Cabeça renuncia e Pirão assume em definitivo

O presidente licenciado do Clube do Remo, Sérgio Cabeça Braz, renunciou oficialmente ao cargo de presidente do clube através de carta endereçada ao Conselho Deliberativo do clube na tarde desta segunda-feira (8). Cabeça havia se licenciado por 90 dias no último mês de junho, alegando problemas de saúde. Com a renúncia formal, o vice-presidente Zeca Pirão, que respondia interinamente pelo cargo, passa a presidir em definitivo o Remo até dezembro de 2014, quando acontecem as eleições (já pelo voto direto dos sócios) para a presidência do clube.

STJD denuncia Remo para intimidar autor da ação

A procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou nesta segunda-feira (8) o Remo pela ação do torcedor Wendell Figueiredo, que entrou com um processo conta a CBF, pedindo a inclusão do Leão Azul na Série D do Campeonato Brasileiro. O presidente da procuradoria do STJD, Paulo Schmidt, denunciou o clube paraense pela ação do torcedor que entrou na justiça comum, reivindicando a presença do Remo na competição nacional. A ação acabou suspendendo a partida entre Genus (RO) e Nacional (AM), pelo grupo A1 da Série D. O julgamento do recurso da procuradoria ainda não foi definido.

Segundo advogados consultados pelo blog, a denúncia da Procuradoria do STJD deve ter o mesmo destino das ações que o tribunal adotou contra o Treze-PB no ano passado, sem qualquer resultado prático. Para efeitos estritamente legais, o Remo não pode ser punido pela iniciativa individual de torcedores, ainda mais amparados no Estatuto do Torcedor. Schmidt está a serviço da CBF buscando intimidar os autores da ação que beneficiou o clube paraense. (Com informações do DOL e da Rádio Clube)

Leão ainda na expectativa de entrar na Série D

Remo Charles e Edmilson-Mario QuadrosA situação do Remo em relação à Série D do Campeonato Brasileiro deve se definir nas próximas horas. Torcedores e dirigentes aguardam um desfecho positivo da reunião de conciliação prevista para ocorrer em Brasília na tarde desta segunda-feira. Os advogados de Wendell de Souza Figueiredo, autor da ação judicial que suspendeu liminarmente a participação do Genus (RO) no Campeonato Brasileiro, irão conversar com representantes da CBF em busca de um acordo que pode levar à retirada da ação judicial que paralisou o grupo A1 da competição. Deputados e senadores do Pará devem participar do encontro.

O advogado Walber Mota mostra-se confiante, baseando-se no episódio da Série C envolvendo o Treze da Paraíba e a CBF. A situação foi resolvida com um acordo amigável, que permitiu a permanência do Treze e a inclusão do Rio Branco depois de longa perlenga. No caso do ingresso do Remo na Série D, o grupo A1 passaria a ter seis clubes participantes ao invés dos cinco atuais.

O departamento jurídico da CBF se movimenta para cassar a liminar, mas, como a ação teve origem na 10ª Comarca da Vara Cível de Ananindeua, o recurso deve ser apresentado e julgado em Ananindeua. Além disso, o autor da ação reside no município, o que torna a Comarca como fórum obrigatório da questão. Os argumentos dos azulinos estão baseados em duas teses: o não cumprimento pela Federação de Rondônia dos prazos determinados pelo regulamento da competição e o ranqueamento técnico das federações.

No Baenão, o técnico Charles Guerreiro mantém uma programação de treinos levando em conta a possibilidade de inclusão do Remo na Série D e a eventualidade de estrear já neste fim de semana. Caso isso se confirme, a diretoria irá renegociar com jogadores que ainda estão em Belém aguardando o pagamento de rescisões contratuais. Fabiano, Gerônimo, Carlinho Rech, Mauro, Capela, Jaime e Val Barreto podem ser reengajados ao elenco. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola) 

Meia-armador gaúcho é novo reforço do Papão

O Paissandu anunciou na manhã desta segunda-feira mais uma contratação: trata-se do meia-armador Tallys, de 26 anos, ex-Central-PE e Grêmio. O jogador é gaúcho e sua chegada está prevista para amanhã. Tallys é uma indicação pessoal do técnico Givanildo Oliveira. Além do meia, o treinador já pediu a contratação de um lateral-direito e de um lateral-esquerdo. A lista de dispensas – que deve ter 10 nomes – no elenco do Paissandu está prevista para ser anunciada até quinta-feira.

