E Simba atropelou o Urubu

Por Gerson Nogueira

bol_qui_031013_15.psFoi daquelas vitórias de lavar a alma. O torcedor remista, tão decepcionado com seu time de profissionais ao longo da temporada, teve ontem à noite o privilégio de deixar as mágoas e aborrecimentos de lado, dedicando-se a apreciar um time aguerrido e lúcido como não se via há muito tempo. Interessante é que lá no gramado do Mangueirão a camisa azul não estava vestindo profissionais, mas garotos recém-saídos da base, o que torna os festejos ainda mais significativos.

O locutor da ESPN não parava de se surpreender com a grandeza da torcida. Mais de 25 mil espectadores, 23.294 pagantes, reunidos para ver um jogo de garotos. E os garotos do Leão responderam à altura. Lançaram-se ao jogo com voracidade e entrega. Lembrava até, em determinados lances, aquela velha máxima de Neném Prancha sobre jogadores que se atiram à peleja como quem avança num prato de comida.

Tanto apetite fez com que o placar de 3 a 0 fosse até modesto para o tamanho da superioridade do Remo na partida. O time podia ter feito quatro ou cinco gols e o marcador ainda assim não seria exagerado. No primeiro tempo, houve algum equilíbrio, mas a vitória parcial de 1 a 0, gol de Sílvio, foi inteiramente justa.

O artilheiro saiu após deslocar o ombro, mas a gana de vencer não abandonou os moleques. Walter Lima, comandante do pequeno exército leonino, pôs em prática o mesmo estilo agressivo e veloz empregado com sucesso diante do Vitória. Acertou em cheio.

Imagino até que o Flamengo tenha mais bala na agulha do que o exibido aqui, mas em certas passagens do confronto ficou a impressão de que os meninos do Rio não esperavam que seus adversários do Pará estivessem tão famintos de bola.

A surpresa era perceptível no olhar espantado, na falta de pegada nas divididas. Nadson, Rai, Beto (principalmente), Edcléber, Igor e Guilherme foram incansáveis, pareciam dispostos a continuar correndo depois do jogo.

A reger tudo, com serenidade e precisão, um autêntico maestro. O menino Rodrigo. Camisa 10 clássico, que se diz inspirado nos bons tempos de Gian e Paulo Henrique Ganso, jogou como gente grande. De cabeça erguida. Fez lançamentos de 40 metros, passes precisos. E marcou dois golaços. No primeiro, logo no recomeço do jogo, se livrou de um beque e mandou da entrada da área, fora do alcance do goleiro.

Quando o Flamengo se arrumava para tentar descontar, veio o segundo gol. Em falta pelo lado esquerdo do ataque, Rodrigo bateu de esquerda meio cruzado, meio direto. Quando o goleiro cismou que a bola podia entrar, ela já estava no fundo das redes.

Depois disso, Rodrigo ainda teve outras boas participações, mas nem precisava. Já estava eleito o craque da noite. Com todas as honras e méritos. Ao final, com humildade, admitiu que a presença calorosa e vibrante do torcedor foi fundamental para impulsionar o time. Sinal de que os garotos, que jogam muito, também já sabem interpretar os anseios da massa. É um excelente começo.

Grande jogo, noite feliz para os corações azulinos.

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Maior público da Copa BR sub-20

Virou lugar comum o impacto que jornalistas do Brasil inteiro sentem diante da torcida paraense. Inúmeras vezes a fidelidade do torcedor local foi testada e nunca negou fogo. Tivemos aqui jogos importantes pela Taça Libertadores 2003, campanha memorável do Remo na Série C 2005 e amistosos da Seleção Brasileira prestigiados com invulgar presença da galera. Ontem, porém, foi diferente.

Pela primeira vez na história de uma competição sub-20 no Brasil, um jogo reuniu tamanha multidão. Mais de 25 mil pessoas no estádio Edgar Proença. A ESPN, que exibiu a partida para todo o país, ressaltava isso a todo instante, comparando com a maior plateia da competição até então: a decisão do ano passado, quando 21,6 mil torcedores compareceram ao Barradão para incentivar o Vitória diante do Atlético-MG.

