Escudo do Remo é recolocado no Evandro Almeida

Com a presença do conselheiro remista Paulo Alves e sua filha, que foi a inspiradora da mobilização pela restauração do pórtico do Evandro Almeida, aconteceu na manhã deste sábado a cerimônia de recolocação do escudo do Clube do Remo na fachada do estádio. Uma placa em homenagem ao conselheiro e arquiteto foi descerrada pelo presidente Sérgio Cabeça Braz (abaixo), acompanhado de toda a diretoria do clube, grandes beneméritos, sócios e muitos torcedores. Dentre outros, prestigiaram o ato festivo o presidente do Conselho Deliberativo, Manoel Ribeiro, e o diretor jurídico do Remo, conselheiro Ronaldo Passarinho. Há dois anos, o escudo havia sido destruído por ordem do ex-presidente Amaro Klautau, que visava impedir o tombamento do estádio Evandro Almeida e, com isso, facilitar sua venda. (Fotos: EVERALDO NASCIMENTO/Bola) 

20 comentários em “Escudo do Remo é recolocado no Evandro Almeida

  1. Concordo que o Amaro não foi um bom presidente, mas tb não podemos ficar felizes com as “grandes” presenças de Cabeça’s, Ribeiro’s, Passarinho’s ou Salgado’s no Clube do Remo. A verdade é que precisamos de pessoas com novas mentalidades para gerir o clube. Mentalidades que passam por profissionalização completa do clube, transformando-o em empresa realmente. Mentalidades essa que passam anos-luz de distância de qualquer Amaro ou “Cinturão de Aço”.

  2. Que este seja o momento para o clube reviver seus dias de glorias, e que possa se reerguer como uma Fenix. Parabens! aos verdadeiros remistas que amam esta instituicao.

  3. ´Na realidade, Victor, o AK é da mesma plumagem deste outros “passarinhos” que você citou. Tanto prova, que foram tantos desmandos, mas nenhum destes que estão aí na fotografia (e outros mais que não deram as caras), tomou qualquer providência contra o AK. Aliás, o remista tem que ficar atento. Tanto prova que as ideias de venda de patrimônio continuam vigorando.

    Aliás, os remistas têm de ficar atentos posto que se não, daqui há mais algum tempo, vai ficar parecendo que quando o AK assumiu o Remo era a 8a. maravilha do mundo e foi ele quem SOZINHO, em menos de 2 anos, levou o Clube à falência.

    Enfim, é preciso que fique claro que o AK foi só mais um a depreciar o patrimônio azulino que já vinha deveras depreciado bem antes dele e não está livre de seguir depreciado agora quando outros assumiram. A polêmica da tal campanha de marketing “O Remo é meu” é um exemplo deste risco. A direção jurídica deveria se pronunciar a respeito deste tema.

    1. Em nome do amigo Ronaldo Passarinho, cuja dedicação ao Remo é incontestável ao longo de mais de 40 anos, discordo de você, meu caro Antonio. Ao mesmo tempo, você é injusto também com o incrível AK: ele é simplesmente incomparável em lambanças. Respeite os fatos.

  4. Falando em administração e administradores de futebol, tenho acompanhado muito de perto o futebol potiguar, lá existe uma união de torcida e dirigentes em torno de um objetivo.

    Me parece que eles não misturam as coisas, ou seja, uma coisa é o futebol jogado, e outra coisa é o futebol como imã, atraindo benéficios para os clubes.

    O América por exemplo, eu fui dizer que ele é o pai do ABC, e três tuiteiros já estão me seguindo, com isso de forma barata eles vão divulgando aquilo que eles querem para o clube.
    É dinheiro pra isso, pra aquilo, lá eles trabalham forte na time mania, é negocio de sócio etc…

    E olha que eles estão sem um grande estádio, provando que um clube não pode viver só de bilheterias.

    Um outro dia perguntei o que ganha hoje o torcedor do Paysandu pra ser sócio, o cidadão me tratou com patadas pensando que eu estava menosprezando o time.

    Aqui em Belém ao contrário de Natal, parece que há uma parceria de confiança.
    Pois aqui aqui essas associaçõesjá querem criar um poder paralelo, assim mano nunca via dar certo.

    Isso no Remo por exemplo, é legal, mas quem deveria fazer isso é o presidente e nunca um torcedor, que aliás está de parabéns, porque apenas demonstrou o amor que sente pelo clube.

    No Remo eu não sei, mas no Paysandu tem pessoas capacitadas pra fazer um Paysandu grande e bem administrado com a torcida do lado que é o seu maior sócio.

    Se eu tiver errado o amigo Gilvan que é de lá pode me corrigir.

  5. Olhem pelo lado bom como disse minha irmã remista. Ela me falou outro dia: “Ainda bem que o Amaro Klautau derrubou o muro porque agora ficou bem melhor”.

  6. Gerson, concordando com você, me permito apenas um ligeiro ajuste na sua exortação. Eu digo que é preciso respeitar os fatos na sua inteireza.