No governo FHC, EUA tiveram base espiã no Brasil

Por Josias de Souza, da Folha de S. Paulo

Os EUA mantiveram em Brasília uma estação de espionagem de dados coletados por satélites de outros países. Funcionou pelo menos até 2002. Abrigava agentes de duas agências: a CIA (Agência Central de Inteligência) e a NSA (Agência de Segurança Nacional). Estava conectada a uma rede de 16 bases de bisbilhotagem de satélites estrangeiros. O Brasil não dispõem de satélites próprios. Mas aluga oito.

USA-SECURITY/IDENTITYAs revelações constam de notícia veiculada pelo Globo nesta segunda (8). Produziram-na os repórteres Roberto Kaz e José Casado. A dupla se baseou em documentos da NSA vazados por Edward Snowden para Glenn Greenwald, repórter do jornal britânico The Guardian, que mora no Brasil. Hoje caçado pelo governo americano, Snowden trabalhou numa empresa privada que presta serviços à NSA. Por isso teve acesso aos papéis secretos.

A novidade sobre a base americana em Brasília vem à luz um dia depois de outra reportagem que provocou enorme incômodo em Dilma Rousseff. Veiculada na edição de domingo do Globo, informara que os EUA monitoraram milhões de telefonemas e mensagens eletrônicas no Brasil. A presidente reuniu um grupo de ministros e comandou a reação. O Itamaraty cobrou explicações da diplomacia americana. Decidiu-se, de resto, acionar a Polícia Federal e a Anatel para apurar o caso. O governo de Barack Obama informou que não tratará da encrenca em público. Dará explicações pelas vias diplomáticas.

A presença de espiões americanos em Brasília é mencionada num documento de 2002. Nele, a NSA descreve o modo como operava -ou ainda opera- a rede montada em conjunto com a CIA. Busca-se sobretudo “converter sinais de inteligência captados no exterior a partir de estabelecimentos oficiais dos EUA, como embaixadas e consulados.” Não se sabe se a base brasiliense continuou operando depois de 2002.

Além de anotar que “a NSA trabalha junto com a CIA”, o documento diz que o acervo de dados coletados no estrangeiro é manuseado por agentes “disfarçados de diplomatas.” Um detalhe que deve potencializar a irritação de Dilma. A estação de Brasília era a única instalada na América Latina.

As 16 bases de espionagem de informaçõe de satélites compõem uma rede bem maior. O mesmo documento de 2002 informa que equipes da NSA e da CIA estavam presentes em 75 cidades, das quais 65 eram capitais de países. Em Brasília e Nova Déli, na Índia, havia mais do que simples equips. Nessas localidades, informa o texto, a bisbilhotagem era tocada por “forças-tarefa”.

Os papéis vazados por Edward Snowden mencionam os “alvos” da superestrutura espiã. Vão muito além do alegado desejo dos EUA de se proteger contra novos ataques terroristas. “Sistemas de comunicação de satélites comerciais estrangeiros são usados no mundo inteiro por governos estrangeiros, organizações militares, corporações, bancos e indústrias”, anota o texto de 2002.

Ainda de acordo com a NSA, o sistema de coleta de informações baseia-se em alianças da agência americana com com empresas privadas. Diz o texto a certa altura: “A NSA, em conjunto com seus parceiros estrangeiros, acessa sinais de comunicação de satélites estrangeiros.” Fica a impressão de que os “parceiros estrangeiros” colaboram. Considerando-se a reação de Dilma, o governo brasileiro é o último a saber.