O Brasil ainda não se acostumou com um torcedor tão apaixonado por futebol quanto o nosso. Mesmo absurdamente barrado da Copa do Mundo pela dupla de farsantes Ricardo Teixeira/João Havelange, segue dando suas respostas aqui e ali. Com o dado admirável de que não vai a estádio para ver os visitantes, mas para celebrar e reverenciar seus próprios times.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quinta-feira, 03)

44 comentários em “E Simba atropelou o Urubu

  1. Diante do exposto, somente tenho a dizer qie o Pará é o grande injustiçado do futebol brasileiro
    Em parte pela lerdeza nos bastidores, mais principalmente pela má vontade dos gestores do futebol nacional.

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  2. Sobre a admiração com a grandeza do público no estádio e a curiosidade quanto ao número de torcedores presentes, a todo momento manifestada pelo jornalistas da ESPN, cheguei a ficar constrangido pensando na decepção que seria no momento da divulgação oficial. Afinal, acostumado com aquele tradicional desaparecimento dos torcedores n borderô, tinha certeza que a perplexidade tomaria conta do ambiente. E no final, pra mim não deu outra, 25 mil e tantos torcedores é incompatível com o que se viu nas arquibancadas. Mas, devo dizer que desta vez o sumiço foi um tanto menor que das vezes anteriores. Quem sabe a insistência com que a ESPN tenha afirmado para todo o mundo que ali havia mais de 30 mil torcedores tenha inibido um pouco os sonegadores.

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  3. Quanto ao time azulino, é notável a evolução dos jogadores sob o comando do Valtinho. O time ficou agressivo e pegador ao mesmo tempo, sem abrir mão daquele toque de categoria. Aliás, neste particular, a turma parece que até apurou e estendeu os lampejos que se via apenas n’alguns deles. Foi um partidaço!

    Mas, como tudo que está bom, sempre pode melhorar ainda mais, acho que o Valtinho poderia chamar a atenção da rapaziada e intensificar o treinamento para fins de aperfeiçoar um pouco mais a troca de passes, fundamento do qual vão precisar tanto para ampliar, quanto para manter a excelente vantagem aberta aqui. Ontem se perdeu alguns passes, às vezes, até por preciosismo na plástica da execução. Também é necessário uma maior vigilância na disputa das bolas cruzadas na área principalmente as aéreas.

    No mais, como diz o jargão: “ainda não ganhamos nada”! Precisamos ir com tudo para o segundo tempo. VALEU LEÃOZINHO!

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  4. Meus caros fregueses listrados, o meu comentário sobre o jogo Remo 1 x 0 Corinthians jogado no dia 02/10/1975, foi apenas para ilustrar o força do Fenômeno Azul, que desde o muito tempo atrás, já apoiava e apoia o mais querido em qualquer que seja a situação, tanto faz se é em um brasileiro da primeira divisão ou na atual Copa do Brasil sub 20. Após o amistoso contra o Ananindeua um dos mais sofridos bicolores, perguntou onde estava o Fenômeno Azul. Secador de sub 20, eu te digo ai está o Fenômeno, que ontem foi decantado em versos e prosas pelos profissionais da ESPN , que estiveram em Belém mostrando o jogo para o Brasil e para o mundo kkkkk. Agora eu te pergunto freguês listrado, onde está a tua torcida ? a mesma torcida que tu aqui neste espaço, afirmou que lotaria o mangueirão, com públicos de 30 , 40 mil torcedores dando ao papinha arrecadações de 400 a 500 mil por jogo neste brasileiro. O torcedor é o Edson Papinha, que com certeza está se roendo todo de inveja , com os comentários elogiosos a mais apaixonada e apaixonante torcida do Norte brasileiro e uma das mais apaixonadas e apaixonantes do futebol brasileiro. E agora eu te digo meu freguês e te afirmo. Se tivermos a felicidade de eliminarmos o Flamengo no Rio de Janeiro, no próximo jogo em Belém, seja contra Criciuma ou Cruzeiro, nos vamos colocar um público superior ao de ontem, pois para o remista não importa quem é o adversário, importa que o mais querido esteja em campo e ai na arquibancada damos a resposta. O céu é o limite, a jornada é dura e complicada, agora te garanto vamos até onde esses garotos nos levarem e estamos com eles para o que der e vier. Sinceramente ainda estou em transe, emocionado por ter estado ontem mais uma vez na arquibancada do mangueirão, cantando em uma só voz Remo teu és a minha vida, tu és a minha história tu és o meu amor. Morram de inveja, Ailton Silva informou agora de manhã no programa esportivo da Clube, que o jornal A Folha de São Paulo, quer fazer uma matéria com a torcida azul , e seu eterno amor pelo mais querido.

