“Impítiman é meuzovo!”

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Mensagem anti-golpe mostrada por foliões invadiu a tela da Rede Globo, neste sábado, durante matéria sobre o carnaval pelo Brasil. Em poucos minutos, caiu nas redes sociais e viralizou na internet.

16 comentários em ““Impítiman é meuzovo!”

  1. Sou contra um impeachment, POR ENQUANTO.
    Mas quero saber quando rasgaram a constituição pra dizer que impeachment é golpe. Pelo contrário, o impeachment é uma ferramenta democrática!
    Collor entrou e saiu pela vontade do povo!

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  2. Cristina Kirchner também está dizendo lá na Argentina que impeachment é golpe, “golpe do judiciário” contra ela. Collor dizia que era “golpe da imprensa”. Nixon, que era “golpe do partido democrata”. Nas próximas semanas devem ser divulgados os nomes dos políticos envolvidos na lava-jato. Do mesmo jeito que a “elite branca” cresceu e hoje já é maioria, pode ocorrer o mesmo com o impeachment. Dirceu já está novamente envolvido. Saltou do mensalão pro lava-jato com incrivel naturalidade. Enquanto rolavam as invesigações do mensalão, ele já estava com desenvoltura comandando os esquemas da lava-jato.

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    1. O caso argentino não se compara com o brasileiro, amigo Davi. Concordo com você, e com Dilma, que tudo de irregular e sujo que houve na Petrobrás deve ser devidamente apurado – e punido. Sem favoritismos ou blindagens, como a que se vê hoje em relação aos políticos e empresários ligados à chamada oposição.

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  3. Na verdade são os ovos da maioria que votaram na Dilma. Hoje a globo já não controla as informações de forma absoluta, muito menos consegue manipular com a mesma facilidade como fazia antes.

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    1. O grande diferencial está na amplitude dos meios de comunicação, amigo Rosivan. O sistema antigo, com jornais e emissoras de rádios, TV controlados, permitia que uma campanha fechada (como a que se vê hoje) tivesse resultados satisfatórios, como na pressão sobre Getúlio e na derrubada de João Goulart. Hoje, com a ampliação dos canais através da mídia digital, diminuiu drasticamente o poder de fogo golpista.

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  4. Prezado Édson, pela disposição mostrada pela PF e pela determinação do juiz Moro, é claro e evidente que não há critério técnico razoável para instauração de inquérito contra chefe do executivo. A lava-jato, aliás, não é contra chefe do executivo, mas já é bastante evidente que há uma suspeita que se quer alcançar durante a investigação. Quero dizer, a investigação já começou com um resultado previsto, esperado. A determinação exibida pelos agentes da lava-jato desafia a lógica de que é preciso prova para condenar, de que se deve considerar inocente o réu até que se tenha comprovada a culpa. A lógica da mídia tem sido acusar e depois encontrar alguma prova do que se disse… Mas destaco a falta de critério e o imenso esforço visíveis porque isso pode ser um indicativo, lógico, de que a justiça deve investigar toda denúncia feita contra chefes do executivo. Presidentes, prefeitos, governadores, secretários e ministros estariam na mira do ministério público e polícia federal permanentemente. Nenhum poderia arquivar processo por falta de provas. Quanto tempo seria necessário para investigar o caso cerpasa ou a privatização da celpa? (pra ficar num exemplo regional)… Enfim, o empenho e o destaque da mídia sobre a lava-jato deixa muito claro o desejo de consolidar o golpe “constitucional” pelo impeachment. O fato de acusar sem provas pode chegar ao absurdo de mover processo de impeachment contra Dilma sem prova contundente e acabar em um “julgamento político”. A insatisfação popular com a corrupção, justa e perfeitamente compreensível e aceitável, não é a base jurídica para a condenação de um réu, inocente até que se comprove a culpa. É uma regra constitucional. Levar os cidadãos a condenar uma pessoa inocente, já que não há provas contra ela, é golpe de estado. Vê-se um movimento abjeto com o único objetivo, derrubar a presidente eleita democraticamente do poder para empossar um representante dos próprios interesses. Há outra razão para derrubar o representante do povo democraticamente reeleito? Nesse caso, o novo presidente representaria a quem? Isso é para refletir…

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  5. Só podia ser mesmo no Ceará para ter um protesto tão bem humorado. Nunca gostei do FHC, do Lula e da Dilma, mas mesmo assim nunca torci pelo “impitiman” dos três. Impeachment sempre é um retrocesso.

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