Brasileiro da Série B – Classificação geral

PG J V E D GP GC SG
Chapecoense 19 7 6 1 0 18 5 13 90.5
Joinville 15 7 5 0 2 16 7 9 71.4
Palmeiras 15 7 5 0 2 12 3 9 71.4
Figueirense 13 7 4 1 2 14 10 4 61.9
América-MG 13 7 4 1 2 13 12 1 61.9
Sport-PE 12 7 4 0 3 12 10 2 57.1
Paraná-PR 11 7 3 2 2 6 5 1 52.4
Icasa-CE 10 7 3 1 3 12 11 1 47.6
Bragantino-SP 10 7 3 1 3 6 6 0 47.6
10º Atlético-GO 10 7 3 1 3 6 9 -3 47.6
11º São Caetano 9 7 2 3 2 7 4 3 42.9
12º Paissandu 8 7 2 2 3 10 10 0 38.1
13º Avaí 8 7 2 2 3 9 11 -2 38.1
14º Boa Esporte-MG 8 7 2 2 3 6 11 -5 38.1
15º Oeste-SP 8 7 2 2 3 8 14 -6 38.1
16º ASA 7 7 2 1 4 6 11 -5 33.3
17º Ceará 7 7 1 4 2 6 7 -1 33.3
18º América-RN 6 7 1 3 3 8 12 -4 28.6
19º Guaratinguetá 4 7 1 1 5 9 17 -8 19.0
20º ABC 2 7 0 2 5 3 12 -9 9.5

Jogadores entram em greve no Paragominas

O elenco de jogadores do Paragominas está em greve desde esta sexta-feira (5), prazo final para que a diretoria do clube resolvesse o problema dos salários atrasados dos atletas. Em entrevista ao DOL, o meia Fabrício, que foi contratado para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série D, explicou o posicionamento dos atletas. “A diretoria não cumpriu com a palavra e nem deram satisfação para a gente de quando iriam pagar os nossos salários. Agora nós só iremos treinar quando pagarem tudo o que nos devem, e se não pagarem também não entraremos em campo pela Série D”, disse Fabrício.
Segundo o jogador, a diretoria do Jacaré tinha ficado de dar uma resposta aos jogadores até sexta-feira (5), mas não se pronunciou, o que provocou a greve. “Hoje teríamos treino de manhã e de tarde, mas nenhum jogador compareceu”acrescentou.
Ainda segundo os jogadores, o Paragominas deve dois meses de salário aos atletas que estavam no grupo desde o Campeonato Paraense, e um mês e 15 dias aos que chegaram para a disputa do Brasileirão. O presidente do Paragominas, Jorge Formiga, foi procurado para esclarecer a situação, mas seu telefone continua indisponível. Curiosamente, Formiga foi o dirigente que mais fez críticas através da imprensa aos dirigentes dos grandes da capital – principalmente os do Remo – pela situação dos clubes. Disse, por várias vezes, que os clubes são mal administrados e que o PFC era um exemplo de seriedade na gestão.

Anderson provoca adversário e acaba derrubado

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O brasileiro Anderson Silva, 38, perdeu o cinturão dos médios do UFC para o americano Chris Weidman, ao 1min18s do segundo assalto, em Las Vegas. Em uma luta em que Anderson duplicou muito das táticas usadas pelo ex-campeão dos pesados Muhammad Ali, como abaixar os braços, chamar o adversário e, em determinado momento, até “dançou” como o adversário.

Porém, ao fingir que havia “sentido” um golpe, acabou recebendo um certeiro gancho de esquerda e foi à lona. Weidman conectou com mais alguns golpes, e o árbitro Herbie Dean interrompeu o combate. Curiosamente, Weidman havia afirmado à Folha que gostaria de repetir o feito de Leon Spinks, que com apenas sete lutas no cartel, destronou Ali, ídolo de Anderson e que já era um mito à época, também em Las Vegas. “Quero chocar o mundo como ele [Leon]”, comparara.