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  5. Texto da coluna em todo seu conteúdo colocado de forma irrepreensível. Já fiz tantos elogios ao amigo Gerson, e mais um não seria exagero. Parabéns.

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  6. Como explicar o inexplicável ? não há como explicar o amor do torcedor pelo seu clube, é como falo o maior patrimônio do Remo são seus torcedores. Que sirva de lição e inspiração esse amor para os novos diretores do clube, que ainda vejo como amadores.

    Em relação ao jogo, destaque para o número 5, um leão marcando em campo.

    E o placar de 3 x 0 foi injusto, era para ser uns 6 x 1.

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  7. É verdade, caro Gerson Nogueira. Ontem, aqui do Paraná, assisti ao jogo pela ESPN.

    Como paraense e como azulino fiquei muito orgulhoso. Não surpreso, claro.

    Quanto à equipe, é também verdade que 4 ou 5 gols espelhariam melhor a superioridade leonina dentro de campo. E também o Flamengo passou a impressão de que não esperava tanto futebol por parte do Remo.

    Agora é encarar com a mesma seriedade o jogo de volta, e esperar Cruzeiro ou Criciuma para bater mais uma vez o recorde de público de todas as competições de futebol não professionais no Brasil.

    Avante, Clube do Remo!!!

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  8. Ter o maior público em uma competição não é surpresa e nem novidade para o Fenômeno Azul, Fregueses no dia 20/02/1978 obrigamos o Governo do Pará, a abrir extraordinariamente, as portas do recém construido mangueirão. Pois o Evandro Almeida, já não suportava a massa azul que colocava por jogo públicos de 27.846 torcedores contra a Ponte Preta, 26.938 contra o Palmeiras e 29.934 contra o Operário (MS). E não suportando a força da massa azul no jogo contra o Operário, o alambrado e o muro do velho baenão veio abaixo, e ai como a luta do mais querido era para chegar a semi final do brasileirão de 1977, e com a ameaça de se levar o jogo que seria jogado novamente para o Estádio de São Januário, o Governador do Estado do Pará, Aluísio da Costa Chaves , ordenou que se abrissem as portas do templo maior do futebol paraense, para o Fenômeno Azul. Quebramos o protocolo e os plano das autoridades que haviam já programado a festa de inauguração do novo estádio para o dia 04/03/1978 no jogo envolvendo Seleção Paraense x Seleção Uruguaia caíram por terra, o jogo aconteceu oficialmente inaugurou-se o mangueirão, o Pará venceu 4 x 0, Mesquita fez o primeiro gol. Agora festa mesmo ocorreu no dia 14/02/78, milhares de azulinos desde as 11:00 da manhã daquela terça feira, de todas as formas, de bicicleta, de caminhão, de onibus e até de carroça, se dirigiam para o novo e distante Estádio. E as 15:00 horas os portões foram fechados pois a lotação era total, porém antes de começar a partida foram arrombados e mais remistas invadiram o novo templo. Extra oficialmente, digo que mais de 60.000 mil pessoas estiveram naquela tarde maravilhosa, num jogo emocionante e numa vitória espetacular. Vencemos por 2 x 0, dois gols de Mego. Portanto fomos a primeira torcida a vibrar, e a sentir o mangueirão balançar com o pulsar do coração de milhares de Azulinos. Salve Fenômeno Azul, a maior do Norte.

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  9. E o mais legal disso tudo,é que diferente de cidades do nordeste e de manau a
    torcida paraense vibra e torce pelo time local e não por flamengo,vasco e etc…

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  10. Essas empolgações já assisti inúmeras vezes. Tomara não voltem a morrer no nascedouro. Depois tudo esfria.Os meninos desaparecem.Chega aquela cambada de refugo.A garotada sai pelos cantos. E volta o fantasma ” Sem lenço,sem divisão “

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  11. Teve festa na Doca?
    hahahahaha…
    Já que a leoa velha morreu, quanto tempo o PAPÃO vai ter que esperar esses continuar ganhando títulos na costa desses chupetinhas. hahahahaha…

