Patrocínios fazem Senna tirar vaga de Barrichello

Após despontar com favoritismo para o posto nos últimos dias, o piloto brasileiro Bruno Senna, 28, sobrinho do ídolo Ayrton Senna, está confirmado como o companheiro do venezuelano Pastor Maldonado na Williams para a temporada da F-1. A notícia foi oficializada na manhã desta terça-feira e ele substitui o também paulista Rubens Barrichello, 39, que não teve o contrato renovado e continua sem equipe. “Será muito interessante pilotar por uma equipe que teve meu tio como piloto [foi a última de Ayrton, quando morreu em 1994 em um acidente na Itália], particularmente porque algumas pessoas daqui chegaram a trabalhar com ele. Esperamos trazer de volta algumas lembranças e criar outras novas também”, afirmou Bruno.

E completou: “Quero conquistar bons resultados para retribuir o apoio que meu país tem me dado e que me ajudou a conseguir esta vaga. Sou orgulhoso de ser brasileiro e mais motivado do que nunca para mostrar o que posso fazer. Desde que sentei pela primeira vez em um kart, nunca pensei em fazer outra coisa”. Cada vez mais perto da aposentadoria, o que não permitiria o seu vigésimo ano seguido na principal categoria do automobilismo mundial, Barrichello já escreveu em seu perfil no Twitter: “Fala, galeraa…. Pois é, não estarei guiando o carro da Williams este ano… Desejo ao meu amigo @BSenna [Bruno Senna] muita sorte. O futuro está em aberto…”.

Bruno disputou as últimas oito provas de 2011 e conseguiu o sétimo lugar no GP da Bélgica. Os patrocínios que acompanham o piloto, como o do empresário Eike Batista e da Embratel, tiveram peso decisivo para o acerto com os ingleses. (Do Folhaonline)

3 comentários em “Patrocínios fazem Senna tirar vaga de Barrichello

  1. Como apaixonado pelo automobilismo como eu sempre acreditei no Ayrton Senna e sempre vou acreditar na familia Senna que fazem um bom papel filantrópico com crianças e sei que o Brunno Senna será um piloto igual ou tão melhor que se tio, pois sempre acredito no sobrenome Senna e convenhamos Barrichello na minha modesta concepção não chega a ser um ídolo e sim um aventureiro que veio na época do grande Ayrton Senna.

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