Por Roberto Vieira
Neném Prancha foi um sábio grego. Desconhecido pelas novas gerações. Como Platão e Sócrates. Fazer o quê? Neném proferiu diversas frases antológicas. Mas uma delas ganhou a eternidade: ‘Pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube!’. Pois é.
Craque sabe fazer gol, meter uns dribles e cabecear. Pênalti é jogada diferente. Não tem nada a ver com futebol.
Puskas perdeu o seu nas Olimpíadas de 52. Beara defendeu com uma mão só o chute do Major. Cruyjff nem queria saber da missão. Deixava pra Neeskens – que metia uma bolacha no meio do gol. Waldemar de Brito morreu no olhar de Zamora. Zico também. Rivelino deixou de bater quando viu que era furada. Tostão quase botou tudo a perder em 1966.
Maradona só tinha intimidade com outras penalidades. Sócrates batia bem… até a Marselhesa. Até Pelé – celebrizado pelo milésimo gol – perdia mais que fazia, com paradinha e tudo. Então, meus amigos. Era óbvio que Messi, Kaká e Cristiano Ronaldo iam perder seus pênaltis. O Dátolo, ora o Dátolo. Na hora H.
Porque craque sabe fazer gol, meter uns dribles e cabecear. Pênalti é jogada diferente. Não tem nada a ver com futebol.
Pênalti? É coisa de Neném…

Deixe uma resposta