3 comentários em “Capa do Bola, edição de sábado, 26

  1. É o que sempre falo, Gerson e amigos, ao invés de se “empurrar” esses jogadores de base nos profissionais, teríamos era que cobrar mais das pessoas que comandam essas bases. Quem é o responsável técnico? Quem é(são) o médico desses garotos da base?…. Agora, se em Remo e Paysandu, não se faz os exames necessários para um garoto da base, imagine na base do Cametá,Tiradentes, … Esse campeonato sub 15 que está acontecendo agora, não seria viável se fazer uma investigação sobre o tratamento que é dado a esses garotos?

    Passando para o “Profissional”, alguém imagina que todos os times que disputam desde a segundinha, até o Parazão, fazem todos os exames exigidos, para um atleta de futebol? Alguém imagina que um clube como o Cametá, que chegou a negociar com o Remo, por não ter condições, pagaria um dinheiro alto, para realizar esses exames em seus jogadores?
    – Será que em nenhum momento se pediu esse rapaz que infelizmente veio a falecer, nos profissionais do Remo, mesmo sem se saber suas reais condições?
    – Tem muita, mas muita coisa errada nas divisões de base de nossos clubes e, penso que era nisso que a mídia deveria focar e não tentar a todo custo colocar esses garotos nos profissionais. Aqui no Pará, a FPF e os Dirigentes que aprovam um regulamento absurdo desses, diziam a pouco tempo atrás, que estavam ensinando o Brasil a fazer futebol.É amigos, tem cara de pau, de todo jeito. Te dizer…
    É a minha opinião.

  2. O Remo deu muita sorte, se é que podemos chamar isso de sorte, deste rapaz não ter morrido em um jogo desses, até porque geralmente os jogos são realizados sob um sol muito forte.

    Futebol é coisa séria, e tem gente que não ver assim.

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