação) o título da Série A em favor dos paulistas.

Não se sabe ainda se Pikachu já é jogador vascaíno, muito menos a natureza do acordo firmado, mas se a transação se confirmar o declarado sonho de disputar a Primeira Divisão fica adiado por enquanto.

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Papão já conhece todos os oponentes

Com a definição dos participantes da Série B 2016, já se pode projetar um campeonato dos mais encardidos e equilibrados, sem favoritos quanto a acesso e queda. O Papão vai se digladiar com 6 do Sul (Joinville, Criciúma, Avaí, Brasil, Londrina e Paraná), 5 do Nordeste (CRB, Bahia, Náutico, Sampaio e Ceará), 4 do Centro-Oeste (Vila Nova, Luverdense, Atlético-GO, Goiás), 4 do Sudeste (Vasco, Tupi, Bragantino e Oeste). Dureza.

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 07) 

48 comentários em “Sem deixar saudades

  1. Pois é Gerson, obrigado pela publicação do comentário na coluna. E a análise do campeonato passa mesmo por aí, pela observação de que se viu um campeonato medíocre. Concordo até mesmo com o destaque dado ao Sport, já que, pessoalmente, considero Recife e Olinda as melhores cidades nordestinas pra se visitar e essa proximidade que tenho com Pernambuco não é exatamente o que me faz ir a favor do Sport, mas tê-lo como tão próximo dos nossos Remo e Paysandu. A simpatia que tenho para com o povo pernambucano me fez querer acompanhar o Sport, assim como o Náutico e o Santa Cruz, além da dupla RE-PA. Sou remista, e não torço por nenhum dos outros, mas torço por todos eles de certo modo, porque torço pelo futebol do nordeste e pelo nosso. É preciso reconhecer um trabalho bem feito, como já houve tantos bons times nordestinos como o próprio Sport de 87, o Bahia de 88 e o Náutico que sucumbiu diante do Grêmio na batalha dos Aflitos, quando era favoritíssimo. É preciso valorizar o esforço dos clubes do norte e nordeste e a menção ao Sport é bastante oportuna.

    A transmissão dos jogos da Copa Verde pelo EI, assim como da Copa do Nordeste, deu mais que visibilidade ao futebol do N/NE, agregou valor e dimensionou o mercado inexplorado pela CBF, incompetente em ver esse naco importante do país, omissa ao priorizar os mais ricos clubes de futebol e, desse modo, totalmente negligente para com o desenvolvimento do esporte bretão.

    Financeiramente, talvez o campeonato de pontos corridos seja o que dê mais retorno, afinal, os clubes exploram a imagem por 38 rodadas, um tempo bem maior que uma fase de grupos teria e uma quantidade de clubes bem maior que os play-offs abarcariam. Isso aponta a uma divisão mais democrática do “bolo”. No entanto, e, de novo, vê-se como a CBF age tendenciosamente, ao admitir que os clubes têm direito a valores proporcionalmente às torcidas, nota-se que, afinal, a intenção dos pontos corridos é expandir a exposição dos clubes de maiores torcidas, e não exatamente ser mais justo, ou menos injusto.

    Um campeonato de pontos corridos tem lá suas vantagens, ao manter atletas empregados por mais tempo, os clubes faturando proporcionalmente mais, mas isso não tem refletido em equilíbrio e emoção no campeonato. E isso, para mim é, sem dúvida, o resultado das distorções dos rateios desiguais dos direitos dos clubes com relação à distribuição dos ganhos aos participantes. Uma divisão mais justa certamente corrigiria essas desigualdades financeiras e equilibraria os elencos, exigindo da cartolagem que sejam o que não foram até hoje, gestores competentes e profissionais.

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  2. Já na madrugada aguardando o vôo de conexão a Manaus, leio a coluna do amigo Gerson tecendo
    Um quadro nada animador sobre o atual estágio do futebol brasileiro. Concordo plenamente com esse diagnóstico, a situação é preocupante tendo em vista que ao que parece nada mudará para o próximo ano, tanto na mudança do critério do campeonato, como também os procedimentos em relação à nossa seleção. Deus queira que a minha previsão quanto à conquistas futuras do nosso escrete sejam difíceis por tudo que evidenciamos de erros administrativos e técnicos dos dirigentes dolosos. Não vislumbro possíveis títulos porque não aprenderam com a lição imposta por outras seleções no último mundial, principalmente às européias, que tem planejamento sério sem intervenções de empresários como ocorre no Brasil e isso talvez seja o pior de todos os males do futebol brasileiro.

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  3. Quanto a ida do jogador Pikachu ao futebol carioca para o Vasco ou Flamengo, afirmo que terá uma vida difícil tendo em vista que é recorrente a discriminação com jogadores do norte pela imprensa carioca. Digo isso porque ouço rádios daquele estado e percebe-se limpidamente a forma diferenciada dos comentaristas tanto da TV como nas rádios. Pra evitar essa discriminação o pikachu terá que jogar muita bola e sem muitos erros porque logo a imprensa começa a pegar no pé. Percebo muita qualidade e personalidade nesse jogador e espero sinceramente que ele consiga ultrapassar todos os obstáculos que vierem pela frente, com isso trilhar um caminho de perene de evolução no Brasil ou no exterior, bola ele tem pra isso.

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  4. Agora é o Lobo e Desportiva na Taça São Paulo e o recomeço da secação dos série C.

    Falando em C, alguma novidade na operação rouba-jato ocorrido na Drogaria Cebion?

