Archive for 13 de setembro de 2013

A arte de Atorres

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13 de setembro de 2013 at 23:42 9 comentários

“Só eu enxergo que esse Seedorf faz mal ao Botafogo?”

Por Thales Machado – da ESPN no Rio de Janeiro

Creiam vocês que tudo que narro aconteceu de fato. Tudo é literário, mas nada é inventado do que vi e vivi quarta-feira, na inolvidável noite no Maracanã, quando o homérico time do Botafogo viveu mais um capítulo de sua saga que já pareceu por algum par de vezes terminável. Foi lá, sem querer, que, creio eu, conheci uma figura ainda mais inesquecível. Talvez o mais botafoguense dos botafoguenses, o corneta-mor, o mais pessimista deles, aquele que, com orgulho, brada e repete em voz e pensamento o fato de que ninguém sofre mais do que ele, ninguém sofre mais, ninguém. Eis um torcedor.

Teórico de que nada de importante acontece nos cinco primeiros minutos que não valha a última cerveja fora do estádio, entrei quando as cadeiras cor AMARELO BEBÊ e AZUL CALCINHA do novo Maracanã já estavam tomadas por aqueles botafoguenses que esperariam 89 minutos por um gol. Avistei um senhor e dois assentos vazios a seu lado. Imponente que só ele, cabelos grisalhos e aquela cara de velho quase agradável, Walter (descobriria o nome depois) ocupava três cadeiras: a central com as nádegas (azul calcinha) e as duas vizinhas com o braço (ambas amarelo bebê). Arrisquei, desagradei e sentei ao lado, diminuindo seu nível de ocupância de lugares em um terço. Talvez não merecesse incomodar a quase paz do torcedor de cabelos brancos, mas, inspirado pela equipe de Oswaldo de Oliveira, fui abusado.

Logo reparei que estava no meio da turma do Walter. Ao lado dele, e ao meu, cinco senhores que também padeciam do dom e do tom da velhice. Apesar dos 26 anos, me senti em casa. Ainda que sentado em uma cadeira AMARELO BEBÊ.

Minutos depois, aos 17, é para outro coroa, Clarence Seedorf, 37, que vai meu olhar. Sozinho, dribla Cássio, é tocado, se mantém EM RISTE e chuta sem goleiro, mas fraquinho, nos pés de Paulo André. O zagueiro pintor salva o gol do meia cantor e é aí que começa a arte de Walter, que tem uma voz bem parecida com a do humorista Golias, revelada no primeiro impropério que ele solta contra o camisa dez de seu time.

“Eu faria esse gol com a bunda! Chega, chega desse Seedorf! Não joga nada esse cara!”, grita, gerando olhares em volta. Num bloco do eu sozinho de um só argumento, inflama a si mesmo. “Tira esse cara, Oswaldo, tira esse holandês de m… pelo amor de deus!”. Penso no quão são diversas as visões no mundo. Tento imaginar como era a vida desse senhor quando Lúcio Flávio vestia aquela camisa. Não dá tempo. Ele continua. “Não dá mais, tira esse cara. Ele só fica plantado ali no canto. Não faz nada. O BOTAFOGO PERDE MEIO CAMPO COM ELE COMO TITULAR” brada.

E segue por todo o primeiro tempo. “Até minha mãe na cadeira de rodas faria esse gol. Esse cara só atrapalha, é um mercenário, empresário, veio pra tomar dinheiro do meu Botafogo”. E eu, imóvel, não sei se pasmo pelo que ouço ou se por aquele senhor ainda ter mãe, mesmo que na cadeira de rodas.

Seedorf foi chamado de lento, mole, desagregador, medíocre e mercenário mais uma dezena de vezes até o fim da primeira etapa. Cada lamurio é uma jogada para Walter. Ninguém sofre mais do que ele. No intervalo, remoendo o gol perdido, anuncia aos amigos, sem pestanejar.

– Chega, vou embora. Não aguento mais ver jogo do Botafogo com esse Seedorf em campo.

Um amigo tentou evitar a fuga. Nem o nome do novo personagem é inventado. LUPICÍNIO (todos com mais de 70 deveriam se chamar Lupicínio) pede para Walter ficar e recebe impropérios mil, altos, nervoso, xingamentos dos quais VIÚVA DO HOLANDÊS é o mais afável.