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  12. De qualquer forma,Parabéns a garotada que se não foi perfeita ,,pelo menos tentou ser,conseguindo seus objetivos parciais. Quanto a torcida e a Imprensa,vamos mais de vagar com o santo que o andor é de barro. Os adversários principalmente os de maior expressão;não conheciam a nossa fama de comer futebol e por ver o clube paraense atravessando sua pior fase em mais de 100 anos,generalizam tudo.Chegam com pampas de superioridade e quando caem na real,já estão derrotados.Penso que como o jogo foi transmitido pela televisão,os próximos adversários já virão com mais seriedade,estudando e conhecendo os pontos positivos e negativos do clube paraense.Creio que com essa vantagem e por não ter feito gol na casa do adversário, o Flamengo venha com tudo pra cima,abrindo chances para o adversário paraense nos contra-ataques.

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  13. Você tem razão, amigo Manoel, mas isso de forma alguma diminui os méritos do nosso sofrido torcedor – e falo aqui indiscriminadamente, sejam azulinos ou bicolores.

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  14. !- Celira: Que somos injustiçados, isso é ponto passivo, mas nossos dirigentes, inclusive a dona FPF estão pro nosso futebol como o Belo táva pra Viviane Araújo e tá pra Graciane, comandam, mas não tem o dominio completo.

    2- Geovany: Manaus e boi tudo a ver, futebol que é bom, neca neca de pitibiriba.

    3-Gerson: Torcedor paraense, tanto remista como bicolor vão sempre torcer por seu time, mas vamos ser sinceros, vão em maior número quando é contra os times do sul ou quando a partida é de grande valia.

    Sobre o jogo: Reminho mostrou maior gana em buscar a vitória, por isso mereceu a mesma.
    Mas convenhamos, faz tempo que eu digo que o Fla é um time mediocre, pois não revela mais ninguém que preste, e pelo jeito, vai continuar assim, que urubuzito fedorento de ruim aquele de ontem.

    Por fim, parabéns a garotada. O detalhe é que a empolgação dos dirigentes incompetentes poderá ser nocivo ao time principal, que não deve ser esquecido que está sem divisão e precisa sair do atoleiro.

    Vou logo avisando, se vierem com sub 20 pro parazão, vão apanhar até o chico chegar da roça, aó depois vão ficar mendigando vaga como todo ano.

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  15. C A R Ê N C I A = PRIVAÇÃO

    -Psicologia. Carência afetiva. Ausência total ou parcial de laços afetivos, originando perturbações psíquicas entre as partes.
    s.f. Necessidade de alguma coisa básica; falta, privação: carência de alimentação.

    -Figurado. Necessidade emocional, afetiva e/ou sentimental: carência de carinho.

    Compreenderam o porquê, da torcida do remorto? kkkkkkkk….

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  16. Como desportista congratulo-me com o azulino Rocildo Oliveira por se revelar nestas páginas democráticas um grande conhecedor da história do futebol azulino, citando eventos, datas e detalhes, que, se não cuidados, tendem a fugir da fraca memória da imensa maioria de nós, comuns torcedores.

    Ressalvo, é claro, o sarcasmo em relação ao torcedor listrado adversário. No entanto, como o inverso também ocorre, considero que essas coisas fazem parte do futebol. Uma rivalidade sadia, portanto, que tem alimentado o nosso Remo e Paysandú, fazendo desse clássico o mais editado de todo o planeta Terra (até que alguém prove o contrário).

    Sobre o assunto, tenho insistido nas redes sociais sobre a sugestão de se realizar um Re-Pa em 10jun.2014, data em que o clássico fará um centenário, não importando o calendário da Copa do Mundo. Ficamos fora da Copa, mas não importa porque o paraense já tem o clássico-rei, o Remo e Paysandú, inigualável.

    Que achas, meu caro Gerson Nogueira?!

    E avante, Clube do Remo!!!

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  17. Amigo Antônio Valentim:Tudo tem limite ,todos sabemos. Agora ,extrapolar na normalidade, é fugir dos princípios da legalidade ! Como diria um sábio: Tudo o que abunda,não é recomendável ! Espero me ter feito entendido pois,para o bom entendedor ,meia palavra só, basta

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  18. Gerson, será que o CR conseguirá evitar o assédio e não vender os melhores jogadores desse sub-20, que é muito bom ?! Acho que o sucesso futuro do CR sairá desse sub-20.