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  5. Quanto ao campeonato série A, para o ano promete a mesmice jpa que o Lobo não subiu. Atenções maiores para a série B e a expectativa do tri campeonato. Sem apelar tá.

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  6. Lopes Jr. como sempre certeiro.
    Confesso que sempre fui adepto do sistema de pontos corridos. Mas acho que já deu. O sistema misto (vencedor do primeiro turno contra o vencedor do segundo), creio, aliaria o critério de eficiência à emoção.
    Quanto às copas (sistema de mata-mata), bem que um dia poderiam imitar a Europa, definindo previamente uma cidade para sediar a finalíssima.
    Quanto ao Yago, se acertar com o Vasco, continuará em time de série B. Pena.

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  7. A falta de espetáculos nada tem a ver com o sistema de pontos corridos. Só não temos grandes jogadores e dinheiro pra bancar. Agora, Pikachu no Vasco é o mesmo que disputar a série C ou D. Retrocesso na carreira. Bem, boa sorte, vai precisar!

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  8. Honestamente, é por isso que nunca fui a favor de fórmula do Brasileirão em pontos corridos porque sabia que não iria dar certo como nunca deu e seria apenas uma imitação do futebol Europeu, outra coisa que não cabe. Se dá certo na Europa competição em pontos corridos é porque a conjuntura de lá é infinitamente diferente daqui em tudo. Na Europa todos os clubes são ricos, recebem quase as mesmas cotas de patrocìnio e dipustam quase em igualdade de condições as competições. As dimensões territoriais são menores, o sistema de transportes melhor e organizado, e o serviço de hotelaria é muito bom. Já aqui o Corintihais campeão, por exemplo, recebeu 100 milhões de cota de patrocínio e vai aumentar em 2016. O Paysandu se tivesse subido, receberia pouco mais que 4 milhões, sem esperança de aumentar em 2016. Quer dizer: Uma concorrência desleal e desigual. Uma competição preparada para times ricos mesmo. Aí não consigo entender essa prespada do Vasco cair tendo essa mordomia toda. Na minha opinião teria de voltar aquela formula que vigorou nos tempos áureos de da década de 80, 44 clubes na primeira divisão dividido em 4 grupos de 11. Ali eram tão memoráveis brasileirões que estão registrados os maiores públicos e rendas de todos os tempos: A média geral era alta e a média das semi finais e finais tinham média estupenda cerca de 75 mil por jogo. Tivemos inclusive grandes jogos com 155 mil pagantes. Hoje nem com capacidade reduzida dos estádios, existe lotação total nas decisões. Então por que continuar enterrando nosso futebol nesse sistema pontos corridos, so para satisfazer egos de times como Corinthians, São Paulo, Santos e Cruzeiro, times que mais se beneficiaram dos pontos corridos e vão lutar contra sua extinção se alguém quiser fazer a reviravolta para o sistma de decisões com finais e semi finais.

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  9. Rezo para que não ocorra com Picachu o mesmo destino do Moises, que saiu daqui badaladíssimo em alta tensão, porque tinha mostrada um grande futebol no Papão e ja tido como “craque”. Aliais que desembestou e fez tudo de pressão para sair do bicolor e ir “jogar ” no Santos. Mas chegando lá, em pouquísmo tempo, Moíses saiu das paradas de “sucesso” e caiu no esquecimento, onde nem em Belém se falava mais em Moisés. Até que ele foi lembrado pelo pessoal remoleza mas lope se adiantou e o trouxe para o Papão parece em 2012, onde não voltou mais a ser nem a sombra do que tinha saído daqui para o Santos. Hoje não sei nem por qual clube anda, ou se até parou de jogar. Acho que Picachu, deveria ter pensado melhor, com calma e ficar mais uma temporada no clube que era ídolo e respeitado, onde afirma-se que o Maia queria pagar 60 mil para ele ficar. Não era salário para enriquecer, mais ainda assim bom salário, onde continuaria ao lado da familia e na terra que nasceu. Mas OK, ele achou melhor assim, então que seja feliz pelo imensa felicidade que nos deu enquanto atuou no bicolor da Amazônia.

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  10. Há controvérsias. Quem pontuar mais corre o risco de nem ser vice caso seja um quadrangular final. Já querem conspirar contra o Timão. TDZ.

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  11. Mas como nada nessa vida é regra geral, nem no futebol, afirmo apenas que um clube, considerado ainda médio no futebol brasileiro, tem quebrado todos os limites limites previsões, palpites, lógica , queimado a língua de de muitos, inclusive a minha e feito o que poucos clubes de seu porte fizeram até hoje. Esse clube é o Figueirense, um clube que surprende demais porque nas últimas 14 edições da primeirona, o Figueira esteve lá por 12 vezes, e pode se dizer 13 porque já está garantido para 2016. Uma marca estupenda de permanência na elite, para um clube ainda de porte médio, levando en conta que um grande e milionário Vasco já esteve la menos vezes que o Figueira no mesmo período. O time catarinense é o maior exemplo para times de seu porte igual ao Paysandu e outros que sonham em disputar novamente a elite. O Figueira, não luta por título é verdade, mas nem precisa se preocupar com isso, porque so de estar há 12 anos na elite nummtotal de 14 já é um título, além de ja ter com isso ultrapassado muitos times no ranking nacional, ganhado várias vagas na Sulamericana e por estar sempre na elite junto com os grandes, ja disputou no período até decisão de Copa do Brasil onde tem também feito memoráveis campanhas. Então se o Figueira, que não é maior que o Paysandu, pode fazer essas façanhas, porque o Paysandu que tem até maior torcida não pode???? Porque esse pensamento pequeno que o Papão não pode subir porque não é de série A, dita até por alguns torcedores?? Por favor, acho que não devemos achar que somos Barcelona, Real Madri, mas também não devemos nos ver como se fóssemos um IBIS da vida. humildade é uma coisa e se rabaixar a níveis mequinhos é outra. Então vamos ter humildade mas pensar grande. O Figueira é maior exemplo disso.