– Ele é meu amigo, meu grande amigo. Nos conhecemos no Engenhão, em 2008. Vamos a todos jogos juntos. E ele vem me mandar tomar naquele lugar? Estou muito magoado. Mais do que se o Botafogo perder hoje – me conta Sr. Lupicínio, antes mesmo que eu perceba que, sem querer, virei terapeuta do casal de arquibancada.

– Quando o time tá mal ele esbraveja muito e é divertido, é engraçado. Quando tá bem ele implica e fica chato. Implicar com o Seedorf? Parece que bebeu – inocente, SUPÕE.

Lupicínio me agrada mais. Conversa, não fala sobre o passado, não escangalha o presente. Ama o Seedorf. Ama até o Edílson, mesmo antes da assistência magistral.

Com dez minutos, reaparece o Walter. Sem explicação. Seus dois assentos já foram ocupados, resta outro do meu lado. E assim vejo o segundo tempo, entre Lupicínio e Walter, separando uma amizade que o Botafogo uniu. Ainda pergunto se querem que eu troque de lugar, e ambos negam, com aquela cara de “deixa ele pra lá”. Orgulho arquibaldo, das antigas. Walter passa o segundo tempo todo repetindo que já fora jogador, que não era ruim, que faria mais pelo Botafogo do que aquele mercenário do Seedorf. O outro otimiza sobre Hyuri, falando que ele não joga nada mas vai fazer o gol. Amamos o Lupicínio, repito.

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Aos trinta e cinco, em lance daqueles esquecíveis para sempre, Seedorf, no canto, perdeu uma bola. Alguém recuperou e devolveu. O holandês – santo para alguns tantos, mercenário para outros poucos – mal no jogo, errou um passe. A voz de Walter inflamou junto com a sua paciência.

– Não é possível que só eu enxergo que esse traste faz mal ao Botafogo? Só quer virar empresário, já não é jogador há muito tempo. – E aí sim, se foi de uma vez, definitivamente, sem nem olhar para minha assustada ou para a assustada e enrugada cara do amigo. Tirei até foto do momento, a que ilustra estas linhas.

E assim ficamos, eu e Lupicínio, quase abraçados, clamando por um gol que me deixaria sem dormir tamanha agitação e que daria a ele uma bela noite de torpor, tamanha tranquilidade. Nós jovens queremos alegria para dormir menos, enquanto os velhos ainda perseguem o êxtase para dormirem melhor. Dizia Nelson Rodrigues que “o jovem tem todos os defeitos do adulto e mais um: o da inexperiência”. Hyuri, inexperiente e defeituoso que só ele, foi lá e fez. Meu abraço principal de arquibancada já tinha destino.

E o Walter? Impossível não descer a rampa do Maracanã sem pensar em como foi seu fim de noite. Escondido em outra parte do Maracanã, perto ou longe, escutando no rádio no carro, ou vendo pela TV de seu apartamento, ele, por certo, comemorou e gritou ainda mais que nós todos.

Se invejou meu abraço em Lupicínio, foi só no subconsciente. É provável que tenha abraçado a si mesmo diante da certeza e da convicção de seu mau humor. Se tinha alguém do lado para falar, disse que esse Hyuri é muito mais jogador do que esse velho holandês. Se não tinha ninguém por perto, gritou em pensamento. E dormiu certo, convicto, punhos fechados de raiva, murmurando e matutando, com certo ar de satisfação, que ninguém sofre mais do que ele, ninguém sofre mais, ninguém.

13 de setembro de 2013 at 12:41 40 comentários

A frase do dia

“Eu queria de coração mandar um abraço para o Paulo (Autuori). Se o São Paulo ressurgiu, se eu posso ter ressurgido, agradeço ao Paulo. E que a gente tenha o carinho pelo Muricy que talvez não tivemos pelo Paulo. Na era pós-Telê Santana passaram por aqui os dois maiores técnicos que o time teve. Paulo Autuori e Muricy Ramalho não são caras para ficar dois meses no São Paulo. Um cara botou mais uma estrela no peito do clube [referindo-se ao título mundial com Autuori], o outro [Muricy] é o único tricampeão brasileiro por um único time”. 

De Rogério Ceni, saudando Muricy e homenageando Autuori.