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  19. SOU BICOLOR, mas parabenizo o rival tanto otime com seus torcedores pelo jogo de ontem.
    MAS COMO ESTA A CAMPANHA PELA CAMISA 24 SENHOR ROCILDO.
    O SENHOR NÃO TOCOU MAIS NO ASSUNTO.

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  20. Rocildo, estou morrendo de inveja por não poder assistir a jogos de juvenis. você nem imagina ! Já tive o prazer de assistir a jogos da competição mais importante do continente (Libertadores da América), isso com a equipe profissional do meu clube jogando. Tomara que seus bisnetos tenham esse mesmo prazer que eu tive, pois você, mesmo que viva 100 anos jamais verá. Continuem apoiando os juvenis mesmo, pois futebol profissional, só em 2014, e uma lembrancinha: Vocês vão ter correr atrás novamente, de uma vaga na última divisão do futebol brasileiro. Gerson, como diria o Guerreiro: “Vamos falar de esporte” !!!!

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  21. Se torcida ganhasse jogo o Santa Cruz não estava brigando há tanto tempo para sair do calvário que é a série C. Mas como a abstinência é tanta até jogo de “porrinha” o sofrenômeno azul vai lotar arquibancadas.
    Detalhe, sub-20 sustentando o come-dorme do “profissional”.
    E nota negativa não havia MÉDICO com a equipe azulina, coisa de amadorismo.
    Outro fato, o desvio de verba deve ter acontecido em menor escala ontem mas deve ter ocorrido pois corria a boca miúda que a renda do sub-20 seria bloqueada!

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  22. Com a carência que o remo está,em disputa de competições importantes, qualquer tipo de carne, é filé . O resto já conhecemos…Animação,empolgação,bafos, entusiasmo e finalmente, CHORO !

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  23. Bem que a Federação podia oferecer 10% de tudo que arrecada para a maior torcida do campeonato.
    Assim a Fiel Bicolor iria tirar da boca desses carentes o último gostinho deles.

    Taí a idéia, valendo a gente não perde em nada pra esses verdadeiros invejosos.

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  24. Fico muito agradecido ao comentário do amigo Antonio Valentim, e realmente sou um apaixonado pela fase que eu considero a fase romântica do nosso futebol, e ai não me refiro somente ao Clube do Remo e sim a todos os clubes que fizeram parte dessa época, com seus grandes times, grandes jogos e grandes jogadores. Quanto ao sarcasmo, faz parte do contexto, não seria o paraense tão apaixonado pelos seus clubes , se não houvesse essa tal rivalidade.

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  25. Sou bicolor e vi o jogo. Não moro em Belém há tempos. Fiquei honrado em ver daqui do Rio que, apesar de tudo,ainda somos apaixonados por futebol. Só nos falta uma gestão decente!!! Hoje vi no meu trabalho torcedores do Flamengo reclamando da hostilidade da torcida remista com o Flamengo e pediram respeito!!! Definitivamente eles se acham o centro do universo. Mas nesse nosso norte tão distante pra eles, nós é que somos a estrela guia!!! Quando me perguntam aqui qual meu time eu respondo com a boca cheia: PAYSSANDU!!! Assim deveriam se mostrar todos os paraenses. Se nossos times não são fortes no campo eles são no coração!!! Vida longa a Re x Pa!!

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  26. Ficou provado que o Rocildo e grande parte da torcida remista perderam completamente o senso do ridículo,teve remista que hoje andou desfilando com a bandeira no carro.simplesmente deprimente.

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  27. A Carência desses caras é tão grande, que se o remorto ganhar o rainha das rainhas, único titulo que eles talvez consigam ganhar em 2014, terá festa na doca.carência é phoda..

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  28. Essa torcida não precisa provar mais nada a ninguém, estamos presentes apoiando o Leão contra times pequenos e grandes, seja na série A ou D, seja no profissional ou no esporte amador.
    O Clube do Remo tem a maior e mais Fiel torcida do Norte do Brasil.

    Fica aqui meus parabéns a estes garotos azulinos.

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  29. Essa mesma torcida bipolar levou o peladeiro Galhardo às lágrimas de felicidade e o pôs pra correr. Todo sofrimento leva a sonhos e apego à fé com esperanças de um futuro melhor, que se não correspondidas, geram mais sofrimento e revolta. Não estou falando nenhuma mentira, pois não é de hoje que isso acontece com os remistas, o que comprova a tese.
    #felizporserpaysandu

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