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  12. Eu tenho um pensamento diferente sobre a questão de ter uma final pois a partir das fases de mata mata temos as demais doze equipes com suas férias antecipadas e por um jogo você derrubar um projeto de uma temporada é muita injustiça.

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  13. Quanto a série B 2016, cansei de falar que o bicola não aproveitou a enorme opotunidade de subir, na da segundona mais fraca de todos os tempos, essa 2015. Porém em 2016 as projeções são inversas onde se prenuncia a mais difícil de todos os tempos, levando em conta que dos participantes, podemos afirmar que nesta 2016 não terá nenhum time que possa ser considerado mais fraco, nm mesmo o Oeste que tem pouca torcida, mas tem aprontado e vem se segurando na segundona. Foi por isso que falei que se houve enorme oportunidade de subir, era para o bicolor ter subido, e caso caísse em 16, voltaria para a segundona 2017 que não há mal nenhum. Mas nesta serie b 2016 dificilima, se não se segurar vai ficar perto do inferno do futebol.

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  14. O critério de mata mata não impede em nada que as equipes de menor porte joguem mais fechadas em busca daquela única bola.
    Atualmente temos emoção nem que seja na parte de baixo, mas nada que é um campeonato mais equilibrado não possamos ter várias equipes brigando por libertadores e o título.

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  15. Eu continuo achando que o campeonato de pontos corridos, foi a melhor coisa que aconteceu no futebol brasileiro…A maior prova disso foi o que aconteceu ontem, emoção até o último jogo…Clubes como o Vasco, do mafioso Eurico Miranda, jamais cairiam de divisão com a fórmula antiga…Dos 38 jogos, o Vasco passou 35 na zona de rebaixamento…500 anos depois, ainda estão discutindo com quem fica a taça das bolinhas ou se foi pênalti ou não foi na decisão de tal campeonato da fórmula antiga…Agora, até o maior manipulador de jogos, o Eurico Miranda, só pode chorar na cama, não pode fazer mais nada além disso…Alguns meses atrás, eu ouvi o Geo Araujo dizer isso…O legal no futebol, é voce ir no barzinho discutir com seus amigos se foi pênalti ou não foi? Ou se a bola entrou ou não entrou?…Pra ele talvez seja divertido, mas pra quem perdeu o campeonato não é nem um pouco…Principalmente o prejuízo financeiro que o clube vai ter por causa deste “erro” de arbitragem…Por falar em arbitragem, este é outro ponto negativo do sistema antigo…O Dewson e a arbitragem local, eram entusiasticamente elogiados pela imprensa alguns anos atrás…Por coincidência, quem estava ganhando os títulos do parazinho, era o time listrado…Por pura coincidência tambem, quando o LEÃO passou a ganhar os títulos, a opinião sobre esses mesmos árbitros mudou tambem, passaram a ser esculachados por essa mesma imprensa que antes os idolatrava…Que coisa né?…E agora, muitos meses antes de começar o parazinho de 2016, já tem dirigente querendo barrar o Dewson e o Andrey…Qual será o posicionamento da imprensa desta vez, visto que tem clube por aí, que está desesperadamente tentando ganhar o parazinho a dois anos e não consegue?…O parazinho é um exemplo desta fórmula ultrapassada…Se perde mais tempo discutindo os bastidores, do que o campeonato em si…Por sinal…Tem um video do Mazola…kkkk…Em que ele convoca a imprensa pra denunciar um esquema pra beneficiar o LEÃO, porque o vice da federação é dirigente do LEÃO…Daí um repórter diz pra ele…Mas o presidente da federação é conselheiro listrado…O Mazola fica em silencio e com cara de bwnda, e logo em seguida diz que acabou a entrevista…Saiu chutando o pau da barraca muito puto com a pergunta do repórter….kkkkkkk …Pena que não dá pra publicar este video…Mas é só procurar no YouTube por “Tudo culpa do sistema para o Clube do Remo ser campeão 2014″…Rolei no chão de tanto rir…kkkkkk…E Gerson, qualquer sistema de campeonato que não seja o de pontos corridos, vai ter que ter uma final com um ou dois jogos…O problema é justamente este…Vai ter sempre aquela velha desculpa ou dúvida sobre isso ou aquilo…Eu não vi nenhum dos rivais do Corinthians questionarem a conquista do clube paulista…Já no parazinho de 2016…Pode preparar os lenços…Haja choradeira…kkkkk

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  16. Um carioca rebaixado , virou tradição, dois catarinenses e mais um goiano.
    A série B de 2016 vai ser dureza.
    Torço pra que o Maia não invente nada que coloque em risco a permanência na B ou que não brigue pelo acesso.

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  17. Será uma Série B dificílima realmente, porém com um Paysandu ainda mais estabilizado e com a continuidade de trabalho da atual comissão técnica. Além do mais, com a presença do novo gerente de futebol. E espera-se que seja criterioso e competente nas contratações, a fim de evitar o erros já mais que recorrentes.

    Quanto ao Yago, não deveria ir para o futebol carioca. É um erro. Que tenha sorte e sucesso em sua carreira.

