Archive for 17 de setembro de 2013

Paraná x Paissandu (comentários on-line)

Campeonato Brasileiro da Série B 2013

Paraná x Paissandu – estádio Durival de Brito, em Curitiba, 21h50.

Na Rádio Clube, narração de Geo Araújo, comentários de Rui Guimarães. 

17 de setembro de 2013 at 21:51 224 comentários

Colômbia teme os palpites azarados do Rei Pelé

A Colômbia está a um empate de se classificar para a Copa do Mundo e os seus torcedores já fazem uma campanha na internet contra Pelé. O ex-jogador é considerado um ‘pé-frio’ por errar os seus prognósticos. Em 1994, colocou a Colômbia como a favorita ao título do Mundial dos Estados Unidos, mas o time não passou nem da primeira fase. A maior geração de jogadores do país contava com atletas como Valderrama, Rincón e Asprilla. Apesar do status de grande seleção, ficou na última colocação do seu grupo, com uma vitória e duas derrotas.

Com uma seleção forte novamente, os colombianos pedem no vídeo que Pelé não considere o time como favorito para a Copa de 2014, pois ele já “condenou” outras equipes. Em 2002, por exemplo, disse que o Brasil corria o risco de nem passar da primeira fase. No fim, a seleção comandada por Luiz Felipe Scolari ficou com o pentacampeonato. Em 1998 afirmou que a Espanha era favorita ao título. A Fúria, porém, não passou da fase de grupos.

O vídeo publicado na internet chama Pelé de Nostradamus (vidente francês) do futebol e ressalta que o ex-atleta também já errou palpite contra a Alemanha. Os torcedores pedem que Pelé não tenha a Colômbia como favorita e que ele diga isso em alguma rádio, televisão ou por meio de alguma rede social na internet. A Colômbia não participa de uma Copa do Mundo desde 1998, quando deixou a competição ainda na fase de grupos. Ficou atrás de Romênia e Inglaterra. O maior destaque da seleção atual é o atacante Falcao García, ex-Atlético de Madri, contratado por R$ 60 milhões de euros (equivalente hoje a R$ 180 milhões) pelo Monaco. (Da Folha de SP)

17 de setembro de 2013 at 14:00 17 comentários

A frase do dia

“Ele precisava de resultados e nós também. Tivemos resultados, mas com inconsistência. Disputou grandes corridas, mas sem repetitividade. Em 2012 faltaram os seus pontos para construtores. Fará bem a ele mudar de ares”. 

De Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, sobre Felipe Massa.

17 de setembro de 2013 at 13:53 3 comentários

Capa do Bola, edição de terça-feira, 17

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17 de setembro de 2013 at 7:45 30 comentários

É hora do dever fora de casa

Por Gerson Nogueira

bol_ter_170913_11.psNem dá tempo de chorar pitangas. Três dias depois de perder feio para o América em Goianinha, o Paissandu tem que sacudir a poeira e partir para um desafio ainda mais encardido: desbancar o Paraná Clube dentro de seus domínios. Dentro da gangorra vivida pelo time na Série B há um aspecto que permite criar alguma esperança para o confronto desta noite. É a capacidade de se equiparar aos adversários mais fortes.

Foi assim até mesmo em derrotas, como contra Palmeiras e Chapecoense (ambas por 3 a 2) no primeiro turno. Em casa, o Paissandu também se impôs diante de oponentes qualificados, como Sport, Figueirense, Joinville e Ceará.

A sentida ausência de Vânderson no último jogo pode ser atenuada – caso ele continue de fora – pela entrada de Pablo, que havia sido destaque da equipe contra o Ceará e foi preterido pelo técnico na partida diante do América, com sérios prejuízos para o time.

Caso consiga reeditar o esquema defensivo que vinha dando certo, com o uso de três zagueiros, Arturzinho tem boas chances de equilibrar as ações com o Paraná. Por outro lado, a queixa do treinador quanto à falta de força ofensiva já é um problema mais complexo.

Desde as primeiras rodadas da Série B o Paissandu tem baixíssima média de chutes a gol. A frágil confiança na própria capacidade é talvez o maior entrave no setor ofensivo. Todos os atacantes utilizados até agora padecem do mesmo mal. Buscam sempre a jogada de infiltração e as tentativas de área, evitando o chute de média distância.

Contra o América, o drama se repetiu. Nem mesmo Eduardo Ramos, que é um dos principais chutadores do time, mostrou apetite para finalizações. E não faltaram oportunidades, permitidas pela frouxa marcação dos defensores do time potiguar.

Para encarar um dos candidatos ao acesso, o Paissandu vai precisar afinar todos os setores e corrigir erros que volta e meia reaparecem. O “xis” da questão, porém, está na atitude do time. Jogar com a indolência vista no sábado é meio caminho andado para perder. A apatia de grande parte dos jogadores foi o maior combustível para o entusiasmo do América. Arturzinho, que tinha conseguido reerguer o ânimo do time, terá que reiniciar o trabalho de motivação, que nem a garantia de bicho gordo (R$ 30 mil) conseguiu manter em alta.

O certo é que a incômoda 18ª posição na tabela intranquiliza o grupo e funciona como ponto favorável aos adversários, que entram mais confiantes e dispostos a superar um time que está na zona do rebaixamento.

Com 23 pontos em 22 rodadas, o Papão não pode mais aceitar passivamente a acumulação de maus resultados. Dependendo dos outros jogos da rodada, pode cair para a 19ª posição e ficar ainda mais distante do bloco intermediário. Historicamente, perder contato com os times que ocupam do 8º ao 14º lugar é um dos maiores indicativos de rebaixamento.

A 16 rodadas do término da competição, com oito jogos por cumprir em Belém (incluindo no cardápio as equipes mais fortes do torneio, Palmeiras e Chapecoense), ao Paissandu não resta outro caminho a não ser pontuar (e vencer) fora de casa. Seria muito bom começar isso hoje.

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Castigo para a malandragem

A Justiça Desportiva tardou, mas não falhou. O Aparecidense foi eliminado da Série D devido à invasão de seu massagista no jogo contra o Tupi. Em julgamento realizado na Câmara Disciplinar do STJD, ontem, o clube goiano foi excluído da competição por 3 votos a 1. Além da eliminação, Romildo Fonseca da Silva, o Esquerdinha, pivô de todo imbróglio, levou um gancho de 24 partidas.

O Aparecidense – enquadrado no artigo 205 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva – tem três dias para recorrer e tentar reverter a decisão. É improvável que consiga.

No jogo válido pelas oitavas de final da Série D, no último dia 7 de setembro, o placar terminou em 2 a 2, classificando a agremiação goiana. O problema é que a partida teve interferência direta do massagista Esquerdinha, que se postou junto à trave e impediu um gol do Tupi defendendo dois chutes desferidos da pequena área.

O insólito comportamento do massagista gerou muita revolta em Juiz de Fora. Esquerdinha por pouco não foi linchado, tendo que se abrigar no vestiário.

Que a decisão do tribunal sirva de exemplo (e jurisprudência), evitando novas atitudes antidesportivas no futebol brasileiro. A malandragem do massagista, comemorada por jogadores e dirigentes do Aparecidense, foi uma afronta ao espírito do fair-play (jogo limpo) que a Fifa tanto busca disseminar pelo mundo.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta terça-feira, 17)

17 de setembro de 2013 at 7:43 6 comentários

Capa do DIÁRIO, edição de terça-feira, 17

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17 de setembro de 2013 at 7:40 1 comentário

Rock na madrugada – Beatles, I’ve Just Seen A Face

17 de setembro de 2013 at 0:09 Deixe um comentário


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