13 de setembro de 2013 at 11:08 1 comentário

Série D sofre com falta de público, salário e verba

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Por Luiz Cosenzo e Rodrigo Herrero

O massagista que salva o gol da equipe rival em cima da linha no fim de um jogo não é a única história pitoresca que ronda a Série D do Campeonato Brasileiro. Salários atrasados, prejuízo a cada jogo como mandante e até um lateral que vira pasteleiro nas horas vagas são outras histórias que estão no cotidiano da famigerada e esquecida quarta divisão.

Classificado às quartas de final e há dois jogos de obter o acesso à Série C, o Plácido de Castro-AC, equipe que fica a 100 km da capital Rio Branco, vive um situação comum a maioria dos 40 times que iniciaram a competição.

O time acreano, que se profissionalizou em 2008 após quase três décadas de amadorismo, está com os salários atrasados há cinco meses. A maioria dos atletas é formado na base e a folha salarial é de cerca de R$ 70 mil.

“A nossa dívida gira em torno dos R$ 200 mil. Por isso, criamos uma campanha na internet para pedir uma contribuição aos torcedores e empresários para quitar esse valor, mas não conseguimos. Agora, vamos pedir nas ruas e eventos da cidade”, disse o diretor financeiro do clube José Roberto Faustino.

O jeito é se virar como pode. Como o lateral Irisvaldo, 35, conhecido como Íris. Para não depender do salário do futebol, ele faz e vende salgados. “Futebol do Acre é carente, jogo só por amor”, disse.

“Acordo às cinco da manhã, faço o salgado e entrego na rodoviária. Na volta, preparo o café para a minha família e vou treinar. Depois volto para casa, faço o almoço e descanso antes do treino da tarde. Enquanto o corpo aguentar, eu continuo.”

TIME DA PM

Outro clube que sonha em superar o calvário da quarta divisão nacional é o Tiradentes-CE. Fundado e gerido por policiais militares, o time só perdeu um jogo na primeira fase e possui a melhor defesa com quatro gols sofridos.

Cerca de 6 mil policiais sócios do clube bancam a equipe com contribuições mensais descontadas voluntariamente em folha de pagamento. Mas o time não tem torcida, o que dificulta a arrecadação para cobrir a folha salarial de R$ 100 mil.

O clube teve prejuízo de R$ 25 mil nos quatro jogos que mandou na primeira fase. A média de público não foi além de 120 pessoas.

Na Série D, a CBF banca apenas as passagens aéreas, hospedagem e alimentação nos jogos fora de casa. Mas há outras despesas.

“Jogamos no Presidente Vargas e as despesas são elevadas. É arbitragem, aluguel do estádio, ambulância, quadro móvel. É um campeonato muito deficitário”, disse o presidente do Tiradentes e Subtenente da PM do Ceará José Arimatéia Fernandes.

“O que recebemos dos sócios cobre 60% dos gastos, o restante agimos de acordo com a demanda. Eu falo para um amigo comerciante que preciso ficar em um hotel, digo o valor e ele me ajuda. Assim a gente vai levando.”

A competição, que rendeu prejuízo para maioria dos participantes, chegou a ter público de 28 pagantes no confronto entre Ypiranga-AP 0 x 0 Parnahyba-PI. A renda do jogo foi de R$ 195,00.

PREJUÍZO E VIAGENS LONGAS

Outra reclamação é quanto aos gastos relativos a quem é responsável por apitar as partidas.

“A taxa de arbitragem é muito alta. A CBF manda árbitros do Mato Grosso, de São Paulo, o que encarece o custo. Eles podiam regionalizar a arbitragem”, reclamou o presidente do Gurupi-TO, Wilson Castilho. O time foi eliminado nas oitavas de final pelo Plácido de Castro.

Na primeira fase, o clube gastou R$ 26.176,56 apenas com remuneração, diárias de hotel e transporte para os árbitros, deixando um prejuízo de R$ 4.113,56 na sua arrecadação. “Disputar a Série D é uma penitência. O Gurupi não participou em 2011 e 2012 por causa dos custos.”

Outro obstáculo para a equipe tocantinense foi a viagem nas oitavas de final. Para chegar até Rio Branco, na segunda-feira dia 2, e enfrentar o time acreano às 20h, a delegação saiu de ônibus de Gurupi às 13h de domingo em direção a Palmas.