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  18. Eu sou por um campeonato de dois turnos em pontos corridos, com o campeão sendo definido em dois jogos entre os campeões do primeiro e segundo turnos, com vantagem para o de melhor campanha nos turnos. Desnecessária a decisão, logicamente, se houver coincidência de vencedores nos dois turnos.

    Reconheço que tal fórmula não altera muito a situação daqueles que se encontram em posição intermediária ao final do campeonato. Isto é, aqueles que não lutam nem pelo título máximo, nem pela premiação secundária (Libertadores etc), nem pra fugir do rebaixamento. Bom, mas quanto a estes não há mesmo muito o que ser feito.

    Mas, é preciso ter presente que o modelo de competição com jogos decisivos em partidas finalíssimas acrescentará muito em termos de emoção. E é de emoção, de mais emoção, de muito mais emoção, que o campeonato brasileiro está se ressentindo. Emoção capaz de envolver quase a integralidade dos brasileiros para o jogo decisivo. Aquela emoção que envolve tanto a torcida dos times envolvidos, quanto os demais torcedores, e até mesmo quem não se se interessa muito por futebol é capaz de reservar alguns instantes de sua vida para assistir ao jogo final.

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  19. Eu fiquei surpreso quando as múmias da federação máxima do futebol adotaram o sistema de pontos corridos…Mudar de um sistema manipulável, pra um sistema que premia o melhor e o mais competente, parecia coisa impossível de acontecer…Mas se voce pensar direito, eles foram muito espertos…Tiraram toda a responsabilidade de suas costas sobre quem cai ou sobe…Não precisam mais virar a mesa pra ajudar este ou aquele clube…E de quebra, um campeonato confiável atrai patrocínio e investidores de peso…Ou seja, mais grana pra eles meterem a mão…O que não mudava tanto com a fórmula antiga como com essa nova, é a corrupção…Mas parece…Eu disse parece…Que tá mudando…Com a prisão dessas velhas raposas do futebol, isso pode pelo menos melhorar daqui pra frente…Agora só falta adotarem as imagens pra ajudar a arbitragem em determinados lances…mas com certeza os saudosistas e principalmente os manipuladores de resultados, vão fazer de tudo pra isso não acontecer.

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  20. Perfeita a coluna… Perfeito o post do amigo Junior Lopes

    Quanto ao Yago, também penso que ele irá pro Vasco… Dizem que o valor salarial é de 100 mil…Muito distante do que recebia no PSC e isso conta muito,numa carreira, que é curta, e que você precisa aproveitar pra fazer seu “Pé de meia”

    Série B 2016, mais difícil que a desse ano… Todo cuidado é pouco

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  21. De pleno acordo, amigo Cláudio. Segundona 2016 será uma pedreira, muito mais nivelada que a de 2015. Papão tem que se preparar muito e as brincadeiras filantrópicas devem ficar mesmo só na contratação do Vélber. Risco de queda será muito maior para os times de porte médio.

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  22. Ei FENOMENOooooooo!!!!!!!!!!!!!!

    Então tu afirmas que teu time do remoleza era um que manipulava resultados tendo a frente o marechal apaga refletores no tempo que não era pontos corridos?????? kakakakakakak Ou seja, NÃO ESQUECE, que justamente foi antes dos pontos corridos que teu time era o líder do ranking no norte, o melhor do norte nas competições nacionais com grandes campanhas na primeira divisão nas década de 60, 70 e 80 e era temido naquele tempo. .Jamais tinha disputado uma terceira divisão. Ja o meu time so assumiu a liderança após os pontos corridos que aliais teu remoleza nunca disputou essa formula nem na primeira, nem na segundunda divisão. kakakakak Fenomeno agora tu te condenastes e condestes os teus dirigentes como um dos manipuladores de reultado. essa foi boa. remoleza e sus dirigentes manipuladores de resualtado. Eu ja sabia!! aqueles refletores apagados no baelama queriam dizer alguma coisa

    kakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakaka
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    Por que Mazola reclamou logo de manipulação de resultado quando o marechal retornou ao remoleza

    kakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakak

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  23. Fenômeno,
    Lendo seu comentário sobre a confiabilidade de um campeonato sob pontos corridos e manipulação de resultados e saudosismos e premiação dos melhores etc, não querendo confiar exclusivamente na memória, resolvi fazer uma breve revista no noticiário nacional e internacional sobre a temática manipulação de resultados no futebol.

    Aí, então, encontrei que a manipulação não é algo de que uma competição futebolística pode se livrar pela simples adoção do modelo de ponto corrido. No Brasil mesmo o “caso Edilson” já se deu sob o sistema de pontos corridos. e fora do Brasil, na Espanha, Itália, Inglaterra, onde pesquisei também há casos de manipulação, seja ainda sob a forma de denúncia, seja já casos decididos.

    Em verdade, até noutros esportes pude verificar que se fala em manipulação. Dois exemplos é o basquete da NBA e o repeitabilíssimo Tênis.

    Pois bem, dito isso, gostaria e reiterar que do que se ressente o futebol brasileiro, além, é claro, da prolongada “entressafra”, é a falta de emoção causada por um campeonato onde não há uma decisão com partida finalíssima.

    A propósito, anoto que a manipulação tanto pode se dar num sistema, quanto noutro, eis que tal suscetibilidade está relacionado com outros interesses que permeiam o futebol, inclusive relacionado com apostas.