    E os fatos na sua inteireza mostram com eloqüência que o Remo foi jogado na situação financeira caótica em que hoje se encontra há mais de 10 anos atrás tendo neste período caído duas vezes para a terceira divisão e desta para o limbo onde se encontra até agora, tendo todos os diretores atuais, inclusive o vice-presidente jurídico, participação decisiva em todas estas caóticas tristezas.

    Enfim, com todo o respeito, é preciso respeitar a história, mesmo que ela seja triste.

    1. Amigo Antonio, não desrespeito a história, muito pelo contrário. Só procurei corrigir o que considerei uma pequena injustiça.

  7. Concordo com você, Antonio Oliveira. E, caro Gerson Nogueira, acho que sua amizade com Ronaldo Passarinho pode estar afetando seu julgamento. Afinal de contas, como bem o Antonio citou no comentário acima, o patrimônio do Remo apenas veio se deteriorando ao longo destes mais de 10 anos, quase sempre comandados pelo famigerado “Cinturão de Aço”, aqueles que se acham os donos do Clube do Remo, no qual o Sr. Ronaldo Passarinho, sim, faz parte.

    E também me custa a entender a perseguição quase que nazista que você, caro Gerson, tem contra o Amaro. Creio que o que aconteceu de errado foi a forma com que essa negociação foi feita – obscuramente. Mas o negócio em si, caso tivesse transparência e, principalmente, profissionalismo na aplicação do dinheiro, seria sem dúvida um salto na modernização do clube. Afinal de contas, nenhum de nós nasce em um lugar e morre no mesmo lugar. Nós podemos mudar de casa. Você é de Baião e hj reside em Belém, por exemplo. Com o Remo seria a mesma coisa. Além disso, reside também o fato de que na presidência do Amaro os funcionários do Baenão sempre receberam seus salários em dia, coisa que nas
    administrações do “Cinturão de Aço” raramente ocorre.

    Quero deixar bem claro, contudo, que não sou defensor do Amaro, mas também não posso ser hipócrita e colocar apenas defeitos em sua administração, que pelo menos um ponto positivo, como o salário em dia dos funcionários do Baenão, teve.
    Bem como quero deixar bem claro que não tenho nada contra o Sr. Ronaldo Passarinho, que não tenho questionamentos quanto ao seu amor pelo Clube do Remo, mas apenas quanto a sua mentalidade de gestão, dele e de seus amigos do “Cinturão de Aço”.

    Afinal de contas, o futebol hj é administrado com planejamento e profissionalismo, características bem diferentes do grupo no qual fazem parte tanto Passarinho quanto Klautau, e, infelizmente pelo que percebo em seus comentários, você também, caro Gerson – aqueles que acham que futebol ainda é igual ao da década de 70/80, que é só lotar o estádio que tudo está resolvido.

    Hj em dia, caro Gerson, não é mais assim. As coisas evoluíram.

    1. Camarada, a amizade só afeta o posicionamento dos desonestos e mal-intencionados. Não é o meu caso e meu trabalha está aí para quem quiser comprovar. Não tenho rabo preso e mantenho minhas posições, doam a quem doer. Manifestei-me por uma razão justa, pois sei do trabalho desenvolvido pelo Ronaldo no Remo há anos, sem qualquer remuneração ou vantagem pessoal. É, de fato, um baluarte, do mesmo nível que são Ambire Gluck Paul e César Neves no Paissandu. Critiquemos quem merece, mas é recomendável não generalizar, misturando alhos com bugalhos. Existem maus dirigentes aos montes, mas também há gente séria na vida dos clubes. Quanto aos seus pontos de vista, são seus e não me cabe aqui discutir. Vida que segue.

  8. É meu caro Edson realmente existe esta união entre torcedor e dirigente e um exemplo bem tipico disto seria falar da locação do estadio frasqueirão, em que houve uma reunião entre Governadora, presidente da FNF, senadores e alguns deputados federais e estaduais com os dois dirigentes de ABC e América em que ficou acordado o acerto de o America mandar os seus jogos mo estadio do ABC pelo valor de um milhão de reais, só que a torcida se manifestou ao contrário a decisão tomada e o presidente do ABC voltou atrás e não mais locou o seu estadio ao America e até o momento não se sabe o local onde serão realizados os jogos do America no segundo turno da serie B, uma vez que a CBF interditou o estadio Nazarenão em Goianinha por ter uma capacidade pequena de publico e o ARENA DAS DUNAS deve ser concluido apenas em 2014

  9. Injustiça é conceito muito subjetivo, amigo Gerson. No caso concreto não concordo com o seu conceito de injustiça, todavia o respeito. E vida que segue.

  10. voces tem e que colocar um escudo do cameta,pois gracas a eles voces tao disputando essa ultima divisao,ou seja voces sao o barriga de aluguel do para,que vergonha, se abrirem a barriga do mapara vao encontrar o lixo la.

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