Fernando Henrique Cardoso presidia o Brasil em 2002.

Barbosa impedido de julgar casos da Globo

Por Paulo Nogueira

Com seu filho empregado na Globo, JB fica moralmente impedido de julgar coisas relativas à Globo. Devem imaginar que nós somos idiotas, a Globo e Joaquim Barbosa. Não há outra explicação. Como pode a Globo dar emprego ao filho de JB? E como JB pode deixar que isso ocorra?

Neste exato momento, a Globo enfrenta uma questão multimilionária na Receita Federal. Documentos vazados – demorou para que isso ocorresse – por alguém da Receita contaram uma história escabrosa.

Os documentos revelam, usemos a palavra certa, uma trapaça. Com o uso de um paraíso fiscal, a Globo fingiu que estava fazendo uma coisa quando comprava os direitos de transmissão da Copa de 2002.

A Globo admitiu a multa que recebeu da Receita. E em nota alegou ter quitado a dívida. Mas a fonte da Receita disse que não é verdade. E pelo blog O Cafezinho, que trouxe o escândalo, desafiou a Globo a mostrar o recibo. Apenas para constar.

O dinheiro que a Globo não recolheu constrói escolas, hospitais, portos, aeroportos etc etc. Mas, não pago, ele termina na conta dos acionistas. Foi, além do mais, usado um paraíso fiscal, coisa que está dando prisão na Europa hoje em dia.

Isto tudo posto, vamos supor que uma questão dessas termine no STF. Qual a isenção de JB para julgar? É uma empresa amiga: emprega o filho dele. Dá para julgar? E a sociedade, como fica?

Gosto de citar um dos maiores jornalistas da história, Joe Pulitzer. Às equipes que chefiei, citava exaustivamente uma frase que é vital para o exercício do bom jornalismo. “Jornalista não tem amigo”, escreveu Pulitzer. O que Pulitzer dizia: se você tem amigos, você não vai tratá-los com a neutralidade devida como repórter ou editor.

A Globo está cheia de amigos, e esta é uma das razões pelas quais seu jornalismo é tão viciado – e seus donos tão ricos. Mas as amizades de JB são ainda mais preocupantes, dado o cargo que ele ocupa. A Justiça brasileira é um problema dramático.  Recentemente, os brasileiros souberam das estreitas relações entre o ministro Fux, também do Supremo, e um dos maiores escritórios de advocacia do Rio. Sua filha, advogada, é empregada deste escritório. Como Fux pode julgar uma causa deste escritório? Não pode.

Há um claro conflito de interesses.

O mesmo vale para Joaquim Barbosa. Quem acredita que ele não enxergou o conflito de interesses no emprego dado a seu filho na Globo acredita em tudo. É um caso tão indefensável que a Globo, inicialmente, negou a informação, obtida pela jornalista Keila Jimenez, da Folha. Procurada, a Globo, diz a Folha, negou a contratação. Disse que o filho de JB fora “apenas fazer uma visita ao Projac”. Só depois admitiu.

É uma história particularmente revoltante quando se lembra a severidade com que JB comandou o julgamento do Mensalão. Ele fez pose de Catão com suas catilinárias anticorrupção, e impressionou muitos brasileiros que podem ser catalogados na faixa dos inocentes úteis. Mas se fosse Catão não permitiria que seu filho trabalhasse na Globo. Não pagaria – como revelou o Diário – com dinheiro público a viagem de uma jornalista do Globo para uma viagem de completa irrelevância para a Costa Rica, apenas para obter cobertura positiva do jornal.

Não usaria, como se soube agora, recursos públicos para ver um jogo do Brasil num camarote de apresentadores – claro – da Globo. E provavelmente Catão também jamais gastasse o equivalente a 90 000 reais, em dinheiro do contribuinte, para uma reforma.