    Rematando, anoto que sob o meu ponto de vista o que caracteriza a incidência da justiça do resultado final numa competição é o competidor triunfar com suas próprias forças e habilidades esportivas sob um modelo de competição previamente ajustado e aceito conscientemente por todos os competidores.

    Rematando, de dizer que emoção não tem época, ela tem cabimento sempre. Máxime em se tratando de esporte. E, sob meu ponto de vista, numa competição futebolística, emoção mesmo, em sua máxima potência, é um campeonato com finalíssima.

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  24. Antonio Oliveira, concordo com voce quanto a manipulação de resultados ser possível em qualquer sistema de competição…Até no Vaticano tem esquema…kkkk…Mas voce tem que concordar comigo que no sistema antigo era bem mais fácil de ser feito esse tipo de coisa…Voce usou como exemplo o caso Edilson…Só tem um porem…Quando descoberto o esquema, refizeram todos os jogos manipulados por ele…Já imaginou se tivesse acontecido isso no sistema antigo?…Primeiramente, eu não sei se fariam a mesma coisa…E como no sistema antigo, o campeonato era dividido em dois turnos, e metade dos clubes eram eliminados na primeira fase…Seria complicado refazer esses jogos, caso esses clubes já tivessem dispensado parte ou todo o seu elenco, em virtude da desclassificação no primeiro turno…Por sinal, muitos campeonatos do tipo “tapa buracos”, surgiram em virtude dessa eliminação precoce desses times na primeira fase…Acho injusto um time que venceu todos os jogos até chegar a uma semifinal, ser eliminado em um ou dois jogos, por um time inferior a este de melhor campanha, e pra piorar, num lance duvidoso…Dê uma olhada na classificação final da série A, pra ver se acha algum time que está lá entre os primeiros injustamente?…São Paulo, Minas e os times do Sul, são exemplos a serem seguidos…Rio de Janeiro e o resto, é pra serem esquecidos

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  25. Sem graça pra quem foi rebaixado!

    Já prenderam o Roubagol, já devolveram o dinheiro da SUDAM? Égua da fuleiragem kkkkkkkkkk

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  26. 1- Rafael Miranda volante ex ABC..31 anos

    2- Yuri Naves…volante..ex Caldense..26 anos

    3- Chapinha..meia ex Boa Esporte..32 anos

    4- Marco Goiano..meia..ex Tupi ..29 anos

    5- Tinga… ala direito…ex Fortaleza…22 anos

    6- João Vítor..ala esquerdo..ex CRB e PSC..31 anos

    7- João Carlos..atacante…ex Madureira e Macaé..atacante…28 anos

    8- Roni..atacante…Ex XV, Palmeiras..revelado no SP.. 23 anos

    9- Ciro..atacante..ex Sport e Luverdense…Estava no Jeju United da Coréia do Sul…26 anos

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  27. Fenômeno,
    Sobre seu mais recente comentário, tenho a colocar mais uma ou duas palavras.

    1. Sou capaz de concordar integralmente com você sobre ser mais fácil manipular os resultados num sistema como o que apontamos o Blog e eu . Mas, antes, preciso entender direitinho seus argumentos. Então, me explique por que, e, como, seria mais fácil manipular os resultados no sistema mata/mata, no molde das semi-finais e finais, como proposto pelo Blog, ou no modelo com finais apenas, conforme referido por mim?

    2. É, o vaticano, tem lá mesmo suas fragilidades institucionais. Os vazamentos de informações, os desfalques do Banco, os casos de pedofilia e outros assédios que abafados pelas autoridades eclesiásticas de lá, e a própria renúncia do “Sumo” que antecedeu o atual, mostram muito bem estas fragilidades. Isso sem contar uma certa heterodoxia de política internacional que lhe foi atribuída recentemente aqui no Brasil.

    3. Sobre injustiça, cumpre lembrar, que se o time for realmente merecedor, ele será, no mínimo, constante e equilibrado técnica, física e psicologicamente. Vai daí que, em tais circunstâncias, muito dificilmente deixará escapar o título num sistema como os apontados pelo Blog ou por mim. Aliás, estou enganado, ou, este ano, o Corinthians também teria sido campeão, se o modelo fosse aquele que referi?

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  28. Antonio Oliveira, eu estava me referindo ao sistema que existia antes desse por pontos corridos…Digo que é mais fácil de ser manipulado, porque voce só precisa manipular um ou dois jogos, pra ajudar ou prejudicar um time…Exemplo…Num sistema de turnos distintos, mesmo que voce vença todos os jogos de um turno pelo placar de 10 x 0, voce vai jogar em igualde de condições com um outro time que fez uma campanha inferior ao do time 100%…Daí voce vai dizer, então basta dar algum tipo de vantagem pro time que está 100% no campeonato…Tipo, jogar por dois empates…Se o time 100%, perder o primeiro jogo, seja por um erro do juiz, intencional ou não, a vantagem que voce conseguiu ganhando vários jogos, vai pro espaço em apenas um jogo…O que se poderia fazer, era uma espécie de recopa, um tira teima envolvendo os dois ou os quatro melhores times do campeonato…Mas isso não alteraria o resultado do campeonato por pontos, o campeão daquele ano, seria quem fez mais pontos no campeonato…Esta recopa, seria um campeonato a parte, que daria um premio em dinheiro ou a vaga em outro campeonato…A maior prova que o sistema por pontos é o melhor…É que mesmo se colocando a suspeita que o Corinthians foi ajudado em alguns jogos…Quase que os adversários conseguiram alcança-lo…Voce tem tempo pra se recuperar…No mata-mata, perdeu tá fora…Como aconteceu com o LEÃO AZUL, que não foi mais adiante no campeonato da série C, porque jogou contra um time retranqueiro…Mérito desse time que soube tirar vantagem deste tipo de jogo, que é a marca registrada do mata-mata…Mas se o sistema fosse de pontos corridos, o campeão seria o CLUBE DO REMO