Após três horas e quase 300 km, duas horas de espera para embarcar para Brasília. Depois de uma hora de voo, mais três horas na sala de embarque antes de ir a Rio Branco. A equipe chegou às 2h30 da manhã para jogar pouco mais de 17 horas depois.

“Os jogadores nem dormiram. E mal o jogo acabou, jantamos e voltamos para casa. Chegamos às 17h do dia seguinte”, disse o presidente do clube Wilson Castilho.

NO TRIBUNAL

O caso do massagista Romildo Fonseca da Silva, o Esquerdinha, do Aparecidense-GO, que salvou o gol do Tupi-MG em cima da linha nas oitavas de final do torneio, será julgado pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) na próxima segunda.

O lance aconteceu no último sábado, quando as duas equipes empatavam por 2 a 2 –resultado que acabou classificando a equipe goiana. O massagista entrou em campo e salvou o chute do atacante Ademilson, impedindo o terceiro gol da equipe mineira.

O massagista se mostrou arrependido depois. “A emoção tomou conta naquele lance. Se a gente tomasse o gol, seria eliminado. Me arrependo porque foi um ato impensável. Peço desculpas aos jogadores, dirigentes e comissão técnica do Tupi”, disse Esquerdinha, 42, que trabalha no clube goiano desde fevereiro. Na terça-feira, o STJD suspendeu o resultado e deve marcar uma nova partida. (Da Folha de SP) 

13 de setembro de 2013 at 11:03 7 comentários

Por um punhado de literatura

“O amor elimina o medo, mas reciprocamente o medo elimina o amor. E não apenas o amor. O medo elimina a inteligência, elimina a bondade, elimina todo pensamento de beleza e verdade. Só persiste o desespero mudo ou forçadamente jovial de quem pressente a obscena presença no canto do quarto e sabe que a porta está trancada, que não há janelas. E então a coisa acomete. Ele sente uma mão na sua manga, respira um bafo fétido, quando o ajudante do carrasco se inclina quase amorosamente para ele. “É a sua vez, irmão. Por aqui, tenha a bondade”. E num instante o seu terror silencioso é transformado num frenesi tão violento quanto inútil. Não é mais um homem entre os seus semelhantes, não mais um ser racional falando articuladamente a outros seres racionais; apenas um animal ferido, ululando e debatendo-se na armadilha. Pois, no fim, o medo elimina no homem a própria humanidade. E o medo, meus bons amigos, o medo é a própria base e fundamento da vida moderna. Medo da tão apregoada tecnologia que, enquanto eleva o nosso padrão de vida, aumenta a probabilidade de nossa morte violenta. Medo da ciência que arrebata com uma das mãos ainda mais do que tão prodigamente distribui com a outra. Medo das instituições manifestamente fatais pelas quais, em nossa lealdade suicida, estamos prontos a matar ou morrer. Medo dos Grandes Homens que elevamos, por aclamação popular, a um poder que eles usam, inevitavelmente, para nos massacrar e escravizar. Medo da guerra que nós não queremos e todavia tudo fazemos para desencadear.”

Do livro “O Macaco e a Essência”, de Aldous Huxley, de 1949.

13 de setembro de 2013 at 8:42 1 comentário

Rock e não Rock in Rio

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Por Jamari França

Acho superada esta discussão sobre o Rock in Rio não ser inteiramente rock. Desde o primeiro não foi e nada vejo demais em atender outros públicos, mesmo que sejam de gosto discutível para os rockers ou para quem gosta de música de qualidade. O festival é um tremendo acontecimento de música misturada com entretenimento e as bossas dos brinquedos e da Rock Street. Nós temos bons shows de rock o ano inteiro e logo em outubro teremos o venerável Black Sabbath quase original. Este seria melhor no festival por uma questão de preço. Gasta-se mais pra ver o Sabbath do que numa noite metal do Rock in Rio.