Joaquim Barbosa não tem autoridade moral para ocupar o cargo que ocupa:  infelizmente os fatos são claros. Ele é um drama, uma calamidade nacional. Sêneca dizia que era mais fácil começar uma coisa errada do que depois resolvê-la. A nomeação de JB por Lula – que procurava um juiz negro para o Supremo — foi um erro monumental. Resolvê-lo agora é uma enorme, uma trágica dificuldade.

PS do Viomundo: Apenas um reparo: os casos da Globo raramente chegam ao Supremo; morrem em instâncias inferiores, quando chegam lá. A Globo é maior símbolo da impunidade existente no Brasil. (Transcrito do Diário do Centro do Mundo) 

Sampaio de Flávio Araújo surpreende o Águia

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O Águia não resistiu ao domínio do Sampaio Corrêa e acabou derrotado na tarde deste domingo, no estádio Jornalista Edgar Proença, por 2 a 0. Foi a primeira derrota do time marabaense no Campeonato Brasileiro da Série C. Com o resultado, o Águia caiu para a quinta colocação do grupo A, fora da zona de classificação. Logo no começo da partida, em jogada iniciada pelo lado direito do ataque, a bola chegou à área do Águia e Arlindo Maracanã mandou para as redes, abrindo o placar.

Em busca do empate, o Águia foi todo à frente, mas deixava muitos espaços atrás, permitindo seguidos ataques do Sampaio. Aos 45 minutos, em rápida troca de passes na intermediária paraense, a bola foi tocada para Pimentinha, que invadiu a área e bateu na saída do goleiro, ampliando o escore.

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No segundo tempo, o panorama continuou igual. O Sampaio mantinha forte marcação no meio e explorava os contra-ataques. O Águia não conseguia reagir. Com a vitória, o Sampaio alcançou sete pontos e se manteve no G-4 da competição. Terá agora dois jogos em casa, diante do Baraúnas (RN) e do Luverdense (MT). O Águia vai enfrentar o Rio Branco (AC) na quarta-feira. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola) 

Sob o peso da incompetência

Por Gerson Nogueira

A gestão dos clubes é seguramente o maior desafio do futebol profissional no Brasil. Pagar contas, ordenar despesas com responsabilidade e buscar receitas com criatividade. Fazer isso não é tarefa simples, principalmente em clubes de massa, onde a paixão é como combustível, inflamando as cobranças do torcedor e provocando pressão por todos os lados.

GERSON_08-07-2013Mais do que administrar o dia, cuidar do gerenciamento de pessoas e descobrir talentos, os gestores precisam agradar acionistas dos mais exigentes: os torcedores. Quando não correspondem à expectativa do público – e isso acontece quase sempre –, são criticados implacavelmente e acabam ficando pelo caminho.

O Vasco da Gama talvez seja o exemplo mais cristalino dos problemas que uma diretoria pode ter para levar a cabo um projeto de saneamento interno. Roberto Dinamite, maior ídolo da história do clube, botou seu passado em jogo ao assumir a presidência, após derrotar uma oligarquia danosa aos interesses vascaínos.

Dinamite afastou Eurico Miranda e sua trupe de São Januário, mas o Vasco sob seu comando não conseguiu se libertar de hábitos antigos. Continuou a atrasar salários e a contratar indiscriminadamente. Ensaiou logo no começo uma ascensão, depois de conquistar a Copa do Brasil e chegar à Libertadores. Como não havia planejamento, o projeto não avançou e a queda foi vertiginosa.

As dívidas se acumularam e o clube teve que lançar mão de seus principais jogadores. Hoje, Dinamite e diretoria convivem com o drama de uma campanha de sobrevivência na Série A. Ao longo de toda a competição, pelo que se observa desde a primeira rodada, o Vasco estará sempre ameaçadíssimo de novo rebaixamento.

Como o Vasco, muitos outros grandes clubes brasileiros padecem de gestões viciadas e arcaicas. Raros (Internacional, Grêmio, Corinthians e São Paulo) podem se dizer bem administrados, embora convivendo com algumas mazelas.