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  29. Nelio, manipular campeonato, seja pra este ou aquele time, nunca é bom…Um dia voce é ajudado, no outro é prejudicado…Eu nunca vou me vangloriar de trapaça feita por dirigentes do meu clube…E se eu tivesse a sua mesma maneira de pensar, eu seria a favor da volta do sistema antigo, que na sua opinião, ajudou o REMO pra ficar com um ranking melhor que o seu time…Só pra lembrar, quando o Pinho deu aquela famosa entrevista dizendo que comprou Deus e o mundo pra conquistar títulos…Isso aconteceu tanto no sistema antigo quanto nesse de agora…Ele é réu confesso…O que eu não entendo…É que uma hora voces dizem que o Coroné prejudicou o clube de voces manipulando os bastidores…Mas quando souberam que ele tá fazendo de tudo pra colocar o time de voces na copa verde e que ele pode ser vice na confederação brasileira, ele virou Santo, acima de qualquer suspeita…Qual é a versão que está valendo? A de antes da vaga da copa verde ou a de agora?…kkkkk…Só mais uma coisa…Ainda estou esperando pelas provas que voce deve ter, sobre a ajuda que o Coroné deu nos bastidores, tanto ao meu clube, quanto ao seu clube…Vou ficar esperando tá?…Enquanto isso…Assiste o video do mazola choramingando sobre um tal sistema…É impagável….kkkkkkk

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  30. Não dar para colocar o vídeo do apagador de torres de refletores porque não aparece nada no escuro. Até nisso os manipuladores da antiga levavam em consideração. TDZ. Prova como?

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  31. Compreendi, Fenômeno. Mas, mesmo respeitando seu ponto de vista, e entendendo que a hipótese que você cogitou é possível de acontecer, ainda não considero a alternativa que eu ofereci não possa ser tão justa quanto a que voce apresenta. Inclusive, porque muito dificilmente um time 100% no primeiro turno (para usar sua força de expressão), deixaria de ganhar também o segundo turno. E, se não ganhasse, o vencedor do segundo turno, independentemente de tê-lo feito com uma pontuação menor, seria legítimo para estar na finalíssima, e, se fosse o caso, vencê-la também.

    Quanto ao Mais Querido, não podemos esquecer, para ser justos, que:

    1) a disputa da série D foi num modelo misto. Pontos corridos na primeira fase e eliminatórias a partir da seguinte.

    2) o Mais Querido terminou a semifinal com três pontos a menos que o pragmático e valoroso Botinha. Isso porque, perdeu fora de casa num jogo em que se manteve 90 por cento do tempo atrás, na retranca. E não conseguiu vencer dentro de casa num jogo em que o adversário se defendeu, é verdade; mas foi à frente inúmeras vezes e com perigo real. Aliás, o Mais Querido, que, no geral, foi muito feliz nesta temporada, chegou até ao máximo onde sua desestrutura permitia que ele chegasse e o Botinha foi campeão justa e merecidamente já que reverteu a vantagem de pelo menos três adversários nas partidas eliminatórias, incluindo a finalíssima.

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  32. Nelio, qualquer dirigente do meu clube vai parecer um amador comparado com os dirigentes do teu clube, seja no parazinho, no nacional, no mata-mata ou no sistema de pontos corridos…Eles são profissionais na arte de corromper…E o mais chato disso, é que eu provo o que estou dizendo…kkkkk

    A revelação do esquema de arbitragem na edição do Campeonato Brasileiro deste ano, trás a tona um novo caso do futebol nacional, com as conquistas do Paysandu nas edições da Série B do Brasileiro de 1991 e 2001 além da conquista do Paraense de 2000.
    Voltamos então a edição do Jornal O Liberal, do dia 12 de novembro de 2003 na matéria “Cartola revela esquema de suborno”, para relembrar as denúncias feitas pelo ex-presidente do Paysandu, Miguel Alexandre Pinho, que falou como o esquema foi realizado para beneficiar o Papão em algumas competições.
    Durante muito tempo, as pessoas suspeitavam e chegavam a comentar em mesa de bar, mas não havia confirmação. Agora é diferente. De forma surpreendente e estarrecedora, Miguel Alexandre Pinho, ex-presidente, grande benemérito e integrante da diretoria de futebol do Paysandu em vários mandatos, confirmou que o clube bicolor subornou árbitros para conquistar o Campeonato Paraense de 2000 e os brasileiros da Segunda Divisão de 1991 e 2001.
    Na Série B do Brasileiro de 1991, o Papão era presidido por Asdrúbal Bentes, Miguel Pinho era o vice-presidente de futebol e Antônio Carlos Nunes de Lima, hoje presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), o diretor de futebol. Em 2000, o clube alvi-azul era presidido por Joaquim Ramos, mas quem dava as cartas no futebol profissional era o presidente do conselho deliberativo, Arthur Tourinho. Em 2001, Arthur Tourinho presidia o Papão e também comandava diretamente o futebol profissional.
    Miguel Pinho disse ao colunista Carlos Ferreira, de O LIBERAL, que participou da entrevista concedida pelo cartola na Mais TV, que o árbitro envolvido no “esquema do Parazão de 2000” foi Wagner Tardelli, que dirigiu a decisão contra o Castanhal.
    O cartola acrescentou ter havido esquema também para beneficiar o Paysandu no clássico contra o Remo, que precisava vencer por dois gols e ganhou por 1 x 0, mas teve um gol legítimo de Robinho anulado pelo bandeirinha que era vizinho do jogador bicolor Da Silva, em São Paulo.

