Mané Garrincha, 80

Por Juca Kfouri

20130118-194424Mané Garrincha completaria, ontem, 80 anos. Ele foi um dos três maiores, quem sabe um dos dois, certamente um dos cinco. Marcá-lo individualmente era tão despropositado como era uma improbabilidade que ele andasse, um joelho para fora, outro para dentro.

Ele e Pelé, juntos, jamais perderam um jogo pela Seleção Brasileira, 35 vitórias e cinco empates em 40 jogos. Se Pelé deixava os estádios perplexos, boquiabertos, Mané os fazia rir, às gargalhadas, garantia de diversão, Charles Chaplin dos gramados.

20130118-193204Não é nenhum exagero dizer que, em Copas do Mundo, o Brasil deve mais ao eterno número 7 do Botafogo do que ao 10 do Santos. Como afirmar que nunca mais haverá um time como o da Seleção campeã mundial em 1958, na Suécia, porque com ambos infernais.

Ao passo que em 1962, com o Rei machucado, Mané teve de jogar pelos dois. E jogou! Sim, em 1970, no México, só estava Pelé, mas é possível pensar que o Brasil ganharia o tri mesmo sem ele, algo impensável em 1962, no Chile, sem Garrincha.

Viva Mané!

4 comentários em “Mané Garrincha, 80

  1. Meu pai conta cada história de Garrincha, um verdadeiro símbolo do futebol brasileiro.

    Parabéns Garrincha.

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  2. Não houve censura, amigo. Há uma filtragem de palavras-chave, já expliquei isso aqui antes. Mas todos os comentários foram posteriormente liberados, inclusive os seus.

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