“O UFC mudou minha vida e a da minha família, estou morando agora nos EUA”, agradeceu Anderson, enquanto era vaiado pela torcida norte-americana. “Não estou me aposentando, mas não quero lutar pelo cinturão. Weidman é o campeão agora, eu o respeito.” Logo após o combate, Vitor Belfort já postava em seu twitter que gostaria de ter uma revanche com Anderson, que o nocauteou com um impressionante chute no rosto.

“Já havia imaginado isso na minha cabeça muitas vezes”, comemorou Weidman. “Agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade.” Anderson Silva vinha de 17 vitórias seguidas no UFC. Sua última derrota havia sido em 2006, para o japonês Yushin Okami, quando foi desclassificado por um chute ilegal. Em 2011, no Rio, Anderson teve uma revanche e nocauteou Okami no segundo round. (Da Folha de S. Paulo)

Cuba forma médicos de todas as partes do mundo

A polêmica gerada pela disposição do governo de contratar cerca de 6 mil médicos de Cuba para trabalhar na atenção primária à saúde nas regiões mais carentes do país é estimulada, entre outras razões, pela dúvida sobre a formação profissional deles. Mas o governo cubano rebate as dúvidas com números. Em Cuba, há 25 faculdades de medicina, todas públicas, e uma Escola Latino-Americana de Medicina, na qual estudam estrangeiros de 113 países, inclusive do Brasil.
A duração do curso de medicina em Cuba, a exemplo do Brasil, é seis anos em período integral, depois há mais três a quatro anos para especialização. Pelas regras do Ministério da Educação de Cuba, apenas os alunos que obtêm notas consideradas altas em uma espécie de vestibular e ao longo do ensino secundário são aceitos nas faculdades de medicina.
Médicos cubanos que atuam no Brasil contam que, em Cuba, o estudante tem duas chances para ser aprovado em uma disciplina na faculdade: se ele for reprovado, é automaticamente desligado do curso. Na primeira etapa do curso, há aulas de biomédicas, ciências sociais, morfofisiologia e interdisciplinaridade.
Nas etapas seguintes do curso, os estudantes de medicina em Cuba têm aulas de anatomia patológica, genética médica, microbiologia, parasitologia, semiologia, informática e outras disciplinas. Segundo os médicos cubanos, não há diferença salarial entre os profissionais exceto pela formação – os que têm mestrado e doutorado podem ganhar mais.
De acordo com os profissionais cubanos, todos os estudantes de medicina passam o sexto ano do curso em período de internato, conhecendo as principais áreas de um hospital geral. A formação dos profissionais em Cuba é voltada para a chamada saúde da família: os médicos são clínicos gerais, mas com conhecimento em pediatria, pequenas cirurgias e até ginecologia e obstetrícia.
Porém, a possibilidade de contratar médicos cubanos gera críticas e ressalvas de profissionais brasileiros. Mas o governo brasileiro considera que a necessidade de profissionais e de garantia de saúde para toda a população brasileira deve prevalecer em relação às eventuais restrições aos estrangeiros.
No começo do ano, os prefeitos que assumiram os mandatos apresentaram ao governo federal uma série de demandas na área de saúde. Na relação dos pedidos apresentados pelos prefeitos estavam a dificuldade de atrair médicos para as áreas mais carentes, para as periferias das cidades e para o interior do país. (Do Correio Braziliense)

Por umas polegadas a mais

Por Gerson Nogueira

bol_dom_070713_23.psO Barcelona assombra meio mundo ao revelar que pretende fazer Neymar ganhar pelo menos cinco quilos em massa muscular. A comissão técnica do clube catalão avaliam que o jovem atacante brasileiro é muito franzino para os choques do futebol europeu. A iniciativa desperta justificado temor nos apreciadores dos dribles e da ginga de Neymar.

De imediato vem à cabeça o que ocorreu com Ronaldo Fenômeno no próprio Barça, onde ele chegou fininho e foi adquirindo envergadura ao mesmo tempo que perdia destreza. Além disso, o histórico de lesões que abreviariam a carreira do camisa 9 indiscutivelmente tem muito a ver com o trabalho de reforço da musculatura.

Depois dele, Ronaldinho Gaúcho também se tornou um Hulk nas academias do Camp Nou. Não há registro de sequelas, mas é possível recordar de um período mais brilhante do meia-atacante, antes da transformação física que sofreu na Espanha.