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  33. Nelio o Remo em 2006 e 2007 jogou a Serie b quer foi de pontos corridos 2005 no ano que ganhou a Serie C ultimo formato da serie b 2005 quando Gremio ganhou e subiu junto com o Santa Cruz a partir dai o Remo disputou a Serie b de pontos corridos no ano seguinte que ele papou a Serie C 2005 ja em 2006 e 2007 jogou a segundona com 20 clube ta bom Neliminado

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  34. Ò meu Deus!!!!! quanto problema na cabeça do amigo FENÔMENO. A situação dele já é crônica e parece que não tem mais jeito. Ele já está falando coisa com coisa, fora de seu juizo normal. Pediria que os amigos dessem uma ajuda a ele de como procurar ajuda para curar ese mal. rsrsrsrsrsr Da minha parte posso ajudar forçando a memória dele para ver se volta ao normal rsrsrsr. Para isso se o dono do blog ou escriba baionense me permite, eu coloco a baixo a classificação geral das series B 91 e 2001 para ajudar o amido fenomeno: Olha aí amigo fenomeno, PARA VC TANTAR CURAR O MAL QUE LHE INCOMODA E que não sabemos ainda o que é, mas vamos descobrir lhe prometo>>>>

    Paysandu (PA) SERIE B 1991 campeão

    32 PONTOS 22J 14V 4E 4D 35GP 13GC 22 SG

    Paysandu (PA) SERIE B 2001 BI CAMPEÃO

    59PONTOS 34J 14V 16E 4D 60GP 36GC 24 SG

    RESUMO: Na soma das duas campanhas o maior da Amazônia acumulou 91 pontos em 56 jogos com 28 vitórias 18 empates e 46 gols de saldo , apenas 8 derrotas. Não perdeu nenhum jogo em casa, não perdeu para o remoleza e ainda lhe aplicou duas surras de 3×0 em 91( Cacaio e testemunha) e 3×1 em 2001( Tu es testemunha fenomeno). Então contestar sob qualquer hipótese uns títulos e umas capanhas dessas chega a ser loucura. Vish, sem querer diagnostiquei seu problema amigo fenômeno . procure ajuda urgente. E se o Pinnho falou e vc acreditou, pior ainda pra vc porque o homem ja beirava os 90 e muitos quando chegam nessa idade voltam a ser crianças. Não sabem o que faem, não sbem o que dizem

    kakakakakakakakakakakakakakaka
    kakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakak
    kakakakakakakakakakakakak

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  35. Agora amigo fenomeno não mexa com essas coisas porque elas trazem lembranças desagradáveis para vcs e para o futebol do Pará, porque o Ze Pirão não estava chegando aos 90 anos quando disse para todo mundo ouvir no microfone da clube em 2012 após perder o estadual que o acerto entre ele e o diretor Peixoto do Cametá era 160 mil da renda do jogo para mapará desistir da vaga na quarta divisão e ficar so com a Copa do Brasil e o título estadual em 2012. rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr Já em 2013 foi até Rodonia tentar comprar a vaga do genus na quarta divisão, isso está em site de esportes. fenomeno não mexa com essas coisas que pode piorar sua situação

    kkakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakakak

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  36. Há mais de 20 anos atrás nosso compositor Nilson Chaves – o menestrel da Amazônia, já dizia na letra da música “Não vou sair”…”Não vou sair, tá mal aqui mas vai mudar/Os velhos de Brasília não podem ser eternos/Pior que foi, pior que tá, não vai ficar…” E nada muda; os velhos de Brasília, cada vez mais velhacos, se eternizam jurássicos, pós-PHD´s em malandragem, nepotismo e gatunagem. Que ninguém se iluda com a pretensa substituição da CBF por uma LIGA, ou outro nome pomposo e enganador que pretendam dar. O que vier continuará a ser manipulado por outros DNA´s de esperteza; interessados exclusivamente em defender os clubes do eixo Rio/São Paulo, que a imprensa nacional tanto bajula, e por quem a imprensa paraense torce mais que os clubes locais. Nos principais noticiários de TV no dia ontem (6), 99% das inserções falava da recorrente e anunciada queda do Vasco – e por extensão do falido futebol carioca. Ninguém chorava as quedas de Goiás, Avai e Joinville. Talvez 1%, por imposição de redações, tenha feito rápida alusão ao mérito do Sport Clube do Recife, 6º colocado no final. Os clubes dos Norte/Nordeste continuarão a ser obstáculos a imporem aos times e equipes de reportagens da Rede Globo, e assemelhadas, imensuráveis “desgastes”, por terem de fazer deslocamentos com viagens de avião de 2 a 3 horas. Quando a viagem é para Paris ou Nova York, não existem desgastes.

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  37. CERTO ALESSANDRO, mas o teu Remoleza era o bamba do futebol do Norte, o líder do ranking por causa da primeira divisão onde fazia grandes capanhas e e era difícil perder uma baelama onde todos os adversários que jogavam alí saiam reclamando para o mundo de muita coisa, inclusive refletores apagados quando o remoleza estava em desvantagem. Aí quando voltava o refletor o remoleza virava o jogo ou empatava, não sei como isso ocorria, mas era primeira divisão no sistema antigo de grupos porque primeira de pontos corridos o remoleza jamais sentiu o gosto. Entendestes???? rsrsrsr. rsrsrsrsrsr Fui mais claro???rsrsrsrsrsrsrsr

    Agora essa era para tí amigo fênomeno, sobre o vídeo.

