Andanças de repórter (4)

Na véspera da grande final de 2006 na Alemanha, entre França e Itália, aproveitei o sábado (e o passe livre concedido pela Fifa) para ir a Paris. Tive a agradável companhia do amigo Carlos Ferreira, que também visitava pela primeira vez a capital francesa. Curiosamente, os cidadãos parisienses pareciam alheios ao jogão do dia seguinte, como se fosse algo sem importância. Mostra da habitual frieza europeia, que se manifesta também nas ruas e até nas saudações entre colegas de profissão. Por outro lado, o distanciamento da torcida francesa talvez já fosse pressentimento de um triunfo da Azzurra. 

Como todo turista, Ferreirinha e eu fizemos o roteiro tradicional na barcaça do rio Sena, parando nos principais logradouros, como Arco do Triunfo, Versalhes, Torre Eiffel, Catedral de Notre-Dame e Museu do Louvre. Apesar do tempo corrido, pois tínhamos que retornar durante a noite a Munique, deu para ver grande parte dos cartões postais. Ainda tivemos o dissabor de encarar uma garoa chata atrapalhando o verão europeu, mas posso dizer que valeu a pena andar pelas longas avenidas da Cidade-Luz, olhando vitrines e apreciando os prédios históricos. Pretendo voltar um dia com mais tempo e grana para aproveitar o passeio.  

10 comentários em “Andanças de repórter (4)

  1. Essa é a esperança de todos nós, amigo Edson. Acredito que o plano de segurança para a Copa deve salvaguardar esses visitantes, para que levem de nosso país uma boa imagem. Do mesmo jeito que eu tive em minhas andanças pelo Velho Continente.

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  2. Ah, nesse aspecto certamente levaremos vantagem. Nosso povo é muito mais caloroso e receptivo. Os europeus são educadíssimos, mas frios, distantes e contidos. Será uma Copa da confraternização, não tenho dúvidas.

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  3. Estou juntando uma grana para ir a frança,em paris,junto com minha amada,é o sonho dela…pelas fotos,vc só nos deixou com água na boba Gersão.

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  4. A vantagem, camarada Maciel, é que desde o governo Lula aumentou o acesso das classes mais modestas (as nossas) a viagens e bens de consumo no Brasil. O Sapo Barbudo permitiu que gente como nós tenha mais e mais oportunidades de conhecer o mundo. Isso ninguém tira do cabra.

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  5. Amigo Maciel certissimo.Foi o plano Real implantado em 1993, atra´ves da URV que permitiu ACENTUADA mudança na economia brasileiira.Claro que LULA foi digams altruista e soube manter a idéia central que é alinhar o país sobre uma economia forte, exportando e com medidas sociais voltadas à classes inferiores.Reconheço os méritos dos anteriores ao Lula.Sou justo. Sapo barbudo amigo escriba?
    Acho que é o dr.Alonso que o chamava assim rsrsrs ele tem verdadeiro ódio pelo PT e pelo nosso cabra bom, mas levo na esportiva.

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