É compreensível a preocupação dos novos donos do futebol de Neymar, ansiosos por vê-lo apto a encarar os forçudos beques europeus. Imaginam que, dessa maneira, ele será mais produtivo, pois terá mais força para resistir ao tranco. Talvez até tenham se assustado com as costumeiras quedas do jogador, que é um emérito simulador de faltas.

O lado irônico disso é que a notícia sobre as intenções do Barcelona em relação ao brasileiro surgiram logo depois da sensacional atuação da Seleção justamente contra a Espanha. Neymar exibiu o estilo serelepe de jogar, aplicando dribles e arrancando em alta velocidade.

Caso ganhe o corpanzil que o Barcelona quer, jamais será o mesmo, trocando a rapidez pela capacidade de absorver pancadas. Receio que a troca não seja vantajosa para Neymar – e para a Seleção Brasileira, que aposta todas as fichas nele para a Copa de 2014.

Quem deve estar rindo de orelha a orelha é Vanderlei Luxemburgo, que apelidava Neymar de “filé de borboleta” quando dirigiu o Santos. Menosprezou tanto que o moleque pegou aversão ao vaidoso treinador. Naqueles tempos, de fato, o atacante não passava de um fiapo de gente. Cresceu, evoluiu e virou esperança nacional, sem precisar a malhação que embrutece.

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Bola na Torre

O convidado de hoje é o presidente do Remo, Zeca Pirão. Além de explicar as mudanças implantadas na administração do clube, falará das expectativas em relação à Série D. Na sexta-feira, a CBF acatou a liminar obtida por torcedores do clube na comarca de Ananindeua e suspendeu o jogo Genus x Nacional (AM), programado para este domingo.

Em consequência disso, há uma reunião programada para amanhã em Brasília que pode definir uma saída negociada para o impasse, beneficiando o Remo. Pirão vai opinar sobre esse novo cenário.

A apresentação do programa é de Guilherme Guerreiro, com participações de Valmir Rodrigues e deste escriba baionense. Começa por volta da meia-noite, logo depois do Pânico na Band.

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O desemprego não poupa ninguém

Os dois técnicos que mais conquistaram títulos brasileiros, Muricy Ramalho e Vanderlei Luxemburgo, estão desempregados. É cedo para entender isso como uma tendência, mas para evidente que o futebol está se reformulando quanto a receitas e despesas. O rigor nas contas passa a afetar a antiga irresponsabilidade na contratação de figurões, fossem técnicos ou jogadores. Altos salários tornam-se fator de risco.

Muricy foi demitido pelo Santos há três semanas. Luxemburgo foi despachado pelo Grêmio na terça-feira. Há muito que a dupla demonstra acomodação e decadência. Dirigiam dois dos principais clubes brasileiros, mas tinham atuações muito questionadas por torcedores e dirigentes.

No caso santista, Muricy tentou impor seu estilo de cautela obsessiva e acabou se dando mal. Apesar de ter nas mãos o maior jogador do país, foi incapaz de fazer o time jogar com o destemor dos tempos de Dorival Júnior e Emerson Leão. O Santos virou um desenho mal copiado do São Paulo de seis ou oito anos atrás.

Luxemburgo, que tinha orçamento de time mediano europeu para gastar e chamar de seu, exagerou além da conta na capacidade de instituir zonas de conflito com dirigentes e parte do elenco. Sem conseguir extrair o melhor de suas muitas estrelas, o Grêmio foi facilmente apeado da Libertadores. No Brasileiro, a instabilidade técnica impediu que o time brigasse pelas primeiras posições.

Personalistas e teimosos, Muricy e Luxemburgo tinham os maiores salários do futebol brasileiro e sul-americano. Ambos faturavam acima de R$ 1 milhão mensais, chefiando sempre onerosos staffs. O Santos busca um técnico estrangeiro para comandar a era pós-Neymar. O Grêmio optou por solução caseira: chamou Renato Gaúcho para acalmar a torcida.