    Eu vi esse vídeo, e posso te afirmar sem demagogia, que ele apenas reforça o que Mazola reclamou e muitos de nós bicolores reclamam, mas ainda tem gente que não gosta. Ou seja: Nota qu quando Mazola se referiu ao Bororo, era porque o homem era o mandatário maior da federação em atividade porque o Coronel estava licenciado viajando como pessoal da CBF pela seleção. Então so o tempinho que o bororo ficou no cargo maior ja deve ter aprontado, imagina se fosse por mais tempo????? Outra fundamental é quando dois da imprensa se intrometem na reclamação dizendo que o presidente da FPF e bicolor e o outro apresentador de programa esportivo teceu as maiores críticas ao Mazola dizendo que não tem cacif para acusar ninguém. Fenomeno, se conheces o futebol de Belem não podes ter dúvida que os dois da imprensa que foram contra o Mazola são simpatizantes remistas, Matoso é um deles. pode consultar. é evisente que não iria concordar ou puxar para o lado bicolor. daí talvez tenha surgido aquela outra reclmação do Mazola, o qual disse: “VENCEU O TIME QUE A IMPRENSA QUERIA QUE VENCESSE”. rsrsrsrsr Mazola aqui so errou ao generalizar, mas se tivessse dito que venceu o clube que a MAIORIA da imprensa local queria, aí o homem seria um sábio. satisfeitos??????

    kakakakakakakakakakakakakakkakakakakakakakakakakakakakakak

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  38. Que chato Nélio, que tu não pode fazer o mesmo que eu e mostrar qualquer prova contra o meu clube…É sempre…Ouvi dizer…Tem um boato por aí…kkkk…Ainda estou esperando pelas provas contra o teu Coroné nos bastidores do parazinho…Enquanto isso…Te diverte com as bandalheiras dos teus dirigentes réus confessos…Tem até o Coroné no meio…kkkkkkk

    A revelação do esquema de arbitragem na edição do Campeonato Brasileiro deste ano, trás a tona um novo caso do futebol nacional, com as conquistas do Paysandu nas edições da Série B do Brasileiro de 1991 e 2001 além da conquista do Paraense de 2000.
    Voltamos então a edição do Jornal O Liberal, do dia 12 de novembro de 2003 na matéria “Cartola revela esquema de suborno”, para relembrar as denúncias feitas pelo ex-presidente do Paysandu, Miguel Alexandre Pinho, que falou como o esquema foi realizado para beneficiar o Papão em algumas competições.
    Durante muito tempo, as pessoas suspeitavam e chegavam a comentar em mesa de bar, mas não havia confirmação. Agora é diferente. De forma surpreendente e estarrecedora, Miguel Alexandre Pinho, ex-presidente, grande benemérito e integrante da diretoria de futebol do Paysandu em vários mandatos, confirmou que o clube bicolor subornou árbitros para conquistar o Campeonato Paraense de 2000 e os brasileiros da Segunda Divisão de 1991 e 2001.
    Na Série B do Brasileiro de 1991, o Papão era presidido por Asdrúbal Bentes, Miguel Pinho era o vice-presidente de futebol e Antônio Carlos Nunes de Lima, hoje presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), o diretor de futebol. Em 2000, o clube alvi-azul era presidido por Joaquim Ramos, mas quem dava as cartas no futebol profissional era o presidente do conselho deliberativo, Arthur Tourinho. Em 2001, Arthur Tourinho presidia o Papão e também comandava diretamente o futebol profissional.
    Miguel Pinho disse ao colunista Carlos Ferreira, de O LIBERAL, que participou da entrevista concedida pelo cartola na Mais TV, que o árbitro envolvido no “esquema do Parazão de 2000” foi Wagner Tardelli, que dirigiu a decisão contra o Castanhal.
    O cartola acrescentou ter havido esquema também para beneficiar o Paysandu no clássico contra o Remo, que precisava vencer por dois gols e ganhou por 1 x 0, mas teve um gol legítimo de Robinho anulado pelo bandeirinha que era vizinho do jogador bicolor Da Silva, em São Paulo.

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  39. Assisti a pouquíssimos jogos do Brasileirão, acho que menos de dez. Fiquei ligado mesmo foi nos jogos do Remo e nos do Grupo A da Série C, que curto bastante.
    Quanto à fórmula do Brasileirão, tanto a de pontos corridos quanto a de mata-mata têm vantagens e desvantagens. Sou a favor de um campeonato com 24 times, divididos em dois grupos de 12, logicamente. Os grupos seriam organizados por região, como é na Série C, mas jogariam todos contra todos, sendo que os times jogariam duas vezes contra os adversários do mesmo grupo e uma contra os do outro grupo, num total de 34 rodadas. Os dois primeiros de cada grupo avançariam às semifinais, ao passo que os dois últimos de cada grupo seriam rebaixados. Assim, teríamos um campeonato longo, com as tão desejadas finais e o melhor, com as mesmas 38 datas do certame atual.

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  40. podem espernear mas esse modelo de regulamento em que era possível ser campeão tendo 20 pontos a menos que o vice, coisa comum nos anos 70 e 80, é coisa do passado. O mundo evolui, o brasileiro precisa evoluir.

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