Anyway, pode não ser um festival só de rock mas tem coisas interessantes no cardápio.Para mim o maior momento será a presença, dia 21, de Bruce Springsteen com a E Street Band, um show antológico sem dúvida nenhuma com The Boss, autor de muitas canções ambientadas na vida da parcela menos favorecida da minoria silenciosa americana. Meu disco favorito dele é Darkness On The Edge of Town (1978) que mostra bem do que estou falando em canções como Streets of Fire, Badlands, Promised  Land e Something In The Night. Minha favorita é Racing In The Street, um aventureiro que tem um Chevrolet 69 envenenado que estava fudido e foi recuperado por ele e seu parceiro Sonny para defender um troco em corridas clandestinas de cidade em cidade. A levada é lenta com ênfase em piano e teclados, um baixão e uma batera com o bumbo bem ressaltado na mixagem, um clássico estradeiro.

A noite de 22 é uma boa também com nossos clientes assíduos Iron Maiden, a novidade do Avenged Sevenfold e seu mashup de muitas bandas de metal e os rugidos sangrentos do Slayer. Lá no Sunset, o inusitado de Zé Ramalho com Sepultura reeditando a parceria de Dança das Borboletas. Em 2011 curti muito o palco Sunset pela qualidade das escalações e das misturas feitas pela equipe de Zé Ricardo, além de ser fácil trabalhar por lá: havia um lugar na frente para se ver os shows e acesso ao backstage para falar com os artistas.

Quanto ao Palco Mundo as condições de cobertura são precárias. Vi shows a uma distância em que até os telões ficavam pequenos, uma massa compacta desencorajava qualquer tipo de aproximação e um telão mais perto de onde eu estava não funcionou. Contar o que acontecia no palco nestas condições era impossível. Este ano vou ver pelo Multishow aqui de Porto Velho e garanto que verei bem melhor do que meus colegas in loco. Vai ser o primeiro Rock In Rio de que estarei ausente.

Que mais? Muse, dia 14, deve ser interessante com seu rock sempre no corte da navalha de um grandiosismo vazio como a geração progressiva dos 70. Ben Harper com o gaitista Charlie Musselwhite no Sunset dia 20 deve ser um dos melhores shows do festival, pelo menos para quem gosta de blues, vide o maravilhoso disco Get Up, que gravaram juntos. O Living Colour com Angélique Kidjo, do Benim, no Sunset nesta sexta deve dar um bom caldo.

Lá na Rockstreet Evandro Mesquita com os Favorite Tabs tocam classic rock abrasileirado nesta sexta, os Britos atacam de Beatles no domingo, já que o tema da rua este ano é a Inglaterra. Eles são George Israel, Guto Goffi, Nani Dias e Rodrigo Santos. Este último faz show com seus incansáveis Lenhadores (Fernando Magalhães na guitarra e Kadu Menezes nos tambores) dia 20 na Street. Fernando e Rodrigo são do Barão Vermelho, que não participa do Festival, e ficam de fora do palco principal, mas lá estarão Maurício Barros no show solo de Roberto Frejat (que devia ter cedido lugar para o Barão se apresentar) dia 20. Guto estará no palco nesta sexta na homenagem a Cazuza. O Barão é a grande ausência do festival. O Capital Inicial, dia 14, está funcionando no automático e não acredito que será diferente no festival e o Skank, dia 21, está estagnado.

Last but not least o Vintage Trouble, que se apresenta nesta sexta com a inglesa Jesuton, revelada aqui no Brasil, deve dar um bom show. O Vintage foi formado em 2010 na Califórnia e faz uma mistura de rock, blues, soul que deve ser uma das revelações do festival.

13 de setembro de 2013 at 8:33 4 comentários

Manaus e Cuiabá têm menor procura de ingressos

Cuiabá e Manaus são as sedes com a menor procura por ingressos para a Copa do Mundo até o momento. Seis dos 64 jogos do Mundial, que será disputado em 12 cidades entre 12 de junho e 13 de julho de 2014, não têm alta demanda de solicitações, segundo a Fifa. Todos eles acontecerão em Cuiabá (Mato Grosso) e Manaus (Amazonas), três em cada uma das sedes. São, portanto, as partidas para as quais os interessados têm maiores chances de conseguir bilhetes nesta primeira etapa de vendas, que acontece até 10 de outubro. O primeiro jogo em Cuiabá será em 13 de junho. Manaus abriga sua primeira partida da Copa em 14 de junho. (Com informações da Folha de SP)

13 de setembro de 2013 at 8:09 9 comentários

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