A curva inflacionária envolvendo os técnicos no Brasil está diretamente ligada a Muricy e Luxemburgo. Antes, prevalecia a tese de que ambos são caros, mas que garantiam bons resultados – embora Luxemburgo esteja atravessando o mais longo jejum da carreira. Depois dos trabalhos recentes, porém, há a certeza de que os salários continuam altos, mas sem o mesmo sucesso de outros tempos. É certo que ambos permanecem muito respeitados, mas suas fórmulas vitoriosas precisam ser atualizadas.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 07)

Assoremo se posiciona sobre propostas de Pirão

A direção da Associação dos Sócios do Clube do Remo (Assoremo) emitiu nota explicando seu posicionamento diante das propostas do presidente interino do Remo, Zeca Pirão, para abertura da administração a associados e torcedores. Abaixo, na íntegra, a nota da entidade:

NOTA OFICIAL DA ASSOREMO

(COMO A ASSOREMO AVALIA A PROPOSTA DO PRESIDENTE ZECA PIRÃO)

A ASSOREMO vem a público informar sua posição oficial diante de tantas informações desencontradas e não oficiais sobre a gestão do presidente interino Sr. Zeca Pirão.

A luta da Assoremo é pela democratização, profissionalização e modernização do Clube do Remo, que se dará por dois aspectos prioritários: a aprovação do novo estatuto, incorporando nossas emendas, e as eleições diretas em novembro de 2013, demandas que em nenhum momento abriremos mão;

O novo estatuto já poderia ter sido aprovado e estar em vigor se não fosse pelo duro golpe desferido contra os sócios, a torcida e o próprio Condel, pelo seu presidente Manoel Ribeiro, adiando na véspera a Assembleia Geral do dia 27/06;

Quanto as eleições diretas, ainda afirmamos ser possível de ser realizada este ano, mesmo com a protelação pretendida pelo líder do Condel;

No que tange a gestão do presidente Pirão, vimos com bons olhos seu pedido de ajuda e algumas ações divulgadas e outras já tomadas. O que já deixamos claro em dois momentos, no dia 29/06 e no dia 03/07;

Nestas oportunidades, informamos 5 condicionantes para que possamos vir a ajudar a salvar o Remo do colapso final, que os cardeais durante anos de gestões desastrosas o colocaram, que foram:

  1. Renúncia imediata de Sérgio Cabeça. Para ter credibilidade e novos apoiadores, precisa estar consolidada a saída dele da presidência do Codir;
  2. Apresentar prestação de contas dos meses de janeiro a junho de 2013. Precisamos saber como foram aplicados os recursos, através de uma auditoria interna;
  3. Demissão de pelo menos 5 integrantes da direção do Remo que já demonstraram sua incompetência administrativa;
  4. Montar uma nova gestão, que seja baseada na transparência, competência administrativa, respeito aos sócios e que respeite as decisões da Assembléia Geral de Sócios;
  5. Finalmente, que concorde com a antecipação das eleições diretas para 2013. Entendemos que o Remo precisa gerar uma nova energia positiva e que esteja a altura dos desafios que precisamos, para isso, somente um amplo processo de eleição direta ainda este ano nos dará um futuro 2014 de mudanças.

Diante destas propostas e a sua imediata aceitação e aplicação, chamaremos uma assembleia com os sócios da Assoremo, para só então definirmos nossa posição final que poderá ser a de ajuda, com o que temos de melhor em experiência em diversas áreas, utilizando nossa credibilidade para atrair patrocinadores e apoiadores que mesmo não resolvendo o problema crônico do Remo, mas dará um fôlego para que possamos seguir o restante do ano sem perder patrimônio, sem receitas bloqueadas, com um esboço de time para 2014 e provavelmente sob uma nova energia.

Marcaremos uma reunião com presidente Pirão para semana que vem, onde buscaremos respostas para nossas propostas e, de forma pública e transparente, como sempre fizemos, divulgaremos a toda a nação azulina.

Qualquer outra informação além destas expostas aqui, são “invencionices” e tentativa de querer nos comparar com os “cardeais” que tanto combatemos, portanto, inaceitáveis.

VIVA O CLUBE DO REMO QUE ENQUANTO EXISTIR O FENÔMENO AZUL SERÁ IMORTAL!

DIRETORIA DA ASSOREMO