No Pará, a situação é crítica, quase de terra arrasada. Administrações recentes de Remo e Paissandu devastaram as finanças dos clubes e puseram em risco a sobrevivência de ambos. As dívidas trabalhistas se acumulam, algumas geradas por deslizes patéticos, que acendem a suspeita de interesses escusos. A Tuna, que resistiu até os anos 90, baixou a guarda de vez e hoje vive de pires na mão, amargando problemas que antes eram privilégio dos rivais mais populares.

A partir de 2000, os emergentes do interior passaram a marcar presença e a se impor. Com a ajuda de prefeituras e empresas, Castanhal e Ananindeua despontaram inicialmente como alternativas aos gigantes da capital. Depois, surgiram Águia, Cametá, São Raimundo, Independente Tucuruí e Paragominas.

Com dois títulos nos últimos três campeonatos, o interior se estabeleceu como força concreta no futebol paraense, ajudado pelas facilidades propiciadas pela Federação Paraense de Futebol, interessada direta na ascensão (e no voto) das ligas interioranas.

O sucesso das quatro linhas, porém, não encontra correspondência no âmbito administrativo. Todos, sem exceção, padecem dos mesmos males que acometem a dupla Re-Pa há anos. Cametá e Independente Tucuruí, campeões estaduais, são hoje pálidas presenças, vitimados pela má gestão e a ausência de torcida.

O Paragominas, vice-campeão estadual desta temporada, é o mais novo integrante do clube dos insensatos. Depois de dar a ilusão de que seria a exceção à regra geral, adotando uma política pé-no-chão nas contratações, acabou golpeado pela própria empáfia de seus dirigentes.

No fim de semana, seus jogadores entraram em greve por falta de pagamento dos salários. Sem respostas por parte do presidente do clube, o antes loquaz Formiga, decidiram suspender os treinamentos até que dois meses de salários sejam quitados. Prova de que no futebol do Pará a história sempre se repete, como farsa e tragicomédia. Até quando?

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Será que a culpa é dos técnicos?

Dizia-se isso do Botafogo, mas há coisas que insistem em só acontecer com o Remo nos últimos tempos. Virou saco de pancadas de emergentes (Vila Aurora, Palmas, Cametá, PFC e Desportiva) e agora parece que é também uma espécie de cemitério de treinadores. Paulo Comelli andou pelo Baenão e foi dispensado depois de um fracasso retumbante.

No ano passado, Comelli calou seus críticos locais ao comandar o Criciúma em campanha empolgante, obtendo o acesso à Série A. A situação se repete com Flávio Araújo, que perdeu o campeonato estadual atuando numa retranca feroz. Ocorre que no Sampaio Corrêa (de onde havia saído para treinar o Leão) Araújo é rei.

Provou isso novamente ontem, ao derrotar o Águia em pleno Mangueirão, por 2 a 0. Seu time, ao contrário do Remo no Parazão, joga no ataque e sem medo. Por isso, quase sempre vence.

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Direto do blog

“Pirão, ao que parece, resolveu o problema do Remo, mas apenas neste momento, ao fazer um empréstimo em seu nome. Mas, tanto faz, afinal o pagador sempre será o Remo. Se o clube estava precisando de R$ 500 mil para solucionar as besteiras feitas no 1º semestre por Pirão e cia, amanhã precisará de quase R$ 1 milhão para solucionar esses problemas (500 mil + juros bancários), acrescidos, ainda, de mais dívidas, que serão contraídas de mais farras nas contratações, até o término de seu mandato. Administrar clubes da grandeza de Remo e Paissandu, pelas mãos de agiotas ou empréstimos bancários, não é a solução. A solução do Remo está na antecipação das eleições para este ano de 2013”.

De Cláudio Santos, um azulino cético quanto às promessas de mudança na era Pirão.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 08)